꒰ 𝐖𝐀𝐍𝐓𝐄𝐃 𝐂𝐎𝐍𝐍𝐄𝐂𝐓𝐈𝐎𝐍𝐒 ꒱ : olá queridos westbridgers! abaixo estão listadas ideias de conexões para a hutao. as conexões não possuem gênero específico e as que tiverem, estarão devidamente sinalizadas. como dito anteriormente, são ideias de conexões então se encontrar uma que goste e queira adaptar algum ponto ou outro, fique a vontade para me sinalizar para combinarmos tudo.
⋆ muse a e hutao tiveram um relacionamento no passado que não terminou da melhor forma possível e hoje em dia mal conseguem ficar no mesmo espaço sem iniciarem uma briga ou trocarem farpas.
⋆ coralie e hutao se conheceram na farewell após muse perder um ente querido e contratar os serviços da funerária. o acolhimento dado aos clientes chamou a atenção de coralie e uma amizade surgiu a partir desse momento. ( ocupado )
⋆ jina, nancy e muse e e hutao possuem o interesse pelo sobrenatural em comum. formaram um grupo para conversarem sobre tudo relacionado ao assunto: casas assombradas, possíveis aparições de espíritos, histórias antigas da cidade etc.
⋆ muse f tem uma visão errada sobre hutao — algo sobre ela ser dona de um negócio funerário, estar sempre falando de morte e fofocando sobre a vida e morte dos outros ( ou outro motivo ). do outro lado, hutao também tem uma visão errada sobre muse f e por esse motivo ambos não se bicam.
⋆ tiana é aquele que tenta tirar hutao do mundinho fúnebre dela e mostrar que conviver com os vivos não é tão ruim quanto ela pensa que é. qual a visão de vida boa de tiana? cabe a ela mostrar para hutao. ( ocupado )
⋆ muse h arranca alguns suspiros aqui ou ali de hutao ( tudo muito sigiloso, é claro ) e o maior medo dela é tentar confessar que se sente estranha perto de muse h e acabar sendo mandada para a friendzone ou perder a amizade de muse h. mas o que acontece quando reprimir esses sentimentos durante o convívio quase que diário não resolve sua situação?
⋆ funcionários para a funerária farewell! hutao é uma líder, não uma carrasca. aqui temos escala 4x3, salário digno e desconto nos caixões da funerária. como perder uma oferta dessas???
꒰ 𝐖𝐀𝐍𝐓𝐄𝐃 𝐂𝐎𝐍𝐍𝐄𝐂𝐓𝐈𝐎𝐍𝐒 ꒱ : olá queridos westbridgers! abaixo estão listadas ideias de conexões para o musa moon. as conexões não possuem gênero específico e as que tiverem, estarão devidamente sinalizadas. como dito anteriormente, são ideias de conexões então se encontrar uma que goste e queira adaptar algum ponto ou outro, fique a vontade para me sinalizar para combinarmos tudo.
⋆ indigo volt é a colega de quarto e melhor amiga de musa. as duas moram em eastline e ao melhor estilo 2 broke girls tentam sobreviver todo o mês inteiras e com o apartamento em dia. uma amizade que poderia ser improvável, mas que deu muito certo e agora não se desgrudam mais por serem praticamente almas-gemeas. ╱ exclusivo para personagens femininas. ( ocupado )
⋆ muse b e musa são exes que terminaram em péssimos termos e hoje em dia mal conseguem ficar no mesmo ambiente sem se bicarem. ╱ exclusivo para personagens masculinos.
⋆ muse c e musa tiveram um ( ou uns ) caso de verão que sempre terminaram com o fim da estação. o término era natural e silencioso, como se ambos concordam que seria apenas aquele momento ali. como levam a relação o resto do ano? só eles sabem.
⋆ connor e musa se reúnem para tentar alcançarem a vida saudável. corridas, yoga, pilates, saladas… musa odeia tudo isso, mas está tentando e espera que muse d possa ajudá-la. ( ocupado )
⋆ muse e e musa não se suportam. talvez por serem muito diferentes, talvez por serem parecidos demais. não se bicam em momento nenhum, mas um motivo específico acaba aumentando a convivência de ambos.
⋆ belly, muse g e muse h e musa formam um grupo que está sempre se reunindo para fazerem algo juntos ( café, shopping, festas em boate etc ). é um grupo que está sempre disposto a ajudar uns aos outros, passando pelo melhor e pelo pior.
⋆ muse i e musa tem uma química inegável, mas por algum motivo nunca saem da base da amizade. são flertes divertidos, olhares e toques que demorem mais do que deveriam e algumas dúvidas que surgem na madrugada. será que alguém vai ter coragem de tentar dar o primeiro passo para ver como isso pode terminar?
