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O que fazer em viagens longas? 1-Ler um livro 2-Ouvir um podcast 3-Escrever ou gravar (em áudio) suas ideias. 4-Puxar assunto com outras pessoas 5-Aproveitar a paisagem Sou especialista em criatividade em vendas. E para desenvolver a criatividade, preciso buscar novas ideias o tempo todo. A lista acima me ajuda bastante a me desenvolver como pessoa e como profissional. Hoje estou na estrada me preparando para uma missão da #ligadosvendedores 7 horas de ônibus, pois não tem avião no aeroporto mais próximo. E você, o que faz quando está em um viagem longa? Qual dos itens da minha lista você aplica? Tem alguma coisa diferente que você faz durante longas viagens? Leandro Branquinho Palestrante de Vendas http://leandrobranquinho.com.br #glamourempreendedor #trabalho #vaigem #trip #palestrante #empreendedorismo #empreendedor #empreender #palestrante #palestrantedevendas #especialistaemvendas #euamovender #oEspecialista #omelhorvendedordomundo #botapraquebrar
I am not here. As you all read these words, I am on the road. The coastline waits for me.
1º C A P Í T U L O
- Bem, quem é que começa a contar?
- Começa tu, Rita!
- Não, não. Começa tu Inês!
- Bem lá vou ter que ser eu … Nós vamos contar-vos a nossa grande aventura. Eu sou a Inês Oliveira.
- E eu sou a Rita Martins.
- Temos 24 anos e somos de Lisboa…
- Sim, mas acção toda começa bem longe de Lisboa.
- ENTÃO MAS NÃO QUERIAS QUE EU CONTASSE A HISTÓRIA?!
- Sim sim, desculpa…
- Continuando, Então nós: Eu e o Pedro, o meu namorado; e a Rita e o seu “Dioguinho”. Estávamos no nosso descapotável a caminho da casa das nossas amigas no Alentejo.
- Vá, quando tiveres farto de conduzir, diz que eu conduzo… Agora vou ver se durmo uma beca… - Disse o Diogo ao Pedro encostando-se há Rita no bando de trás.
- Sim mano…não te preocupes. Não vale é fazer barulhinhos estranhos, Ouviram?
- AI QUE PARVO! Cala-te oh! – Disse-lhe a Inês rindo-se.
Lá íamos os 4 no nosso maravilhoso descapotável, para uma fantástica viagem, ao som de: Simple Plan - Welcome To My Life. No Banco da frente, Inês e Pedro conseguiam sentir a brisa fresca do vento que lhes passava por entre os cabelos enquanto curtiam a música que passava na rádio, enquanto no banco de trás, Rita e Diogo, dormiam ferrados, bem agarradinhos. Já passados bastantes quilómetros o Guilherme decide encostar o carro numa área de serviço, para comermos alguma coisa. Estacionou o carro, ele e Inês foram buscar a comida deixando os seus companheiros a dormirem no banco traseiro. Voltados da área de serviço:
- Pombinhos, acordem, não querem comer nada? – Chamou-os a Inês.
- Hey! Onde estamos?! – Perguntou a Rita abrindo lentamente os seus olhos ainda encadeados com os raios de sol.
- Epá comida! Já se trincava alguma coisa, já! – Afirmou o Diogo esfomeado.
