Artist John Kasyn
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@tox-ic
Artist John Kasyn
eu deveria escrever mais, descobri que sou boa nisso
descobri que sou boa em tantas outras coisas que as vezes me reprimo, me desacelero
se achar não é legal, não pega bem
as pessoas te encaram, te julgam
e eu nunca fui julgada por vinte um anos me achando um lixo
terrível em tudo, zero habilidades
a autoestima lá no pé, nem existia e ninguém ligava
era só um traço de personalidade, melancólica
e eu ia atrás, acorrentada por vozes que me calavam
me encolhiam tanto até eu caber no pouco que faziam de mim
e se tem uma coisa hoje, que seria impossível tanto quanto eu me amar há um tempo atrás
é abaixar a bola por um outro olhar, uma outra opinião
por receber repulsa, inveja, repreensão
pra te falar a verdade, é difícil definir um lugar onde eu caiba agora
porque essa grandeza, CARA, ela foi diminuída por TANTO tempo que eu pintaria uma avenida toda dizendo EI! LEMBRA QUANDO VOCÊ ME DISSE QUE EU NÃO ERA NADA? LEMBRA QUANDO EU ME ODIEI E ME MACHUQUEI POR ISSO? hoje eu sou tudo. tudo que me faltou. tudo que nunca tive e sonhei por noites. eu sou, não tal homem, não tal coisa, eu me tornei isso.
sozinha. com choros e dor e cicatrizes e traumas e gatilhos e sei lá mais que porra, eu sou a construção de tudo que me fez ser agora e depois e ateeeeé mais lá na frente.
não desejo a nenhuma mulher, menina, criança ou ser, sentir tudo de ruim e amargo que foi sentido por mim, por você ou por nós. desejo força e não delicadeza, coragem e não submissão, bravura e não designação.
back to myself
que lindo e caloroso lugar que é a nossa casa
quando de fato ela nos pertence, ou nós pertencemos ali
o meu lar. digo e penso nisso em tantos sentidos que me faltam palavras
e palavras viram pensamentos e falas e gritos tudo isso dentro de uma cabeça só, ás vezes me falta ar por dentro
e tem tanta coisa, tanta e tantas
expectativas
fantasias
junções de palavras não ditas
misturas de passado e presente
num lugar só
que parece pequeno demais.
oh shit where we go again
se há seiscentos dias atrás me falassem como seria agora,
eu riria e acharia ironia, uma das historias de amor escritas por fans adolescentes e inexperientes
eu procurava o caos, o instável, o que era novo e não me causava nada próximo ao conforto e paz
talvez porque tenha sido pequenas palhas de vida que tive durante tudo aqui e na minha cabeça, o amor se parecia com aquilo
o que quer que tenha sido aquilo
todas as noites e dias cinzentos onde eu não me via, não me enxergava e aceitava. mesmo odiando. aceitando tudo que viesse e juntando as migalhas de tudo e tudo e tudo
de um emaranhado de fio, um local escuro úmido e sombrio onde o sol não batia há anos, o solo não era fértil e amontados de poças me causavam arrepios
criou se luz, límpido seria A palavra mal consigo acreditar.
que carinho e sorrisos atoas marquem essa nova fase
deus, como eu quis isso
o vazio não me coloca mais de joelhos, nem de bruços, nem as escondidas sufocando algumas lagrimas
extravasar tudo o que sinto com a vida adulta e quase impossível, mas eu sigo
e se precisar
que se dane, explodir é uma das melhores coisas que se existe
explodir e dizer e gritar e chorar
sem ferir ninguém, sem querer morrer, sem se sentir só
se eu me tele transportasse de seiscentos dias atrás para agora,
dói imaginar.
como seria ter todo esse amor aqui dentro desde antes,
mas a vida e a porra a linha tênue
a minha mente ainda é um turbilhão e eu ainda sou uma bomba relógio em certos tempos, mas o amor curou essas feridas e me fez ser eu.
e digo isso com o maior orgulho que tive e juntei os caquinhos nesses muito mais de seiscentos dias.
esse é o momento.
foco, é isso que eu te peço. essa comunicação direta e muito estranha que temos, o eu exterior e o interior.
mas tem dado certo até aqui, foca em empreender, aprender, evoluir, crescer, correr quando precisar e afastar todo o mal mesmo ele estando disfarçado de bem.
leia mais livros, beba mais água, faça exercícios e se alongue pelas manhãs. o momento é agora, Helene.
se não der certo, tenta e não desiste. nada de querer ser excelente logo de início, o processo é importante e tem sua beleza também.
busca, pode ser que seja difícil trazer pra fora toda a ideia, conceito e abstratos que se passa nessa caixinha aí dentro, mas pelo amor de Deus, tenta.
e nós e nós, é eu e eu. não por estar sozinha, tenho minha família, tenho meus amigos. é por este momento ser tão individual, é por que esse momento, escolha, destino, seja o que for, ele é lindo e importante. desde as falhas, os pequenos começos, desde tudo. não é por solidão, é porque esse é o momento, o meu momento.
Helmut Lang, ss 1995
Why are you so quiet?
I’m listening to the voices in my head
by zeewipark
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IG: @blvck_zoid
Raymond, Photo by Keith Carter, 1991
Alba Páramo (Mexican, b. 1990, Guadalajara, Jalisco, Mexico, based Amsterdam, Netherlands) - Yolótl, 2019, Etching, Aquatint, Gouache, Gold Pigment on Paper