Bem-vinda de volta, semideusa. Há 17 ANOS, você veio ao Acampamento pela primeira vez e se apresentou como YASEMIN TALIA DIKER , foi reclamada por HECATE e hoje já tem 25 ANOS. Nesse tempo em que ficou fora, desenvolveu melhor seu jeito ESFORÇADA , mas ainda persiste em ser FOFOQUEIRA em dias ruins. É ótimo te ver de volta, especialmente estando mais a cara de ASLIHAN MALBORA do que antes.
Quando o bebê sorridente e desdentado encarou seu pai pela primeira vez, ficou claro para o homem que não conseguiria esconder que a criança não era normal. Bem, os médicos disseram que a cor roxa que aquelas irises inocentes ostentavam vinha de um caso raro, pouquíssimas pessoas no mundo nascem com o olho naquela tonalidade. Uma variante da cor azul, eles disseram. Mas Medet sabia a verdade. A criança foi deixada em sua porta parecendo ter apenas alguns dias de nascida, havia um bilhete contando tudo o que precisava saber sobre a pequena e como a proteger. Essa última parte lhe deixava confuso, como assim proteger?
Embora não quisesse acreditar no conteúdo da carta, nos primeiros anos se tornou bastante óbvio que todas as palavras eram verdadeiras. Pequenos acidentes aconteciam em torno da criança, objetos caíam do nada quando chorava, seus gritos finos quebravam lâmpadas, as risadas divertidas faziam a energia da casa piscar. Yasemin aprendia a falar e a andar, rapidamente se tornando uma pequena ameaça para seu pai. Tão arteira e brincalhona, isso pareceu piorar quando percebeu que podia fazer mágica como aquele peixinho do desenho que assistia. Sua atividade com a magia deixava Medet em pânico, não demorou para o homem buscar meios de procurar a mãe da criança. Só que como você encontra uma deusa? Uma vez já era sorte o suficiente.
Por causa da frequente atividade de magia na casa dos Dekir, a situação começou a se tornar perigosa para a criança que aos oito anos recebeu a primeira visita de sua mãe. A mulher tinha os olhos roxos como os seus, os cabelos pretos também e uma postura gentil. Ela, no entanto, lhe tirou da casa em que tinha crescido, dos braços de seu pai, para morar em um acampamento até que conseguisse controlar melhor sua magia. Tornou-se então sua obsessão aprender a controlar os poderes. Demorou, mas conseguiu. Tinha 15 anos quando foi autorizada por Quíron a voltar a morar com o pai. A tecnologia também agora auxiliava a esconder-lhe, era útil. Seu pai tinha seguido em frente, agora tinha duas irmãs caçulas que… lhe odiavam. As garotas faziam de sua vida um inferno mas foi à Yas que elas recorreram quando foram perseguidas por uma mulher com asas. Quais as chances de suas irmãs serem semideusas? Altas, ao que parecia. Ainda que soubesse que elas não eram filhas de seu pai, foi um choque descobrir que eram filhas de algum deus que ainda não tinha aparecido e que sequer sua madrasta sabia quem era.
A vida se tornava perigosa para a família. Três semideusas sob o mesmo teto já que Yas não confiava em morar longe das meninas depois do ataque, com a mãe não respondendo mais suas oferendas e a tecnologia falhando… voltar para o acamamento foi inevitável e foi o que fez, dessa vez trazendo suas duas irmãs à reboque.
ARMA: Conjunto de adagas com lâminas de ferro estígio. Conseguiu através de um pagamento de uma prole de Hades por um serviço prestado, possui então 3 adagas de diferentes tamanhos. Os cabos são roxo escuro e cada uma possui uma caveira cravada neste local.
HABILIDADE: Feitiçaria: Yasemin consegue conjurar e lançar feitiços. Esse seu poder, no entanto, exige muita energia de si, então costuma usar a energia de outros seres para conseguir produzir seus feitiços por mais tempo. Plantas e pequenos animais são perfeitos para isso.
bem-vinda de volta, semideusa. há 𝒒𝒖𝒂𝒕𝒐𝒓𝒛𝒆 𝒂𝒏𝒐𝒔 (aos 10 anos), você veio ao acampamento pela primeira vez e se apresentou como 𝒃𝒆𝒂𝒕𝒓𝒊𝒄𝒆 𝒛𝒉𝒐𝒏𝒈, foi reclamada por 𝒂𝒇𝒓𝒐𝒅𝒊𝒕𝒆 e hoje já tem 𝒗𝒊𝒏𝒕𝒆 𝒆 𝒒𝒖𝒂𝒕𝒓𝒐 anos. nesse tempo em que ficou fora, desenvolveu melhor seu jeito 𝒄𝒉𝒂𝒓𝒎𝒐𝒔𝒐, mas ainda persiste em ser 𝒎𝒂𝒍𝒅𝒐𝒔𝒂 em dias ruins. é ótimo te ver de volta, especialmente estando mais a cara de 𝒉𝒂𝒗𝒂𝒏𝒂 𝒓𝒐𝒔𝒆 𝒍𝒊𝒖 do que antes.