Acabámos de comer qualquer coisa, e voltamos a seguir viagem até ao nosso 1º destino: o Alentejo. Mas desta vez foram Diogo a conduzir e Rita ao seu lado, Inês e Pedro atrás. Todos com a maior boa disposição, a cantar, por entre gargalhadas muito amor e alegria para a longa viagem. --- (Rita) --- Quando chegamos, o Diogo estacionou ao lado da casa dos avós da Ana… - Malta, acordem. Já chegamos. – Disse o Diogo, acordando o Pedro e a Inês. - Já chegamos? – Gritou a Inês, super contente. - Shiu.. A Rita adormeceu… - avisou o Diogo - Então bora acordá-la! ÓH RITA!! – Disse o Pedro
- Epá Shiiiu! Vão-se lá embora que eu levo-a. - Ok, pronto. Bora, Pepe. – Então a Inês e o Pedro dirigiram-se para a porta de entrada na casa de férias maravilha. O Diogo desligou o carro e foi até ao outro lado onde me pegou ao colo, levando-me para dentro. - Já chegamos? – sussurrei. - Dorme.. – beijou-me a testa – Olá! – disse quando entrou – onde é que eu posso deixar a cinderela? - o que é que ela tem? – perguntou a Mariza - Sono – ri-se - Anda. Este é o vosso quarto. – A Ana encaminhou-nos para o nosso quarto e ele deitou-me na cama onde me deixou a dormir. Ele voltou para a sala e cumprimentou toda a gente. - Então Diogo? A Rita fica a dormir? - Oh, Sim… hoje não dormimos nada há noite. - Uhhh! – disseram em uníssono. - A minha irmã não se estava a sentir bem… Fomos com ela para o hospital. - A Bruna? O que é que ela tem? - Sim, deu-lhe uma crise de asma, mas já está tudo bem… A minha mãe foi buscá-la lá a casa hoje de manha. - Podias tê-la trazido… - disse a Ana - Achas? Tou de férias.. – ri-se - Bem, vocês querem descansar? – perguntou a Tixa – nós fazemos o jantar - Não, nós também ajudamos, né Inês? – Chutou o Pedro. - Sim sim, claro. Fizeram o jantar e eu continuava a dormir, e o Diogo também não tinha dormido nada, por isso devia de estar super cansado. Quando me levantei, dirigi-me para a sala, ainda meia tonta do sono. - Olha quem é ela.. Então chavalinha? – Sentei-me ao pé dele no sofá – tas com uma cara de sono.. - Tenho fome. – encostei a cabeça ao ombro dele. - A Inês tá mesmo a acabar, e já vamos. - Meninos! Já podem vir para a mesa. – Chamou a Inês. - Olha.. por falar no diabo. Bora lá. – dirigimo-nos para a sala de jantar. - Oláá!! – disse-lhes. - Olha a dorminhoca.. – abracei-as - Desculpem não ter ajudado.. Estava tão exausta. Hoje lavo eu a loiça. - Sim sim, ela lava, mas agora vamos comer, que eu estou faminto! – diz o Pedro. - Espero que gostem, meus amores. – O jantar era esparguete com almôndegas. - Hoje vamos comer isto, mas amanha vamos comer pratos típicos do Alentejo. – disse a Ana - Desde que haja pão alentejano, tudo bem. – disse eu, rindo-me - Olha que o pão engorda, leitãozinho. – gozou o Diogo - Então precisas mesmo de comer muito pão óh lingrinhas. - Mas olhem, vamos sair hoje… ou não? – perguntou o Pedro. - Népia… hoje pelo menos eu quero ficar aqui. – disse o Diogo. - Sim, a mim tb não me está a apetecer muito hoje.. – avisou a Inês. - Então pronto, ninguém vai. Ficamos aqui a ver um filme, ou assim. Qué tal? - sugeriu a Mariza - Sim, também me parece bem. – Responde o Gui. ---- (Inês) --- - Então, qué que querem ver? – perguntou a Ana, com o computador na mão, pronta para escolher um filme e colocar na televisão.
- Tá me a apetecer ver um filme de terror. – Disse o Diogo.
- Não terror não, odeio esses filmes, fico sem dormir o resto da semana. E ainda por cima a uma hora destas, estão é malucos. – Disse medrosa.
- Oh o Pepe tá aqui para te proteger dos monstrinhos. – Brincou a Rita.
- Ah ah, não tem piada nenhuma, se quiserem ver, vejam vocês. Vou para o quarto. – Voltei a falar.
- Éééé … Oh Inês não sejas cortes fogo, anda lá, fica aqui a ver um filme com o pessoal. – Pediu o Diogo.
- Ya amor, fica, se não tiveres a gostar eu vou contigo para o quarto. – Disse-me o Pedro dando-me um beijo. Aqueles seus olhos azuis olham fixavam os meus, não consegui dizer que não.
