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@valeskalmeida
texto de josé wilker.
certa vez, lendo a biografia de irene ravache li uma frase que guardei para mim e acredito que se me pedissem para fazer uma definição de quem eu sou usaria ela. a frase é “sempre fui uma pessoa mediana, que aprende com a experiência dos outros”.
sempre fui a pessoa que troca qualquer grande evento ou programação para passar um dia inteiro lendo, assistindo um filme ou uma novela. envolta a tanta ficção acho que tomei para mim as experiências e aprendizados de cada personagem que acompanhei.
a verdade é que a minha vontade de ser tudo e ser muitas fez com que a minha vivência tomasse certa platonicidade.
em uma de nossas aulas o professor lançou o questionamento "A arte digital em meios eletrônicos e digitais é democrática?". como é difícil se falar em arte democratizada já que sabemos que a arte é um conhecimento elitizado dentro de toda sociedade e ainda mais dentro da sociedade brasileira que apresenta grandes dificuldades quanto à acessibilidade e igualdade. ainda assim, a arte de digital é a que mais se aproxima de uma democratização de arte, visto que, ela chega a uma população maior se comparada às artes das galerias e de grandes museus. conseguimos perceber isso com o advento da pandemia em que museus renomados, peças de teatros, shows (em forma de live) foram para os meios digitais e eletrônicos, muitas vezes de forma gratuita. assim, foi possível que muitas pessoas tivessem acesso a observar e analisar obras renomadas, apreciar espetáculos e shows dentro de suas casas, podendo adquirir conhecimento sem maiores deslocações, muitas vezes inviáveis. no entanto, nesse mesmo advento da pandemia, o número de desempregados, o número de pessoas passando fome e a miséria no Brasil aumentaram - realidade já existente, mas intensificada. por isso, constatamos que a democratização da arte nos meios digitais é realidade apenas para um grupo privilegiado que tem acesso à internet e a meios eletrônicos. essa realidade não se encaixa apenas no consumo das artes, mas também no fazer artístico, que por ser um conhecimento elitizado os materiais para realizá-los também são e quando esse fazer artístico se transfere para os meios eletrônicos o custo para ser possível é ainda maior. portanto, a arte digital é democrática dentro de apenas um grupo, mas se pensarmos nessa democracia para toda a sociedade percebemos que ela não acontece por uma disparidade econômica e social que enfrentamos em nosso país.