Dizer adeus sem querer partir Ă© doloroso demais.
Cory Buckman.  (via autografia)
YOU ARE THE REASON
Claire Keane
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TMBGareOK. The Official They Might Be Giants tumblr
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"I'm Dorothy Gale from Kansas"

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if i look back, i am lost
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Dizer adeus sem querer partir Ă© doloroso demais.
Cory Buckman.  (via autografia)
Acho tĂŁo bonito casais que duram. NĂŁo importa o tempo, o que vale Ă© a intensidade. Querer estar junto vale muito mais do que estar junto hĂĄ 20 e tantos anos sĂł por comodidade. Sei que estou falando obviedades, mas hoje vi um casal de velhinhos na rua. Acho que o amor, quando Ă© amor, tem lĂĄ suas dores bonitas. A gente vĂȘ uma cena e o coração fica emocionado. Nos dias de hoje, com tanta tecnologia, com tanta correria, com tanta falta de tempo, com tanto olho no prĂłprio umbigo e nos prĂłprios problemas, com tanta disputa pelo poder, pelo dinheiro, por ter mais e mais, sei lĂĄ, acho bonito ver um casal de velhinhos na rua. A mĂŁo, enrugadinha, segura a outra mĂŁo. A outra mĂŁo, por sua vez, segura uma bengala. Falta equilĂbrio, sobra experiĂȘncia. Falta a juventude, sobra histĂłria para contar. Falta uma pele lisa, sobram marcas de expressĂŁo que contam segredos. Envelhecer nĂŁo Ă© feio. Em tempos de botox, a gente devia olhar um pouco para dentro. De si. Do outro. Do amor.
Clarissa CorrĂȘa.  (via justhiss)
Aqui vai uma dica para todos os homens: A exatamente 2 anos e meio eu conheci uma garota. Eu com 18 e ela com 14. Foi simples, nĂŁo teve nada a ver com destino, penso eu. Pedi uma colega em comum para que me apresentasse a ela, e ela pediu apenas o meu orkut (era orkut na Ă©poca, rs). Eu fiquei dias esperando, e nada de um sinal dela. Passou algumas semanas, e no dia 19 de janeiro de 2010 eu vi ela com as amigas em uma festa. Criei coragem e fui falar com ela. Ela, claro, jĂĄ sabia de mim. A conversa fluiu tĂŁo calma, tĂŁo doce, tĂŁo macia que parecia que nĂŁo era eu que estava ali. Ficamos mais ou menos 3 horas conversando sem parar, e a mĂŁe dela chegou pra buscĂĄ-la. Eu a adicionei no msn e se passasse um dia sem conversar com ela, eu ficava louco, sim, louco. Louco de preocupação. No dia 30 desse mesmo mĂȘs, eu a beijei pela primeira vez. Foi a coisa mais alucinante e natural que eu jĂĄ vivi. Ela era tĂŁo tĂmida que eu queria ficar agarrado a ela o tempo inteiro. Continuamos ficando e nada de namoro, sĂł propus ficarmos sĂ©rio. Erro meu. 5 de junho. A princesa completaria 15 anos, e com surpresa recebi o convite pra ser o prĂncipe na festa dela. Foi esquisito, falando sĂ©rio, rs. Todo mundo ficou olhando, aplaudindo, gritando e ela toda fofa com as bochechas rosadas de vergonha. Depois da valsa eu a puxei pra dançar e ela parecia estar nas nuvens, parecia uma princesa. No final do mĂȘs, ela me viu conversando com a minha ex e decidiu simplesmente se afastar de mim, pensando que eu ainda estaria com ela. Mas nĂŁo, naquele dia eu tinha feito uma coisa que eu nunca imaginei que faria: estava dispensando a garota mais gata da minha roda de amigos. Tudo isso sabe para que? Para pedir a minha princesa em namoro! Ela nĂŁo me atendia, nĂŁo falava comigo nas redes sociais, e eu