malfoynumberone
“Sei…” Ele disse, cruzando os braços, mas mantendo as sobrancelhas levantadas, esperando que ela risse. Quando ele ouviu o plano dela, ele sorriu, assentindo devagar. “Você é um gêniozinho sabia, eu precisava mesmo me divertir. E o Dolohov me irrita. Mas como você pretende fazer ele dar as duas mãos para a gente, e esperar pacientemente até que a gente as prenda? Pode falar, eu ‘to te ouvindo.”
A expressão convencida dizia muito sobre sua auto confiança e assim, o elogio inicial foi recebido de modo satisfatório. - Pense um pouco, Lucius, não precisamos prender as duas mãos, afinal, assim ele fica limitado, mas ainda pode sair andando por ai e resmungando como uma velha irritada atrás de nós. Eu sugiro... prender um dos pulsos a algo fixo, como o corrimão das escadas ou uma grade, só precisamos atrai-lo e pega-lo desprevenido. - Se aproximou do garoto, puxando a ponta da gravata do uniforme, o rosto mais perto ao declarar, ainda que fosse mais baixa. - Acertou, Malfoy, eu sou um gênio, mas não no diminutivo. - Piscou.