𝒄𝒖𝒓𝒔𝒆𝒅 𝒃𝒚 𝒉𝒆𝒑𝒉𝒂𝒆𝒔𝒕𝒖𝒔.
fúria de hefesto — ou como bea gosta de chamar em seus diários secretos, “a revolta do corno”. ao descobrir que havia uma semideusa muito parecida com a aparência que a esposa, afrodite, assumia em grande parte de seus affairs com o deus da guerra, hefesto precisou aliviar a dor do peso dos chifres… lançando uma maldição na garota que nada tinha a ver com aquela confusão. tudo bem que se Beatrice não tivesse sido amaldiçoada, ela com certeza andaria nos mesmos sapatos da mãe porque, no caso dela, o fruto caiu bem perto do pé, mas não precisava tanto assim! hefesto presenteou a sua “enteada” com uma das condições mais cruéis para uma filha de afrodite: o de nunca poder beijar o seu amor verdadeiro, caso o contrário, ele morrerá. e você pode até argumentar que deve ser fácil driblar essa maldição, afinal, quem acredita em amor verdadeiro no século XXI? mas aí é que está: hefesto deixou bem claro para beatrice que ela não saberá quem é o seu amor verdadeiro, e nem quando ele virá a se tornar de fato o responsável por carregar esse fardo, então pode ser que qualquer pessoa que ela beije, em qualquer momento, simplesmente bata as botas no meio do beijo! é como dizem por aí: corre que o corno ficou puto, ou algo do tipo.
𝒘𝒆𝒂𝒑𝒐𝒏.
pulseira-chicote de ouro imperial — quando usada apenas como joia, é uma pulseira em formado de uma cobra dourada que fica entrelaçada em torno do pulso de beatrice. porém, ao ser ativada, o ouro imperial usado na confecção da pulseira se estica e se molda na forma de um chicote com a aparência de uma cobra viva. dois rubis adornam a cabeça da cobra, como olhos brilhantes.
𝒑𝒐𝒘𝒆𝒓𝒔 𝒂𝒏𝒅 𝒂𝒃𝒊𝒍𝒊𝒕𝒊𝒆𝒔.
aura da paixão — a semideusa faz despertar em seu alvo uma paixão tão fervorosa que o mesmo não consegue raciocinar corretamente, realizando todos os desejos de beatrice dentro do período de duração do encantamento. em combate, limita-se apenas em proteger a sua fonte de paixão, podendo atacar os seus amigos, não deixando que a filha de afrodite seja ferida de qualquer forma, mesmo que acabe sendo ferido no processo. para que o indivíduo que fora submetido a este encantamento volte ao normal, em casos avançados, basta apenas desacordá-lo.
𝒂𝒃𝒐𝒖𝒕.
Christian Zhong sempre soube a verdade, mas também esperou o momento certo para contar à filha que ela não era apenas a garotinha que gostava de brincar fingindo ser uma princesa a presa na torre alta e coberta de espinhos — porque os monstros de verdade chegariam eventualmente, e não, um príncipe montado no cavalo branco não viria ao seu resgate… Ela teria que lidar com eles sozinha.
Ele era um bom pai solteiro. Estilista com certo renome, trabalhava por trás de uma marca bastante conhecida nos Estados Unidos e mundo afora, desenhando os vestidos mais deslumbrantes para a sua clientela que ia de pessoas muito famosas à mulheres ricas com dinheiro sobrando para esbanjarem em roupas e, é claro, uma deusa que se interessou por ele para depois abandoná-lo com um bebê no colo.
Beatrice era o que Christian tinha de mais precioso. Amava a filha e fazia tudo por ela, de modo que a pequena menina viveu desconexa da realidade durante toda a infância. Vestidos de princesas da Disney? Ela tinha todos para ela. Sapatinho de cristal? Tinha também. Todas as bonecas Barbie que estavam na última moda? Com certeza. Qualquer futilidade que uma criança mimada quer? Christian dava um jeito de arranjar. Era um fato, e ele sabia, que fazia tudo isso pela filha porque tinha medo de quando a verdade viesse à tona e ele tivesse que perdê-la para o mundo ao qual pertencia.
E o momento veio cedo. Beatrice tinha os seus dez anos quando foi atacada por uma quimera que se disfarçava como a secretária do ateliê do pai. Por sorte, o sátiro era o estagiário recém contratado e responsável pela segurança de Beatrice enquanto Christian estava ocupado no estúdio… Mas aquela manhã de Sábado que quis levar a filha para trabalhar com ele foi a última que a viu até que o verão acabasse.
