Você não se importa se eu me trocar aqui, se importa?
Quer ajuda?

ellievsbear
Phantogram Three
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
Sade Olutola
The Bowery Presents
Fai_Ryy

izzy's playlists!
One Nice Bug Per Day
Cosmic Funnies
$LAYYYTER
macklin celebrini has autism
Interview Vampire Daily
No title available
ojovivo

@theartofmadeline
🪼
Cosimo Galluzzi

Jar Jar Binks Fan Club

#extradirty
seen from Belgium

seen from United Kingdom
seen from Venezuela

seen from United Kingdom

seen from United States

seen from Germany

seen from France
seen from Moldova
seen from United States
seen from United States
seen from Brazil
seen from Netherlands

seen from United States

seen from Malaysia

seen from Netherlands
seen from United States

seen from Spain

seen from Türkiye
seen from United States

seen from Canada
@wakefuldanny
Você não se importa se eu me trocar aqui, se importa?
Quer ajuda?
wakefuldanny:
A morte de Francesca já não era segredo para ninguém do Instituto, na verdade, morte não era mais mistério para ninguém não depois do baile. Tudo o que o rapaz pensava era em como Olívia estava e a resposta era clara: devastada. Daniel odiava ter que ficar pensando na morena daquele jeito, a única garota com quem ele vivia pensando era Victoria e ela era sua irmã. O fato era que Daniel não queria se envolver demais com Olívia por que o resultado era claro, alguém iria acabar se machucando. Então o plano era: evitar Olívia a qualquer custo. Assim como seus outros planos ele não conseguiu realizar direito pois lá estava ele de frente a morena. - Hey… - disse, o rapaz queria dizer algo mas não sabia o que dizer, não sabia pelo o que a loira estava passando. Então com força suficiente para não machucar a garota ele a abraçou. - Eu sei… -
O aperto de Daniel era reconfortante, até calmante para ela. Se sentia um pouco segura dentro daquele aperto e isto não era bom. Aquilo era sinal que ela estava se apegando demais ao menino e isto era um sinal ruim, Olivia já podia ver a palavra perigo brilhando em sua mente quando estava perto do loiro. Não que ela estivesse ligando para aquilo no momento, precisava daquele aperto familiar para acalma-la e assim afundou sua cabeça no pescoço do menino, deixando o cheiro invadir seu olfato. “E-Eu não sei o que fazer… Ela era minha melhor amiga.” Sussurrou tão baixo que se não estivesse perto do ouvido do menino, teria certeza que ele não ouviria. Ela se afastou um pouco para olhar nos olhos dele.
As palavras fugiam de sua boca, tudo o que podia e queria era ficar ali abraçado com a morena. Poderia ficar ali por um bom tempo e ele sabia que a morena também, por mais que Olívia era um desafio para Danny o rapaz era bom demais para aproveitar da situação. A garota estava em pedaços, que tipo de pessoa ele seria se aproveitasse? - Eu sei, babe. Eu sei...- disse, tendo que abaixar sua cabeça para que pudesse ouvir o que a garota havia sussurrado. Daniel estava perdido, nunca havia estado naquela situação tudo o que pode fazer foi ficar olhando para os lindos olhos de Liv, com suas duas mãos o loiro colocou suas mãos sobre a lateral do rosto da garota onde enxugou as lágrimas que ainda estavam caindo pela sua bochecha <B>- Eu estou aqui, Liv. Não vou deixar nada que aconteça com você... Eu prometo. - </B>disse, deixando que um sorriso brotasse em seu rosto. - E também se algo acontecesse com você sua família me mataria.
Ao ouvir o som da voz de Daniel, levantou seus olhos do chão para ver o loiro. Havia acabado de descobrir da morte de Francesca e, depois de muito chorar, estava finalmente se acalmado. A dor em seu peito era muito forte, mas ela se levantou em um pulo e envolveu os braços em volta do menino. “Ela… Ela morreu…” Sussurrou no ouvido do outro, algumas lagrimas começando a descer novamente.
A morte de Francesca já não era segredo para ninguém do Instituto, na verdade, morte não era mais mistério para ninguém não depois do baile. Tudo o que o rapaz pensava era em como Olívia estava e a resposta era clara: devastada. Daniel odiava ter que ficar pensando na morena daquele jeito, a única garota com quem ele vivia pensando era Victoria e ela era sua irmã. O fato era que Daniel não queria se envolver demais com Olívia por que o resultado era claro, alguém iria acabar se machucando. Então o plano era: evitar Olívia a qualquer custo. Assim como seus outros planos ele não conseguiu realizar direito pois lá estava ele de frente a morena. <B> - Hey… - </B>- disse, o rapaz queria dizer algo mas não sabia o que dizer, não sabia pelo o que a loira estava passando. Então com força suficiente para não machucar a garota ele a abraçou. <B> - Eu sei… - >
