Eu observei seus olhos cansados demais me diziam algo só queriam paz
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Eu observei seus olhos cansados demais me diziam algo só queriam paz
g,
Sinto algo breve neste dia: somente a urgência de permanecer sã pelos anos que estive à beira de sentir o colapso daquela ausência.
Como se estivesse prestes a cair num limbo eterno, porque a vida, às vezes, parece ter essa sensação, seja por milésimos de segundos;
porém, a epifania da idade é quem dita se o tempo continuará propício ao caos.
pare de insistir todas as vezes que os sinais forem muito confusos. o sim é bem claro e objetivo, já o não, muitas das vezes, prefere os labirintos.
— substanciado
Você é única, mas não há nada dentro de você que seja só seu, por isso, cuidado com os ambientes em que você se insere.
-Impulsionarias
“Eu nunca fui bom em lidar com pessoas. Mas até hoje não consegui compreender o por que delas chegarem quando menos esperamos e irem embora nos momentos em que mais precisamos.”
— Pedro Pinheiro.
É difícil não olhar quando você passa. Não sei se isso é bonito de se ver, talvez eu até saiba, só tenho medo de dizer e tantas coisas impossíveis de admitir.
a dor é íntima. por mais que você escreva sobre ela, ela continua sendo sua, só, sua.
cr.
“Aquilo a que você resiste, persiste.”
— Carl Jung
“A verdade é que as pessoas de verdade estão em casa. Não é triste pensar que quanto mais interessante uma pessoa é, menor a chance de você vê-la andando por aí?”
— Tati Bernardi.
Tudo em segredo, tudo no limite.
O ego se dilui, para habitar em Seus desígnios.
Crendo, contemplando, e ainda… padecendo.
Hoje é meu aniversário, e eu me sinto como nas sextas-feiras à noite: só. As velhas companhias nunca me fizeram diferença. Para alguém como eu, a esperança é algo perigoso. Eu reduzi as palavras, achei conveniente dizer o óbvio, recorrente e clichê de todo ano, porque toda realidade não cabe nessas linhas invisíveis — nem resumindo. A melancolia é a arte da chuva, mas hoje a manhã está radiosa. Sou grata ao Deus inefável pela vida, mas estou um pouco confusa agora para estender a minha gratidão.
Estive pensando nos meus pecados, logo depois de cometê-los. São erros que pertencem ao velho homem, à versão antiga de mim… E, curiosamente, não senti culpa, nem arrependimento. Mas há uma palavra que me define quase sempre, quando não estou distraída: deslocada. É assim que me sinto.
Martinho Lutero disse uma vez: 'Pensei que o velho homem tivesse morrido nas águas do batismo, mas descobri que o infeliz sabia nadar. Agora tenho que matá-lo todos os dias.' Mas eu... não tenho conseguido matá-lo nem um único dia. E o mais estranho é que não me sinto fraca por isso. A verdade é que eu simplesmente deixei de sentir. Tenho vivido num estado de limbo.
Dessa vez, observei o velho eu de fora. Não literalmente, mas com consciência. Não senti o peso esperado de um cristão que reconhece o pecado. Ao contrário de sentir demais, eu não senti nada. E talvez isso seja o mais perigoso.
A apatia tem me habitado nos dias em que eu deveria estar lutando. E tudo acaba voltando para o mesmo lugar: o ponto de partida. É como se, mesmo conhecendo o caminho, eu estivesse sempre perdida.
Amar, talvez, seja ser o fim de muitas coisas. O fim de um começo que nem começou porque esse é o preço que algumas pessoas pagam por não suportarem o eco da decepção, nem mesmo seus resquícios.
Mas, apesar de tudo, sempre há a certeza de que foi amor. Mesmo que por um breve momento.
O amanhã é a âncora no tempo para não afundar no agora.
“Bom, às vezes a vida é dura, mas eu tenho muita coisa para agradecer.”
— A Cabana.