꒰ 𝐖𝐀𝐍𝐓𝐄𝐃 𝐂𝐎𝐍𝐍𝐄𝐂𝐓𝐈𝐎𝐍𝐒 ꒱ : olá queridos westbridgers! abaixo estão listadas ideias de conexões para o jose bezerra (flynn) rider. as conexões não possuem gênero específico e as que tiverem, estarão devidamente sinalizadas. como dito anteriormente, são ideias de conexões então se encontrar uma que goste e queira adaptar algum ponto ou outro, fique a vontade para me sinalizar para combinarmos tudo.
⋆ himawari, lucy e muse c jamais serão esquecidos por josé — não depois de emprestarem seus sofás por alguns muitos dias durante o período conturbado em que jose esteve sem teto.
⋆ faye e josé tiveram um rolo no passado e foi o mais próximo que ele chegou de pensar em um futuro com alguém — mas por algum motivo que só eles sabem tal relacionamento não deu muito certo. ╱ exclusivo para personagens femininas. ( ocupado )
⋆ muse e e muse f são os roommates de josé e o trio mora em eastline num apartamento que jose chama carinhosamente de “buraco”. podem não ter muito, mas a amizade é o suficiente para mante-los de pé nos momentos difíceis.
⋆ zarina é o cliente favorito de jose no the foundry pub. sempre que o turno tá chato, zarina parece para salvar josé com alguma história ou só para lhe fazer companhia em troca dos conselhos discutíveis do bartender. coragem seria seguir algum desses conselhos. ( ocupado )
⋆ manolya é o anjo da guarda de jose e haja paciencia para ter esse trabalho. muse h tenta fazer com que jose tome um rumo melhor na vida, tenta lembrá-lo de que ele merece ser feliz por mais que ele ache que não. jose é grato por ter manolya em sua vida. ( ocupado )
⋆ nancy e jose trocam mensagens há meses sem se identificarem. por essa razão, jose se sente confortável de abrir seu coração com nancy, falando tudo o que sente e tudo o que passou. o lance é que nancy e jose se conhecem pessoalmente e não fazem ideia de que conversam diariamente. ( ocupado )
⋆ indigo recebe conselhos diários para se afastar de jose. por que? jose é uma má influência. seja por sua vida conturbada, as substâncias que usa e/ou vende ou por bastante negativo e sarcástico. mas a relação de indigo com jose é boa, leve e as pessoas não conseguem entender isso. acatar esses conselhos é uma decisão de indigo . ( ocupado )
꒰ 𝐖𝐀𝐍𝐓𝐄𝐃 𝐂𝐎𝐍𝐍𝐄𝐂𝐓𝐈𝐎𝐍𝐒 ꒱ : olá queridos westbridgers! abaixo estão listadas ideias de conexões para a charlotte la bouff. as conexões não possuem gênero específico e as que tiverem, estarão devidamente sinalizadas. como dito anteriormente, são ideias de conexões então se encontrar uma que goste e queira adaptar algum ponto ou outro, fique a vontade para me sinalizar para combinarmos tudo.
⋆ muse a é o ex-noivo de charlotte, o que a abandonou no altar! após esse desastre os dois tiveram uma longa conversa sobre os motivos de muse a para quebrar o coraçao de lottie. ela o perdoou? ela o odeia? ele se arrepende? ele acha que foi o melhor assim? só eles sabem. ╱ exclusivo para personagens masculinos. ( ocupado )
⋆ muse b é a melhor amiga de lottie, sua confidente, sua alma gêmea. por muse b, charlotte engole seu drama exagerado e se dedica a ser uma ótima amiga que está sempre dando presentes, mandando mensagens, levando para sair e vez ou outra tentando usar de cobaia para seus desastrosos biscoitos. ╱ exclusivo para personagens femininas.
⋆ muse c e lottie se odeiam…? qual a causa? um coração quebrado? uma competição no ambiente de trabalho? o fato de charlotte estar sempre ouvindo música alta em seu apartamento em westmere? ou muse c fez algo para charlotte odiá-lo? será que um dia saberemos?
⋆ brooke e lottie são colegas de trabalho. dentre a correria na new rules magazine, reclamações sobre os chefes e oportunidades de ficarem por dentro das próximas modas, há também o cafézinho nosso de cada dia com direito a fofocas, almoços e possíveis crushes. ( ocupado )
⋆ alex e lottie são confidentes que se comunicam por mensagem quase todo dia no mesmo horário: meia noite. sobre o que eles falam fica apenas entre eles e se já se viram pessoalmente? quem sabe. ( ocupado )
⋆ muse f e lottie quase firmaram como casal. tinham muito em comum e apreciavam a companhia um do outro, mas o principal ficou faltando: a química, o interesse em algo para além da amizade. respeitaram seus sentimentos e hoje em dia são ótimos amigos e vez ou outra estão se encontrando para fazerem algo juntos.