Ela não demorou para se adaptar ao acampamento e à nova vida. Considerava um grande orgulho ser filha da deusa do amor e da beleza. Beatrice andava pelo Meio-Sangue com o nariz empinado e toda a vaidade estampada no rosto. Ao longo do seu tempo no lugar, até as portas se fechassem, acumulou uma pilha de corações partidos e fez muitos campistas chorarem — a culpa era dela que nem todos possuíam toda a beleza e charme que ela tinha? Algumas pessoas naquele lugar precisavam arrumar o cabelo, vestirem-se melhores ou serem menos esquisitas, e Beatrice fez questão de apontar isso em suas caras para que melhorassem. Ademais, sempre que voltava das férias no acampamento e vangloriava das aventuras para o pai, Christian se enchia de orgulho pela princesa dele ter se tornado uma rainha.
Então, o acampamento fechou, e Beatrice foi jogada de volta à realidade do mundo mortal. Não foi tão difícil se readaptar uma vez que o pai já a preparava para trabalhar no ateliê com ele, e ela nunca deixou de sustentar a postura de superioridade entre os mortais também. Ela teria se encaixado direitinho naquela vida normal se não tivesse sido a vítima número um da fúria de Hefesto. O deus do fogo descobriu que havia uma semideusa que espelhava a aparência perfeita que a esposa, Afrodite, assumia durante os seus affairs mais recente com Ares. Irritado e rancoroso como só um deus consegue ser, Hefesto descontou o seu ódio por Afrodite e Ares na garota. E se um dia Beatrice tivera o sonho de se apaixonar outra vez, jamais poderia fazê-lo.
Cruelmente amaldiçoada por Hefesto, Beatrice voltou para o Acampamento Meio-Sangue quando os ataques se tornaram frequentes e perigosos e as portas do lugar foram reabertas para uma nova era. Sem que ninguém soubesse sobre a sua nova condição, a Zhong assume a mesma personalidade que os campistas um dia conheceram e, assim, acumula duas listas extensas de inimigos e admiradores… A diferença é que agora ela teme que a sua maldição seja descoberta e ela se torne o alvo de maior vergonha para o chalé de Afrodite. Além disso, Beatrice espera encontrar uma solução para a maldição — e se dedica agora para receber uma benção de outro deus que anule para ela.
you think i'm so cruel , but i'm just doing all the things that you do !
( ʚ♡ɞ ) TRIVIA .
nome : blair petsch
idade : 25
chalé : poseidon
arma : arco e flecha
sexualidade : bissexual birromântica
faceclaim : bia arantes
características : arrogante, sarcástica, esperta e manipuladora
hobbies : música (guitarra, canto e composição)
inspirações : billy dunne (daisy jones and the six)
( ʚ♡ɞ ) BIOGRAFIA .
A mãe de Blair, Maria Gabriela, surfista renomada no Brasil, morreu quando a menina era muito pequena. Poseidon jamais fez esforço de protegê-la ou fazer parte da vida da criança (provavelmente porque estava muito preocupado com Percy Jackson), então o único destino dela foi orfanatos. Todos se encantavam pela garotinha de cabelos flamejantes e bochechas coradas, adotando-a sem pestanejar. Quando percebiam a criança descontrolada e rebelde que era, no entanto, devolviam dizendo que jamais conseguiriam se adaptar com alguém com uma personalidade tão caótica. Quebrava as coisas, parecia ter dificuldade em adaptação e leitura, e muito mais desculpas que utilizavam para fazê-la se sentir estranha e indesejada. Depois de algum tempo, mesmo quando a adotavam, Blair sabia que não duraria muito tempo: permaneceu sem pais duradouros durante a infância inteira.
Descoberta pelos sátiros protetores quando acidentalmente inundou o orfanato que residia, foi tirada às pressas do local pela criatura que a protegia, que parecia excessivamente nervoso pela aparição dos poderes que Blair carregava. Mesmo que todos tivessem certa certeza de quem aquela criança era filha, não podiam fazer algo se não fosse reclamada. Percy Jackson sempre foi o querido pelo deus, afinal acreditavam que era o único semideus existente vivo filho dele, então sabia o estranhamento de ter mais uma filha. Em decorrência da promessa que tinha realizado, demorou alguns meses para que fosse oficialmente reclamada, implorando para que acontecesse logo. A demora, a falta de resposta e, acima de tudo, a preferência clara que o deus tinha pelo outro filho causaram um distanciamento afetivo de Blair em relação a ele. Mesmo que desejasse ter algum familiar, considerava o homem um completo estranho, mesmo com os sonhos que eram invadidos, desesperado por manter algum laço com a jovem.
