Paul Duntsch

❣ Chile in a Photography ❣
Keni

JVL
"I'm Dorothy Gale from Kansas"
Three Goblin Art

Product Placement
art blog(derogatory)
noise dept.
styofa doing anything
trying on a metaphor

@theartofmadeline
todays bird

tannertan36

祝日 / Permanent Vacation
Cosmic Funnies

Kiana Khansmith
Misplaced Lens Cap
Show & Tell

★
Stranger Things

seen from India
seen from United States

seen from United States

seen from Germany

seen from United States

seen from Malaysia

seen from Türkiye
seen from Indonesia
seen from Türkiye

seen from Malaysia
seen from Portugal

seen from United States

seen from United Kingdom
seen from Brazil

seen from Italy

seen from Türkiye

seen from Malaysia

seen from Canada

seen from Türkiye
seen from Singapore
@thedirectorscutp
Paul Duntsch
callmedelo:
Levou alguns segundos para entender o que o outro rapaz queria dizer com bem abastecida até que uma risadinha escapuliu de sua boca quando se deu conta do que ele fala. Imediatamente, caçou em seu vocabulário alguma forma de falar que o fornecedor era ele mesmo sem que ele parecesse um grande traficante mafioso. “Então… O fornecedor está bem aqui na sua frente, mi amor!” falou de forma descontraída e com um sorrisinho no rosto. “Com o que posso lhe ajudar? Tenho de tudo para o seu prazer momentâneo.”
Olhou um pouco surpreso ao saber que era ele a pessoa, mas também foi um certo alívio, lhe poupava o trabalho de ainda ter que encontrar outra pessoa. Olhou em voltar do bar a procura de um rosto conhecido, mas não tinha ninguém, então se sentiu mais aliviado e voltou a atenção para o rapaz. - Só baseado, ando um pouco estressado, preciso relaxar. - comentou.
cwsillas:
“Meu Deus, eu sinceramente não sei como você consegue dar conta…” Franziu o cenho, rindo baixinho. Paul vivia naquele ritmo desde que ela o conhecera, mas mesmo assim, nunca iria acostumar-se com o quanto a rotina do outro era movimentada. Sua próxima resposta fizera Lola encará-lo por alguns segundos, esperando que ele revelasse a brincadeira, mas quando isso não veio, os olhos da loira se arregalaram. “Annabel?!” Perguntou, atordoada, o nome da esposa dele rapidamente voltando a sua mente. “Isso é sério? Paul! Como assim?! Achei que ela tivesse ido embora há anos…”
- Eu tenho que dar conta, não tem outra opção. - Respondeu em um tom de lamentação, mas era essa sua vida, precisava segui-la. O espanto da loira o fez dar uma risada, ainda era bizarro que aquilo estava acontecendo e estava na fase de só tentar lidar. - Essa ai mesmo. Annabel Walker, ou Annabel Duntsch até eu conseguir me divorciar dela. - Comentou com um olhar distante e uma expressão pensativa, como se tivesse fazendo planos. - E ela foi, mas agora só... retornou. como se nada tivesse acontecido. -
belwalkr:
“Será que podemos evitar a palavra abandonar? Hope ficou com você, sendo muito bem cuidada, eu presumo; e você já era bem grandinho para não morrer só porque eu fui embora.” A banalização do assunto saiu de propósito – não por achar que realmente está certa, mas por não querer ter que lidar com aquilo. A cada segundo lhe fica mais claro o quanto não se preparou para aquele reencontro. Estava mesmo achando que seria fácil? “Melhor deixar uma carta do que sumir sem explicação.” Deu de ombros, sem procurar o olhar dele, sentindo uma vontade gigantesca de pegar o celular e ter com o que se distrair, para aonde fugir mesmo que só por um instante, mas não faria isso. Já está dando bolas fora demais.
Ao invés de se distrair com o aparelho, ficou batendo o pé no chão do elevador, até que a voz de Paul surgiu e fez seu rosto esquentar. “Eu estou filmando aqui na cidade e os produtores concordaram que eu ficaria mais confortável aqui do que num hotel qualquer.” Omitiu a parte em que eles concordaram com a sugestão dela de ir para o Lux, ao invés de ficar num hotel no Upper East Side. Arriscou tomar um só passo na sua direção, com as mãos entrelaçadas na frente do corpo. “Pensei que pudesse ser bom para nós dois. Podemos conversar, eu prometo ouvir tudo o que você quiser dizer, só… Eu só quero que a gente tente resolver… isso.”