⋆ theodore e lottie são exes. o motivo do término é algo que só eles entendem e lottie prefere guardar para si do que espalhar por aí ( um milagre ). sempre que se encontram é um misto de lembranças e sentimentos. ( ocupado )
⋆ rosetta, coralie e indigo são amigas de lottie. ao melhor estilo de sex and the city, o squad se reúne para brunches, jantares mensais para falarem sobre a vida, romances e trabalho, festas do pijamas e idas ao spa. ( ocupado )
a primeira reação de manolya ao comentário de rider foi fazer uma careta. torceu o nariz e balançou a cabeça em negação, sem interromper a faxina que fazia na sala. precisava deixar tudo impecável antes da chegada de raşel. sua melhor amiga não merecia passar uns dias ali com o lugar completamente bagunçado... ainda que completamente bagunçado fosse uma combinação de palavras curiosa para descrever um lugar onde absolutamente nada parecia estar fora do lugar. no entanto, ainda não era suficiente para a geller. ❝ você sabe que não foi isso que eu quis dizer. não concordo com nada que seus pais fizeram. ❞ muito pelo contrário, ainda pensava que tudo que o amigo tinha vivido era um completo absurdo. tanto que, quando ele precisou, mon abriu as portas de sua casa sem pensar duas vezes. ❝ você vai fumar outra vez?! ❞ revirou os olhos, pegando seu vaso de magnólias para afastá-lo da sala e o levando para a mesa da cozinha, onde ficaria em segurança. nunca tinha gostado daquele hábito de jose e também não escondia seu desgosto. ❝ já pensou em substituir isso por faxina? me faz um bem enorme! ❞ completou a fala, indicando as almofadas da sala que agora estava afofando pela terceira vez afim de deixá-las perfeitas.
❝ está tudo bem, esse prédio fica na área mais alta de ashgrove, então conseguiu sair ileso. o problema maior foi na rua dos comércios! aquela livraria fofinha foi completamente atingida... ❞ lembrou-se do momento em que passou em frente ao lugar quando seguia para o centro comunitário. como manolya gostava de comprar livros de receita por lá, ficou genuinamente chateada pela proprietária. ❝ como assim, jose? você foi roubado no meio da confusão? ou ele caiu na água? ❞ manya parou o que fazia para erguer os olhos preocupados na direção de rider. como ele podia falar aquelas coisas com tamanha calma? parecia não ter pena alguma do coração de mãe de manolya. ❝ o que você acha? é óbvio que a segunda opção! ou uma terceira... tentando fugir da cidade. ele só vai aparecer quando os próprios moradores já tiverem resolvido tudo sozinhos. ❞ a chef reclamou enquanto afastava-se um pouco da sala para analisá-la de longe. ao perceber que a mesa de centro estava alguns centímetros fora do lugar, os olhos arregalaram. aquilo era inaceitável! ❝ joga esse cigarro fora e vem me ajudar aqui, por favor. ❞
“ ah, acho que nem eles concordam. ” quase conseguia ouvir o arrependimento neles por terem adotado um garoto tão deslocado da realidade — se eles tivessem se preocupado em entender a dor de jose ou ajudá-lo a passar por ela, talvez a família tivesse unida ainda. e era curioso pensar que estranhos, como manolya, tiveram mais empatia para com suas questões do que aqueles que o escolheram e juraram cuidar dele. “ outra vez seria se eu tivesse parado de fumar. e eu nunca parei. então eu continuo fumando. ” admitia que em partes gostava de perturbar os outros, principalmente os amigos. era seu teste pessoal de limites. não seria um desgraçado de jogar cinzas ou bitucas de cigarro pelo apartamento de mon porque sabia que corria risco de ser jogado pela janela, mas fumar socialmente na janela não faria mal, certo? “ faxina serve pra limpar sujeiras e jogar lixo fora. se eu fizer isso só vai sobrar uma caixa de cereal no meu apartamento. e a depender do dia da faxina, até a caixa roda nessa brincadeira. ” sua mente viajou então para a ideia de comer o cereal e usar a caixa como travesseiro. daria certo? acompanhava a movimentação feminina, sentindo pena das almofadas. “ é, to vendo o bem enorme… vai receber visitas? sua adorável mãe ou um namorado novo? ”
a fala de manolya o fez perceber, mais uma vez, que a classe pobre da cidade não tinha um pingo de paz. quem morava na parte baixa foi atingida? parecia piada. “ é uma merda pra galera que foi afetada. as lojas principalmente. ” tragou mais uma vez o cigarro, colocando na própria mente que não adiantava chorar pelo leite derramado. agora era reparo de danos e que o resto dos problemas fossem jogados na prefeitura. “ caiu dentro de um bueiro. ” colocou o polegar para baixo e fez um som com a língua similar a de gases. “ ninguém me roubaria. todo mundo sabe que sou um fudido. daria azar pra pessoa que viesse me roubar. ” riu, mas acreditava piamente naquele karma para quem quisesse fazer algo consigo. “ ainda acho que as pessoas deveriam tacar fogo no carro dele. os franceses fariam isso por muito menos, sabia? ” conhecia manolya o suficiente para saber o que aqueles olhos significava. já acordou com aqueles mesmos olhos por ter movido o sofá de lugar sem querer enquanto dormia. “ mon, pelo amor! a mesa tá nem cinco centímetros mais pra esquerda! isso não vai afetar o feng shui da sala. ” e ao mesmo tempo sabia que não adiantava discutir. a contragosto jogou o cigarro pela janela e voltou para o centro da sala ajudar a geller. nao era o homem mais forte do mundo — e tava longe de ser —, mas começou a arrastar o móvel, olhando para manolya esperando seu aval. “ de preferência antes de eu desmaiar, ok? ” resmungou com dificuldade. aquela mesa era de chumbo?!
