NINGNING FOR ALO
🩵 avery cochrane 🩵
tumblr dot com
Sade Olutola
No title available

Love Begins
No title available
NASA
Cosimo Galluzzi
Doug Jones
Cookie Run:Kingdom Official!

#extradirty

No title available
The Bowery Presents

Kiana Khansmith
Mike Driver
noise dept.

Origami Around
One Nice Bug Per Day
YOU ARE THE REASON
ojovivo

seen from Russia

seen from Malaysia

seen from Kazakhstan

seen from United States

seen from Vietnam
seen from France

seen from Malaysia
seen from United States

seen from Türkiye

seen from United States
seen from France

seen from United States

seen from Vietnam

seen from Canada
seen from Russia

seen from Türkiye

seen from Austria

seen from United States

seen from United States
seen from United States
@tweekndy
NINGNING FOR ALO
AESPA ✩ LEMONADE LEMONADE IS READY
Tudo parece ser grandioso quando se trata de amor, como se, por um instante, tudo encontrasse sentido. Como se o mundo, antes disperso, finalmente se organizasse em torno de algo que pulsa, que aquece, que faz existir de um jeito mais intenso. E então a gente se permite, se abre, se entrega, se expande. Cria espaços onde antes só havia silêncio, aprende a dividir o que sempre foi só seu. E, sem perceber, começa a enxergar a vida a partir desse lugar, até que esse lugar deixa de existir. E o que fica não é apenas a ausência, é a lembrança constante de como era não se sentir vazio. É estranho caminhar pelos mesmos espaços e não se reconhecer neles, é como se tudo estivesse no lugar certo, menos você. Existe uma dor que não se explica, porque não está ligada a algo concreto. Ela não tem forma, não tem nome, mas ocupa. Se espalha pelos pensamentos, pelas pausas, pelos pequenos momentos em que a mente se distrai e, de repente, volta. Mas, aos poucos, algo muda. O vazio que antes sufocava começa a abrir espaço, não porque deixa de doer, mas porque ensina a respirar diferente. Ensina a existir sem aquilo que parecia indispensável. E isso também machuca, porque curar exige soltar o que ainda, de alguma forma, permanece. O mundo perde o excesso, perde o brilho exagerado, mas talvez se torne mais real. Menos idealizado, mais silencioso e nesse silêncio, existe um tipo diferente de presença. No fim, o amor não desaparece, ele muda de lugar. E o que fica não é só a dor, mas tudo aquilo que, um dia, fez sentido o suficiente para transformar quem a gente era.
— Aline em Relicário dos poetas.
Sydney
@librabab-y