- Que palavra eu devo usar para uma mãe que deixa sua filha e seu marido? - Revirou os olhos, a forma que a mesma banalizava o abandono era bizarra, mas era a cara de Bel, ela não tinha mudado com o tempo, ainda parecia a mesma jovem inconsequente da faculdade que não se responsabilizava de verdade por nada. - Sim, e tive que ser bem grandinho pra me virar, sustentar nossa filha e criá-la nesses anos, para estar lá quando ela estava doente, quando ela tinha eventos na escola de dia das mães, quando ela chorava perguntando por que ela não tinha uma mãe. - A mágoa era real, todos os momentos que passou tendo que lidar com aquilo não conseguiam simplesmente ser apagados.
- Eu fiquei sabendo, mas me recusei a acreditar que era você. - Quando seu amigo falou sobre uma Bel Walker que seria atriz principal de seu filme, tentou negar para si mesmo que era a esposa, mas não tinha como ser outra pessoa. Respirou fundo, sabia que toda irritação, gritar e qualquer coisa do tipo não ia resolver e eram adultos, precisavam resolver as coisas minimamente. Então quando a loira deu um passo em sua direção, Paul se manteve ereto de frente a ela e a olhando diretamente nos olhos. - Tudo bem, vamos conversar então.
cwsillas:
“Está nos meus planos.” Esboçara uma pequena careta, rindo baixinho. “Não é estranho. Faz sentido, na verdade. Está com a cabeça cheia? Muita coisa para pensar?” Perguntou, curiosa, continuando a caminhar ao lado do mais velho enquanto dava de ombros diante de sua pergunta. “Tô na mesma desde lá, nada de muito novo. Você curtiu a festa, aliás? Tenho permissão para te arrastar para outras?”
- Filmagens do filme para começar, pré produção na correria, trabalho... - Estava com a agenda corrida de fato e um pouco cansado com tudo. Caminhava mantendo o guarda chuva posicionado para não molhar nenhum dos dois. - Não sei, talvez. Mas antes tenho que resolver um problema... Minha esposa está de volta, ela pode ficar ciumenta. - Disse em tom de deboche e deu uma risada. A loira sabia de toda a história do abandono de sua esposa e a piada era só uma forma de externar o estresse.
cwsillas:
Lola despregou os olhos do celular quando sentiu a aproximação do outro, abrindo um sorriso ao notar quem era e permitindo que ele apanhasse o guarda chuva de suas mãos. “A primeira opção, infelizmente.” Disse com uma risadinha, quando o telefone na bolsa para dar atenção a ele. “E quanto a você? É adepto da caminhada na chuva?”
- Precisa trocar esse carro. - Deu uma risada e brincou com a loira, enchendo-a. - Dias chuvosos são bons para pensar, gosto de admirá-los, por mais que pareça estranho. - De fato gostava dos dias chuvosos e queria tirar sua cabeça dos pensamentos, então caminhar o ajudava nisso também. - Mas e como você está? Não te vejo desde aquela festa que você me levou.
gwenabs:
“Eu sei que já disseram mas eu tenho muitas neuras” Abriu um sorriso leve, dando outro gole em seu copo d’água. Suspirou profundamente em seus pensamentos e assentiu, ficar em NY era muito dolorido para si. Assim que Paul concluíra seu pensamento, Gwen não poderia acreditar que a ex ou atual mulher dele estava de volta. “Não acredito nisso! Olha, eu acho muito difícil ter outra Bel Walker…a Hope não merece passar por isso agora, ela não tem culpa que a mãe dela é uma irresponsável.” Revirou os olhos, colocando seu copo desta vez vazio sobre a pia “Se eu fosse você, iria atrás dela e falaria umas verdades, bem ditas”
Olhava para o nada por alguns segundos pensando, mas logo voltava a si. - Tenho receio dela procurar pela Hope, querer contato agora. - Não queria sua ex mulher perto de sua filha, ela tomou a decisão de ir embora e agora precisava arcar com as consequência do ato. Sete anos é um período muito longo para simplesmente fingir que nada aconteceu. - Mas fico pensando o como isso seria para cabeça da Hope. De tê-la de volta... - Se sentia confuso com tudo. Abraçou Gwen, mantendo a cabeça da loira em seu peito. - Obrigado por estar aqui... Por mim, por Hope. Sei que você está passando por um momento difícil também, mas é realmente bom ter você aqui. -
twylor:
“Obrigada…?” Franziu levemente sua testa, rindo em seguida. “Honestamente? Nunca pensei que uma oportunidade dessas viria. Mas, antes de eu dizer alguma coisa, posso saber como é esse projeto? E que papel você está falando?”