- Hummm…Está bem, eu fico, mas se começar a abusar vou embora, estou já a avisar.
- Ok! – Responderam em coro.
Deitei-me num sofá agarradinha ao Pedro, ao nosso lado estavam a Rita e o Diogo, e no outro sofá estavam a Tixa, a Mariza e a Ana que se juntou a elas depois de colocar o filme. Já ia em 15 min. de filme e eu já nem olhava para o ecrã, mantinha a minha cabeça bem colada ao peito do Pedro.
- INÊS! – Gritou-me o Diogo, tocando-me no braço.
- QUE É?! – Respondi assustada. – Fonix Diogo! Olha p’ra mim já chega!
- Então Inês? Não ficas até ao resto do filme? O Diogo só estava na brincadeira, não ligues, já sabes como ele é. – Disse-me a Rita.
- Sei, e por saber é que vou indo, vens Pedro?
- Queres mesmo ir já?
- Se quiseres ficar até ao fim do filme por mim é na boa. – Assim que disse isto, levantei-me e a luz apagou-se. – O QUE FOI ISTO? – Gritei apavorada. Voltando a sentar-me. Agarrei-me com força ao Pedro.
- Calma amor, eu estou aqui. – Tentava acalmar-me, abraçando-me também.
- Só espero que não seja outras das tuas gracinhas Diogo. – Disse.
- Népia népia. Juro que desta vez não tenho nada a ver. Deve ter sido um curto-circuito ou assim. Eu vou lá ver o quadro eléctrico, só preciso de encontrar a lanterna.
- Eu vou contigo Diogo. – Disse a Rita agarrando-lhe a mão.
O Diogo já tinha encontrado a lanterna e iam os dois até ao exterior da casa onde ao lado tinha um barraco velho com algumas arrumações e o quadro eléctrico. O Diogo acendeu-o sem problemas mas lá fora estava muito escuro e a Rita acabou por tropeçar num buraco e caiu.
- Ai! – Disse a Rita assim que chegou ao chão.
O Diogo assim que ouve a queda da sua namorada vira-se e rapidamente vai ter com ela:
- Então Rita?! Que aconteceu amor?
- Não sei, tropecei num buraco e caí.
- Anda, eu ajudo-te a levantar. – Disse o Diogo pondo o braço da Rita há volta dos seu pescoço.
Assim que o pé da Rita tocou no chão, voltou a queixar-se.
- Au! Acho que fiz um entorse.
- Eu levo-te a casa e já vemos isso melhor. – Dito isto, Diogo agarra na Rita ao colo levando-a para dentro.
- Está tudo bem meninos? – Perguntou a Mariza preocupada. – Ouvimos uns barulhos.
- Nada de mais, os barulhos que ouviram, foram desta desajeitada a cair. – Tentou o Diogo brincar com a situação pousando a Rita num dos sofás.
- Que aconteceu Rita, estás bem? – Perguntei eu.
- Deixem passar o médico! – Dizia o Pedro afastando-nos a todos do caminho.
- Oh Pedro não te vais pôr agora a inventar. – Avisou a Tixa.
- Claro que não, para vossa informação tirei um curso de primeiros socorros durante o Verão. Deixa cá ver esse tornozelo. – Afirmava o Pedro enquanto examinava o tornozelo da Rita. – Humm… Está um pouco inchado, nada de grave, foi um pequeno entorse, só precisas pôr gelo, descanso e muitos miminhos. – Acabando de dizer esta última palavra, Pedro olhou para Diogo piscando-lhe o olho.
- Gelo, eu vou buscar gelo. – Disse a Ana.
- Olhem já está a ficar tarde, acho que nos devíamos ir deitar para amanhã acordarmos todos fresquinhos que nem umas alfaces verdinhas. – Concluiu a Mariza.
- É pessoal, a Mariza tem razão. E Rita vê lá se descansas e te pões boa rápida, porque a semana ainda agora começou. – Disse a Ana.