would you give me the preasure of this dance? ☪ olivia and daniel
wakefuldanny:
O garoto sorriu de leve com a provocação da garota. Com o passar do tempo no instituto, Daniel adquiriu uma certa fama de galinha e esses tipos de provocações de Olívia já era uma coisa que Daniel já estava acostumado mas ele não se importava até por que ele gostava. - Toda hora é minha hora de brilhar, pensei que você já soubesse disso. Mas respondendo sua pergunta, já encontrei uma garota. Você acha que aquela loira ali vai ser difícil? - provocou apontando para uma loira qualquer na pista de dança.
Se alguém perguntasse para ele, Daniel conseguiria descrever o dia em que conheceu a morena. Daniel tinha uma boa memória e sempre que podia usufruía dela. - São só boatos. Você não acha que eles seriam idiotas o suficiente para vir aqui, no único lugar onde suas bundas podem ser chutadas? Mas se acontecer, não precisa ficar preocupada eu te protejo. - disse sorrindo com a provocação, o loiro sabia que Olívia poderia muito bem se proteger mas talvez aquilo pudesse irritar a morena e era disso que ele gostava. Depois de uma música animada, uma música lenta começou a tocar e todos aqueles ainda presentes na pista de dança acharam seus devidos pares e começaram a dançar.
Daniel já tinha escutado essa música algumas vezes pois não era grande fã de musicas lentas mas quando criança fora obrigado por sua irmã e mãe a fazer aulas da dança. Se pôs de pé e a frente da morena, fazendo uma referencia forçada propositalmente na frente da garota. - Olívia Queen, você me daria a honra dessa dança? - disse ainda fazendo a referencia estendendo sua mão para a da garota enquanto olhava nos olhos da mesma esperando uma resposta.
A menina quase cuspiu refrigerante com as palavras de Daniel e, depois de engolir o mesmo, começou a rir. “Você é quase tão brilhante quanto a estrela mais brilhante no céu, acertei, Dan?” Olivia se voltou para onde o menino apontava e logo avistou a loira, não lembrava de quem ela era filha, mas lembrava que seu nome era Chelsea. A loira era bonita, não de uma beleza única, mas era bonita. “Nunca falei muito com ela, mas acredito que ela vai ser fácil. Metade das meninas desse instituto tem uma queda por você e, pelo que eu saiba, a loirinha é uma delas.”
Deu de ombros antes de se voltar para o menino. “Eles já fizeram isto uma vez, porque não fariam de novo? Mas é bom saber que terei sua proteção, ou você terá a minha.” A Queen mais nova abriu um sorriso vitorioso para demonstrar que a provocação dele havia falhado e ainda retornado para ele. Ela era bem capaz de se cuidar sozinha, sempre fora independente, mas se conhecia o suficiente para saber que precisara de ajuda caso algum ataque corre.
Ao ver a reverencia do loiro, uma pequena risada lhe escapou, mas logo se recompôs e olhou nos olhos do menino enquanto aceitavam a mão dele. “Seria um prazer, Daniel Reynold.” Se levantou então de sua cadeira e sorriu para o menino. Sabia que aceitar aquela dança, era como realmente aceitar o loiro em sua vida e transformar o mesmo em alguém importante, pelo menos para ela que levava aquele momento muito a sério, já que dançava desde pequena com seu pai e sempre viu a dança como algo realmene especial. Um momento que só deveria ser compartilhado com quem ela queria e gostava.
Um sorriso de conquista se fez na boca do loiro ao receber o ‘sim’ de Liv, se ele esperava chegar há algum lugar com a morena teria que se esforçar, afinal, ela não era igual às outras garotas o que só motivava o garoto seguir em frente, sempre foi fã de um grande desafio. Daniel sempre foi um rapaz de musicas mais agitadas, até por que ele era uma pessoa agitada, mas conseguia aguentar musicas lentas com Liv. Não demorou muito para o casal chegar ao centro da pista de dança, onde apenas restavam alguns casais dançando abraçados, assim levou uma de suas mãos à cintura da morena a puxando para perto, perto o suficiente para que ele pudesse sentir a respiração da mesma. Assim que sua outra mão já estava entrelaçada eles estavam prontos para dançar, fazendo seu papel na dança o loiro começou a conduzir a mesma seguindo o ritmo da musica enquanto olhava para os olhos da morena a sua frente que com facilidade conseguia acompanhar os seus paços.