Sempre foi muito ligada à música, sendo a única faceta da vida que permaneceu constante, mesmo com todas as mudanças e reviravoltas que aconteciam em sua vida. Fundou uma banda de semideuses, que tomou como família, já que jamais tivera uma. Com a benção de Apolo, Blair conseguiu ter sucesso na carreira profissional, mesmo que muitas vezes tenham aparecido diversos obstáculos no caminho dos músicos. Ainda sim, retorna todo o verão para o Acampamento Meio-Sangue, acreditando que onde foi criada.
( ʚ♡ɞ ) HABILIDADE .
Hidrocinese. Blair pode controlar volumes de água . Ele pode secar a si mesmo e itens debaixo d'água, desde que se segure nele, extrair água de conchas petrificadas, criar bolhas de oxigênio debaixo d'água para pessoas que não conseguem respirar debaixo d'água, impulsionar-se através da água, convocar ondas e manipular a água. No entanto, ela tem mais dificuldade em controlar completamente os poderes, uma vez que nunca focou completamente neles.
( ʚ♡ɞ ) BENÇÃO .
Benção de Apolo. A benção foi concedida após a fundação da banda dela, que já estava chamando a atenção do deus anteriormente. Através dela, conseguiu, de forma mais única e guiada, atingir notas difíceis e compor músicas mais contagiantes.
Bem-vinda de volta, semideusa. Há 11 ANOS, você veio ao Acampamento pela primeira vez e se apresentou como UNMEI ‘MEI’ YUMEKUI, foi reclamado por FOBOS e hoje já tem 25 ANOS. Nesse tempo em que ficou fora, desenvolveu melhor seu jeito BONDOSO, mas ainda persiste em ser PESSIMISTA em dias ruins. É ótimo te ver de volta, especialmente estando mais a cara de SERENA MOTOLA do que antes.
𝐖𝐀𝐍𝐓𝐄𝐃 𝐂𝐎𝐍𝐄𝐂𝐓𝐈𝐎𝐍𝐒 + 𝐏𝐈𝐍𝐓𝐄𝐑𝐄𝐒𝐓 + 𝐁𝐆&𝐌𝐎𝐑𝐄 :
BENÇÃO:
Radar do Pânico: Ao ser abençoada (para ela é mais uma maldição) por Deimos, irmão gêmeo de seu pai Phobos, ela consegue utilizar o pânico como poder de detecção. Desse modo, consegue saber a localização exata de cada unidade dentro da área da sua Aura do Pânico que esteja aterrorizada, apavorada ou em Pânico. Porém, assim como consegue identificar, esse sentimento a atinge de forma igual à pessoa que está sofrendo, fazendo com que ela sofra todas as consequências e debilitações mentais que o sentimento de terror causa na pessoa afetada. Não tem controle nenhum sobre a bênção, não sabendo desligar e ligar, então Mei vive em constante estado de terror e pode ter uma crise desencadeada a qualquer momento, basta alguém nessa situação entrar em seu raio de detecção.
ARMA: Possui um daishō (大小) feito de ferro estígio que consiste em um par combinado de espadas japonesas (nihonto) tradicionalmente feitas para uso da classe dos samurais no Japão feudal. Em sua mão direita carrega uma katana e em sua mão esquerda um wakizashi, ambos na cor preta e ornamentados - respectivamente - com uma máscara Hannya e uma máscara Oni. Normalmente são usadas em pulseiras para ter um acesso mais rápido às suas mãos caso tenha a necessidade de que tomem seu tamanho normal rapidamente. Utiliza uma máscara de Kitsune durante as missões.
HABILIDADE:
Criaturas do Medo: Tem o poder de criar criaturas relacionadas ao medo - normalmente fantasmas - que conseguem tomar a forma daquilo que é a fonte do maior medo do inimigo, essas criaturas conseguem entrar na mente de outrem ao atravessar seu corpo e - apesar de não causarem nenhum dano físico - assim como seu pai divino, conseguem injetar sentimentos negativos como medo, covardia ou fracasso no coração da pessoa afetada ao colocá-la em uma ilusão mental assustadora de sofrimento, tortura e dor, os debilitando ou fazendo com que fujam.
Bem-vinde de volta, semideus. Há 7 ANOS, você veio ao Acampamento pela primeira vez e se apresentou como LARS MAGNUS EILERT, foi reclamade por APOLO e hoje já tem 23 ANOS. Nesse tempo em que ficou fora, desenvolveu melhor seu jeito GENTIL, mas ainda persiste em ser TRAIÇOEIRO em dias ruins. É ótimo te ver de volta, especialmente estando mais a cara de LUCAS LYNGGAARD TONNESEN do que antes.
gênero: genderfluid. pronomes: variam, geralmente são neutros; caso mude, Lars avisa. signo: aquário. sexualidade: homossexual. chalé 7; piratas piso solar
links úteis: headcanons ♬ conexões ♬ pov ♬ tasks
MALDIÇÃO DE ARES: Há pouco mais de um ano, enquanto estava em uma empreitada com seu parceiro, um ataque de monstros ocorreu e a vida do outro semideus foi ceifada. Apenas Lars escapou com vida. Ares não gostou de ver seu filho indo para o reino de Hades tão jovem e não hesitou em colocar sobre a cabeça de Lars uma maldição. Sempre que estivesse em uma missão, seja pelo acampamento ou pelos Piratas Piso Solar, ele sentiria medo. Um medo incontrolável que lhe tornaria inútil em batalha, fazendo-o virar um peso quando seus amigos mais precisassem.
