Mais exemplos do uso desnecessário do inglês, substituindo ou misturando-se com o português sem necessidade comunicativa.

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Mais exemplos do uso desnecessário do inglês, substituindo ou misturando-se com o português sem necessidade comunicativa.
As modas, intrinsecamente efémeras, motivam empréstimos provenientes de outras línguas, outras vezes neologismos formados de elementos verná
No livro Direito da Língua, o professor catedrático e jurista Jorge Bacelar Gouveia aponta um dedo acusador à menorização do português. E te
Gentrificação linguística de mão dada com a imobiliária?
«Colocar-se nos sapatos de alguém», não sendo uma expressão idiomática portuguesa, fica muito pateta decalcada para português.
Empresa diz que, embora o nome atual em português reflita as origens da companhia, não corresponde à língua utilizada na grande maioria das
— ‘Kitchen’ é…? — Cozinha, mas nós não gostamos do termo. Isto aqui é o quechamamos de ‘coffee corner’, onde a família pode tomar seu ‘break
A ‘anglofolia pacóvia’ vai acabar na Universidade Nova de Lisboa
Boas notícias.
Adverticidade em Portuglês.
Na rua da Boavista.
O latte como uma das «palavras invasoras».
Esqueceram-se de traduzir o resto para inglês?
Também em Itália parecem deste mal.
De cada vez que trocarem o "acho eu" pelo "I guess", estão a cumprir um projecto.
Estão no caminho mais curto para tornar a Europa território americano.
Em português, escreve-se «Bangladeche».
<p>«Desde que fui mãe, comecei a navegar com mais atenção pelo vasto universo dos cuidados com bebés, e foi aí que reparei na quantidade de
Uma babysitter é uma ama (ou, se for mesmo necessário especificar, ama-seca).
Um exemplo [das ameaças ao património imaterial] é o que tem sucedido em Portugal nas últimas duas décadas, em particular nas vilas e cidades, com a progressiva substituição do “Pão-por-Deus” pelo “Halloween”, esta última importada da cultura norte-americana, mas muito semelhante à tradição nacional. Uma dessas semelhanças é o peditório de guloseimas que as crianças realizam pelas casas da sua comunidade. A outra reside nas expressões que as crianças utilizam. No “Pão-por-Deus”, se não recebem nada, as crianças podem responder com versos como os seguintes: “Esta casa cheira a alho! Aqui mora um espantalho!” ou “Esta casa cheira a unto! Aqui mora algum defunto!”. Pelo contrário, se recebem guloseimas, respondem com versos como este: “Esta casa cheira a broa! Aqui mora gente boa!”. A progressiva implantação do Halloween em Portugal constitui um exemplo de ameaça ou risco à continuidade do “Pão-por-Deus” como manifestação do Património Imaterial português, por várias razões. Em primeiro lugar, substitui os versos tradicionais, manifestações da tradição oral da comunidade, por expressões orais originárias do Inglês (“Doçura ou travessura!” / “Trick or treat!”). Em segundo lugar, introduz neste peditório cerimonial infantil o uso de máscaras e fatos muito semelhantes às usadas no Carnaval, mas que tradicionalmente eram totalmente ausentes do “Pão-por-Deus”.
— texto dum formulário de recolha de património imaterial, MatrizPCI, Direcção-Geral do Património Cultural, citado na Wikipédia.