Controle de narrativa e informação: A farsa das "agências de checagem" - Financiadas pela elite
O mais engraçado é que as agências de checagem quase sempre são ligadas a grandes corporações que querem se blindar ou jornais da velha imprensa decadente como Globo, UOL, Folha e outros jornais que perderam relevância e dinheiro e que agora querem promover uma caça às bruxas, no caso, caça a outros jornais que os substituíram.
Agência de checagem Aos Fatos é condenada por publicar fake news
https://revistaoeste.com/brasil/agencia-de-checagem-aos-fatos-e-condenada-por-publicar-fake-news/
Ao proferir a sentença, o juiz Diego Diel Barth, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, argumentou que o posicionamento do Google sobre o caso “fez cair por terra” a acusação da Aos Fatos. O magistrado decidiu ainda que a agência de checagem tem de tirar do ar as matérias acusando o jornal.
Agência de checagem Aos Fatos é condenada a indenizar Oeste
O juiz Marcelo Augusto Oliveira, da 41ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), condenou a agência de checagem Aos Fatos a pagar uma indenização no valor de R$ 50 mil à Revista Oeste por danos morais depois de ter classificado duas reportagens como fake news.
Uma das reportagens censuradas pela Aos Fatos tratava do desmatamento na Amazônia, em julho de 2020, e informava que o número de focos de incêndio na região era menor que na Argentina naquele momento. Oeste usou imagens da Nasa para fazer a comparação.
Justiça condena agência de checagem a indenizar site de direita por acusação falsa
https://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/justica-condena-agencia-de-checagem-a-indenizar-site-de-direita/amp/
Agência que apura “fake news” fabrica “fake news” contra o PCO
https://www.causaoperaria.org.br/rede/dco/politica/agencia-que-apura-fake-news-fabrica-fake-news-contra-o-pco/
Essa é a função de agência com a Lupa, que presta serviço até mesmo para o Tribunal Superior Eleitoral, chancelar de maneira arbitrária, mas de acordo com seus interesses, ou seja, os da burguesia golpista o que é e o que não é verdadeiro, verdadeiro nesse sentido é o que serve aos interesses da burguesia, falso é o que os contrária.
Agências de checagem estão extrapolando os limites, diz jurista
https://revistaoeste.com/brasil/agencias-de-checagem-estao-extrapolando-os-limites-afirma-jurista/
“As agências de checagem estão extrapolando sua função, misturando muita coisa e indo além de uma mera regulamentação, ocasionando em censura”, afirmou o jurista Dircêo Torrecillas Ramos, membro da Academia Paulista de Letras Jurídicas, ao comentar duas reportagens da Revista Oeste classificadas como fake news pela Aos Fatos. Na sexta-feira 23, o juiz Marcelo Augusto Oliveira, da 41ª Vara Cível de São Paulo, determinou a exclusão dos textos da agência de checagem . Na ação, a primeira do gênero no Brasil, ficou provado que elas atuam como controladoras do que é publicado nas redes sociais e em órgãos da imprensa, decidindo o que pode ou não ser lido.
O rosário do Papa, a Agência Lupa e a censura 2.0
https://revistaforum.com.br/blogs/blog-do-rovai/2018/6/13/rosario-do-papa-agncia-lupa-censura-20-42934.html
Análise: Quem checa os checadores quando disseminam fake news?
https://lifestyle.r7.com/patricia-lages/analise-quem-checa-os-checadores-quando-disseminam-fake-news-15082022?amp
Agência de checagem divulga comparativo equivocado de índices de inflação entre Brasil e Argentina e faz afirmação falsa
Dois dias atrás, a Lupa voltou a errar. Desta vez, ao afirmar falsamente que a inflação brasileira é 36% maior que a da Argentina. Em seu Twitter, a Lupa utiliza o índice mensal da Argentina (7,4%) e o compara com o IPCA acumulado nos últimos 12 meses no Brasil (10,07%). Ao comparar um índice mensal com um acumulado de 12 meses, a informação induz o leitor ao erro e ainda faz a afirmação falsa de que a inflação no Brasil é superior à da Argentina. O número real da inflação acumulada na Argentina, para quem quiser checar, é de 71% nos últimos 12 meses, o que é quase sete vezes maior do que a inflação brasileira.
