Não saio por aí amando todo mundo que encontro pelo caminho, meus sorrisos não aparecem com facilidade, mas me importo com as pessoas.
Jogos Vorazes. (via motivando)

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@vivendo-o-equilibrio
Não saio por aí amando todo mundo que encontro pelo caminho, meus sorrisos não aparecem com facilidade, mas me importo com as pessoas.
Jogos Vorazes. (via motivando)
Eu te via como um ser intocável. Como uma pedra muito preciosa para o meu caminhãozinho que só sabia carregar areia. Mas eu me enganei, tua alma está tão perto da minha, que agora, mas do que nunca, eu sei que posso te alcançar.
Nota 07
Já dizia Cicero: Ah Dindi, Se tu soubesse como machuca Não amaria mais ninguém.
exclui o gênero exclui a origem exclui a raça exclui a religião inclui consentimento deixa o libido fluir faça amor com amor.
Elisa Bartlett. (via oxigenio-dapalavra)
O nosso caso é música, tipo romance sertanejo, ginga de samba no trabalho, um reggae se eu te beijo. Na briga, amiga a gente é punk, mas na cama tu diz que me ama e a gente faz um funk. Viver nunca é fácil, pra mim também não é, já andei sem foco, sem força, só contando com a fé. Achei meu foco no amor dessa mulher quando eu disse “sou pobre, sonhador” e ela disse “já é”. Se ela fosse um rap, seu cheiro seria o beat, pra ver ela outra vez eu deixaria no repeat; saberia de cor cada linha, cantaria e declararia pra todos que aquela música é minha. O primeiro acorde seria o seu olhar; a introdução seria o seu sorriso; seu corpo, o improviso com a letra mais treta de rimar, e seu beijo seria o refrão mais fácil de lembrar. E eu lá, não tinha um tostão, pulava de chinelo a catraca do ‘busão’, eu tinha vontade, mas não tinha uma razão, foi quando eu te encontrei, sem ar, sem chão. E você me quis assim, sem nada pra te oferecer. Sem nada pra te pagar, pra fortalecer. Sem nada. Mas com o suficiente pra fazer tudo por você. É hora do aluguel, chegou o fim do mês, Deus queira que o despejo não nos pegue dessa vez. Ração pros dog, macarrão pra ‘nóiz’ e pra vocês que acreditam que na busca do amor não existe leis. Eu vagabundo, ela linda. Dormindo no meu peito desse jeito, mais ainda… Era amor de verão, eu te pedi uma chance e aí a gente passou longe desse lance de “um lance é um lance”. Eu sempre disse que ia clarear, clareou! Nosso som ainda é “até o final”, não “acabou”. Cansei de ir tão longe, trouxe pra morar comigo, que o mundo exploda se seu coração for meu abrigo. Te ligo daqui pra dizer que tô indo, o avião já tá saindo, chavequei na cara de pau, vai dizer que eu sou lindo, trabalhei feito jegue na roça, carroça e meu som. Nossa rosa é meu bom. Entreguei por um sonho, botei fé em mim pra viver do meu dom. A vida quis que assim acontecesse, me deu a opção pra que eu me resolvesse. Chico Buarque faria mais trinta som se ele te conhecesse, mas não foi ele; fui eu, e eu faço rap, então fiz esse. Romântico, malandriado, maloqueiro, apaixonado, jogado a seus pés, exagerado. Nem Chuck Norris, nem Jack Bauer, neguinha. Fica tranquila que a missão de te fazer feliz é minha!