Calmamente Daniel passava seu calcanhar de sua perna direita ao da perna esquerda e deu um passo com seu pé direito formando um semicírculo. Aquilo daria inicio ao giro da garota, Daniel era um natural em tudo o que fazia, talvez pelas suas grandes responsabilidades, sempre odiou em ficar em segundo lugar ou qualquer lugar que não seja o primeiro, era um lado que todos conheciam do herói como ele mesmo gostava de se chamar era ‘um livro aberto”. Durante o giro, um espaço foi criado entre ambos os dançarinos que logo foi desaparecendo conforme Danny puxava o corpo da morena próximo ao seu novamente. – Você está linda hoje, está tentando impressionar alguém? – sussurrou próximo ao ouvido da garota com um tom provocativo, já nesse ponto seus pés estavam no automático o garoto nem se importava em checar seus passos.
'Catch me I'm falling || Open
Lizzie corria, finalmente estava fora do inferno que o salão havia se tornado, ela não podia acreditar em tudo que tinha acontecido, se arrependia de não ter saído do salão quando René havia mandado. Se tivesse obedecido não teria presenciado o massacre, mas também não teria ajudado Eliza, Amber e Lucius. Depois disso tinha voltado para o salão para ajudar Hayden e agora estava ali. Finalmente fora. No gramado. Todos estavam bem…Não. Ninguém estava bem. Ninguém nunca mais ficaria bem. Ainda haviam pessoas lá dentro, mas Lizzie não podia continuar, ela não podia voltar lá. Sua roupa estava encharcada de sangue, boa parte era dela, mas a outra parte eram de pessoas que haviam esbarrado nela, empurrado ela ou então…Caleb.
A cabeça de Elizabeth girou enquanto ela parava no meio do gramado, tudo parecia arder a sua volta, o salão caindo ao pedaços atrás dela, todos gritando e correndo. E ela parada. Lizzie piscou algumas vezes levando a mão ao machucado no tórax, alguma coisa havia entrado ali e agora a ferida sangrava exageradamente, a menina estava pálida, mas não parecia prestes a morrer. Não. Ela estava bem comparada aos outros. Lizzie encarou as mãos cheias de sangue e então olhou para frente se deparando com uma figura conhecida…Ou ela achava que era. - Eu estou sangrando. - Murmurou como se isso explicasse tudo.
Lizzie não conseguia ver quem estava na frente dela, tudo estava embaçado, tudo estava fora de foco. Caleb estava morto, o choque era tanto, a raiva já tinha vindo. Lizzie sorriu e então começou a rir histericamente olhando a pessoa a sua frente. - Meu irmão morreu! - Disse entre risadas, colocou a cabeça para trás gargalhando. - Meu irmão morreu, eles tiraram a cabeça dele, a cabeça dele rolou igual uma bola! Igualzinho a uma bola! - Lizzie se curvou para frente rindo ainda mais. - E eu to sangrando, eu to sangrando, meu irmão ta morto e ta tudo pegando fogo! - A risada não parava, Lizzie gargalhava como se fosse a coisa mais engraçada do mundo. - Caleb, meu Deus, você tinha que ter visto. - Lizzie começava a ficar sem fôlego enquanto ria e contava. - A cabeça dele rolou pelos degraus até meus pés. Eu quase chutei, imagina se eu chutasse!
Como um jato, Daniel voava ao inferno que havia se tornado o ginásio do instituto. Pelo menos sua mente focada, não teria que se distrair em ajudar outras pessoas sabia que Vicky finalmente estava segura. Daniel nunca havia parado para pensar em sua morte, afinal, ele era intangível, super-poderoso, a morte nunca havia passado pela sua cabeça, mas também nunca tinha visto a morte de tão perto. Seus amigos estavam mortos, pessoas com quem o garoto convivia todos os dias estavam mortas, não era nenhum treinamento era a vida real.