Os olhos azuis tinham uma tremenda facilidade de encantar as pessoas em sua volta. O pequeno Lars, o doce filho de Mira Eilert, pai desconhecido mas mesmo assim regado de amor materno. Mira criou a criança sozinha sem apoio da família que, ao descobrir sua gravidez, a expulsaram de casa cumprindo uma imagem muito conservadora. Migrar para os Estados Unidos não foi fácil, sem muito dinheiro, a mulher acabava trabalhando em tantos empregos que a criança via mais os coleguinhas da creche do que a mulher que lhe trouxe ao mundo.
Tão batalhadora, apesar de prover apenas o básico, não deixava que nada faltasse à mesa do filho. A situação de ambos começou a melhorar quando em uma peça da escola, o menino acabou ganhando um destaque por sua voz. Vídeos viralizaram na Internet e a criança começou a ganhar espaço em programas de TVs. Seu talento era encantador; por afirmar que conseguia ver cores e formas por cada nota emitida, cada som que ouvia, sua música era sempre agradável aos ouvidos das pessoas e sua mãe começava a explorar demais isso. Lars vivia com o semblante cansado com mais frequência do que não, a criança carismática aos poucos dava espaço a um adolescente rebelde que faltava compromissos e se atrasava para ensaios ou gravações. A relação com a mãe azedava e tudo piorou quando sofreu o primeiro ataque.
Aos 16 anos, enquanto saía de uma entrevista brigando com a mãe, a dupla foi atacada por uma criatura selvagem. O cão era enorme, escapar dele foi difícil. Sozinhos, Mira e Lars não teriam conseguido. Duas pessoas que estavam na plateia da entrevista, rostos que se tornaram familiares nas últimas semanas perseguindo sua agenda, se mostraram eficazes em acabar com a raça da criatura. Ali naquele beco escuro coberto de um sangue viscoso e preto, Lars descobriu a verdade sobre seu pai. Levado para o acampamento meio-sangue , teve apenas um ano ali antes que precisasse voltar para a mãe. O melhor ano de sua vida, diria. Fez descobertas não só sobre si, como também aprendeu maravilhas sobre uma realidade que lhe foi escondida.
Apesar dos pesares, manteve contato com os colegas, sempre se reunindo com os seus meio-irmãos, com alguns amigos que fez durante aquele período em que pôde ser apenas um adolescente, não uma pessoa famosa. Lars recebeu o convite para ingressar nos Piratas Piso Solar aos vinte e um anos, quando sua presença no meio do grupo foi aos poucos se tornado mais frequente por causa da proximidade com um dos rapazes. Numa de suas empreitadas recentes, porém, aquele que considerava a pessoa que mais lhe conhecia, faleceu. Um monstro não teve piedade no ataque e isso o motivou a retornar para o acampamento há alguns meses.
ARMA: Iliakós: Um Arco e Flecha que ganhou ao ser reclamado por Apolo. Suas flechas são tão brilhosas quanto a luz solar, elas aparecem magicamente quando Lars estica o arco.
HABILIDADE: Lars não tem um poder específico, apenas um conjunto de habilidades que os filhos de Apolo geralmente possuem. A música, porém, é algo mais forte em si. Sua voz é melódica e ótima de se ouvir, os 3 álbuns gravados e 5 singles estão aí para provar. Seu ouvido é apurado para distinguir notas e ele consegue reproduzir os tons com maestria.
bem - vindo de volta , semideus . há 13 ANOS , você veio ao acampamento pela primeira vez e se apresentou como LOGAN KROSS , foi reclamada por HEFESTO e hoje já tem 27 ANOS . nesse tempo em que ficou fora , desenvolveu melhor seu jeito CURIOSO , mas ainda persiste em ser EXPLOSIVO em dias ruins . é ótimo te ver de volta , especialmente estando mais a cara de MATTHEW NOSZKA do que antes .
𝒑𝒊𝒏𝒕𝐞𝐫𝐞𝐬𝐭 𝒇𝒊𝒄𝐡𝐚𝐬 𝒔𝒑𝒐𝒕𝐢𝐟𝐲
𝒉𝒂𝒃𝒊𝒍𝒊𝒅𝒂𝒅𝒆 : tecnopatia —— fé a habilidade de compreender , interagir e manipular máquinas e tecnologia num geral com o poder da mente .
