!! NAT DOODLES !! ^3^
Happy gay month cuz you gay an stuff 🗣️🗣️🗣️
Sade Olutola
wallacepolsom
Not today Justin
will byers stan first human second

tannertan36

Andulka
No title available

Kiana Khansmith
No title available

izzy's playlists!

#extradirty
AnasAbdin
we're not kids anymore.
One Nice Bug Per Day

JBB: An Artblog!
Mike Driver
Three Goblin Art
noise dept.
No title available
"I'm Dorothy Gale from Kansas"
seen from United Kingdom
seen from Belarus

seen from United Arab Emirates

seen from Germany
seen from Germany

seen from Singapore

seen from Poland
seen from Japan

seen from Belarus
seen from United Arab Emirates

seen from United States

seen from United States
seen from United Arab Emirates

seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
@tchoola
!! NAT DOODLES !! ^3^
Happy gay month cuz you gay an stuff 🗣️🗣️🗣️
como um tiro no peito
eu tenho que viver com a cicatriz
como se não doesse
enquanto você finge
que nunca atirou.
que cruel, colocar o coração em um papel, diante de um mundo onde ninguém mais para pra sentir.
"Ninguém sabe mexer na minha confusão", dizia aquela música da Danni Carlos. Desde criança escuto-a, mas só agora compreendo seu real significado. Às vezes eu não estou com muita vontade de conversar mas não me importaria de ficar ao lado de alguém. Outras eu não consigo ouvir sons extremamente altos. Não tenho certeza de quem sou na realidade, nunca tenho total consciência se estou realmente apaixonada ou se é apenas uma fase mista. Será que estou estabilizada e feliz, ou estou passando por um episódio de mania? Estou sofrendo de TPM, ou estou à beira de um surto de fúria? Viver sentindo tudo intensamente é extremamente difícil, pois além de me prejudicar, acabo por prejudicar a todos ao meu redor. Eu sei que pode parecer algo típico de adolescentes de redes sociais se autodenominando intensos, mas, ao contrário deles, detesto imensamente sentir tudo de maneira tão exacerbada. Confirmando o que diz a música citada "Eu gosto do meu quarto, do MEU desarrumado". Nunca encontro alguém que consiga acompanhar meu ritmo de viver a vida. Corro em uma direção única, porém sem conhecer pessoas normais até demais que consigam me acompanhar ou "mexer em minha bagunça desarrumada". E a música finaliza com a frase que me dá um banho d'água gelada todas as vezes que a escuto pois, "São coisas que eu sei [...] Coisas que antes eu somente não sabia e agora eu sei..."
me sinto como a arte, mesmo que ninguém me contemple
É chulo dizer que as palavras que proferi a alguém, deveriam pertencer a mim, não existe fato que mude a veracidade da minha verdade. Mas, do que adianta tanto desejar o olhar de quem sirvo, se não há ninguém a baixo para me retribuir, novos caminhos só podem se traçar se alguém o fizer, mas este papel nunca foi dado a mim, e sinto que quem tem ele, já queimou, mastigou, picotou e jogou aos ventos.
A morbidade de amar algo que respira me assusta, a ideia de um dia dedicar colírio a algo que nem se quer pode atender meus desejos mais obscuros é claramente desgastante e nem se quer consciente. Como pode se passar pela minha mente um dia querer tocar os lábios nojentos de alguém quando se um dia eu queria apenas sujar meus dentes com doces, eu preferia estar ficando podre por fungos do que por amar alguém poluído, e eu sinceramente não compreendo as falas grotescas das pessoas em relação à alguém que não quer se relacionar com um humano, é tão difícil priorizar um batimento cardíaco desacelerado ou uma mente intacta? Nunca foi da minha prioridade saber se a pessoa poderia me fazer bem ou não, eu nunca consegui deixar minha mente bem estando com qualquer pessoa, e eu posso dizer, que a obsessão supera a dor de amar, duas almas soterradas por uma visão falha sua, é tão inconsciente isso, eu preferia estar morto do que a amar alguém com cheiro doce, isso traz lembranças de agulhas na veia.
Me sinto depreciada com toda a amargura e a necessidade de exaustão que o mundo me impõe, me sinto imponente diante a falha imagem de um desejo infantil, uma vida inalcançável que meu ser, uma vez, inocente e feliz criou. Talvez seja a hora de parar de pensar tão alto, de sonhar tão longe.
Sinto que essa vontade a cada dia que passa só se afunda, cada propósito que planejei, tudo vai embora com meus sentimentos, as vezes me sinto tão cheia que parece que vou explodir, e as vezes me sinto tão vazia que quero implorar para que qualquer coisa preencha essa escuridão. Aprendi a lidar com isso, dias passam e mudanças também, nem sempre essa dor permanece, não o suficiente para me fazer decidir se devo ou não, mas ainda é deprimente conviver com essa combustão, essa sobrecarga de lidar com tudo, mas nunca consigo mesmo. Não acho que exista vírgulas que separem vida e morte, nem pontos que encerram sofrimentos.
As vezes eu penso oque me faz ser alguém, se eu tenho algum propósito, se sou suficiente para suprir qualquer sentimento. Não espero um apoio, acho que nunca vou ter, mas as vezes eu penso se eu deveria tentar ou não pedir ajuda, me sinto vazia e sozinha, não importa quantas pessoas estejam comigo, nada vale a pena se eu não posso realmente dizer como me sinto, esse nó na minha garganta nunca se desenrola.
lista de afazeres:
amar.
sofrer de amor.
recomeçar.
Às vezes, eu só preciso de um empurrãozinho. Um que me faça cair do penhasco mais alto.
Perdi o tempo, perdi ele em meio aos rascunhos jogados fora, no meio de cada caneta seca. Procurei, me afoguei na tinta que estourou, mas nunca achei. Acho que perdi meu tempo pra sempre.
As vezes, a alegria é tão ingênua que só percebemos quando ela vai embora. Quando aquele vazio estranho se forma no peito, aquela sensação de que algo importante sumiu. Algo que nem sabíamos que existia.
uma das mais belas artes é ser e não parecer.
eu sou o tipo de idiota que guarda tudo pra si.
acho que nunca vai ser interessante me escutar.