rosetta estava deitada ao lado da amiga, por enquanto apenas escutando o que ela dizia. pela forma como charlotte tinha se jogado no puff, conseguia perceber que ela estava tão cansada quanto ela mesma. rosetta amava o próprio trabalho e não trocaria as crianças por nada, mas estaria mentindo se não dissesse que elas conseguiam esgotar a sua energia. em dias comuns, as aulas de teatro e oficinas de arte tinham horário para começar e terminar. ❝ eu acho que a lista de voluntários está no mural do centro... ❞ ergueu apenas um dos braços para, preguiçosamente, indicar o lugar onde as listas e outras informações importantes estavam sendo colocadas para que todos pudessem visualizá-las. ❝ deve estar lá quem vai pegar o seu turno. minhas crianças, pelo menos, eu sei que vão dormir até amanhã! ❞
virou-se para a amiga de infância quando ouviu a pergunta diretamente direcionada para si. ❝ sinceramente? até agora, a única coisa que passou pela minha cabeça foi um banho bem quentinho e uma rotina completa de skin care. ❞ o que provavelmente soava muito egoísta da sua parte. todavia, um vinhozinho não era má ideia... muito pelo contrário. por isso, agora pensava em sugerir que o banho quente fosse na casa de charlotte ou que a amiga optasse pelo vinho em sua residência. ❝ você acha que eu ainda não li a última edição da revista, lottie? eu e stella temos a assinatura! a matéria está incrível. ❞ o elogio era sincero, já que não teriam uma coleção tão grande da revista se não concordassem que o conteúdo era de extrema qualidade. ❝ mas isso não quer dizer que eu vou recusar a sua proposta! primeiro porque eu jamais diria não para os bombons... ❞ começou a fazer a contagem, erguendo os dedos da mão direita enquanto falava. ❝ segundo porque, assim que você falou em vinho, eu já estava pensando em sugerir de voltarmos juntas. e terceiro que vou adorar te ajudar com respostas elegantes se tiver mesmo levado um fora da não-tão-deusa-assim, porque se te rejeitou não merece minha empatia! ❞
o olhar se direcionou para o quadro apontado por rosetta e lottie fez uma careta de desgosto ao ver a distância que o objeto se encontrava; eram o que? dez passos? isso tudo?! ela jogou a cabeça para trás, apoiando no puff. “ depois olho isso. quando meus pés decidirem lembrar que fazem parte de um corpo vivo. ” resmungou. se perguntou se aquela agitação sempre acontecia no centro comunitário, mas pensou que se tratava de uma pergunta tola considerando que a cidade estava em estado de alerta e algumas pessoas ali provavelmente nunca sequer pisaram naquele local antes. “ como cê tá? lidar com crianças não parece ser fácil, amiga. ” voltou a encarar a morena enquanto começava a tentar recuperar energias para levantar. a menção a duas de suas coisas favoritas para se fazer sozinha arrancou uma expressão de tristeza da loira. “ um banho quente realmente faria sucesso agora… e meu rosto deve tá gritando por um esfoliante. ” os dedos tocaram suavemente o rosto, esticando de leve a pele para trás.
