
No title available
art blog(derogatory)

tannertan36

Janaina Medeiros

#extradirty
Cosmic Funnies
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH
Three Goblin Art

roma★

祝日 / Permanent Vacation
Xuebing Du
noise dept.

shark vs the universe
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
🪼
he wasn't even looking at me and he found me
Peter Solarz
DEAR READER
occasionally subtle
h
seen from Argentina

seen from Egypt
seen from Morocco
seen from Morocco
seen from United Kingdom

seen from United States
seen from United States

seen from Brazil
seen from United States

seen from Russia

seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from United States

seen from Botswana

seen from Malaysia

seen from United States
seen from United States
@very-madworld
“Eu não aguento esperar para te ver, isso acaba comigo.”
— Luara Quaresma
“Talvez a felicidade seja como as ondas do mar. Precise recuar, ganhar força, forma, para só depois correr de peito e braços abertos com toda vontade para abraçar a areia. Talvez eu seja como o mar. Revolto e calmo. Em dias de marés cheias, momentos de marés vazias. Tenho andado pelos dias com a cabeça confusa, como se desgostasse de tudo, de quase todos. Como se buscasse um novo rumo, uma nova história, um novo motivo, mesmo que bobo, para sorrir. Uma vontade que ainda não tem nome. A vida tem dessas. Num dia te presenteia com sorrisos sem motivos. No outro, te convida há passar o dia todo na cama, pela mesma ausência de motivos. Uma vontade que ainda não tem nome. Mas já aperta o peito. Às vezes é só vontade de um abraço apertado, ou de uma tarde de sono tranquilo. Um sorvete no domingo. Uma conversa de beira de porta na sexta. Às vezes, é só vontade. Uma vontade que ainda não tem nome, mas já é vontade. Talvez a felicidade seja como as ondas do mar. Guarde mistérios imensos em suas entranhas, esconda criaturas inimagináveis, e seja regido por um ser supremo. Um ser que às vezes assume o papel de o outro lado do espelho, e fique te jogando na cara a obrigação de se fazer feliz. Talvez eu seja como o mar. Revolto e calmo. Em dias de marés cheias, momentos de marés vazias. Por mais que os de marés vazias me tomem mais as horas do dia. E as cheias, sejam tão imensas que terminem em desaguar e derramar águas em oceanos vizinhos. Chocando-se em novos mares. A vida tem dessas. E o mar, talvez ele seja como o rapaz.”
— Matheus Rocha
“Eu decorei os teus sorrisos, digo, todos eles. Você sorri quando me vê, esse foi bem fácil de perceber, é sempre longo e da pra ver os teus dentes inferiores. Você sorri por educação, esse é bem rápido. Você sorri quando acha algo engraçado e esse sempre vira gargalhada e te deixa sem fôlego. Você sorri quando está com vergonha e as suas faces coradas falam por você. Você sorri quando te fazem uma surpresa, esse também foi fácil de perceber, teus olhos sempre ficam marejados. Você sorri quando lembra de alguma coisa e o seu olhar fica paralisado. Você sorri quando diz que me ama e esse se parece bastante com o seu sorriso tímido. Você fecha a cara quando diz que me odeia, mas você sorri com os olhos.”
— Querido John.
Funeral, Phoebe Bridgers