maluco, perdido de saudade. No dia 30 de julho Ă© costume ter uma festa no Clube NĂĄutico, que Ă© afastado pra caramba da cidade e Ă© hĂĄbito a maioria das pessoas da regiĂŁo irem pra lĂĄ. Eu mandei um sms pra ela dizendo que iria e que precisava muito que ela fosse pra gente ter uma conversa. Ela sĂł me respondeu âtudo bem, Felipeâ. Bastou essa resposta pra eu me encher de pensamentos, de ilusĂ”es, de imaginaçÔes, e o pior de tudo, ansiedade. Chegou o tĂŁo esperado dia e eu e meus colegas começamos a beber desde cedo. Quando deu no final da tarde pegamos o carro do pai do meu amigo e fomos em direção ao NĂĄutico, tudo certo, tudo tranquilo, eu sĂł precisava chegar vivo atĂ© lĂĄ pra eu ver aquelas bochechas rosadas de novo. Faltava pouco. O Yago, de tĂŁo sedento de ĂĄlcool, parou no caminho pra comprar mais garrafas de Big Apple, e continuou dirigindo, com as garrafas nas mĂŁos. Eu nĂŁo tava gostando daquilo e pedi as garrafas, ele me ignorou e virou pra trĂĄs pra tirar sarro do Bruno que nĂŁo bebia e eu sĂł me vi batendo no vidro da frente e caindo de fora do carro. Mais nada. 3 meses em coma. 3 meses sem saber de nada. NĂŁo, vocĂȘ nĂŁo tem ideia do que Ă© isso. Ă a pior sensação do mundo. Querer e nĂŁo poder. Tive que ir para um hospital de outra cidade com melhor sofisticação. Quando acordei e olhei a minha volta, eu nĂŁo sabia o que pensar. Eu nĂŁo podia me mexer, sĂł olhava aquele quarto com varias rosas, cartĂ”es, presentes, vĂĄrias pessoas torcendo por mim. Eu chorei, sim, eu chorei. Eu nĂŁo sabia o que sentir. Acordei mais velho, passei o meu aniversĂĄrio dormindo. Eu tinha 19 anos e tinha acabado de receber a notĂcia que tive traumatismo craniano. NĂŁo Ă© pra qualquer um. Tive alta semanas depois e no mesmo dia que cheguei em casa fui recebido com uma festa sĂł pra mim. Vi pessoas que nĂŁo via a tempos, mas procurei sĂł uma, e nĂŁo a vi. Na outra semana, numa quinta feira a noite, ela veio atĂ© a minha casa. A minha vontade era abraçå-la, apertĂĄ-la, beijĂĄ-la, tocĂĄ-la, mas o meu corpo me impedia, eu estava deitado, custando a me mexer. Quando ela me viu, ela andou mais depressa pra me abraçar, ficou algum tempo agarrada a mim e quando me soltou, vi os olhos vermelhos e molhados combinando com as bochechas rosadas, aquelas bochechas tĂŁo minhas. Fiquei mostrando os machucados pra ela, mostrei que eu conseguia mexer a minha perna direita e quando vi que ela nĂŁo estava mais prestando atenção, olhei pra onde ela olhava. A minha ex tinha chegado. Eu nĂŁo tava nem aĂ. Puxei a mĂŁo dela, e dei meu melhor sorriso, falando com os meus olhos. Ela viu a cumplicidade que existia entre a gente, e me beijou a testa. Disse que estava tarde e voltava depois. Mas nĂŁo, ela nunca mais voltou. Passou meses, e nada dela. Continuei refazendo a minha vida, comecei a fazer fisioterapia, descobri que ainda podia tocar guitarra, descobri que ainda podia andar, comecei a sair mais frequentemente, comecei a perceber o vazio que tava crescendo dentro de mim. No dia 27 de julho de 2011, fui chamado pra uma festa de 15 anos, e eu fui, sĂł para me lembrar dos tempos antigos que prefiro nem comentar. Cheguei tarde na festa, com o Thiago me ajudando a andar, mesmo que eu tivesse o andador. Quando olhei pra pista de dança, quase nem acreditei. Parei atrĂĄs dela e cutuquei o seu ombro. Ela se virou e eu nĂŁo pude deixar de