se fosse o tipo de pessoa que cora de vergonha, lottie teria corado — mas estava longe de ser assim. restou o sorriso orgulhoso e comicamente metido, um remexer dos ombros como um pavão mostrando suas plumas. “ minha chefe disse que pela primeira vez em meses não sentiu vontade de raspar a cabeça lendo algum rascunho. ” ela mal precisou revisar o texto escrito ou pedir terceiras opiniões sobre as peças escolhidas para a matéria. o fato de rosetta estar de acordo com suas ideias de relaxamento trouxe as energias que precisava para levantar, saltitando de leve enquanto estendia as duas mãos para ajudar a amiga. “ ai, então vamos! tenho um estoque novo de skin care pra testar e podemos fazer isso enquanto malhamos os dedinhos no canto do cupido! ” que era seu app de namoro favorito. “ e obrigada pelo apoio, rosie. se ela tiver realmente me ignorado a gente procura algum defeito nela. acho que vi pontas duplas na foto de perfil. ” era um esforço para encontrar defeito em mulheres, mas tinha orgulho o suficiente para não se deixar ficar por baixo por tanto tempo. “ vamos no meu carro? prometo não correr muito. aprendi a lição depois que quase bati numa arvore caída vindo pra cá. ”
Estar no apartamento de Charlotte depois de um tempo causava uma nostalgia que Tiana se agarrava com força. As lembranças de seus momentos com a velha amiga vieram de uma vez em seus pensamentos sentindo seu coração se preencher de tristeza e de alegria, opostos e complementares. Tiana os acolheu, enquanto balançava a cabeça levemente ao escutar as palavras alheias. Ao mesmo tempo que se sentia amparada por ela, tinham algumas vozinhas em forma de pensamentos terríveis insinuando que Tiana não sabia fazer nada sozinha; sempre dependerá de alguém… Seu pai, sua mãe, Naveen, Charlotte… Ela balançou a cabeça de novo, afastando os pensamentos dolorosos, e olhou para a amiga com um maior foco. — Eu não sei nem o que dizer, Lottie. — Confessou com a maior sinceridade possível. Quando estava com a outra, era como se Tiana pudesse deixar a sua armadura de resistência à vida descer aos poucos. — Você é incrível, Char. Eu tenho sorte de tê-la na vida desde sempre. — Sorrindo levemente para o toque alheio, e percebendo que o sentimento de estar sendo amparada se intensificava para ocupar o espaço sozinho.
— As ruas mais baixas foram afetadas tragicamente. O restaurante sofreu com pequenos alargamentos na entrada, e estamos tentando tirar o mais rápido possível. É claro que passaremos alguns dias fechados até conseguirmos voltar para a normalidade. — Suspirou pesadamente ao pensar sobre o seu estabelecimento e todo trabalho que iria vir em breve nos próximos dias, torcendo para que tudo saísse conforme as discussões que teve com a equipe principal. — Pelo menos, não afetou a parte onde fica os suprimentos ou o estrago seria bem maior… — Tiana escutou atentamente o pedido alheio. Então, sorriu. Nunca negaria um pedido de Charlotte, nem mesmo cobraria algum valor monetário. O mais importante para Tiana era se sentir acolhida como naquele momento. — Eu concordo. Posso organizar a equipe da cozinha e preparar algumas coisas, mas teria que ser no centro mesmo. Vamos improvisar e Lottie, não quero que você tenha alguma despensa. É um ato que eu estou escolhendo fazer. — Talvez houvesse um tom de orgulho em sua fala, embora Tiana estava se esforçando para não deixar aquilo perceptível para a outra. — Isso seria incrível. Sinto bastante falta disso. A gente passeando pelas lojas de roupa, até mesmo preciso de uns sapatos novos, e depois que tal um sorvete? Como nos velhos tempos! —
charlotte não era sentimental do tipo que chorava demais em momentos como aquele — ela era dramática e poderia chorar por coisas bestas, no entanto. estar ali com tiana, reforçando como as duas se sentiam uma sobre a outra, trazia uma sensação de acolhimento tão grande que seu lado sentimental poderia transbordar. “ eu que tenho sorte por ter você, titi. ” nunca chegou nem perto de ter irmãos biológicos, mas tiana era sua irmã mais velha de alma. e doía saber que ela havia sido afetada de alguma forma por aquela chuva; por menor que fosse o estrago. ela sabia que tiana seria orgulhosa sobre aquela situação e dificilmente aceitaria ajuda que não viesse do trabalho árduo dela. charlotte a admirava por isso — a amiga era justamente uma das inspirações que lottie teve para correr atrás do próprio sucesso na revista de seu pai, de escolher subir as escadas na empresa como qualquer outro funcionário. “ espero que consigam resolver rápido. e cê sabe que pode me pedir ajuda sempre que quiser. até pra ir lá ajudar na limpeza, eu vou! ” se prontificou com sinceridade. era uma princesinha desacostumada a tarefas domésticas, mas pelos amigos faria qualquer coisa.