Sorriu com a resposta da mesma, não era um grande papel, mas seria ótimo. - Estou trabalhando na adaptação do livro The Rumor de Edward Zhang, não sei se ouviu falar dele. - Comentou para contextualizar e então continuou. - E tenho um papel secundário da colega de trabalho e melhor amiga de uma das personagens. - A personagem apesar de secundária conseguia trazer conversas relevantes, principalmente sobre sexualidade e gênero.
edwcrd:
— Então, acabaram de me mostrar o poster. Achei legal e simples, acho que os fãs vão gostar. — Falou, adentrando o elevador para sair do prédio. Depois de tanto tempo preso no seu apartamento no Lux só escrevendo, a última coisa que queria era sair de casa só pra ficar em mais um prédio o tempo todo em reunião. Não. A saída para o café seria boa pra ele, e ainda teria a chance de conhecer Paul um pouco mais. — Sobre o elenco, gosto que são pessoas que moram pela cidade. Poderemos gravar várias cenas por Nova York mesmo. — Edward não podia conter seu entusiasmo. Seu pai certamente estaria muito orgulhoso se ainda estivesse vivo, afinal, foi o homem que apoiou seus sonhos de se tornar um escritor. — Mas chega de falar do filme por enquanto… Você conhece alguma cafeteria por aqui?
- Fico feliz que tenha gostado. Eu achei que conseguiu trazer curiosidade nele, é o que pode instigar as pessoas a lerem a sinopse, consequentemente decidirem ver o trailer ou vice e versa e ai o filme. - Completou, bom que ele havia gostado e também estava satisfeito com a mesma. Foram várias versões até a final, mas o resultado saiu como o esperado e o autor parecia bem animado com todo o processo, era engraçado. - Sim, estou tentando captar locais e como é um caso de uma primeira adaptação, é bom trazermos jovens talentosos, mas não tão conhecidos. Redução de budget e um rosto novo para o público. - Explicou. - Teremos que gravar em Jersey e Philly também, mas com certeza maior parte será em Nova York. - Algumas locações precisariam ser em outras localidades, mas não era um grande problema. - Claro, conheço uma aqui na frente que é ótima, podemos ir nela. - O elevador chegava em seu andar final e Paul saía do mesmo esperando Edward.
belwalkr:
Em retrospecto, Annabel deveria ter previsto que seu tiro sairia pela culatra, logo, não sendo pega tão de surpresa assim quando a expressão de raiva pintou o rosto alheio e a enxurrada de repulsa lhe atingiu. É claro que esperava que isso fosse acontecer, eventualmente, levando em conta que brigas sempre foram o recheio do relacionamento conturbado que tinham, mas decerto não achou que fosse ser tão cedo assim. Seus lábios entreabriram para uma resposta, mas foi passada pelo vulto do ainda marido sem ter a oportunidade de se defender – naquele momento.
Acatando o pedido dele, que certamente vinha do não querer que ninguém no apartamento os ouvisse, a loira voltou-se para o elevador e apertou o botão para subir, esperando a chegada do mesmo. “Você não precisa perder a cabeça só porque eu tentei ser civilizada, sabe?” Soltou em um tom baixo, contido, o queixo levantando mas os braços cruzados abaixo do peito. “Você se irrita muito fácil,” as portas do elevador se abriram e ela entrou, internamente agradecendo pelo timing pois no segundo em que as palavras deixaram os seus lábios, ela se deu conta de que deveria ter colocado mais lenha na fogueira. Apertou o número do seu andar, sem pensar.
Só queria sair dali, o medo de Hope sair do apartamento para ir para aula ou qualquer coisa do tipo era grande. Então esperava o elevador um pouco nervoso e olhando para a porta do apartamento em alguns momentos. Ouvir a voz da mulher não ajudava, colocou a mão no rosto e respirou fundo. - Civilizada? Como a carta que você deixou quando abandonou sua filha e seu marido? - Não sabia o quanto o ressentimento tinha se mantido, não ter de lidar com isso por tantos anos adormeceu o sentimento, até vê-la novamente. Não conseguia controlar-se, mas era um efeito que a esposa conseguia ter sob ele, ela conseguia deixá-lo a flor da pele de suas emoções, pelo bem ou pelo mal.