perceber que ela ainda gostava de mim. Os olhos dela brilhavam, o sorriso estampado na boca, e eu sĂł querendo um abraço daquela princesa. Ela leu os meus pensamentos e me abraçou tĂŁo forte que eu gemi, e ela me soltou pedindo desculpas, rindo junto comigo. Nos sentamos pra conversar, colocamos o papo em dia e tiramos o atraso da conversa. Como no mesmo dia em que conversamos pela primeira vez, a mĂŁe dela chegou pra levĂĄ-la. Eu sĂł pedi pra ela nĂŁo sumir e recebi um longo beijo na testa. Depois desse dia, eu nĂŁo parava de pensar nela, queria de todo jeito encontrar com ela e atĂ© pensei em ir na sua casa, mas todos falavam que seria inconveniente e os caralho a 4. Mas mesmo assim nĂŁo parei de pensar, de querer, de desejar. No dia 26 de setembro, iria ter campeonato de skate e toda a galera ia, e eu sem pensar, fui. Me sentei pra ver as categorias, e tava super vidrado com aqueles moleques fazendo coisas que eu fazia anos atrĂĄs. NĂŁo vou nem falar quem chegou na minha frente, porque vocĂȘ jĂĄ sabe, rs. Eu deixei cair minhas muletas de tĂŁo surpreso que eu fiquei. Ela me deu aquele abraço apertado e dessa vez eu retribuĂ. Vi que vinha um cara atrĂĄs dela, e ela logo se apressou pra me apresentar pra ele, mas era em vĂŁo, a gente jĂĄ se conhecia. Apertei a mĂŁo dele e ficamos conversando, contando as Ășltimas notĂcias. NĂŁo o via fazia tempo, desde quando desmontamos nossa bandinha de porĂŁo. Perguntei ele da bateria e nem ouvi a resposta, fiquei olhando ela. Eu nĂŁo podia acreditar. Ela tava de mĂŁo dadas com ele, encostada nele, e eu, tolo, nĂŁo tinha percebido. Ă claro que ela tinha continuado a vida dela, quem iria esperar por um cara que teve traumatismo craniano nĂŁo Ă©? Falei que precisava sair e nem voltei, fui direto pra casa. NĂŁo conseguia pensar em mais nada, eu tinha perdido ela. O Thiago mais tarde apareceu lĂĄ no meu quarto, querendo saber por que minha mĂŁe tava preocupada com a minha falta de fome daquela noite. Falei, contei, desabafei tudo com ele. E ele sĂł olhava pro chĂŁo. Eu perguntei o que era e ele tossiu. âFill, aquela menina ainda te curte, naquela festa que vocĂȘ viu ela, eu conversei com ela tambĂ©m quando ela foi no banheiro. Contei tudo que vocĂȘ tava passando e sabe o que ela fez? Chorou, Fill. Chorou igual uma criança. Ela me falou que iria atĂ© o inferno pra ver vocĂȘ, mas que tava cansada de sofrer, cansada de pensar que vocĂȘ e a sua ex nunca se separaram, cansada de ter o coração partido. Ela simplesmente decidiu tentar esquecer. E tem mais: dĂĄ pra ver o jeito que vocĂȘs se olham. Ela sĂł pensa que vocĂȘ nunca esteve nem aĂ pra elaâ. Eu fiquei calado triturando tudo aquilo dentro de mim, e eu nĂŁo podia fazer nada, nĂŁo queria estragar o seu relacionamento, nĂŁo queria estragar o recomeço dela. E atĂ© hoje ela vive lĂĄ, e eu aqui. Eu pensando nela e ela pensando em mim. Por isso eu te digo uma coisa pra vocĂȘ que aguentou ler atĂ© aqui. Pensa bem antes de deixar a mulher da sua vida ir embora, pensa bem antes de colocar o orgulho em primeiro lugar, pensa bem antes de nĂŁo tentar. Eu nĂŁo me arrisquei, nĂŁo falei enquanto podia, nĂŁo acreditei e olha sĂł no buraco em que eu me meti. EntĂŁo faça hoje, busque hoje, corra atrĂĄs hoje, desabafe hoje, nĂŁo fique remoendo ansiedades e agonias antes do prĂłprio tempo. Antes de mais nada, conquiste a sua felicidade.