apesar do sorrisinho, poderia revirar os olhos com a teimosia de tiana em aceitar aquela ajuda. “ titi, trabalho árduo é muito bom. mas não é nenhum crime aceitar ajuda, sabia? ” se tiana era cabeça dura sobre isso, lottie também poderia ser. “ vou providenciar o equipamento para as tendas então. e nada de dizer que não precisa! quero te ajudar e quero sentir que estou ajudando a cidade também. ” era um tom de puxão de orelha, mas ainda carinhoso o suficiente para deixar claro que se preocupava com o bem-estar de tiana. sempre tentava ser a voz que dizia para ela relaxar mais, acreditar que nem tudo precisava vir por seu sangue suor. acreditar em magia, em destino, em felizes para sempre. “ pois estamos com essa data marcada então! semana que vem, quando você tiver folga, me avise. vamos ter um dia ma-ra-vi-lho-so! ” gesticulava com as maos, animada e sua voz aumentando conforme cada palavra saía. “ e não me faça lembrar daquele sorvete agora porque não dá pra ir lá comprar! ” se levantou, indo até a o forno para retirar a travessa com uma tentativa falha de bolo. depositou a travessa na bancada, olhando orgulhosa para o bolo solado. “ aqui está a surpresa que eu disse que faria pra você. e olha só, não queimou, titi! ”
Kol reconheceu a expressão antes mesmo de ouvir a resposta e não era a de alguém que estava perdida pelas ruas de Westmere, mas sim a de quem não sabia muito bem o que fazer depois de passar horas tentando resolver os problemas dos outros. Os olhos acompanharam discretamente o movimento dela em direção ao celular, a tela acendia, apagava, voltava a acender. Um hábito quase automático de quem esperava uma mensagem que talvez demorasse a chegar. O comentário sobre a festa de dezesseis anos arrancou dele um sorriso contido. "Então essa movimentação toda ainda perdeu para a sua festa? Uau." A pergunta veio em tom leve, acompanhando a brincadeira. Seu olhar percorreu a avenida, as barracas improvisadas dividiam espaço com moradores. Kol assentiu. "Estou." As mãos permaneceram nos bolsos do casaco enquanto observava um grupo recém-chegado sendo encaminhado para a universidade. "Achei que fazia mais sentido estar aqui do que assistir tudo pela janela de casa." Ao ouvir a história do vizinho, deixou escapar uma breve risada pelo nariz. "O homem das pantufas discutíveis e o gato mafioso? Se eu tivesse um gato eu colocaria o nome dele de mafioso." Ergueu uma sobrancelha, divertindo-se com a imagem que ela havia criado. "Acho que ele perdeu a chance de descobrir que ajudar costuma ser menos cansativo do que carregar a consciência de não ter feito nada." Seu olhar voltou para Charlotte. "E, pelo que vi, você está aqui há tempo suficiente para merecer uma pausa." Fez uma breve inclinação de cabeça em direção ao ponto de distribuição de água. "Já conseguiu beber água hoje?"
percebeu o quão fútil poderia ter soado com a história da festa e não era sua intenção, mas felizmente o rapaz parecia ter levado com leveza e ela o acompanhou no sorriso curto. e ela não poderia concordar mais com ele; não conseguiria ficar no conforto de seu apartamento acompanhando a cidade se reconstruir através de uma televisão. “ você só vai entender quando ver as pantufas horrorosas. ” riu do comentário sobre o nome do gato, a criatividade vindo naquele momento. “ tipo… al-catone? ou cat-capone? ” o mordiscar do lábio veio para segurar a risada, sabendo que era uma piada ruim. ao menos estava aos poucos esquecendo aquelas grandes preocupações e já tinha conseguido ficar pelo menos um minuto inteiro sem olhar o celular. “ não acho que todo mundo tenha uma balança na consciência. ele não parece ter, pra usar um sapato feio daqueles. ” estava pessoalmente ofendida por aquelas pantufas e achava seriamente que seria assombrada por elas.
o olhar seguiu para onde ele apontava, a culpa a atingindo por um momento. “ não. sabe como é, estamos um pouco sem tempo pra essas coisas. ” guardou o celular na bolsa tiracolo. “ mas não é uma ideia ruim. acho que podemos até fazer uma boquinha pra repor as energias. vi algumas pessoas dizendo que as barrinhas energéticas que estão distribuindo são deliciosas. ” agora, falando de comida, sentiu a fome bater com força. não se lembrava a última vez que comeu ou bebeu alguma coisa e era contraditório, considerando que estava orientando várias pessoas a fazerem isso. “ me acompanha? cê também parece que tá merecendo uma pausa rápida. ” se encaminhou na direção do ponto de distribuição de água e das barrinhas, parando na fila e se voltando para o rapaz. “ como tão as coisas na loja? soube que a chuva lá foi traiçoeira. ”
𝘤𝘭𝘰𝘴𝘦𝘥 𝘴𝘵𝘢𝘳𝘵𝘦𝘳 𝘵𝘰 : indigo volt ( @ficdaginny )
𝘭𝘰𝘤𝘢𝘵𝘪𝘰𝘯 : apartamento da musa e da indigo
“ querida, cheguei! ” anunciou em voz alta ao passar pela porta com sacolas de plástico do mercadinho do bairro — o tom viajando entre o carinho e um leve sarcasmo. estava voltando da dawn records quando pensou que poderia se dar o direito de beber alguma coisa e comer algumas besteiras ao lado da ilustre companhia de sua roommate. “ trouxe o básico e necessário para sobreviver. ” apoiou as sacolas na bancada levemente bamba da cozinha, encarando indigo com animação tal qual uma criança querendo mostrar um desenho para a professora favorita. conforme listava os itens, foi retirando-os das sacolas com orgulho. “ cheetos apimentados. cerveja. cigarro. cup noodles. absorvente com e sem abas porque vai que alguém surta e quer fazer um estoque e acabam todos da cidade. ” era uma possibilidade, considerando que viu uma idosa encher o carrinho com papel higiênico.
