O TrendHunter listou as principais tendências em marketing, propaganda, design, comportamento e tecnologia para 2011. São elas:
20. Publicidade projetada As projeções, ou 3D mappings, aproveitam modelos computadorizados dos objetos onde são feitas, e técnicas visuais para criar ilusões que confundem a realidade usando luz, cor e sombra. As projeções tem baixo custo relativo e são altamente virais, ideais para seu evento de final de ano.
19. Varejo interativo Sacolas com mensagens interativas, cardápios em iPad e presença proativa nas redes sociais são exemplos de como o varejo tenta se adaptar ao consumidor que interage com a comunicação.
18. Caridade transviada ONGs e instituições envolvidas com ações de caridade estão usando cada vez mais um estilo de “shockvertising” (propaganda de alto impacto) para apelar às almas caridosas. Anúncios sexualizados e mensagens cada vez mais impactantes tendem a ser mais frequentes no ano que vem.
17. Moda Tecnológica Celulares-brincos, celulares-relógios, pulseiras-relógio-holográficas, casacos-players e tudo mais acessório-tecnológico possível.
16. Marcas revertidas A pessoas de hoje, as marcas de hoje, mas como se fossem de antigamente. Como ícones culturais, muitas marcas e até mesmo consumidores estão buscando suas raízes “retrô” para satisfazer aquela criança que existe dentro de cada um.
15. Estilo local Blogs como o The Sartorialist, que prioriza a moda “real” fotografando gente estilosa nas ruas, além de algumas marcas, estão atrás de gente como a gente. Tudo isso, é claro, bombado por fashion bloggers e redes sociais.
14. Tempo real As redes sociais, com promoções, aplicativos e internet mandando ver e dando a gratificação que você, cliente leal (mais que fiel) tanto quer, baseado em localização, forma de pagamento etc. Só que você não quer esperar até amanhã para ganhar seu bônus ou desconto.
13. Cubismo moderno A forma do cubo está cada vez mais presente em aparelhos, casas, decoração e utensílios. Segundo o TrendHunter, a moda vai pegar também em Branding e no varejão.
12. O melhor possível Em um período de incertezas ambientais, o consumidor, cada vez mais consciente do que precisa e por que, não quer, necessariamente, o melhor de todos o produtos. Quer o melhor produto para ele.
11. Impressão tridimensional Protótipos e até mesmo produtos finais impressos já estão se tornando realidade através da impressora 3D.
9. Telas para crianças Alavancados pela revolução touch do iPad, novos aparelhos, aplicativos e conteúdos estão saindo do forno para saciar a nova geração interativa.
8. Venda democrática O voto popular não está mais restrito à política. Consumidores votam agora em quais promoções querem ter ou quais produtos devem voltar às prateleiras. A voz do consumidor nunca esteve tão alta e agora determinam o que as marcas devem vender.
7. Auto-expressão Rock Star A cultura rock’n'roll ainda tem fôlego. Desde hotéis a moda e produtos rebeldes, vários setores ainda usam o rock para criar identidade.
6. Kidverting As empresas vão onde o dinheiro está: nos pais. Para isso, cada vez mais usam os interesses dos próprios adultos para cativar o cliente babão. Mais anúncios de moda infantil parecidos com os de adultos e menos estampas coloridas nas roupas.
5. O luxo, firme e forte Aviões com salas privativas, com tudo do bom e do melhor. Na certeza de que “os muito ricos” sempre existirão, as empresas de alto luxo investem mais.
4. Alta costura geriátrica Bordados, crochês e tecidos vintage estão sendo ressuscitados. A moda da geração dos nossos avós vem remodelada num tom irônico, sem perder a cara de “velho”.
3. Adaptação perpétua Os produtos estão sempre evoluindo esteticamente, muitas vezes chegando a mudar de função. Barbie retrô, aviões de luxo e antigos gadgets de escritório são remodelados ao sabor da mudança cultural. O mundo está mudando tão rápido que os consumidores estão buscando a “mudança” como objeto de desejo.
2. Tweetonomics De hashtags a acessórios de moda, enquanto o Twitter continuar a crescer, tudo que se utiliza de sua rede de oportunidades de negócio também crescerá.
1. Consumismo discreto Seja o Starbucks disfarçando sua identidade visual nas lojas, ou a Absolut fazendo uma garrafa sem rótulo, é evidente que o consumidor está se afastando das grandes marcas. As pequenas e as locais têm uma oportunidade nesse sentimento “anti-corporação”.