Não demorou muito para que o garoto chegasse ao ginásio, agora estava ali sobrevoando o local quando viu uma pessoa do lado de fora do ginásio. Várias perguntas encheram a cabeça do garoto. Como ela estava ali? Era inimiga ou amiga? Nada disso importava na hora de agir pois pode perceber que uma haste de ferro que segurava um dos holofortes do gramada estava começando a cair. Sem pensar duas vezes, num mergulho Daniel partiu para ajudar a pessoa, numa parada brusca devido sua velocidade o garoto conseguiu com exito parar a haste com a sua costa, só que uma coisa o irritava. Durante todo o percurso o loiro pode perceber que a garota, a pessoa que agora ele conseguia identificar, ficou simplesmente parada esperando por aquilo.
Qual seu problema?! - Perguntou sem se preocupar em demonstrar seu tom de irritação, havia pessoas que precisavam de ajuda e ela estava simplesmente esperando pela morte, antes que pudesse falar mais alguma coisa foi atingido pela risada e o luto da garota. - Eu conheço você... Você é um dos Kent... - Disse sendo logo interrompido pela garota. Daniel sabia quem era Caleb, o rapaz que havia morrido, era uma pessoa que era tão poderoso quanto ele. - Meus pêsames pelo seu irmão, mas ficar aqui lamentando a morte dele não vai acontecer nada! Pessoas morrem todos os dias, você vai morrer, eu vou morrer, todo vamos! Caleb deve ter morrido como um herói, pois é isso o que ele é. Um herói! Ele morreu protegendo aqueles que ele ama, ele morreu te protegendo! Enquanto você fica aqui, há pessoas lá dentro... - disse apontando para o ginásio em chamas- Pessoas inocentes, que precisam de ajuda! Honre o símbolo que seu pai carrega no peito, honre o motivo pelo qual seu pai luta que é o mesmo motivo pelo qual seu irmão morreu lutando. Proteger os inocentes! - Daniel sabia que a garota não merecia ouvir essas palavras dura, o garoto sabia que tudo o que ele havia falado não era para ela e sim para si mesmo, toda sua raiva e insegurança foi passada em suas palavras. Ao perceber o que havia falado para a garota, Danny simplesmente a abraçou. - Meus pêsames pelo seu irmão, mas se você não for ajudar simplesmente vá embora, pois você só ira atrapalhar.
{Vicky & Daniel}
Nem em seus sonhos mais escuros, aquilo era uma opção de acontecer. Mas sem saber como, estava acontecendo. O caos estava instaurado no ginásio, o cheiro de sangue que outrora era fresco estava poluindo sua narina, era com certeza um cheiro desagradável, assim como a morte da garota. Danny nunca foi próximo da garota, mas ainda lamentava pela morte da mesma, afinal, era companheira e havia tido sua vida tirada pelos inimigos. Mas não era hora para se lamentar, entre os gritos e choros de desespero o loiro conseguiu se recompor e sua mente só pensava em uma coisa. Victoria. Sua irmã era a única coisa que o superpoderoso não ousaria perder naquela noite, ele precisava ter certeza que ela estava viva, que não seria mais uma vítima nas mãos de Zod ou até mesmo dos lacaios.
Nas horas de desespero é quando sabemos a verdadeira natureza das pessoas. Como já tinha ouvido falar era “cada um por si e Deus por todos”. Muitas pessoas simplesmente procuravam uma forma de salvar a própria bunda, negando ajuda aos outros. Mas Daniel era incapaz de agir de tal forma, simplesmente não conseguia deixar as pessoas largadas aos prantos no chão. Estava quase impossível respirar naquele local, a fumaça atrapalhava respiração fazendo aqueles que não podiam fazer nada alterar entre o choro e a tosse. Para aqueles que conseguiam se mantiver de pé e lutar, tinha que lidar com os lacaios do kryptoniano. Eles não eram páreos para Danny, não em uma luta justa, o que não era o caso. Liberar todo o seu poder seria loucura já que poderia levar todo o ginásio a baixo então o garoto tinha que se contentar com suas habilidades corpo-a-corpo. Lutas corpo-a-corpo nunca foram seu forte, mas ele sabia se virar, derrubando um e logo derrubando o outro. Todo o seu plano de segurar seu poder foi por água abaixo quando ouviu o grito de Victoria, ele reconheceria aquela voz em qualquer lugar. Se alguém a machucasse, Daniel iria os fazer pagarem.
Como se o grito fosse algum tipo de interruptor, toda a energia que o rapaz estava guardando para si foi liberada fazendo transbordar pelos seus olhos e mãos. Em questões de segundos havia encontrado sua irmã, moribunda no chão sendo agredida por dois lacaios enquanto um preparava para dar o golpe final. Antes que os agressores pudessem perceber sua presença, numa onda de fúria Daniel jogou duas rajadas de pura energia de sua mão contra os agressores deixando-os metros de distancias, moribundos, no chão. Eles haviam se tornado mais uma parte dos corpos que haviam sido deixados para morrer. Sem ter tempo de saciar a vitória, agachou-se perto de sua irmã inconsciente e a pegou em seus braços. - Eu peguei você. – sussurrou para a loira, enquanto se preparava para planar. É claro que com os seus poderes não era algo difícil, voou para cima abrindo um buraco no teto de madeira do Ginásio, levando-a para um lugar seguro, levando-a para casa.
