Desierto.1
Me recibió en su propio desierto.
Me miró a los ojos devolviéndome la dignidad.
Ella es el brillo. Es la serpiente.
Lo pasó mal. Vio el infierno.
Pero camina erguida, mostrando su largo cabello, orgullosa.
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#dick grayson#bruce wayne#tim drake#batfam#batman#batfamily#dc fanart



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Desierto.1
Me recibió en su propio desierto.
Me miró a los ojos devolviéndome la dignidad.
Ella es el brillo. Es la serpiente.
Lo pasó mal. Vio el infierno.
Pero camina erguida, mostrando su largo cabello, orgullosa.
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"...O sol tocou o rosto de Carolina, de início curioso, depois insistente e por fim com um calor duro que parecia de uma labareda. Ela se levantou tentando continuar adormecida e chegou a janela do quarto. Os vidros da porta refletiam o sol nascente pra dentro do quarto como uma dourada bola de fogo. Era ofuscante. Era como se o sol houvesse caído na terra e o quarto estivesse sendo consumido por uma resplandente chama amarela.
Com os olhos apertados pela forte ressaca da noite anterior e as mãos trêmulas ela tateava procurando a cordinha da cortina até fechar tudo deixando no mais completo breu. Atirou-se na cama onde estava ali o cheiro doce e masculino de Marcos (agora vazio por sua partida)e deitou-se de bruços ouvindo na sua cabeça os gemidos manhosos dele.
Mesmo com as cortinas fechadas ela sentia a potência do Sol forçando a entrada no quarto porém, agora de forma agradável pois aquecia o quarto como que se lambesse sua pele cansada tal qual seu submisso havia feito com maestria. Com a cabeça pensando no sexo que haviam feito ela logo adormeceu novamente..."
-Carolina
"Toquei seu pequeno narizinho e ele escondeu fazendo beicinho.
-Não Maat
Eu ri divertida e beijei o nariz dele novamente.
-Eu não vou.
Seu rosto estava vermelho até os ouvidos e eu amava vê-lo corar quando o colocava em situações que ele precisava virar um bebê. O jeito que ele fazia beicinho me fazia querer beijá-lo sempre (e morder também).
-Vamos Toth seja o bebê da Mama.
Ele sorriu, mas tentou escondê-lo atrás de um beicinho.
-Eu não sou um bebê Maat. -ele disse tão certo disso que fechou a carinha pra mim e cruzou os bracinhos. - Sou um homenzinho.
-Ah... que pena então, apenas o meu bebê iria ganhar isso...
Eu sorria maliciosa e divertida mostrando uma chupeta amarelo-reluzente. Eu sabia que era a sua favorito.
Ele me olhou com os olhinhos brilhando e se desarmou todo suspirando, seu rubor agora se espalhava por seu pescoço e eu podia afirmar com veemência que tudo o que precisava fazer era dizer "aaahh" pra que ele abrisse a boquinha pra receber a chupeta.
Eu afastei os cabelos Negros dos olhos e levei como um aviãozinho diante dos seus lábios e acredite... não demorou nem um segundo antes dele colocar na boca.
-Veja que não foi tão difícil.
Eu sussurrei em seu ouvido, beijando sua bochecha e depois sua chupeta. Toth chupava suspirando todo manhoso e esfregando os olhinhos, ele estendeu os bracinhos pedindo colo e eu me derreti inteira atendendo prontamente. Quando peguei aquele corpinho no colo ele riu alegremente e passou os braços em volta do meu pescoço.
-Quem é meu bebê?
Ele escondeu o rosto no meu pescoço todo tímido.
Carinhosamente levantei o seu rostinho e olhei nos olhos castanhos dele, ainda com a mão sob seu queixo.
-Diz pra Mama, quem é meu lindo bebezinho?
-'xô eu momo'- O som foi abafado pela chupeta mas eu sabia o que ele estava dizendo (Sempre sabia).
-Isso mesmo meu amor, bom garoto. - Eu o segurava abraçando contra o peito. -Você é meu bebê precioso.
Ele se afastou e tirou a chupeta de vista baixa cheio de vergonha.
-Mama...
-Sim meu amor
-Quero mamar mama... -ele falou tão baixinho e tão choroso que me derreteu inteira."
-Maat
"Eu queria ir embora e levar Mariana e nossos filhos mas ela teimava em ficar. Ainda lembro da nossa última conversa:
Flashback
-Por favor meu bem, por nós... Eu quero um lar onde eu possa viver com você e nossas crianças sem preocupação ou angústia.
-Marcos você sabe que não é assim que funciona, tenho meus pais e minhas coisas, não posso largar tudo assim.