Mas o objetivo desse “ministério da verdade” não seria justamente checar os fatos antes de publicá-los? Ou seria confundir números reais para disseminar desinformação? Não fossem as redes sociais, quem saberia que esses fatos supostamente “checados” não passam de “fake news”? A questão é que quem tem checado os checadores é a própria população, que, por meio das redes sociais, ganhou voz e vez. Porém, essas ditas agências estão trabalhando fortemente junto às redes para ridicularizar e até calar quem as expõem.
A Agência Lupa se define como “um hub de soluções de combate à desinformação por meio do ‘fact-checking’ e da educação midiática”. Trata-se de um braço do Grupo Folha que, assim como outras agências similares, coloca-se como disseminadora da verdade absoluta, mas que já divulgou diversas informações falsas.
Uma delas foi no Dia da Consciência Negra, quando a Lupa divulgou falsamente a origem de diversas expressões da Língua Portuguesa como sendo racistas. Após uma enorme repercussão negativa, em que especialistas, linguistas, professores e educadores confrontaram a informação, a própria Agência postou em seu Twitter: "A publicação tinha erros; demoramos para corrigir e não fomos transparentes".
Outra informação falsa que repercutiu bastante foi a afirmação de que o presidente Jair Bolsonaro “mentiu” ao apontar erro na tradução de uma matéria do jornal espanhol El País para o português no ano passado. Porém Bolsonaro postou em suas redes sociais as duas matérias, nas quais se vê claramente que a versão em espanhol dizia “Bolsonaro anima a los ejecutivos de Davos a invertir en el nuevo Brasil”, e o título em português foi traduzido para “O breve discurso de Bolsonaro decepciona em Davos”. Não é preciso ser fluente em espanhol para perceber que não houve tradução, mas, sim, a criação de uma versão brasileira bem diferente.
Both Judge and Party? An Analysis of the Political Leaning of Fact-checkers
https://papers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?abstract_id=4030887
I provide the first statistical study of political differences between fact-checkers. I collect a comprehensive dataset of articles published by the 6 main French fact- checkers until July 2021 and identify the political affiliation of entities fact-checked. I find that fact-checkers are both less likely to fact-check ideologically close entities and more likely to agree with them. Moreover, fact-checkers with connections with the State fact-check less the party in office. Finally, political differences increase before elections.
Thus, fact-checkers are relatively less likely to fact-check politicians close to their ideology.
Both approaches confirm the intuition of Figure 1: fact-checkers are less likely to publish articles concluding that ideologically close entities are wrong.
Invasion of the Fact-Checkers
https://www.tabletmag.com/sections/news/articles/invasion-fact-checkers
Who are you going to believe, the Democratic Party’s new official-unofficial, public-private monopoly tech platform censorship brigade, or your misinformed, disinformed eyes?
What’s wrong with facts, you say? Fueled by a panic over misinformation, the fact-checking industry is shifting the media’s primary obligation away from pursuing the truth and toward upholding vague notions of public safety, which it gets to define. In the course of this transformation, journalists are being turned into rent-a-cops whose job is to enforce an official consensus that is treated as a civic good by those who benefit from—and pay for—its protection
Google and Twitter have similar rules to bury posts. In reality, America’s new public-private “Ministry of Truth” mainly serves the interests of the tech platforms and Democratic Party operatives who underwrite and support the fact-checking enterprise.
Last month, Instagram placed a warning label on an American human rights lawyer’s post blaming rising inflation in the United States on “corporate greed.” Certainly not! Independent fact-checkers duly found the statement was “missing context and could mislead people.”
“Another driving force behind the growth of the fact-checking complex is the necessity of enforcing loyalty to progressive ideas that can’t survive on their own.”
The IFCN’s initial funding came from the U.S. State Department-backed National Endowment for Democracy, the Omidyar Network, Google, Facebook, the Bill & Melinda Gates Foundation, and George Soros’ Open Society Foundations.
With no formal membership, the IFCN acts as the high body for the dozens of fact-checking organizations grouped under its umbrella that have endorsed its code of principles. According to the organization’s website, its mission is “to bring together the growing community of fact-checkers around the world and advocates of factual information in the global fight against misinformation.”
The IFCN’s fact-checking operation offers something different to all of the various players who directly and indirectly shape its mission. For government officials, it provides a means to outsource both political messaging and the responsibilities of censorship. For technology companies, it’s a method of exercising control over their own regulators by putting them on the payroll. And for journalists, watching their industry collapse and their status erode as the public turns on them, its steady work in one of the media’s only remaining growth fields, as information regulators.