Notou que alguém a defendia e lutava contra alguns lacaios de Zod por ela, porém Victoria estava concentrada em sua dor, porque aquilo não sarava logo? Algo estava visivelmente errado e a garota não sabia o porque exato daquilo acontecer. Foi quando a dor começara a cessar que a loira pode dar uma olhada em volta, concentrando-se na pessoa que ali lutava. Daniel. Seu irmão. Naquele momento o coração da garota pudera deixar de ficar apertado como antes se encontrava. Danny estava bem, estava a salvo. Claro, ele era sua irmão. Ambos praticamente nasceram para vencer. Conseguiu permitir-se um sorriso de canto, ao ver que o loiro tivera sucesso na sua missão de salva-la, assistindo cada golpe disferido com sucesso contra os inimigos a sua frente.
Normalmente se importava caso alguém a tentasse ajudar, porém era seu quase gêmeo que estava ali lutando por ela e essa sensação de que era protegida e amada por alguém conseguia dar mais forças a Victoria, que agora apoiava-se no irmão, ainda com seus sorriso de canto estampado na sua face. Poder encara-lo e ver que o mesmo estava bem diante aquilo tudo, já a tranquilizava, agora sentia sua ferida fechar mais rapidamente e o suposto ardor parar gradativamente em sua carne. Victoria nunca se importava com ninguém, sempre era neutra em relação as pessoas, não se apegava nem qualquer coisa do tipo, porém aquele era seu irmão. Seu sangue, sua outra metade. – Obrigada… – comentou baixinho.
Então, percebeu o que o rapaz faria. – Daniel! – Disse ela ainda meio ofegante quando ambos voaram. A loura não tinha o poder de voar, porém seu irmão o herdara e o herdara perfeitamente bem. – Não pense que irei te deixar voltar para aquele caos sozinho. – Comentou calmamente porém com a sua confiança presente na voz, sabia do que o irmão e ela eram capaz se trabalhassem juntos, sabia que ambos poderiam ser ótimos parceiros de luta, sem falar que não gostava da ideia do mesmo andar por aí lutando só sem ela estar perto. E se acontecesse algo e ela não pudesse se despedir? E se ele ficasse enrascado como ela havia ficado minutos atrás? Eram tantos ‘e se’ que Victoria acabou se perdendo mentalmente, portanto não o deixaria voltar. Sozinho não. – Podemos lutar juntos como antes, estou melhor agora… – Ela olhou para o buraco do vestido e o sangue que ali ficou. Porque diabos não curava logo? Porque o processo estava sendo tão lento e dolorido como nunca fora? – Ou quase isso. Vai sarar logo, anda, Danny. Não me faça te obrigar a voltar aquela festa acabar com a raça de alguns. Juro que ficarei bem.
Enquanto voava para longe, o garoto conseguia ainda ouvir os gritos de ajuda. O que havia acabado de acontecer? Conforme a adrenalina ia saindo de seu corpo, o cérebro do loiro começa a processar tudo o que estava acontecendo. Chamas. Mortes. Era muita coisa para apenas uma noite, mas nem tudo estava perdido, estava Victoria estava em seus braços então tudo estava bem. Por um momento, pensou que poderia perdê-la de vez, mas eles eram filhos de seu pai, o grande Sentinela. O herói mais poderoso da galáxia. Quando seu pai morreu Daniel ainda era uma criança assim como Victoria, mas mesmo assim Danny tem uma imagem nítida de seu pai, sem uma figura paterna o garoto se sentiu na obrigação de se tornar o homem da casa mesmo sendo mais novo, sendo assim sempre se sentiu na obrigação de proteger sua irmã de tudo o que já causou muitas brigas entre os dois. Quando menor Victoria sempre detestou ser ajudada por Daniel e vice-versa, mas com o tempo ambos os irmãos perceberam que precisavam um do outro, eles eram uma dupla, uma família.
