<prev | @fireseeker
os olhos azuis encaram fixamente a singela cicatriz. franze as sobrancelhas abaixo da prótese. que conversa engraçada. seria aquela garota um fantasma? “e porque é que cê’ teve que atravessar esse tronco?” seria brincadeira de criança? se fosse o caso, quem era ele para julga-la? sal caçava fantasmas e demônios no seu tempo vago.
“uma árvore?” seria imaginação fértil? “caraca cara, como é que cê’ andava sendo uma árvore?” era peculiar o fato de estar interessado no detalhe de andar mais do que se tornar literalmente uma árvore.