The pandemic would shine an especially harsh light on the role of fact-checkers as information cops for America’s power elite—and the dangers of that role. Far from identifying “dangerous misinformation,” fact checkers were instrumental in the multipronged effort to suppress inquiries into the origins of the global pandemic that has killed nearly 6 million people. In February 2020, The Washington Post chided Arkansas Sen. Tom Cotton for promoting a “debunked” “conspiracy theory” that COVID-19 had escaped from a lab. In May 2020, the Post‘s Glenn Kessler, who is a member of the IFCN advisory board, said it was “virtually impossible” for the virus to have come from a lab. Those were the facts ... until a year later, when Kessler published a new article explaining how the “lab-leak theory suddenly became credible.”
How to understand the epistemological process that could lead a seasoned fact-checker to do a 180 on a matter of utmost public importance in less than a year? The simple answer, which has nothing to do with Kessler’s individual character or talents, is that when it really counts, the fact-checker’s role is not to investigate the truth but to uphold the credibility of official sources and their preferred narratives. Kessler’s mind changed at the very moment when the Democratic Party machinery began charting a new course on an issue that was hurting the party at the polls.
Essa palhaçada começou a crescer no Brasil em 2018, veja o texto:
Agência Lupa, Facebook e a armadilha mortal da novilíngua
https://www.institutoliberal.org.br/blog/politica/agencia-lupa-facebook-e-a-armadilha-mortal-da-novilingua/
Facebook estabeleceu uma parceria com duas agências verificadoras de notícias no Brasil, prontas a checar diariamente o conteúdo noticioso publicado na rede social. Os perigos de distorções e seletividade nas investidas da caça histérica às “Fake News” já foram exaustivamente denunciados; este é mais um preocupante capítulo dos esforços de implementação dessa agenda internacionalmente.
Um deles, nosso prezado Rodrigo Constantino, publicou um vídeo em que resume muito bem todo o contexto da problemática. Ele ressaltou que a credibilidade dos supostos analistas das notícias “não é muito boa”, pois “são quase todos de esquerda ou extrema esquerda”, com uma linha geral “adotada pela própria rede social”, que “claramente tem um lado, um viés ideológico”.O conteúdo que for julgado “falso”, inadequado, sofrerá penas que incluem a diminuição do seu alcance e a proibição do recurso da página a anúncios de promoção.
A ideia é clara: como tais fiscalizadores serão dificilmente fiscalizados na mesma proporção com que fiscalizam, a adoção de critérios vagos de avaliação das publicações faz com que seja fácil entregar às agências checadoras – “Aos Fatos” e “Lupa” – tudo de que precisam para perseguirem quem quiserem e usarem o poder do Facebook, impossível de ser efetivamente confrontado por outra rede social em pouco tempo (ainda mais tão às vésperas das eleições), para limitar a proliferação do conteúdo de direita e favorecer a do conteúdo de esquerda.
Queremos modestamente contribuir ressaltando um detalhe curioso, que observamos na rede social da Agência Lupa: o atrevimento, tão próprio das esquerdas, de explorar o malfadado recurso da “novilíngua” orwelliana, a adulteração do significado dos termos, de acordo com as conveniências.
Toda vez que um usuário questionava a Agência Lupa em sua publicação sobre a nova política do Facebook , recebia a mesma resposta padrão:
“Oi, Fulano. Você teve a oportunidade de ler o conteúdo completo no nosso site? Lá explicamos detalhadamente como irá funcionar. A parceria não levará à censura de conteúdos. Os posts que receberem etiqueta negativa não serão removidos do Facebook. Apenas terão sua distribuição orgânica reduzida de forma significativa. Nos Estados Unidos, onde o produto foi lançado há algum tempo, o mecanismo permitiu diminuir em até 80% o alcance de notícias consideradas falsas por agências de verificação parceiras por lá. Só são removidos do Facebook os conteúdos que violam os Padrões da Comunidade.”
Pergunta sincera: é possível ler uma asneira hedionda como essa e não lançar, no mínimo, a mais veemente suspeição sobre a iniciativa? O que a equipe da Agência Lupa faz aqui é tão-somente pegar a palavra “censura” e brincar com a sua definição.