“ comprei aquele cheesecake que gostamos e demos sorte porque era o último! e por último, aspirinas porque não sabemos o quão longe essas cervejas podem me levar. ” novamente, inflou o peito com orgulho por suas compras bem sucedidas antes de se mover para começar a encher a chaleira elétrica para preparar os cup noodles. musa havia se tornado uma grande devota da chaleira elétrica após muito negar a acreditar que aquilo funcionava. “ é uma merda não poder fingir que estamos sem sinal e internet porque todo mundo sabe que você jamais permitiria isso, mas ” ergueu o indicador, em sinal de que uma ideia viria. “ acho que podemos nos dar o luxo de tirar o resto do dia pra assistir fazermos absolutamente nada! e não dá pra, tipo, usar magia e limpar a cidade toda. e ai? o que me diz? pronta pra uma perfeita noite sem fazer nada? ”
𝘤𝘭𝘰𝘴𝘦𝘥 𝘴𝘵𝘢𝘳𝘵𝘦𝘳 𝘵𝘰 : indigo volt ( @ficdaginny )
𝘭𝘰𝘤𝘢𝘵𝘪𝘰𝘯 : apartamento do jose𝗍𝗋𝗂𝗀𝗀𝖾𝗋 𝗐𝖺𝗋𝗇𝗂𝗇𝗀 : uso de drogas
“ rapaz… ” murmurou, jogado no sofá velho e surrado de casa — a cabeça apoiada nas costas do móvel, os olhos vidrados e ao mesmo tempo anestesiados encarando o ventilador de teto lutando para dar ao menos uma volta a cada dez segundos. o apartamento tinha aquele cheiro específico que arrepiava os cabelos da nuca de sua mãe quando era um mero adolescente. um cheiro familiar até para os vizinhos que evitavam confusões então apenas permitiam. “ é, acho que agora to melhor sobre tudo isso. ” sorriu, o indicador girando no ar para se referir a zona que era sua casa naquele momento após chuva. se não estivesse de sapatos estaria sentindo o chão ainda molhado e até um pouco gosmento pelos resquícios de lama.
tragou mais uma vez, segurando a fumaça por um tempo antes de soltá-la de maneira suave enquanto estendia o cigarro para indigo. “ gatinha, eu tava precisando disso mesmo. ” suspirou, tateando o sofá até encontrar o controle do rádio antigo, ligando-o para ouvir uma de suas músicas favoritas. “ got to find a reason, a reason things went wrong. got to find a reason why my money's all gone. ” começou a fazer gestos exagerados e a ameaçar cutucar a garota apenas para incomodar. então se levantou, estendendo a mão para chamá-la para dançar como se aquela música fosse uma sinfonia clássica. a cabeça balançava de um lado para o outro como uma serpente ameaçando dar o bote, os lábios ainda se embolando em pronunciar as palavras. “ lovin' is what i got! i said, remember that. ”
“ foi mal, irmão. achei que fosse uma pilha de casacos. ” ergueu as mãos demonstrando estar vindo em paz — apesar do falatório inconveniente que surgiu ao encontrar um conhecido pelos corredores do hospital. cumprimentou-o com socos leves. “ a gente se fala mais tarde, roberts. vê se fica longe do povo do aa. eles só estragam as festas. ” o homem riu antes de se afastar e assim flynn se virou para simba, as mãos nos bolsos em um ar forçado de inocência que quem o conhecia sabia bem a verdade sobre ele ser muita coisa, menos inocente. “ vim trazer um conhecido aqui. acho que ele encravou a unha do pé e tá aproveitando o atendimento rápido e de graça pra ver se consegue ajuda. ou algo assim. não quis olhar pro pé dele. ” o sacudir dos cabelos fazia parte do seu charme; bom, ele jurava que sim. “ e você? trabalhando ou visitando? não sei qual é pior nesse caos. ”
não era muito fã de ambientes hospitalares por nenhum motivo em particular e tentava sempre evitar para não atrair nenhuma energia negativa, porém não conseguiria negar ajuda a um idoso que poderia facilmente nocauteá-lo com uma bengala. “ tá no intervalo agora? topa tomar um café discutível na cantina do hospital? ” geralmente o convite poderia vir com um ‘eu pago’ humilde, mas jose estava mais liso que cabeça de careca e ainda pensava em todas as coisas que havia perdido na chuva e precisaria repor: celular, televisão de tubo, a porta solta da geladeira lhe deu o ultimato final quando nem tentou impedir a água de entrar… a lista era grande. “ cara, só me ajuda a não precisar voltar pra casa ou encontrar outra pessoa me pedindo carona pra puta que pariu. ”
𝘤𝘭𝘰𝘴𝘦𝘥 𝘴𝘵𝘢𝘳𝘵𝘦𝘳 𝘵𝘰 : zarina caelwyn ( @homewr4cker )
𝘭𝘰𝘤𝘢𝘵𝘪𝘰𝘯 : porta da casa da zarina
“ por mais que eu ache isso tentador, não acho que seja uma boa ideia. ” soava quase criminoso recusar uma oportunidade de beber, porém aquela pequena figura ao seu lado o lembrava que não deveria beber em serviço. e tudo bem, não era um serviço, mas… “ to acompanhado de uma criança e essa criança nem é minha. ” segurou o menininho pelo capuz do casaco, tamanho o jeito que possuía com crianças; quase como se ele mesmo nunca tivesse sido uma. “ tô tentando achar os pais desse pirralhinho. ” mal se lembrava como havia encontrado aquela criança — ou como a criança o encontrou?! mas sabia que devia estar há pelo menos meia hora rodando o bairro procurando pelos pais do menino com ele em seu encalço pedindo por coisas que jose não poderia pagar. o moleque sabia quanto custava uma bala daquelas?! caro demais.