𝒂𝒓𝒎𝒂 : uma lança de bronze celestial que , alguns anos depois , ele e alguns de seus meio-irmãos adaptaram para se encaixar melhor com a sua habilidade . disfarçada, ela assume a forma de um pingente de bronze que ele carrega no pescoço .
𝒈𝒓𝒖𝒑𝒐 : programadores de hefesto !
𝒓𝒆𝒔𝒖𝒎𝒐 : logan cresceu como um jovem com uma curiosidade insaciável pelo funcionamento do mundo ao seu redor , o tipo de criança que adorava sair por ai inventando mil e uma coisas . infelizmente , o marido de sua mãe era um homem abusivo , que constantemente transformava sua vida em um inferno , sob o pretexto de "transformá-lo em um homem de verdade" . por causa disso , o semideus se tornou um adolescente problemático , com constantes acessos de raiva e sempre metido em brigas e confusões —— tanto que , quando chegou no acampamento , tinham quase certeza que era um filho de ares . sua convivência ali , começou com dificuldade , mais por conta de seu temperamento explosivo do que qualquer coisa ; foi tempo antes de conseguir aprender mecanismos para controlar sua raiva ( ainda que esta seja um problema até hoje ) e começar a focar mais suas atenções em poder criar e desenvolver invenções , o que antes não tinha liberdade . se juntou aos programadores ainda no acampamento e ao sair , seguiu no grupo . hoje em dia , é um inventor e accionista em uma grande marca de electrónicos .
Bem-vinda de volta, semideus. Há NOVE ANOS, você veio ao Acampamento pela primeira vez e se apresentou como ZEHRA GUVERCIN, foi reclamada por AFRODITE e hoje já tem VINTE E SETE ANOS. Nesse tempo em que ficou fora, desenvolveu melhor seu jeito ENVOLVENTE, mas ainda persiste em ser EGOÍSTA em dias ruins. É ótimo te ver de volta, especialmente estando mais a cara de HANDE ERCEL do que antes.
⋆ ⊰ 𝓜𝐲 𝒍𝒐𝒗𝒆 was as 𝐜𝐫𝐮𝐞𝐥 as the 𝗰𝗶𝘁𝗶𝗲𝘀 I lived in. ❜
BENÇÃO OU MALDIÇÃO: não possui.
ARMA: Possui um leque adornado com penas de pomba branca, e quando aberto, é capaz de criar um escudo com a força de mil diamantes, protegendo Zehra e quem estiver próximo a ela de qualquer golpe.
HABILIDADE: Zehra traz seu amor de volta em três dias; ou talvez um pouco mais. Possui o poder de reatar casais outrora destruídos, e até formar novos. Contudo, as borboletas no estômago, batidas fortes do coração e sexo preenchido de amor e cuidado não vem apenas com os bônus. O amor... Bom, ele é mais do que isso. A parte boa todos querem, mas os ônus são poucos os que conseguem aguentar – temo que precise de força e coragem maiores do que as dos melhores guerreiros de Ares. O amor recuperado por Zehra vem junto com as frustrações, dificuldades de convivência, desentendimentos e desafios da comunicação. Cabe somente ao casal em questão decidir se vai travar a batalha do felizes para sempre, ou abrir mão do amor mais uma vez.
Biography
amor substantivo masculino forte afeição por outra pessoa, nascida de laços de consanguinidade ou de relações sociais. atração baseada no desejo sexual.
Contudo, talvez não fosse feita de amor a principal renda de Balian Guvercin, por mais que ele houvesse dito mais de uma vez que era através deste que ele tirava parte do sustento da família. Viagens, carros de luxo, lindas jóias, e apartamentos suntuosos nas maiores capitais européias, e como Balian era conhecido por suas empresas, ninguém jamais suspeitara que ele obtinha renda também de outros lugares.
Nunca fora casado, mas possuía um total de quinze filhas mulheres; pelo menos, as que havia conhecido e tomado a guarda, já que algumas das suas parceiras de uma noite simplesmente jamais apareceram novamente; e por alguma razão, o empresário não tinha qualquer interesse na guarda de seus filhos homens. Já suas meninas, viviam uma vida de alta qualidade, e eram criadas para serem vaidosas, educadas e agradáveis. Porém, assim que atingiam a maturidade, Balian exigia delas algo que a escola e os cursos de etiqueta jamais fizeram: sua beleza e cortesia havia sido preparada não apenas para agradar os demais em eventos sociais, como elas assim pensavam, mas também para servir os homens de outra formas, quando fossem maduras o suficiente para cumprir esse papel. Algumas aceitavam com facilidade, outras relutavam até finalmente se renderem aos caprichos dos homens abastados que frequentavam o bordel de luxo. Mas se houvesse recusa, elas diriam adeus a vida que conheciam, e passariam a ter que se virar sozinhas nas ruas.