A ignorou quanto a se irritar e entrou no elevador junto a ela, só querendo sair do prédio, não sabia exatamente se queria conversar de fato, tinha tantas perguntas a fazer: por que ela foi embora? como ela teve coragem? todo o amor que ela dizia sentir por ele e a filha era mentira? Mas ao mesmo tempo tinha medo de quais seriam as respostas. Viu a loira apertar o andar acima e ligou os pontos. - Você está morando aqui? - Soava incrédulo e arregalava os olhos surpreso. A encarava sem conseguir tirar o olhar dela, não conseguia pensar direito, ela realmente estava ali e parecia que não tinha passado nem um dia desde o último em que a viu, desde a última vez que a beijou.
callmedelo:
Delo estava prestes a ir tocar em uma festa, mas resolveu passar no bar próximo ao Smith’s antes para comprar cigarro. Permaneceu-se de pé enquanto esperava até que ouviu a voz de um homem falando com ele. “Era eu mesmo, a festa era minha inclusive!” deu uma risadinha abafada pelo barulho e falatório do ambiente.
Ele parecia muito orgulhoso de sua festa, Paul deu uma risada. - Foi uma boa festa, bom trabalho. - O encarou de novo. - Lembro que ela era bem... abastecida. - Fez uma mimica como se estivesse fumando um baseado. - Tem o contato do fornecedor? - Sorriu amigavelmente. Só queria relaxar um pouco, não costumava fumar, mas o dia tinha sido estressante.
THE RUMOR – O FILME (GRAVAÇÕES INICIADAS).
The Rumor conta a história de um detetive que tem que lidar com o novo caso de assassinato da grande cidade de Nova York. Com tantos rumores sobre a vítima, fica difícil para o detetive Christopher saber o que é real ou não, o que atrapalha as investigações e passa a arruinar a reputação da mulher assassinada e de todos que se envolveram com ela.
Diretor: Paul Duntsch.
Atores: Harlow Oyer, Peter Hurley, Nikki Archer.
AINDA DA TEMPO DE SER PARTE DO FILME, MAIS DETALHES AQUI.
Keep reading
belwalkr:
O pouco de ar que ainda lhe restava sumiu por completo quando viu o homem atento em seu celular. Nem todo ensaio e preparação prévia poderia ter impedido do seu coração bater mais forte, ou impedir que suas mãos começassem a tremer. Ele parecia o mesmo – um pouco mais velho, como se tivesse passado noites acordado cuidando da menina ou tentando ligar para o número já abandonado da esposa que deixou a casa no meio da noite, alguém que certamente viu muita preocupação nos últimos anos. Automaticamente se questionou se ele acharia que ela aparenta estar mais velha também. Se tem ficado sabendo de seus filmes. Se fala sobre ela para Hope. Provavelmente não. “Eu…”, disse, enfim, sem muita energia, a destra balançando no ar como num oi sem vida.
Atreveu-se a tomar um passo na direção dele, colocando uma mecha do cabelo loiro para trás da orelha. “Fiquei sabendo que vai dirigir um longa, isso– uhm… Isso é incrível.” Sabe muito bem que deveria estar falando o que diabos está fazendo ali, como os encontrou e o que quer, mas não consegue. Ainda não. Suas mãos vacilam e o único motivo de não perder o controle da voz é por ter anos de treinamento nessa ventura. “Quem sabe você finalmente vira um nome comentando no país inteiro agora? Se alguém merece o reconhecimento, é você.”
Era difícil de acreditar que fato era ela, a pessoa que o abandonou, quem ele achou que nunca mais veria. Ela estava ali, em sua porta, há só alguns passos de distância de Hope. Quando a mesma se aproximou alguns passos, a atitude automática de Paul foi dar um passo pra trás, como se não quisesse que ela o tocasse. Ela puxar assunto como se nada tivesse acontecido era bizarro, a expressão de confusão do homem era mudada para de indignação e logo em seguida raiva. - O que você está fazendo aqui? - Não conseguia acreditar ainda, mas a raiva subia e sentia seu sangue ferver de certa forma e sua voz se alterava. - Que porra você tá fazendo aqui? - Perguntou de novo. Olhou pra trás para a porta de casa e percebeu que Gwen poderia ouvir, ou Hope, então caminhou em direção ao elevador. - Vamos sair daqui. - Bel não quis a filha, não ia ser agora que iria vê-la.
belwalkr:
