Selenita
Quando penso em você eu sinto medo. E e um medo que nem meu é mas que você me fez enxergar que ainda ta aqui. E você foi tão sutil. Me mostrou não de uma formar arbitraria, mais me amando, demostrando que posso ser amada. Isso me assustou tanto, busquei de tudo que foi jeito não me apaixonar por você. Como que eu puder ter sido tão roubada de mim que até você ele consegue me tirar? Eu reluto pelo fato de não me sentir dignar, me apoio a razão porque ela sempre foi companheira na aceitação de não ser suficiente pra alguém. Ninguém nunca quis ficar como você quis. Isso me apavorar. Eu quero você, mais não sei querer mais. Parece que isso não me pertence, como se fosse uma coisa absurda deixa alguém me amar de novo. A culpa que ele me fazia sentir me aprisionou por tanto tempo que aceitar que posso amar alguém do meu jeito, sendo eu mesma, não faz sentido algum. Eu quero você, Selenita. Quero te querer, quero me permitir a deixa se amada como eu quero amar alguém. Sem parâmetros ou amarras. Quero ser livre pra te querer na mais plenitude que essa palavra significa. Quero me permitir a me apaixonar por você.