Projota (via citografou)
Já parou pra pensar como fica um coração depois de uma partida? Já imaginou como ele fica dividido e subdividido? Onde cada pedacinho é uma nova dor. Onde cada dor é uma nova lágrima. Tem coisa pior que ter que continuar sozinha depois do fim de dois? Ter que reaprender a fazer tudo, só que agora de maneira diferente. Agora tem que aprender a fazê-las sem ter a mão que te segurava antes. Sem ter a outra parte do peito. Sem ter companhia. Mas você deve estar pronto, deve ser flexível às decisões alheias. Hoje você tem alguém, mas uma hora ou outra ela vai te deixar. E ela vai assim, sem aviso prévio, sem retorno e sem passagem de volta, só com seu coração. Mas depois de tudo, você tem que aprender, por você ou por quem quer que seja. Tem que se acostumar que vai ser sempre assim. Que nesse vai e vem de pessoas, você vai ficando cada vez mais incompleta. Que a cada ida, vão te levar mais uma parte de ti. E que depois de um tempo, você vai estar mais nos outros do que em si mesma. Chega um tempo em que você se olha e não consegue ver mais nada além de um vazio. Onde você é o vazio ou o vazio é você. Parece que as coisas não são mais feitas pra você, ou é você que não está mais na forma das coisas. Te da a sensação que para você as coisas tendem a dar sempre errado, mas nem sempre é assim, uma vez ou outra você acerta. Uma hora você sorri certo. Sem jeito, mas sorri.
Motivando. (via motivando)
Para Deus, não interessa o que fomos, mas sim quem podemos nos tornar com Ele.
Carta de Cristo (via cartas-pra-deus)
Procure a serenidade, a suavidade, a paciência, a humildade e o amor para encontrar sabedoria.
Edison Botelho (via epicas)
Te desejo uma fé enorme. Em qualquer coisa, não importa o quê. Desejo esperanças novinhas em folha, todos os dias. Tomara que a gente não desista de ser quem é por nada nem ninguém deste mundo. Que a gente reconheça o poder do outro sem esquecer do nosso. Que as mentiras alheias não confundam as nossas verdades, mesmo que as mentiras e as verdades sejam impermanentes. Que friagem nenhuma seja capaz de encabular o nosso calor mais bonito. Que, mesmo quando estiver doendo, não percamos de vista nem de sonho a ideia da alegria. Tomara que apesar dos apesares todos, a gente continue tendo valentia suficiente para não abrir mão de se sentir feliz. As coisas vão dar certo. Vai ter amor, vai ter fé, vai ter paz. Se não tiver, a gente inventa. Te quero ver feliz, te quero ver sem melancolia nenhuma. Certo, muitas ilusões dançaram. Mas eu me recuso a descrer absolutamente de tudo, eu faço força para manter algumas esperanças acesas, como velas.”
Caio Fernando Abreu. (via citografou)
Sou tri exagerada. Faço tempestade em copos de água, plástico, vidro, cristal e requeijão. O que é ser normal? E anormal? Qual a linha divisória entre essas duas coisas? Eu não sei e, pra falar a verdade, não sei se me enquadro nos “normais”, acho que estou fora dos padrões da normalidade. Tenho medo de escuro, durmo com a televisão ligada. Adoro assistir filmes de suspense-aterrorizante e depois morro de medo. Detesto futilidades, mas sempre dou uma olhadinha na Caras e na coluna social da Zero Hora. Gosto de Literatura Portuguesa e leio muitos livrinhos-bestas também. Amo dias ensolarados e adoro dormir com chuva. Aquele barulhinho é maravilhoso. Sou louca pelo frio e adoro tomar banho de mar e de piscina no verão. Não tenho paciência para escutar longas histórias, mas falo pelos cotovelos. Gente devagar e lerda me cansa. Tenho medo de gente, mas vivo no meio deles. Acho difícil compreender a mente humana. Ju-ro que me esforço. Sou teimosa, mas sei escutar. Sou firme pra defender meu ponto de vista e, ao mesmo tempo, sou indecisa. Quando tenho que me decidir penso demais e reflito exaustivamente sobre o assunto. Sou impulsiva, minhas atitudes seguem meu instinto. Não penero o que falo, as palavras vão saindo da minha boca e quando me dou conta…Falei! Às vezes as pessoas