Felipe Bittencourt, desatinar-se   (via frasesmalfeitas)
Mas ela Ă© diferente, cara. HĂĄ quem diga que ela Ă© leve como uma flor e explosiva como uma granada.
Florejeiras. (via autografia)
O amor Ă© uma agonia; vem de noite, vai de dia. Ă uma alegria. E de repente, uma vontade de chorarâŠ
Vinicius de Moraes.  (via autografia)
Eu não sou amargo. à que, ås vezes, a vida rouba a nossa doçura.
Eu me chamo AntÎnio.  (via sacies)
Chorei muito, para algum tempo depois descobrir que aquilo não era choro, era desabafo, o que escorria pelos olhos não eram lagrimas e sim palavras não ditas a ninguém. A gente não chora por uma tristeza só, mas sim por todas as decepçÔes que estão acumuladas e então fazem os olhos transbordar.
Gabriel Hudson.  (via autografia)
Se lembra de quando eu fui embora? Pois Ă©. Eu queria que vocĂȘ corresse atrĂĄs de mim. Se lembra daquela vez em que disse que estava tudo bem? Eu queria que vocĂȘ me perguntasse sĂł mais uma vez. Que dissesse que me conhecia, que sabia que nĂŁo estava tudo bem. Se lembra de todas aquelas noites em que te ligava pra dar boa noite? Eu queria poder estar ao seu lado e dizer isso olhando nos seus olhos. Se lembra de todas as brigas em que me fiz de indiferente? Eu me importava. AtĂ© demais. Queria pedir desculpa, queria muito. Se lembra de todos nossos sorrisos? Guardo eles pros dias que a saudade aperta. Se lembra quando eu dizia que achava tal mĂșsica linda? Eu queria dizer que ela era nossa mĂșsica. Se lembra de quando eu passava o dia sem dar notĂcias? Eu estava tentando nĂŁo parecer tĂŁo apaixonado. Se lembra quando eu dizia que gostava muito de vocĂȘ? Eu queria dizer que te amava. Muito. Com todas minhas forças. Se lembra quando eu estava a ponto de desistir de tudo? Eu sĂł queria que vocĂȘ pegasse minha mĂŁo e prometesse que iria comigo atĂ© o fim. Se lembra de todas vezes em que dizia que tu era uma invencĂvel, que sĂł me machucava? Eu queria dizer que vocĂȘ era o amor da minha vida. Se lembra de quando eu fui embora? Pois Ă©. VocĂȘ nĂŁo veio.
Recontador.  (via autografia)
âEu nĂŁo queria voltar no assunto, mas sabe, dĂłi muito saber que definitivamente vocĂȘ estĂĄ sumindo da minha vida.â
Tati Bernardi.   (via autografia)
Por favor, nĂŁo me negue o teu sorriso. Pois verdade seja dita: Sorrir Ă© abrir a porta para o amor.
Allax Garcia.  (via sacies)
Quero me casar com vocĂȘ, porque Ă© a primeira pessoa que quero ver ao acordar de manhĂŁ e a Ășnica que quero dar um beijo de boa noite. Porque a primeira vez que vi essas mĂŁos, nĂŁo pude imaginar nĂŁo segura-las. Mas principalmente, porque quando se ama alguĂ©m como eu te amo, casar Ă© a Ășnica coisa a fazer.
TrĂȘs vezes amor. (via autografia)
Vem cuidar de mim Por uma semana Um mĂȘs, um ano A vida inteira.
 Rita Lee. (via a-b-r-e-v-i-a-r)
Porque amar também é isso. à se doar, é cuidar do outro mesmo estando machucado, é ceder, é estar do lado, é se sentir acolhido num abraço, é ter um ponto de paz.
Clarissa CorrĂȘa. (via autografia)
Que eu possa também abrir espaço pra cultivar a todo instante as sementes do bem e da felicidade de quem não importa quem seja ou do mal que tenha feito para mim. Que a vida me ensine a amar cada vez mais, de um jeito mais leve. Que o respeito comigo mesma seja sempre obedecido com a paz de quem estå se encontrando e se conhecendo com um coração maior. Um encontro com a vontade de paz e o desejo de viver.
Caio Fernando Abreu. (via soquotes)