Noah Kahan

oozey mess

#extradirty
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Jar Jar Binks Fan Club
Color Me Curious
The Bowery Presents
YOU ARE THE REASON
untitled
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almost home
🩵 avery cochrane 🩵
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cherry valley forever
The Stonewall Inn

Kiana Khansmith

Discoholic 🪩

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Phantogram Three
Cosmic Funnies

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@thenightsrude
“Ter me afastado de algumas pessoas foi uma das coisas mais generosas que fiz para mim mesma.”
— Luara Quaresma.
De um tempinho pra cá, eu percebi que mudei bastante. Sabe quando você para, pensa e percebe que não é aquela mesma pessoa de antes? Que era viciado em certas coisas que hoje em dia você nem liga mais? Que tipo, saiu de dentro da caixinha em que vivia? E que saiu dos seus limites, mesmo sem ter virado a vida de ponta cabeça. É meio complicado, mas pensa assim: Você sempre gostou de azul, sempre foi sua cor favorita, e daí o vermelho do nada começa a chamar muito a sua atenção, só que você é muito apegado ao azul e não quer abrir mão da cor. Então você junta o azul com o vermelho e forma uma cor nova, e quando essa nova cor se forma você acaba percebendo que também gosta do roxo. E é praticamente isso que vem acontecendo na minha vida, tudo que eu fui, sou, vou ser, estou sendo, está tudo se misturando, formando que um “novo velho eu”. Óbvio que no começo eu estranhei essas mudanças, porque geralmente quando você encontra uma mudança em você mesmo, a tendência é estranhar e apontar aquilo como um erro. Mas com o tempo você vai se acostumando, e gostando da ideia de se renovar todo dia. Até porquê essa crise é natural, e indica que você está crescendo. Pense em você mesmo como uma esponjinha, que a cada segundo, dia ou ano vai absorvendo gotinha por gotinha. Seja a gotinha um amigo que você conheceu, um livro que você leu, uma série que mudou a sua vida, uma experiência incrível ou terrível, enfim… Você vai absorvendo tudo isso e somando com o que você já é, e o que você transmite para o mundo é a mistura disso tudo, das experiências que você já viveu com a sua essência, com aquilo que você já era, que estava aí dentro de você o tempo todo. Então essa mudança é inevitável, não adianta você se culpar ou se sentir mal por não ser mais a pessoa que era quando foi dormir ontem, porque algo que aconteceu hoje pode ter lhe alterado um pouquinho, e então você mudou. Quero dizer que está tudo bem em não ser mais a pessoa que você era antes, que não precisa se sentir mal por algo que você não consegue controlar, e nem precisa continuar fazendo velhos hábitos que você nem gosta mais de fazer porque se sente pressionado pela sociedade, por seus amigos ou quem quer que seja. Você não precisa se sentir preso a ser quem era antes, só precisa manter isso e somar com esse novo “você”, simplesmente você. O que importa é manter sua essência e ser honesto com você mesmo. O resto é resto, você pode gostar, deixar de gostar, pode enjoar, pode nunca enjoar. Porque se antes eu gostava de cantar, hoje eu gosto de ouvir. Se ontem eu gostava de ouvir, hoje eu gosto de observar. Se antes eu gostava de observar, hoje eu gosto de sentir. Se ontem eu gostava de sentir, hoje eu já nem me preocupo mais com o que eu gosto. Até porque eu nem sei mais direito quem eu sou hoje, e nem preciso saber. Só sei que sou eu, e isso já é o suficiente… Por enquanto.
Eduardo Cilto. (via eternue)
