Eu sempre fui desse jeito, fraturada?
— Riverdale, @transbordoexcessos
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@transbordoexcessos
Eu sempre fui desse jeito, fraturada?
— Riverdale, @transbordoexcessos
Eu sofro o tempo todo e só quero garantir que mais ninguém sofra.
— Riverdale, @transbordoexcessos
É como se fosse uma onda passando por mim, sem parar. E me derruba. Quando tento me levantar, ela passa por mim de novo. Ela vai me afogar.
— Wanda Vision, @transbordoexcessos
Eu tirei a roupa mais do que recebi flores… É engraçado porque eu amo flores e odeio meu corpo.
“Acha que matar é difícil, né? Tente curar alguma coisa. Isso é duro. Isso requer paciência. Você pode estragar alguma coisa em dois segundos, mas pode levar a vida toda pra consertar. Uma vida inteira, gerações. É por isso que temos que ser cuidadosos nesse planeta e gentis.”
Quando ouvi isso, não pensei em curar algo ou alguém, pensei em me curar. Em tentar me curar. Em como é difícil reconstruir algo que, muitas vezes, nem fui eu quem quebrei, mas que deixei que quebrassem em mim.
O processo terapêutico nunca foi linear. E talvez por isso eu o enxergue como uma montanha-russa: ela despenca rápido, em queda livre, mas demora para subir. E não é porque queremos ficar lá embaixo. É porque a subida exige tempo e esse tempo não é decidido por nós. Não somos nós que escolhemos se a descida será brutal ou se a subida será lenta. É o processo que dita o ritmo.
Então nós aprendemos a existir lá embaixo. Não por conformismo, mas porque subir leva tempo.
Curar dói. Arrancar band-aids dói. Remexer feridas mal cicatrizadas dói. Mas dói mais fingir que elas não existem. Machucados não desaparecem porque outros chegam; eles apenas ficam soterrados, continuam ali, vivos, até o dia em que exigem ser vistos.
Você pode estragar algo em dois segundos, mas pode levar uma vida inteira para consertar, às vezes, gerações. Curar é lento. É trabalhoso. É profundamente humano.
E é por isso que devemos ser gentis.
— Pamela Lima, @transbordoexcessos
Em uma sociedade em que a produtividade se tornou tóxica, muitas vezes nossa única atenção se dá quando adoecemos. Foi isso que precisei aprender quando a saúde emocional importa tanto ou mais do que a física.
— Marcela Ceribelli, @transbordoexcessos
Eu sempre querendo que sejam os outros, os outros nunca querendo que seja eu.
— Pamela Lima, @transbordoexcessos
Não podemos obrigar ninguém a sentir o mesmo por nós.
Só queria parar de existir por um tempo.
De repente, não quero mais ser amada. O que é estranho, porque isso é o que eu sempre quis.
Tenho saudade do amor, não de me apaixonar.
— Vis a Vis, @transbordoexcessos
Sua ausência me dói.
— Pamela Lima, @transbordoexcessos
Doeu pedir para Deus te tirar da minha vida se não fosse para ser, eu queria tanto que fosse você.
— Pamela Lima, @transbordoexcessos
Tinha tudo para dar certo, mas era eu, então deu errado.
Estou entre o fim e o recomeço mais uma vez.
O problema é que eu sinto demais.
Queria ser menos sentida com as coisas. Às vezes uma coisa pequena me deixa tão chateada e magoada.