No title available
YOU ARE THE REASON

JBB: An Artblog!

Andulka
Keni
dirt enthusiast
One Nice Bug Per Day
KIROKAZE

⁂
Not today Justin
taylor price
Game of Thrones Daily
Cosmic Funnies
tumblr dot com

shark vs the universe
Sweet Seals For You, Always
todays bird

❣ Chile in a Photography ❣
noise dept.

Kaledo Art
seen from United States

seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from Chile
seen from Malaysia
seen from Argentina
seen from Italy

seen from United States
seen from Argentina
seen from Nepal

seen from Germany
seen from United Kingdom
seen from Malaysia
seen from South Africa

seen from Germany

seen from Malaysia
@vihharriscado
Cláusulo coração
Ainda que eu sempre cave mais pra descobrir É sempre cedo demais pra te concluir Porque ser correspondido e não saber É como tocar e não sentir E quando pensas que irá ser fácil Porque é pequena ao teus olhos A vida te mostra grande Mesmo as vezes em anos Tempo inexistente E o que era em supostas vivências passadas; um refúgio temporário Virou um tempo de refúgio Aonde esperas eternamente Pra viver um agora que passa rápido E assim é continua e repetitiva A espera pra fazer-te me cavar Pra ver se me conclui Pra eu poder tocar e sentir Pra ver se compartilhamos A conclusão.
Victor Hugo de Mendanha Arriscado
A beleza é o último véu antes da morte
Me pareceu um jardim lindo Não o melhor ou mais chamativo de todos Mas sim pequeno, sem saber do seu potencial Seus brotos eram ao todo agradáveis aos meus gostos e desgostos Chegando perto à descobrir-te, foi respirar esperança perdida e espelho intacto ao alcance, uma vez, depois de tanto tempo Mas saindo dali, teu batom exatamente como as rosas me deram pequenos cortes Fazia tanto tempo que já não entrava em nenhum jardim para os descobrir, apenas para arrancar algumas de suas flores de meu agrado e me ir embora; Fazia tanto tempo que eu não deixava nenhum jardim me arranhar Percebendo as pragas, espinhos e ervas daninhas fugi a um tempo assustado e não querendo mais apreciar mato algum E foi sempre quando esse jardim voltava a me chamar E foi sempre quando ia tentar descobrir algo mais sobre, explorar mais, sendo cauteloso com suas raízes E sempre quando tuas raízes me envenenaram com os belos caules de curta degustação que me destes Acabei tanto querendo a vir ser um bom botânico amador que esse jardim já percebeu que todo véu de beleza que tem a me oferecer, me dói, e não consigo ignorar essa dor, A grande questão com respostas é, a natureza não se muda conforme nossas necessidades e fraquezas, nós mudamos conforme seus feitos, quando não sabemos mudar é comum que algum catástrofe natural venha a tona, e então, se deixo o que restou dessa (des)ventura para outro botânico amador ou simplesmente aceito as feridas com as quais não sei lidar.
Victor Hugo de Mendanha Arriscado
Do céu
Mais agradável são os dias em que nossos olhos se abrem friorentos e gelados Tanto quanto nossos placebos Me sinto confortável Fatos semelhantes Habitats semelhantes Um cérebro e coração 0°c para um dia 0°c Não precisamos nos camuflar no falso e aconchegante calor Porque somos feitos de muros e paredes refrigeradas Derrubam uma e outras nascem no lugar Caindo de penhascos, como o orvalho sendo poluído antes mesmo de tocar o chão Só que esse abismo depressão não nos permite levantar não queremos levantar Acordamos caídos Dormimos Caídos Vamos até o fim caídos Nessa geração de gelo a única coisa que vem do céu é a chuva ácida.
Victor Hugo de Mendanha Arriscado
Lone orchestra of each poet
Como fábricas cinzas Vezes produzimos em massa Vezes ficamos sem energia Morremos da desesperança De que ninguém escuta realmente nossa orquestra Só sabem ouvir os gritos E assim perdemos toda a vitalidade e força para que uma obra; se nunca reconhecida como deve ser? Para que uma tonelada de informação; para uma nação preguiçosa? Mas em algum ponto dessas milhas que andaremos Nós retornamos, exatamente como a fênix E isso acontece quando a garganta se sufoca de observações caladas. E sempre acontecerá, enquanto nós existirmos.
-Victor Hugo de Mendanha Arriscado
The real Pandora box inside us
Carregamos uma cruz Pra mim ela se chama vida É pesada demais e minhas costas doem Tudo o que me faz doer são sentimentos Ando agora em direção à um penhasco Cujo todos do meu mundo vão parar mais tarde Sei que a minha cruz nem a de ninguém vai ser grande o bastante para servir de ponte à imortalidade Então porque eu já não arremesso essa cruz no penhasco com o meu pé amarrado nela? Porque tenho algumas milhas a andar ainda E sei que vão ser repetitivas Porque meu governo já as predeterminou quando comecei a andar Porque meu mundo corrompido já me colocou com as sombras em volta E agora eu só ando ou descubro que se eu largar a cruz antes, tudo acaba ou tudo começa?