“ podemos tentar achar e depois voltamos pra essa proposta da bebida, que tal, hm? ” aquilo ele não esqueceria, assim como o sabor de uma boa vodka discutível que poderia comprar com um estranho na rua. “ acho que vamos parecer mais amigáveis numa companhia feminina. e talvez você saiba melhor onde procurar. já olhei em todos os lugares que conheço e não encontramos nada. ” encontraram uma mulher que se dizia mãe do menino, mas duvidava muito pelo olhar apavorado da criança. depois jose percebeu que ela era conhecida como ‘doidinha do centro’ do bairro. estar atento a segurança de uma criança era muito cansativo e ele considerou, de verdade, a proposta da bebida. seria como encher sua moto maximus com gasolina, certo? a mesma coisa. “ topa ir nessa perigosa missão? ”
in my mind [ ... ] i'll start pounding the lid — saying i haven't finished yet, i still have a 𝑡𝑎𝑡𝑡𝑜𝑜 to get that says i'm living in the moment.
a cidade de westbridge dá boas vindas à 𝐌𝐔𝐒𝐀 𝐌𝐎𝐎𝐍, originalmente pertencente ao mundo de winx club! ela tem vinte e sete anos, mora em eastline, e em sua nova vida trabalha como atendente na dawn records e DJ. esperamos que ela esteja se adaptando bem à rotina mundana da terra!
ꗃ pinterest. ꗃ musing. ꗃ visuals.
⋆ 𝑜𝑛𝑐𝑒 𝑢𝑝𝑜𝑛 𝑎 𝑡𝑖𝑚𝑒 . . .
musa cresceu no meio musical — não à toa seu nome —, filha de uma cantora de ópera de sucesso com um pianista. a infância foi cercada de viagens, músicas, apresentações de sua mãe e muito amor, mas isso foi bom apenas enquanto durou. assim como as memórias da própria mãe, musa mal se lembra do dia do acidente; apenas borrões, flashes e algumas vozes falando com ela. quando ela acordou no hospital, recebeu a notícia de que havia perdido a mãe aos seis anos. para ela foi difícil — para seu pai parecia ser ainda pior.
de um homem e pai amoroso, alegre e cheio de paixão pela música, passou a ser ranzinza, frio e com um ressentimento profundo pela música no geral. havia ainda o tratamento que dava a musa por ela se parecer demais com a mãe. para se afastar ainda mais do mundo em que viviam anteriormente, a mudança para westbridge veio como uma rota de fuga — longe dos locais que visitavam quando a mãe de musa ainda estava viva. o resultado foi uma filha rebelde, ressentida com o pai e com um profundo interesse na música por ser o que a ligava a genitora. o lar amoroso passou a ser palco para brigas, guerras frias onde pai e filha mal se falavam.
assim que pode ela se mudou da casa do pai; não precisava de conforto se mal se sentia bem vinda. qualquer possível perrengue seria melhor que aquilo. não conseguiu sair de westbridge, mas saiu de westmere para eastline — onde seu pai jamais iria atrás dela. seu grande sonho é ser uma dj famosa e poder viajar o mundo, assim como sua mãe fez antes de morrer.
⋆ 𝑡𝑟𝑖𝑣𝑖𝑎 . . .
⋆ parece ser durona por fora ( e em alguns momentos até pode ser ), mas é bastante emocional no geral;
⋆ o acidente afetou parte de suas memórias de infância. ela mal se lembra da mãe, apenas a voz cantando para ela dormir;
⋆ sabe tocar alguns instrumentos, já que conseguiu se enfiar em aulas de música na época da escola;
⋆ apesar de compor músicas melancólicas sobre sua vida pessoal, encontrou a melhor forma de se expressar através da mixagem. as batidas da música conseguem conversar com seu coração;
⋆ tem uma lista de relacionamentos mal sucedidos, grande parte por sua culpa;
⋆ quando perguntada, diz que perdeu os dois pais num acidente de carro;