E não pense que vou te deixar sozinha. - respondeu, Victoria era forte, mas ainda estava machucada, ela precisava de ajuda. Danny não poderia deixar Victoria sozinha, só que as pessoas que estavam machucadas também precisavam de sua ajuda. Talvez aquilo seja conhecido como o famoso impasse moral dos heróis, só que Victoria era mais importante. E se Zod aparecesse? E se ela não conseguisse chegar a algum lugar? Eram inúmeras possibilidades, Daniel precisava pensar, e rápido. - Não, não podemos lutar como antes. Precisamos achar um hospital, achar um lugar onde você vai estar seguram, longe de Zod e seus lacaios. - dessa vez Daniel estava sério, quase nunca demonstrava essa sua faceta sempre deixava esse papel para Victoria, mas era impossível não ficar sério devido as circunstancias, pessoas morreram, seus amigos, pessoas com quem Daniel conviveu por anos agora estavam mortas.
Como um jato, o rapaz sobrevoava a cidade a procura de um hospital. Quando ficou tão difícil de encontrar um hospital por essa cidade? Indagava-se. Não demorou muito para que seus olhos identificassem um hospital metros de distancia, sua velocidade aumentou e num piscar de olhos estavam sobrevoando um hospital. Pousou lentamente próximo ao hospital, todo cuidado era pouco quando havia sua irmã machucada em seus braços, colocou Victoria no chão ainda fazendo a garota apoiar em seu corpo. – Eu não vou deixar você sozinha, eles conseguem se ajudar. Meu lugar é com você, ao seu lado. – falou firmemente. Sua decisão estava decidida, eles haviam outras pessoas poderosas dispostas a ajudar, ficaria ali junto a sua irmã.
moodboard DANIEL REYNOLDS
would you give me the preasure of this dance? ☪ olivia and daniel
wakefuldanny:
O baile era a grande festa do ano e como toda festa que se preze tinha seus boatos. E o grande boato da noite era a onde de ataques, quando o garoto ficou sabendo não acreditou e ainda não acreditava, afinal, quais eram as chances de acontecer? Enquanto muitos estavam pensativos e até mesmo receosos de ir, Daniel estava relaxado e preparado para o que vinha a seguir. Tudo o que se preocupava era que roupa combinava mais com seus olhos e cabelo e de que forma iria se divertir. Afinal, qual o sentido de uma festa se você não pode se divertir?
Por fim, colocou sua camiseta jeans clara e com um sorriso no rosto foi direto para o salão, Daniel foi surpreendido pela quantidade de pessoas, já que muitos consideravam o ataque como uma possibilidade. Depois que dançou percebeu que iria começar a transpirar e logo tratou de achar uma mesa próxima ao bar, de longe o garoto pode observar Olivia indo até o bar. Assim que a morena se aproximava, Daniel tratou de colocar um dos seus melhores sorrisos no rosto. - Ela não para de ficar melhor. – afirmou, agora sorrindo de canto de boca. – E você?
Olivia olhou para o loiro ao seu lado, de cabeça aos pés, observando a roupa dele. Era uma boa escolha que ressaltava seus olhos azuis e isto fez um sorriso maior surgir no rosto da morena. “Acabou de avistar alguma menina bonita? Já está pensando em quem vai jogar seu charme está noite? Espero que ela seja tão bonita quanto a da semana passada. Aproveite que está vestido assim, tão bem, e joge todo o seu charme que é a sua hora de brlhar.” Bateu seu ombro contra o do menino de forma brincalhona. Tinha essa mania de provocar o outro sempre que podia, era algo que normalmente só fazia com o loiro.
Se lembrava como se fosse ontem a primeira vez que conheceu o menino. “Sabe como é, um pouco receosa pela suspeita de ataque, mas me divertindo.” Deu de ombros antes de voltar seu olhar para a pista de dança, onde a maioria dos alunos estavam. Podia avistar seus amigos e seus irmãos, que pareciam se divertir sem nenhum problema até que uma música lenta começou e muitos saíram da pista. “Eu amo essa música! Ela é uma das minhas favoritas.” Comentou sorrindo. Queria levantar e dançar, mas todos estavam em par e a morena não seria a única a dançar sem par.
O garoto sorriu de leve com a provocação da garota. Com o passar do tempo no instituto, Daniel adquiriu uma certa fama de galinha e esses tipos de provocações de Olívia já era uma coisa que Daniel já estava acostumado mas ele não se importava até por que ele gostava. - Toda hora é minha hora de brilhar, pensei que você já soubesse disso. Mas respondendo sua pergunta, já encontrei uma garota. Você acha que aquela loira ali vai ser difícil? - provocou apontando para uma loira qualquer na pista de dança.
