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Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
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if i look back, i am lost
YOU ARE THE REASON
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH
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ojovivo

tannertan36
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Origami Around
occasionally subtle
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roma★

Kiana Khansmith
Mike Driver

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@vensdaivais
BENDITO
Louvado seja Deus, meu senhor Por que meu coração está cortado a lâmina Mas sorrio no espelho ao que À revelia de tudo se promete; Por que sou desgraçado como um homem tangido para a forca, Mas me lembro de uma noite na roça O luar nos legumes e um grilo Minha sombra na parede. Louvado sejas por que eu quero pecar contra o afinal sítio aprazível dos mortos, Violar as tumbas com o arranhão das unhas, Mas vejo a tua cabeça pendida e escuto o galo cantar Três vezes em meu socorro. Louvado sejas, porque a vida é horrível Porque mais é o tempo que eu passo Recolhendo os despojos - velho ao fim de uma gerra como uma cabra - Mas limpo os olhos e o muco de meu nariz Por um canteiro de grama. Louvado sejas por que eu quero morrer, mas tenho medo E insisto em esperar o prometido Uma vez quando eu era menino Abri a porta de noite A horta estava branca de luar E acreditei, sem nenhum sofrimento: Louvado sejas! Adélia Prado
Sindrome de Tourette
quando você sente aquela risada te dissolver
e o sorriso te enlaçar o estômago
e tenta disfarçar os olhos que imploram “faz de novo”
“Sua visão se tornará clara somente quando você olhar para dentro do seu coração. Quem olha para fora, sonha. Quem olha para dentro, acorda.”
Carl Jung
Sobre olhar a tristeza nos olhos e sorrir.
Sobre não saber nadar
Eu não sei se estou do lado certo do rio. Mas talvez, não haja um lado certo. Talvez não se deixar mergulhar seja a maior estupidez que alguém possa cometer.
Eu dou aulas de inglês com 18 anos. Reprovei dois anos na escola, então ainda tenho aulas de inglês na escola e ensino inglês em outra. Muitas vezes meu corpo todo treme, eu não sei o que dizer e meu pulso não é forte o bastante pra cumprimentar gente tão mais velha que eu. Nesses momentos, eu sou todo dor. E uma vontade gigante de sair correndo pela porta. Voltar pra baixo do meu cobertor e morar lá pra sempre. Mas não funciona mais assim.
Acho que meus pés estão molhando de leve a água. Talvez, eu jamais devesse ter passado um dia longe dela. Pensar na vida e no cotidiano como um rio é aterrorizante porque não sei nadar. Essas duas coisas se associam naturalmente na minha cabeça e eu entro em desespero. Estar seco, à beira do rio, é tão confortável, não? É doce. Não há frio, nem muito calor. Nem maior preocupação. Porque não existe compromisso. Não existe coisa alguma.
Lembro perfeitamente de pedir perdão a Deus por não ter vivido boa parte da minha vida. Por ter passado boa parte da pequenez do meu tempo de vida nessa pequena área, onde a água nem encosta e o Sol não chega. Mas dói, sabe? Tudo é dor por lá. E sabe o que percebi? Meu medo maior nunca foi tentar. Foi não conseguir. E talvez isso me persiga a vida toda, mas aprendi outra coisa também.
Em Cristo, tenho vida. Em Cristo eu vivo de um jeito que nem sei definir na minha cabeça. E a morte, é só a morte. Então, enquanto isso, não preciso de nada. Não preciso conseguir. Se consegui ou não, foi da vontade de algo maior que não me compete entender. Compete a mim amar. Amar com toda minha força e isso me será o suficiente pra que a minha vida seja completa em uma looonga lista de sentidos.
O resto é somente o resto. O resto acaba. Cristo, não.
Prefiro o verde dos meus areais prefiro o som dos meus cantos no espaço prefiro sentir o mundo num abraço prefiro esse absurdo e até dizer que eu prefiro o sobrenatural prefiro ouvir uma voz no silêncio sentir no peito um amor quando eu penso no incomparável carinho da cruz
Today’s the day. The day you help save the internet from being ruined.
Ready?
Yes, you are, and we’re ready to help you.
(Long story short: The FCC is about to make a critical decision as to whether or not internet service providers have to treat all traffic equally. If they choose wrong, then the internet where anyone can start a website for any reason at all, the internet that’s been so momentous, funny, weird, and surprising—that internet could cease to exist. Here’s your chance to preserve a beautiful thing.)
1953 Floods from Gun Hill, Southwold, Suffolk, Frank Forward, 1953 Oil on canvas, 35 x 45 cm