Contudo, o destino de Zehra foi felizmente mais benigno do que das suas pobres meias irmãs. Desde criança, Balian sabia que ela era especial. Jamais vira menina de tamanha beleza e personalidade, suave e agradável. E isso se manteve quando ela floresceu, tornando-se uma mulher deslumbrante, que chamava atenção por onde passasse. Desde os olhos castanhos, os lábios rubros, o aroma floral sedutor ou a risada melódica, Zehra era claramente uma mina de ouro, e poderia facilmente ser vendida por muito mais do que qualquer uma de suas irmãs. Contudo, Balian tinha um ciúmes doentio pela menina, e decidiu que ela jamais seria tocada por absolutamente nenhum homem, e que seria acima de tudo sua protegida.
Ao saber que sua meia irmã possuía todas ou mais regalias do que qualquer uma da família e que não precisava sofrer nada do que elas sofriam, a ira tomou conta de pelo menos metade das filhas de Balian. Simplesmente não era justo manter Zehra trancada e jogar todas as outras aos lobos, como se não valessem nada. Tomadas pelos sentimentos mais hostis, porém, também pelo desespero de se ver livres do inferno que viviam, essas irmãs se juntaram em uma noite quando sabiam que Zehra estaria sozinha, e atraíram a moça até um local deserto, onde facilmente imobilizaram-a. Aquela altura, já haviam contatado um velho conhecido do bordel, que já havia demonstrado interesse na compra da morena mais de uma vez, e que havia sido negada por Balian em todas elas. Com o dinheiro que adquiririam daquele negócio, daria para todas elas abandonarem a vida atual e obterem novas oportunidades num lugar bem longe dali.
E assim foi feito. As meninas receberam o pagamento em dinheiro vivo, e Zehra fora colocada dentro do veículo que a levaria para sabe-se Deus onde. Tinha certeza que seu choro duraria por muitos anos, contudo, mal sabia ela que estava por completo enganada, e pelo motivo mais inusitado possível. Não foi a polícia turca, tampouco Balian que parou o veículo, mas sim, uma criatura com cabeça de touro e uma força inimaginável. Quase que ao mesmo tempo, uma criatura metade homem metade bode apareceu, tirou a semideusa do veículo e disse que haveria de sair dali o mais rápido possível; e foi naquele momento que Zehra teve certeza que havia sido intoxicada por entorpecentes.
Demorou algum tempo para ter certeza que não estava sonhando, ou morta. Foi aconselhada e não entrar mais em contato com Balian, tampouco com as irmãs; aos poucos, o Acampamento tornou-se seu dia a dia, e os semideuses, sua convivência. O chalé de Afrodite a acolheu bem, e deu a explicação de Zehra ser tão diferente dos mortais. Aprendeu a utilizar seus poderes, e o amor tornou-se um objeto de fascínio para a filha de Afrodite: afinal, sabia por convivência o quão fácil podia ser vender sexo; carne, uma noitada, um orgasmo, isso era simples, comum. Mas o amor, essa era a verdadeira guerra, e o que fazia qualquer um ficar de joelhos.
É naturalmente introvertida, mas dotada de finesse, leveza e boa educação. Foi rápida em fazer amigos, e raramente consegue ser deixada sozinha, pois o fantasma de que algo vai acontecer com ela se o fizer ainda a assombra. Mesmo em seus momentos de solidão, pode-se encontrar Zehra do lado de Quíron, das amigas ao de algum rapaz que esteja-a cortejando. Por mais que seu fascínio pelo amor seja verdadeiro, a filha de Afrodite jamais o experimentou de fato. O histórico da família com prostituição foi suficiente para minar a confiança de Zehra nos homens; afinal, a maioria que ali se encontravam eram homens de alta classe, maridos e pais. Quem a garantia que seu amado, nas horas vagas, não a estaria traindo com alguma jovem de bordel? Não, ela preferia sua própria companhia, a qual ela pode confiar. Mas não hesita nem um pouco em trazer o amor, em sua mais pura essência, a quem vier a ela suplicando por isso.
Bem-vindo de volta, semideus. Há 15 ANOS, você veio ao Acampamento pela primeira vez e se apresentou como DANTE AGLIETTI foi reclamado por TÂNATOS e hoje já tem 26 ANOS. Nesse tempo em que ficou fora, desenvolveu melhor seu jeito SINCERO, mas ainda persiste em ser TEIMOSO em dias ruins. É ótimo te ver de volta, especialmente estando mais a cara de LORENZO ZURZOLO do que antes.
