Nada de bom acontece quando uma de suas emoções saí de dentro de sua mente, mas pior ainda era quando alguma delas começava a lhe perseguir, como era o caso da personificação de sua raiva naquele momento. O corpo magro e alto, os cabelos negros e escorridos, as feições frias e raivosas, os olhos eram vermelhos como fogo e ela vestia um vestido vermelho sangue feito de entranhas e corações dos mais variados tipos, uma visão e tanto. Corria desesperadamente até o corpo se chocar com o de Aziz, ela o puxou para o chão consigo, se escondendo atrás de um arbusto e colocando um dedo na frente da boca alheia para pedir silêncio, começando a sussurrar. —Silêncio fazer deve! Ou nos encontrar a raiva irá!