Que é a censura senão o controle, sustentado em critérios vagos e de conveniência, da circulação de informação ou conteúdo? Que relevância tem se o Facebook irá excluir uma publicação ou massacrar sua circulação, dentro de seu intrincado algoritmo, a ponto de ninguém a ver? Se redigirmos um texto em um papel e ninguém rasgá-lo, mas ao mesmo tempo impedirem de toda forma que seu conteúdo chegue às pessoas, não há censura da mesma forma?
Não há outra maneira de entender o posicionamento da Agência que não seja pela chave do mau-caratismo – caso não dos funcionários, porque não se pode desprezar a hipótese de serem analfabetos funcionais, dos responsáveis por conceber essa estratégia discursiva ardilosa.
Se não podemos ficar apenas esperando que milagrosamente advenha algo de bom disso tudo, é importante que estejamos unidos, mais do que nunca, em vigilância às tentações autoritárias de uns e outros e na proteção dos nossos esforços.
Fato ou Fake: grupo Globo começa checar Fake News
http://www.abi.org.br/fato-ou-fake-grupo-globo-comeca-checar-fake-news/
Jornalistas farão um monitoramento diário para identificar mensagens suspeitas muito compartilhadas nas redes sociais e por aplicativos como o WhatsApp. Participam da apuração equipes de G1, O Globo, Extra, Época, Valor, CBN, GloboNews e TV Globo.
Também haverá um “bot” (robô) no Facebook e no Twitter que responderá o que é falso ou verdadeiro, caso o assunto já tenha sido verificado pelos jornalistas da Globo. Além disso, por meio de um número de WhatsApp, usuários cadastrados poderão ver os links das checagens realizadas.
G1 lança Fato ou Fake, novo serviço de checagem de conteúdos suspeitos
https://g1.globo.com/google/amp/fato-ou-fake/noticia/2018/07/30/g1-lanca-fato-ou-fake-novo-servico-de-checagem-de-conteudos-suspeitos.ghtml
A velha imprensa está por trás das agências de checagem - tática para sobreviver.
As agências de checagem e o seu papel no fornecimento de informações verdadeiras
https://www.voitto.com.br/blog/artigo/agencias-de-checagem/amp
"A Agência Lupa foi fundada em 2015 e ganhou visibilidade na parceria entre o site da Folha de São Paulo e o UOL.
Comprova é também uma agência de checagem que surgiu através da parceria entre meios de comunicação renomados no Brasil. Entre eles, a Revista Exame, a plataforma Nova Escola e o Estadão verificam a procedência de reportagens e informações.
Outro site disponível para os usuários possam averiguar se uma informação é falsa ou não, é o Estadão Verifica.
Comprova reúne 42 veículos de comunicação para checar desinformação nas eleições presidenciais
https://politica.estadao.com.br/blogs/estadao-verifica/comprova-42-veiculos-eleicoes-2022/?amp
Meta Journalism Project e Google News Initiative ajudam a financiar o projeto, e ambas as empresas estão fornecendo suporte técnico e treinamento para as equipes envolvidas
Media Ownership Monitor fala sobre o oligopólio midiático da elite brasileira
http://www.mom-gmr.org/en/countries/brazil/
Power in Brazil means family business, both traditionally and to this very day. Dynasties of landowners known as “Colonels” extend their territorial claims to the airwaves, combining economic and political interests with tight control of public opinion. Neither digital technology and the rise of the internet nor occasional regulatory efforts seem to pose a serious challenge to these oligopolies.
https://brazil.mom-gmr.org/en/findings/concentration/
Hegemony of limitless concentration
Sobre o oligopólio midiático no Brasil.
https://terraformer7.tumblr.com/post/685414309200887808/oligopólios-absurdos
Muitas megacorporações bilionárias dão dinheiro para jornalistas e agências de checagem para se blindar de críticas e cultivar uma imagem positiva de si e dos seus empreendimentos através de financiamentos obscuros, usando esses jornalistas e agências para esconder suas pilantragens e impor suas agendas políticas e sustentar narrativas impopulares, criando a possibilidade de atacar adversários através dessas agências e jornais. É basicamente a criação de uma estrutura jornalística e de checagem de fatos para servir a eles como um escudo e uma espada. Esse é o caso de Bill Gates (dono da Microsoft), um sujeito que tem um histórico bem estranho e recentemente se envolveu com Jeffrey Epstein, um traficante sexual e pedófilo que circulava entre bilionários, atores de Hollywood, intelectuais e políticos. Donald Trump tomou várias pedradas da mídia por suas antigas fotos com o Jeffrey Epstein, já Bill Gates saiu praticamente ileso. Porque George Soros é tão protegido mesmo tendo um modus operandi podre? Porque ninguém fala de megacorporações como a BlackRock? Ou fala a respeito do financiamento de partidos, organizações e jornais que estão a serviço da elite bilionária? Porque será, né?