Se alguém perguntasse para ele, Daniel conseguiria descrever o dia em que conheceu a morena. Daniel tinha uma boa memória e sempre que podia usufruía dela. - São só boatos. Você não acha que eles seriam idiotas o suficiente para vir aqui, no único lugar onde suas bundas podem ser chutadas? Mas se acontecer, não precisa ficar preocupada eu te protejo. - disse sorrindo com a provocação, o loiro sabia que Olívia poderia muito bem se proteger mas talvez aquilo pudesse irritar a morena e era disso que ele gostava. Depois de uma música animada, uma música lenta começou a tocar e todos aqueles ainda presentes na pista de dança acharam seus devidos pares e começaram a dançar.
Daniel já tinha escutado essa música algumas vezes pois não era grande fã de musicas lentas mas quando criança fora obrigado por sua irmã e mãe a fazer aulas da dança. Se pôs de pé e a frente da morena, fazendo uma referencia forçada propositalmente na frente da garota. - Olívia Queen, você me daria a honra dessa dança? - disse ainda fazendo a referencia estendendo sua mão para a da garota enquanto olhava nos olhos da mesma esperando uma resposta.
Superhero Costume || Daniel Reynolds aka Vigia
would you give me the preasure of this dance? ☪ olivia and daniel
@wakefuldanny
O baile era algo pelo qual estava ansiosa, mas também receosa. Sabia da suspeita de ataque e a última coisa que queria era ter seu baile estragado e mais mortes quando faltavam apenas duas semanas para seu aniversário. A morena tentou não pensar muito naquilo, focou sua mente em escolher um vestido bonito e se arrumar da melhor forma possível. Tinha planos de se divertir ao máximo e como podia. Queria dançar até seus pés doerem, ter momentos divertidos com os amigos e irmãos e tudo que tinha direito.
Quando estava pronta, se encaminhou para o salão e logo foi arrastada por alguém para a pista de dança, ficando um tempo por lá até que decidiu se sentar e beber algo. Pediu licença para quem fosse e caminhou para o bar, pegando um copo de refrigerante e observou o local até avistar alguém com quem se sentar. Logo viu Danny sentado em uma mesa e caminhou ate´o loiro com um sorriso. “Curtindo a festa?” Sem perguntar se podia, sentou ao lado do outro e bebeu um gole de seu refrigerante.
O baile era a grande festa do ano e como toda festa que se preze tinha seus boatos. E o grande boato da noite era a onde de ataques, quando o garoto ficou sabendo não acreditou e ainda não acreditava, afinal, quais eram as chances de acontecer? Enquanto muitos estavam pensativos e até mesmo receosos de ir, Daniel estava relaxado e preparado para o que vinha a seguir. Tudo o que se preocupava era que roupa combinava mais com seus olhos e cabelo e de que forma iria se divertir. Afinal, qual o sentido de uma festa se você não pode se divertir?
Por fim, colocou sua camiseta jeans clara e com um sorriso no rosto foi direto para o salão, Daniel foi surpreendido pela quantidade de pessoas, já que muitos consideravam o ataque como uma possibilidade. Depois que dançou percebeu que iria começar a transpirar e logo tratou de achar uma mesa próxima ao bar, de longe o garoto pode observar Olivia indo até o bar. Assim que a morena se aproximava, Daniel tratou de colocar um dos seus melhores sorrisos no rosto. - Ela não para de ficar melhor. – afirmou, agora sorrindo de canto de boca. – E você?
{Vicky & Daniel}
Tentar pensar racionalmente naquela loucura que estava o ginásio era complicado demais, até para Victoria que conseguia permanecer, digamos que calma, ela não gritava, muito menos saia chorando pelos cantos. Tentava controlar-se o máximo que pudesse e até onde pudesse, porém sua mente estava a mil. ‘Você pode tentar sair daqui, fugir e deixar que os outros se virem sozinhos’, sua mente insistia em lhe falar isso como se fosse um mantra, mas ela não deixaria, não iria deixar seu irmão sozinho por aí. Precisava achar Daniel e saber que seu irmão mais novo estava bem, sem machucados, sem estar morto estendido no chão.