se magoam com esse meu jeito de ser. Sou sincera, mas às vezes guardo pra mim certos pensamentos. Sou cara-de-pau, falo na cara. Super corajosa e super covarde. Tenho mania de limpeza e inúmeras vezes o meu quarto está uma verdadeira zona, bagunçado e do avesso. Sei que malhar faz um bem enorme pra saúde, mas às vezes prefiro ficar embaixo do cobertor vendo um bom filme e comendo um montão de pipoca (ao invés de suar a camiseta). Na tpm sou uma égua-ambulante. Fora da tpm meu humor oscila demais, sou doce e ácida, tudo junto. Meu humor muda muito rápido. Sou educada sempre, mas basta um cidadão ser mal educado comigo… Que viro onça! Defendo meus amigos e brigo por eles. Estou ao lado da minha família sempre, em qualquer circunstância. Sou sentimental ao extremo. Me apaixono fácil, me apego rápido demais. E tenho uma capacidade tremenda de deixar de gostar de alguém de uma hora pra outra. Sou irônica e de vez em quando não entendo piadas. Sei exatamente o que fazer pra modificar o que está errado na minha vida, mas seguidamente me sinto parada, estática, no mesmo lugar, sem saber pra onde ir. Faço escolhas erradas e apostas certas. Sou chorona. Choro de dor, de amor, em comercial, em filmes, ouvindo uma música. Choro por chorar, choro quando me dá na telha. Mas não é na frente de todo mundo que me sinto à vontade pra chorar. Gosto de moda, mas não sigo a moda. Sigo meu estilo. Acho que cada um deve procurar o seu. Sempre ando arrumada e com o cabelo no lugar. Unhas feitas. Em alguns dias me dá vontade de sair que nem uma mendiga. Gosto de conversar, sou do papo mesmo e, às vezes, não tenho ânimo de abrir a boca pra nada, só quero ficar quietinha na minha, escondida do universo. Adoro usar salto, mas também uso tênis e ando de pé no chão. Gosto de passear de meias pela casa. Adoro calcinha de algodão, aquelas com desenhos e super coloridas. E também gosto de lingerie de renda francesa. Gosto de champagne e água com gás. Não gosto de cortinas. Adoro luz de velas e bichinhos de pelúcia. Beijo na boca e abraço apertado. Odeio que me tratem como se eu fosse de cristal, como se eu fosse quebrar. Gosto de emoções fortes. Acho que um colinho é sempre bem-vindo, em qualquer situação. Adoro homens carinhosos, mas detesto homem grudento e meloso, credo! Eles me dão ânsia de vômito. Odeio rótulos e não suporto rotina. Rotina cansa, desgasta e é prejudicial à saúde. Creio que conviver comigo seja como andar de montanha-russa: ao mesmo tempo em que sou previsível, te surpreendo num piscar de olhos. E aí? Sou normal ou vou ganhar um carimbo no meio da testa escrito: interna já no hospício? Não sei. E quer saber? Prefiro não ser. O normal é chato, sem graça e sem sal. Como dizia Raul Seixas “eu prefiro ser essa metamorfose ambulante…”
Clarissa Corrêa. (via citografou)
Sim, eu tenho milhares de defeitos, alguns medos, vários problemas. Mas e daí?
Clarice Lispector. (via citografou)
Por isso, sou a favor do jogo limpo. Se uma coisa te feriu e te machucou, diz. Se uma coisa ficou entalada na garganta, cospe. Se uma coisa tá incomodando, tá te apertando, tira. A vida fica mais simples assim.
Clarissa Corrêa. (via citografou)
Eu tô aqui, sabe? Pra conversar, brigar, rir, fazer loucuras. Não precisa me contar o que aconteceu ou porque você tá mal. Só me deixa tentar colocar um sorriso no seu rosto.
27-06 (via delator)
O que parece trágico agora não terá a menor importância daqui a alguns anos.
Simplesmente Acontece. (via motivando)
Uns vão, uns tão, uns são, uns dão, uns não, uns hão de. Uns pés, uns mãos, uns cabeça, uns só coração. Uns amam, uns andam, uns avançam, uns também. Uns cem, uns sem, uns vêm, uns têm, uns nada têm. Uns mal, uns bem, uns nada além.
Caetano Veloso. (via motivando)
Deus cura os que têm o coração partido.
Salmos 147:3 (via motivando)
Liberdade é pouco. O que desejo ainda não tem nome.
Clarice Lispector, no livro "Perto do coração selvagem". Rio de Janeiro: Rocco, 1998 (via retaliador)