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Quando a vida fechar uma porta você pode abri-lá de novo. É uma porta, é assim que elas funcionam.
Terapiando
Calro que sim
Enquanto de mim, ausente
(Renan Azevedo)
Escondo-me no oculto horizonte Onde só o vento possa me abraçar Fazer-me sentir a doce leveza de onde Só em seus lábios pude encontrar
Estar diante de um pesadelo Perder-te para o âmago do deserto Vazio, solitário, distante e amargo de certo Um doce amor poderia derreter tal gelo
Contrários antônimos O avesso que se revirou Como é duro estar do outro lado Este, fui eu primeiro que te revelou
Como solucionar o esquecido A fórmula que se apagou Voltei a ser um bom coração Diferente daquele que abandonou
De onde veio a solução Que me fez resgatado de lá Diferente claro, com muito a enxergar Mas o mesmo velho bobo em paixão
Linhas que se cruzam Sem jamais se tocarem Como pode ser possível?
Onde foi parar O ângulo de encontro do nosso olhar? Quando um coração pode se tornar inacessível?
Que venham as lutas Que venham as enchentes Após o sol me ilumina a lua Ó Caminhada me leve Àqueles lábios sorridentes
Que por mim buscou Tanto se fez presente Tanto amou De força sem precedentes
Que por amor procurou À luz me trouxe, paciente Enquanto me perdia na escuridão Me amou mesmo enquanto estive ausente
Agora tudo se inverte Não é certo que eu fuja Que eu fique e conserte Esse contágio que o amor anula
Que ao fim tudo retome O seu lugar pertencente Que esses erros jamais retornem Que de mim, jamais volte a ser ausente
se arrepender é se foder duas vezes
Ficava louca pra voltar e só ouvia não, eu te apresento a melhor parte, a recuperação
Não podemos reescrever o passado.
Os 13 Porquês