De vez em quando parava para ajudar algum aluno ou professor, conhecido ou não, pois não aguentava olhar para quem precisava de ajuda e simplesmente passar reto, como via raras pessoas fazendo. Talvez fosse o panico falando por elas e não por si, muitas estava em péssimo estado. Algumas delas Vicky não sabia como ajudar, simplesmente tentava ou então deixava tal aluno/professor num canto seguro para que pudesse ajudar depois, ou até mesmo outra pessoas para ajudar.Só que o que Victoria não esperava era os lacaios viriam atrás dela, não só um, mas sim dois deles. Aquilo era demais até mesmo para alguém como ela. Revirou os olhos e então teve que encarar ambos. Esperava que não saísse tão machucada assim, porém pensou errado. Não era párea para duas pessoas lutando perfeitamente contra si, Vicky era consideravelmente boa em luta corpo-a-corpo, todavia eram dois contra um. Aquilo ultrapassava seus limites. Um deles a perfurou com algo, algo afiado, ela não conseguia saber o que era, pois fora exatamente em suas costelas.
A dor latejante começara a percorrer o corpo da garota, sabia porém que em alguns segundos seu corpo voltaria ao normal, recompondo-se, só que isso não a fazia não sentir. Apertou o corte no local, pressionando o mesmo. Se o que quer que seja tinha veneno, Victoria não sabia, doía demais, tanto que a mesma não conseguia ficar de pé ajoelhando-se ao chão no minuto seguinte. Respirava fundo enquanto esperava curar-se, entretendo os lacaios não fizeram o mesmo é obvio. Chutes e socos eram desferidos contra ela, porém desesperou-se mais quando um deles estava prestes a jogar uma bola de fogo nela. Faltava tão pouco para o ferimento fechar-se por completo e parar de doer…
Nem em seus sonhos mais escuros, aquilo era uma opção de acontecer. Mas sem saber como, estava acontecendo. O caos estava instaurado no ginásio, o cheiro de sangue que outrora era fresco estava poluindo sua narina, era com certeza um cheiro desagradável, assim como a morte da garota. Danny nunca foi próximo da garota, mas ainda lamentava pela morte da mesma, afinal, era companheira e havia tido sua vida tirada pelos inimigos. Mas não era hora para se lamentar, entre os gritos e choros de desespero o loiro conseguiu se recompor e sua mente só pensava em uma coisa. Victoria. Sua irmã era a única coisa que o superpoderoso não ousaria perder naquela noite, ele precisava ter certeza que ela estava viva, que não seria mais uma vítima nas mãos de Zod ou até mesmo dos lacaios.
Nas horas de desespero é quando sabemos a verdadeira natureza das pessoas. Como já tinha ouvido falar era “cada um por si e Deus por todos”. Muitas pessoas simplesmente procuravam uma forma de salvar a própria bunda, negando ajuda aos outros. Mas Daniel era incapaz de agir de tal forma, simplesmente não conseguia deixar as pessoas largadas aos prantos no chão. Estava quase impossível respirar naquele local, a fumaça atrapalhava respiração fazendo aqueles que não podiam fazer nada alterar entre o choro e a tosse. Para aqueles que conseguiam se mantiver de pé e lutar, tinha que lidar com os lacaios do kryptoniano. Eles não eram páreos para Danny, não em uma luta justa, o que não era o caso. Liberar todo o seu poder seria loucura já que poderia levar todo o ginásio a baixo então o garoto tinha que se contentar com suas habilidades corpo-a-corpo. Lutas corpo-a-corpo nunca foram seu forte, mas ele sabia se virar, derrubando um e logo derrubando o outro. Todo o seu plano de segurar seu poder foi por água abaixo quando ouviu o grito de Victoria, ele reconheceria aquela voz em qualquer lugar. Se alguém a machucasse, Daniel iria os fazer pagarem.
Como se o grito fosse algum tipo de interruptor, toda a energia que o rapaz estava guardando para si foi liberada fazendo transbordar pelos seus olhos e mãos. Em questões de segundos havia encontrado sua irmã, moribunda no chão sendo agredida por dois lacaios enquanto um preparava para dar o golpe final. Antes que os agressores pudessem perceber sua presença, numa onda de fúria Daniel jogou duas rajadas de pura energia de sua mão contra os agressores deixando-os metros de distancias, moribundos, no chão. Eles haviam se tornado mais uma parte dos corpos que haviam sido deixados para morrer. Sem ter tempo de saciar a vitória, agachou-se perto de sua irmã inconsciente e a pegou em seus braços. - Eu peguei você. – sussurrou para a loira, enquanto se preparava para planar. É claro que com os seus poderes não era algo difícil, voou para cima abrindo um buraco no teto de madeira do Ginásio, levando-a para um lugar seguro, levando-a para casa.