E daí que o apartamento tem janelas enormes e é bem ventilado, ainda consegue se sentir como se no ar mais rarefeito existente nesse planeta – pois a pressão vem de dentro, do seu peito, dos seus pulmões, da falta de espaço até mesmo para ouvir os próprios pensamentos. Se há de continuar nesse bendito prédio (situação cada vez menos provável), teria pelo menos que aceitar ter feito o maior dick move que alguém pode fazer… e isso é dizer muita coisa, levando em conta o tanto de merda que já fez nessa vida. Chegou ao elevador com a cabeça girando e apertou o botão para o primeiro andar (ao invés do térreo), apenas com o celular no bolso e roupas simples, sem nunca pestanejar e considerar a possibilidade de existirem fotógrafos do lado de fora.
Não precisaria chegar nisso, porém, pois faltando apenas um andar para seu destino final, as portas se abriram. Primeiro viu as portas que davam para apartamentos e estranhou, sem saber o que lhe empurrou para fora da caixa metálica, só notando ter apertado o botão errado quando olhou para trás e viu onde estava. Poderia passar por cima disso, rir da sua falta de concentração, não fosse por quem apareceu na porta que se abriu. Seu queixo caiu e imediatamente desejou por um buraco abaixo dos seus pés. Era ele. Tarde demais. É @thedirectorscutp bem na sua frente. “Paul?”
A semana estava sendo corrida, mas ter Gwen em sua casa estava o ajudando com Hope, assim como sua babá. Sentia por ter que ficar tão ausente nesse momento da vida da filha, mas com a finalização do casting do filme, assim como o inicio próximo das gravações tudo ficava muito louco e sabia que a filha já entendia isso, mas não conseguia se sentir menos culpado.Tomou café com ela e Gwen e então se levou para sair, mais um dia longo no estúdio e nos preparativos. - Hope, obedece a tia Gwen, tá bom? - Se agachou na altura da filha e sussurrou - Pode perturbá-la - Riu e brincou, abraçando-a e dando um beijo na testa de Gwen em seguida.
Caminhava para a porta de casa com o celular na mão, lendo suas mensagens e notificações. Vários jornalistas querendo saber furos sobre a adaptação, pessoas indicando possíveis atores, pessoas no twitter mencionando e pedindo mais informações, era mais um dia normal na rede social. Saiu do apartamento e fechou a porta ainda com a cabeça baixa, quando ouviu uma voz conhecida que o fez parar, ainda olhando para o telefone em direção ao chão, com seu coração acelerando as batidas e sua cabeça ecoando um “não, não, não”, não podia ser, tinha medo de levantar a cabeça e fazer ser real, mas precisava e assim o fez, levantou a cabeça vagarosamente olhando a mulher. Era ela, de fato era. - Bel? - disse com a voz falhando e seus olhos fixos nela.
gwenabs:
Abriu um sorriso enquanto terminava de organizar as louças na cozinha “Mais ou menos, eu ainda sinto que estou incomodando, mesmo sabendo que tenho total liberdade com você e com a Hope” Disse enquanto pegava um copo d’água. “Mas eu ainda penso em voltar para Detroit, mesmo que as coisas estejam ótimas no café, eu ainda me sinto mal em ficar em Nova Iorque.” Deu um gole em sua água, em seguida sentando em uma das banquetas da cozinha. “Eu amo a Hope, acho que se eu tivesse uma filha, queria muito que fosse que nem ela”
- Já dissemos mil vezes que você não incomoda. - Revirou os olhos com mais uma vez que Gwen dizia isso, gostava bastante de sua presença em casa e gostava de poder desabafar e conversar com ela. - Nisso eu te entendo, é doloroso ficar no lugar onde você viveu tanta coisa com a pessoa. - Seu olhar foi longe, se perdeu em suas memórias por alguns segundo, mas logo voltou. - Gwen... Ontem eu fui tomar uns drinks com um amigo diretor, que está trabalhando na nova adaptação da biografia da Marilyn Monroe que será gravada em Nova York. Ele falou sobre essa maravilhosa atriz australiana chamada Bel Walker que vai interpretar a Marilyn. Eu passei a noite pensando nisso e pedindo pra ser uma coincidência, mas e se for... ela? - Sentia que podia ser totalmente aberto com Gwen e se sentia a vontade pra isso.
- Olha quem eu encontro aqui. - Segurou o guarda chuva, o tirando da mão da loira e levantou um pouco para que ficasse em sua altura e começou a caminhar com ela. - Está sem carro novamente? Ou gosta de caminhar em dias chuvosos? - | @cwsillas
Adentrava o bar e se sentava em uma das cadeiras de frente pro balcão, só precisava beber. - Tequila, por favor! - Pediu e olhou pro lado reconhecendo a figura. - Te conheço... Você tava vestido como aquele menino de coco em uma festa. - Tinha quase certeza de que era ele. | @callmedelo