-Victor Hugo de Mendanha Arriscado
Natureza (selva)gem?
Em momentos de apuros Recorremos muito mais à mente do que ao coração. Temos duas metades, uma luz, outra trevas. Chega da ideologia mal vs bom, bom vs mal Transformei cada metade em uma raposa. Duas raposas. Conforme os atos iam com frieza e cálculo, as raposas continuavam minhas servas. Quando por simples desleixo de deixar-me levar pelos sentimentos As duas raposas viraram enfurecidas e me disseram que eu não era merecedor delas, me atacaram ferozmente. Nascemos com apenas uma natureza, e morreremos com ela, cabe a mim (você, todos) controlá-la ou deixar ser domado. -Victor Hugo de Mendanha Arriscado
Meio termo infinito
Minha vida pode se esvair por mim Mas ela é minha E não tua Quando tua pele encosta em mim crua mas não nua É só um baque passageiro Mas quando tua alma encosta na minha Ocorre uma tempestade E dela cai sombras e luzes Escondidas em medos por trás da fumaça Que cai direto nos meus ombros E assim saio espalhando discórdia ou amor Sempre dependendo de onde eu quero sair ou de onde eu renasci Porque eu Nasci aonde precisei E vou morrer aonde eu quiser E do jeito que eu quiser Porque foda se apenas o corpo A alma é minha E não tua. -Victor Hugo de Mendanha Arriscado
Aonde já não podemos mais tocar.
Você vê o imaginável, certo. E o inimaginável? Porque o futuro é desconhecido assim como a área que seus globos oculares não alcançam? E quando você me pergunta se está tudo bem? Se seus ouvidos não puderem escutar e você não puder imaginar, esses fios emaranhados dentro do meu cérebro, você irá simplesmente desenrolá-los e escutar a música que eles transmitem? ou você achará que é difícil demais por nenhum do seus sentidos, nenhum dos seus sensos, conseguirem enxergar? -Victor Hugo de Mendanha Arriscado.
Loop desgastante
Os novos olhos são as portas das retrógradas almas desse mundo inovador e gelado. Da energia gasta tentando ser novo, desafio de quem quer ser acompanhado pelo tempo certo pelo próprio tempo, façanha essa que temos que sucumbir ou isolarmos - nos de tudo. Então o olho novo olha pra fora da alma retrógrada e sucumbimos nossa consciência para um novo, um repetitivo dia. -Victor Hugo de Mendanha Arriscado.
Metáfora por inteiro "Escape suicida"
Como na Grécia, de manhã anda com 4 pernas, de tarde com 2 pernas, e de noite com 3, só que diferente de Hércules o jovem rapaz não conseguiu abater seus monstros e desafios e sucumbiu a vontade da esfinge, quando com 4 via o mesmo sino a balançar e indiferente nunca percebia algo de diferente nem nele nem a sua volta, quando com 2 já podia ver e ouvir o sino a tocar e a balançar chamando ele para um gole de esperança. Quando com 3, já não via, já não ouvia, já não sentia. O sino parou de tocar, o sino parou de lhe chamar, as paredes que nada tinham de diferentes pararam de ter movimento e esse pequeno rapaz viu, quando por conta própria decidiu ver a sua vida se esvair que essa vida amargurada e sempre mesma de rotina sempre se revela se olhada com outros olhos. -Victor Hugo de Mendanha Arriscado
À sombra da luz.
Eu coloco toda minha dor Eu escrevo por ela Algumas em metáforas Para que só eu entenda Eu te garanto, dor, que você é necessária. Em alguns ambientes vazios e sombrios, o sol invade e coloca sua beleza, sem a sombra isso não seria possível, dona sombra, ou melhor, dor. Muito obrigado por me fazer refletir e ver, que me faz inovador e muitas vezes me ensina a ser um pensador do sol vivendo em sua sombra, para que nunca pare eu de refletir, espero eu que um dia o meu reflexo seja a luz refletindo no espelho e vice e versa, por enquanto sigo contínuo sendo preenchido nesse espaço por essa linda luz -Victor Hugo de Mendanha Arriscado
To you father.
Não tenha vergonha de ser o girassol em meio os cactos, porque ao mesmo tempo em que os trovões e raios caem, fazem tremer o solo e são capazes de crescer um sentimento desesperador em nós, compensa-nos com a chuva que limpa e umedece o clima, compreenda esses cactos e tenha a noção de que eles cresceram e foram formulados para isso, então absorva a essência da natureza e compense seus males elevando a benevolência presente no fundo, como um raio e um trovão. Seja um girassol. -Victor Hugo De Mendanha Arriscado