Fim do Flashback
Já era tarde da noite quando saí do pequeno escritório, eu pensava em Mariana e nos nossos filhos. Por que ela não me esperou? Sei que pensando assim pode parecer egoísta da minha parte querer que por 8 anos ela me esperasse...
Mas poxa...
Eu fiz isso por ela, queria dar a vida de princesa a altura de tudo o que ela merecia.
Estava completamente distraído e entrei em meu pequeno e novo apartamento que ficava a algumas ruas da casa da minha amada (pois assim poderia ver meus filhos de perto já que não os pude criar), entrei e ao fechar a porta, divisei com a figura de Felipe. Estremeci.
Seu olhar era frio e cheio e ódio me causando um inesperado mal estar.
-Finalmente o encontrei! Acha que vai ficar assim seu maldito? Vou acabar com a sua raça odiosa
Procurando encontrar tempo pra minha reação crítica rebatitentando ficar calmo ar notar a pistola em sua mão.
-Felipe, precisamos conversar. Pretendia te procurar mas Mariana não me permitiu. Por favor me ouça e depois faça o que quiser
-Não vou ouvir nada, vou matar você de uma vez seu vagabundo. Acha que pode sair ileso depois de deitar com minha mulher e engravidar ela? Sabe o nojo que eu sinto quando olho aquelas crianças parecidas com você? NOJO. Mas elas não tem culpa de terem um genitor ordinário como você.
-Felipe baixa a arma vamos conversar...
Eu pensava em Mariana e nas crianças desesperado quando ele acionou o gatilho.
Corri pra rua sendo baleado na perna e nas costas. Eu gritava estarrecido caído no chão. Os vizinhos gritavam saindo nas portas.
Felipe quando se deu conta do que fez correu mas foi pego por dois outros policiais que estavam de ronda.
Quanto ao que houve comigo? Ouvi zumbidos fortes e tudo se tornou um borrão fosco até que a queimação tomasse conta de mim por inteiro.
-Assassino, assassino, doutor Marcos era um bom homem._ - foi a única coisa que me recordo de ouvir.
Felipe era um policial problemático que colocava seus interesses acima das coisas, extremamente apegado a coisas materiais, não me entra na cabeça que ela tenha se casado com um homem assim.
Ele estava afastado justamente por não seguir as ordens do comandante do Distrito e estava ameaçado de perder o uniforme de fizesse mais alguma gracinha... e bom... não sei o que houve depois."
-Marcos
"Hoje a Lua se escondeu por trás das nuvens e o céu chorou por umas horas.
Eu também chorei e quis tanto me juntar a Lua.
Chove lá fora...
Mas é dentro de mim que o temporal se forma e chove sem parar, sinto uma enxurrada de lembranças me acertando em cheio, inundando tudo a minha volta e trazendo os destroços do meu passado.
Quando eu sou apenas chuva, não tem para onde correr e me esconder.
Estou completamente exposta. Prevejo que a chuva irá se prolongar por longos dias, sem dar trégua, Mas que depois da tempestade, quando o sol voltar, eu possa enxergar tudo mais claro e dar um novo sentido para vida.”
-Dana
"... Vou dizer o que eu senti... na verdade eu senti um certo ciúmes por vê-la bastar-se a si mesma, libertando-se da minha tutela amorosa a amparar-me moralmente com tanta segurança e superioridade.
Senti me com enorme embaraço. Antigamente era fraca e precisava muito do meu apoio, era sempre ela a perguntar a eu a responder... Parecia que a tinha mais perto e que a compreendia melhor...
Lembrar disso faz-me uma sombra melancólica cobrir-me o rosto e esses simples pensamentos de não ser mais útil sobressaltam-me e profunda depressão brota dentro de minha alma invadindo e destruindo o meu coração.
Sentia-me em completa frustração por não poder mais ser solicita e nem de estar usufruindo de sua acolhedora presença como antes.
Meu rosto agora só demonstra incômodo, tristeza e cansaço...
Mas agora as coisas tinham se transformado, ela quem respondia quando eu perguntava e eu precisava esforçar-me para entendê-la todas as vezes que pretendia orientá-la por julgá-la em erro, recebia sempre uma lição de amadurecimento e compreensão.
Procurei não interferir mais porém me sentia muito só e com isso sentia enfado, permaneci um longo tempo em meus íntimos pensamentos em alheamento ao mundo que me rodeava. Pensava nela com seu rostinho jovem e Alegre que sempre se mantinha corado e tão cheio de vida quanto seus olhos.
Egoísta? Pode pensar que sim, mas pra mim era zelo"
"Naquela noite fria e cinzenta, um calafrio me correu a espinha ao pensar que poderia estar só ainda depois da morte do meu melhor amigo Denis a um ano atrás.
Naquele bar alguns companheiros de bebida mostravam-se alegres e efusivos, riam muito apesar do cansaço, a cada mulher que dançava tal era a euforia que eu não conseguia entender qual era a graça a notar apenas as curvas e referências das mulheres que se apresentavam ali.