Bill Gates financiou jornais e mudou o roteiro de seriados para fazer propaganda de si próprio e dos seus empreendimentos
https://terraformer7.tumblr.com/post/688949938987614208/bill-gates-financiou-jornais-e-mudou-o-roteiro-de
Who is going to Fast Check the Fast Checkers?
https://www.researchgate.net/publication/343962629_Who_is_going_to_Fast_Check_the_Fast_Checkers
The International Fast-Checking Network is a forum for fast-checkers worldwide hosted by the Poynter Institute for Media Studies. The Poynter Institute is largely funded by George Soros´ Open Society Foundations, Google, The Bill and Melinda Gates Foundation, the National Endowment for Democracy, Ebay´s Omidyar Foundation, and others.
Poynter ́s journalists are funded by George Soros’ Open Society Foundations, The Bill & Melinda Gates Foundation, the National Endowment for Democracy (which has financial links to the State Department), Ebay’s Omidyar Foundation, and Craig Newmark, the founder of Craigslist who donated a massive $1 million to Poynter to create this ̋anti fake news ̋ mechanism. Craig Newmark is also a Clinton campaign donor. As is George Soros and Bill Gates, both big time supporters of the Clinton Foundation as well as Hillary’s election campaign fund. Another Poynter donor, Ebay founder Pierre Omidyar, is also a massive donor to Clinton, giving millions of dollars to the Foundation.
Danish journalist Iben Thranholm said:
"It gave me goosebumps to hear those names because they have actually a very strong political agenda. It ́s like there are a lot of people who think that it ́s dangerous not to be able to control the media, so to sort out what is supposedly the real news and the fake news is actually a way to control the narrative. So if you want to be in opposition to these political powers then you are going to be censored. Of course this is a kind of censorship. ̋
IFCN (International Fact-Checking Network) recebe dinheiro da elite que quer se proteger.
O próprio IFCN admite isso:
https://www.poynter.org/international-fact-checking-network-transparency-statement/
$1.3 Million in Grants from Omidyar Network, Open Society Foundations Will Expand Poynter's International Fact-Checking Network
https://www.prnewswire.com/news-releases/13-million-in-grants-from-omidyar-network-open-society-foundations-will-expand-poynters-international-fact-checking-network-300481553.html
Fact-Checkers Get $1.3 Million from Liberal Billionaires Soros, Omidyar
https://www.newsbusters.org/blogs/business/aly-nielsen/2017/07/06/fact-checkers-get-13-million-liberal-billionaires-soros
The Omidyar Network is likewise linked to liberal journalism. It was started by ebay founder Pierre Omidyar who also founded The Intercept, a left-wing site that launched ahead of schedule to publish NSA leaks from Edward Snowden in 2014.
But more alarming is Soros’ influence in the media. He gave more than $103 million to media organizations between 2002 and 2014. Of that, $61 million went to groups that promoted Clinton’s agenda during the 2016 election.
IFCN and its history of motivated fact checks: An effort by Hillary supporters to regain their failing grip over public discourse
https://www.opindia.com/2021/05/how-ifcn-was-propped-up-to-maintain-leftist-hold-over-public-discourse-fact-checkers/amp/
It is also to be noted that the Poynter Institute, which owns the IFCN, also owns the Tampa Bay Times, a media outlet which endorsed Hillary Clinton for the Presidency of the United States of America in 2016.
Tampa Bay Times mostra que é propriedade do Poynter (Poynter que é dono da IFCN [International Fact-Checking Network])
https://company.tampabay.com/our-company
Times Publishing Company is owned by the Poynter Institute for Media Studies . This unique ownership structure makes the Times one of the few locally owned, fully independent news organizations in the country.
World Economic Forum Publishes Article Calling for Global Censorship Using AI and Human Intelligence
https://www.theepochtimes.com/mkt_app/world-economic-forum-publishes-article-calling-for-global-censorship-using-ai-and-human-intelligence_4660694.html
World Economic Forum Panelist Demands 'Recalibration' Of Free Speech.
https://panatimes.com/world-economic-forum-panelist-demands-recalibration-of-free-speech