Eu só queria ganhar uns beijos e alguns olhares de amor, só isso.
Henri Dantas.

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Eu só queria ganhar uns beijos e alguns olhares de amor, só isso.
Henri Dantas.
Que estejamos presentes em memórias alheias. Que alguém já distante lembre do nosso sorriso e se sinta acolhido. Que o nosso bem faça bem ao outro. Que sejamos a saudade batendo no peito de uma velha amizade. Que sejamos o amor que alguém nunca esqueceu. Que sejamos um alguém que sorriu na rua e o desconhecido encantou-se. Que sejamos, hoje e sempre, uma coisa boa que mora dentro de cada um que passou por nós.
Camila Costa
Era 2:00h da madrugada, e eu precisava ouvir tua voz
Lamento de um coração solitário
As vezes me pergunto se eu vivo em outra pessoa da mesma forma que você vivi em mim, isso é tão raro acontecer nos dias de hoje. E tenho a certeza que nossa existência se baseia nisso. Passar pelo os outros e deixar algo, deixar uma parte de nós viva em outra pessoa. Como um relicário.
Henri Dantas
Houveram noites de tempestades de prantos em frente ao mar por conta da tua ausência
Henri Dantas
Amor de mãe não é de barriga e sim da alma
Sempre idealizei o dia que eu sairia da casa dos meus pais como um dos dias mais felizes da minha vida. Então porque eu sinto um medo absurdo com uma insegurança terrível e um enjoo na boca do estomago que me dar a sensação que estou caminhando pra a beira de um penhasco? O belo dia finalmente chegou, desmontei minha cama, arrumei minhas roupas e tralhas enquanto lá fora meu pai me esperava impacientemente pra levar minhas coisas pro meu novo lar (refaço a palavra, “novo lar” dar a impressão que to indo morar em um centro espirita, nada contra o espiritismos) minha nova casa. Saio correndo, na pressa esqueço de abraçar minha mãe e só então lhe peço a benção meu pai buzina com uma raiva feroz. Dentro do carro reparo que minha mãe ficou na porta me olhando e meus olhos enche de lagrimas. Aceno com a mão e lhe prometo que sempre quando puder eu vou lhe visitar. Adeus minha mãe, adeus as conversas em pé perto da pia enquanto lavava os pratos, adeus as noites de esperas sempre apimentada de preocupações enquanto eu não chegava da faculdade. Adeus minha mãe, adeus as gargalhadas enquanto assistíamos juntos os filmes da tela quente. Quem ira agora reclamar comigo e me mandar tomar banho de 5 em 5 minutos? Não terei mais a necessidade de uma vez ou outra omitir os fatos da minha vida pra não lhe machucar. Adeus aos grandes astros que eramos quando de manhã acordávamos super empolgados e íamos correndo pro Karaokê. Deveria ser proibido viver uma vida assim, ter que se despedir de coisas, costumes ou pessoas que lhe fazem bem. Mas uma hora temos que crescer né? Enquanto meu pai me leva um silencio enorme cresce cada vez mais dentro do carro. Então ele suspira e engole o nó que se faz na sua garganta, disfarçadamente ele fala “eita, ta crescendo mesmo,agora você tem outras responsabilidades, tem seu próprio emprego, seu próprio apartamento.” E se cala mais uma vez, dou lhe um sorriso frouxo na intenção que ele entenda que não to querendo conversar, porque se eu abrir a boca tenho a sensação que acontecera outro diluvio na terra. E agora pra aonde irei correr quando o resto do mundo resolver me machucar? Aonde irei pedir conselhos ou desabafar/desabar quando o chão me faltar? Minha mãe sempre me disse o quanto sou dramático, e talvez eu seja. Um pouquinho, mais sou. Chego no apartamento tiro as coisas do carro com meu pai e assim que seu carro dobra a esquina me tranco e em soluções começo a chorar. E nas tentativas infinitas de me acalmar convenço a mim mesmo que tudo ira ficar bem, e que os dias em que eu largar cedo irei vê-la nas e minhas folgas também. E nada terá mudado entre nos. Só ai então entenderei que amor de mãe não é amor de barriga e sim de alma.
Henrique Dantas.
Você sabe que te considero, e obrigado por me achar aquilo! sz
Vamos casar. s2
Lis coisa linda !
olá, com vai? [][]