BENÇÃO OU MALDIÇÃO: —
ARMA: FOICE — era de se esperar que a prole da personificação da morte carregasse uma foice por onde andasse, presentinho do pai, diga-se de passagem que, apesar de não ser carinhoso, foi bem presente ao longo de seus primeiros anos em sua descoberta pessoal sobre sua origem e quem era. feita de ferro estígio, ela é escura, densa, tão preta quanto as asas de seu pai. é bem comum que ao empunhá-la, Dante acabe com os olhos pintados da mesma cor de sua arma, um detalhe adicionado por seu pai na confecção. grande apenas o suficiente para que Dante seja capaz de carregá-la com uma mão também, seu corte afiado não esconde para o quê veio. seu cabo é delicado, ao contrário de sua lâmina, e ela bem parece se alimentar de monstros, se tornando insaciável quando deixa de ser usada por muito tempo e afetando o humor de Dante.
HABILIDADE: TOQUE DA MORTE — apesar do carinhoso nome que sua habilidade recebeu, ele só surgiu anos após sua convivência. a verdade é que Dante tampouco o percebia até que sua origem fosse, de fato, anunciada. mas isso não apaga a verdade: fez de suas vítimas principais as plantas de sua casa, insetos e até mesmo sua mãe. tudo o que toca morre, é claro, de acordo com seu tamanho e amplitude do esforço imposto à sua habilidade. em humanos costuma causar fadiga, dores de cabeça, náusea e certa palidez, com exceção de uma vez, em que realmente a raiva canalizada ampliou seus poderes e gerou uma confusão imensa. hoje, Dante sabe controlar suas habilidades e agradece muito à inteligência emocional aos poucos conquistada. isso não o impede de sofrer com algumas crises difíceis de lidar.
GRUPO: —
BIOGRAFIA:
Embora sua mãe tivesse consciência de quem havia escolhido para ser pai de seu filho, jamais entendeu o motivo pelo qual suas flores não durava em sua casa. O que é até um tanto irônico. Além disso, a canseira iminente que sempre lhe tomava conta, desde o primeiro toque de Felipe, quando ainda era um bebê, não lhe preocupava — diziam que era cansaço de mãe, comum e esperado. Nada havia a ser feito, a não ser procurar maneiras de descansar mais e dividir a responsabilidade que era cuidar de uma criança como Dante no interior da Itália. Como, entretanto, Tânatos a encontrou e decidiu que era uma boa mãe para uma prole sua é que fica a dúvida.
Gente morta nunca a deixou desconfortável, era médica legista e dividia seu dia entre cuidar de seus filhos e fazer autópsias. Descobrir que Tânatos era o deus que havia lhe encantado não a fez duvidar de si em nenhum momento, mesmo porque a divindade não havia nada além de gentil e cavalheira. Mandava cartas para Dante conforme este crescia e explicava à Ada tudo o que ela precisava saber sobre a natureza inusitada de sua prole.
Quando cresceu e atingiu a idade dos 11 anos, já era certo. Iria passar as férias escolares no acampamento de verão citado por Tânatos, onde aprenderia a se defender e controlar a si mesmo. Também foi em uma dessas cartas que foi alertada a respeito da habilidade sobrenatural de Dante. Ele recomendou que não tocasse tanto na criança enquanto ele não tivesse controle de seu poder… Imagine. Ada ficou abismada, como não abraçar a criança que tanto amava e idolatrava?
Apesar dos apesares, Dante cresceu bem, feliz e sorridente. Tinha amigos, lidava bem com o TDAH e a Dislexia, claro, com um quê a mais de delicadeza se tratando de sua mãe, que nunca escondeu onde estavam suas verdadeiras raízes — não ali, no interior da Itália. Mas sim na Grécia Antiga.
A mudança, entretanto, para Nova York, causou mudanças também no comportamento de Dante. Levemente mais fechado, o menino não havia se habituado com a cidade nova, os colegas de sala novos e com a rotina nova. Mesmo assim, Ada insistiu que ele terminasse seu ensino médio e foi após o ensino médio que o caos começou. Sua mãe acabou assassinada em um latrocínio rápido e calculado. Ela reagiu ao roubo e os ladrões não pensaram duas vezes antes de também reagirem. Isso tudo com uma coisa em mente: seu bebê de dezoito anos que também estava no carro.
Dante os caçou até o quinto dos infernos, quase literalmente. Procurou-os, gravou o rosto visto na moto, apenas os olhos do assaltante que pilotava, cheios de medo, e aquele atrás, empunhando a arma, enfurecido. Quando encontrou o culpado pela morte daquela que mais amava, as emoções tomaram conta. Suas habilidades que, até então haviam se mostrado críticas apenas a criaturas bem menores que seres humanos, dissipou a vida daquele que era gasolina para sua raiva. Decompôs em suas mãos e Dante fugiu.
Fugiu assustado porque sabia que viriam atrás de ti. Não voltou para a Itália desde então, mesmo após o fechamento do Acampamento Meio-Sangue, e principalmente agora, após a reabertura deste.