Eu me apaixonei. Em meio a sorrisos, olhares, risos, abraços e conversas. Em noites com o celular na mão, na espera de uma mensagem e na espera de algum sinal. Em meio a multidões, pessoas andando, algumas te olhando e mesmo assim, eu me apaixonei. Eu te desejei. Em meio a beijos, amassos, palavras ao pé do ouvido, imaginações e momentos que só nós sabemos. Eu senti sua falta. Em um final de semana que não te vi, depois de 5 minutos que foi embora, ao sentir seu cheiro e ao ver que nada era o mesmo sem você. Você gostou de mim. Eu não sei como, talvez por eu ter gostado de você. Você disse que eu era diferente, que eu valia a pena, que queria sair mais vezes, que queria me beijar mais vezes… E uma noite, você disse que me amava. Eu disse que te ama também, tudo fez sentido. Cada vez que eu te via, a sensação de me satisfazer com 5 minutos mas que ainda não era suficiente, eu queria estar com você mais e mais. Um dia você disse “quer namorar comigo?”, eu te beijei. Beijei na forma de sim, que era isso que eu queria e um sorriso se fixou no meu rosto. Depois disso, eu passei a te ver todos os dias. Você era minha rotina, meus risos e meus choros. Eu não sabia o que era um dia sem você e nem queria saber. As pessoas foram perdendo a graça e só restou você. Um mês pareceu um ano. A convivência nos mudou. Soubemos mais um do outro, nos conhecemos melhor, você conheceu minha família e eu conheci a sua. Não havia barreiras entre nós. Após o encanto passar, eu chorava e você ficava com raiva. Eu era sentimental demais e você também. Cada um lidava de um jeito. Fatores externos incomodam nossa respiração mas quando estávamos juntos, nada mais importa. Era isso que você queria? Pois era disso que eu tinha tanto medo. Eu não queria ficar num relacionamento no qual só existe eu e você, mas meus amigos… Eles não compreendem como me sinto. Eu digo que te odeio e eles levam tão a sério, não enxergam que meu mundo se baseia a você. Eu continuo apaixonada mas eu sei que preciso ficar sem você. Não posso depender de uma pessoa. O tempo passou rápido demais, a intensidade foi demais, parece que mil anos se passaram e nem foi um direito. Eu comecei a ver a vida sem você. Eu me desapeguei. Em meio a sorrisos, olhares, risos, abraços e conversas. Em noites com o celular na mão, na espera de uma mensagem e na espera de algum sinal. Eu parei de te desejar. Em meio a beijos, amassos, palavras ao pé do ouvido, imaginações e momentos que só nós sabemos. Eu não senti sua falta. Em um final de semana que não te vi, depois de 5 minutos que foi embora, ao sentir seu cheiro e ao ver que tudo poderia ser o mesmo sem você. Você percebeu. Eu sei como, talvez porque você me conhecesse demais. Você disse que eu estava diferente… Mas eu não era diferente? Não foi isso que te fez gostar de mim? Uma noite você disse “não dá mais” e eu afirmei. Peguei minha bagagem, cheia de memórias e fotografias. Eu te beijei na forma de sim, de que era que tinha que acontecer, era isso que sabíamos que um dia ia acontecer. Quando me perguntam “mas já terminou?”, eu abro um sorriso. Não pelo simples fato de ter terminado, mas pelo “já”. Quem está de fora nunca vai ver tudo que passamos, sentir o que sentimentos, vai aprender que tudo acontece de uma forma necessária e que o importante são levar bons momentos. Eu te amei.
sowhateverblog (via sowhateverblog)
“When I hear your voice, I feel safe.”
— Quelle: takethisride
“Talking to you, makes me forget about all the bad things”
— Quelle: takethisride
Eu gosto de gente que sente ciúmes, daquelas que emburram e que desfazem o bico se recebem um dengo. Eu gosto de gente simples, que se dispersa vendo onde aquela formiguinha vai carregando seu grão. De gente que tropeça e sai correndo, fingindo que estava brincando. Gosto de gente meio estranha, que olha dos dois lados pra atravessar a rua, mesmo sabendo que ela é de uma mão só. Eu gosto de gente natural, de cabelo bagunçado, de cara de sono, de sorriso largo e coração grande.
Autor Desconhecido. (via inverbos)
It’s getting cold again ❄️
Não mantenha por perto um passado que machuca.
Essas foram as palavras dela. (via autenticar)
she loves coffee
Estamos no controle de nossas vidas ou simplesmente pensamos que estamos.
Riverdale (via versificar)