Denis era muito mais que um amigo, era um irmão e com aquela tristeza no peito apesar de carregar o luto a mais de um ano... Eu mal sustentava o olhar a uma pobre infeliz que insistia em me seduzir apenas pra ganhar dinheiro.
Nota: Eu defitivamente não me atraio por mulheres.
Ela falava comigo contente convidando-me a segui-la para um local reservado me dirigindo palavras sedutoras e eu aborrecido e cortando sem querer ser grosseiro, desviava o olhar até notar alguém totalmente abatido entrar.
Charles... (esse era o seu nome que vim descobrir semanas mais tarde... Tão doce e sexy quanto o seu portador. Parecia um morango adornado em meio a um caro Chadornay) ele tinha a aparência cansada de quem não dormia a dias, os olhos tristes e vermelhos. Era um homem jovem com aparência de rapaz, tinha o rosto claro e um tanto irritado pelo choro e abatimento talvez, era extremamente bonito. Seus cabelos Louros anelados davam-lhe traços de adolescente, corpo mediano e uma boca suculenta além de um bumbum redondinho super fofo.
Reparei que pediu algo forte pra beber a se manteve sozinho e de cabeça baixa.
Seus olhos cinzentos estavam profundamente tristes. Quantos anos aquele anjo caído poderia ter? Talvez no máximo uns 23. Tinha mãos delicadas com mechas aneladas caindo pela testa. Ele soluçava e eu confesso que teria gostado e pegar ele no colo e confortar sua dor como um dono faz aos seus cãezinhos quando machucam a pata.
Talvez tenha sido ali mesmo que tudo começou: não posso explicar mas a presença daquele pequeno ali todos os dias passou a me chamar atenção de modo especial. Charles aquecia meu coração com um calor que jamais havia sentido antes.
Tinha vontade de dominá-lo por completo.
Não sei se foi impressão minha mas o olhar que dirigi a ele o enrubesceu e eu senti que o corpo dele tremeu como folha agitada pelo vento.
Fiz sinal a ele e o chamei pra perto e ele demorou em vir provavelmente se questionando que diabos estaria fazendo (risos), eu o olhava como uma manifestação de carinho quando se aproximou e sentou do meu lado na mesa, suavizou a expressão facial um pouco quando seu olhar pela primeira vez sustentou com o meu.
"Uma rodada dupla pra mim e para o rapaz" - eu disse - "é por minha conta, não sei o que houve mas não precisa dizer nada, também estou em um momento difícil é não quero ficar só."
Ele deu um meio sorriso e se manteve quieto."
"Quando Dwari chegou, naquele dia, eu estava semi-adormecida que não percebi seu vulto calmo e tranquilo entrar na oca se acercando de mim. Já deveria ser por volta da hora de comer quando a vi se debruçar sobre mim e eu paralizei dos pés a cabeça louca de vontade e agarrar seu pescoço e beijar seus lindos lábios com vontade... Não percebi que isso não havia sido sonho e que eu realmente estava tentando fazer aquilo.
Senti o impacto quando ela simplesmente não correspondeu e me afastou assustada.
- Dana... Eu..
ela estava indignada demais pra dizer qualquer coisa e aquilo para mim foi como uma facada. Fiquei perplexa pois havia sido tudo muito rápido. Quis chorar e correr dali.
-Dana ficou louca? Estava sonhando quando fez isso?
Eu não consegui responder e baixei os olhos me sentando sem coragem de encarar aqueles olhos.
- me perdoe Dwari... Eu não sei o que houve... eu
- ...
Ela me encarava sem dizer nada e eu fiquei em silêncio por um tempo até que soltei baixo achando que estava apenas pensando:
-como não percebe que eu te amo?
-Dana o quê?
- nada - eu disse sem convicção - é brincadeira.
- você mente, pelo tom da sua voz. Desde quando sente isso?
Eu comecei a chorar e simplesmente não consegui responder, me levantei quebrada e saí sem ter coragem nem de olhar pra trás. Me senti traída pois achei que ela corresponderia. Pensava que eu não queria mais viver assim definhando como veneno no sangue.
A dor de ter ela tão perto e não ser correspondida me quebrava, os olhares indefinidos que ela me dava me deixavam pensativa e insegura... Eu me declarei e fui rejeitada.
Uma coisa é certa... eu nunca mais voltarei a vê-la, não tenho coragem para tal. Vou enterrar esse amor que apenas eu sinto carregado de culpas e irei procurar uma aldeia para mim bem longe e distante, quem sabe eu me apaixone por outra pessoa e esqueça esse amor que guardo desde criança.
Ridícula Dana... Você é uma ridícula."
- Dana