Magnus: Hummm... Relaxa, eu pedi a pizza, só esperar chegar...
Magnus: Se quiser pode chegar aqui, meu amigo tá esperando lá.
Vicky: Ótimo! Então quer dizer que já posso ir para aí?

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Magnus: Hummm... Relaxa, eu pedi a pizza, só esperar chegar...
Magnus: Se quiser pode chegar aqui, meu amigo tá esperando lá.
Vicky: Ótimo! Então quer dizer que já posso ir para aí?
Primeiramente, por que isso te interessa? Por que está me afastando?! Eu tenho assuntos inacabados com ele. Então, saia da minha frente!
Quer mesmo ser expulso por uma briga qualquer com um garoto qualquer? Nossa, achei que fosse mais inteligente que isso, Killgrave.
É ridículo, mas entendível esse drama todo. Eu não estou chorando pelos cantos, até porquê essa comoção está me irritando muito para eu sentir outra coisa.
Finalmente alguém que me entende, mesmo que seja parcialmente. E bom, eu não sinto nada o tempo todo então, prefiro evitar quem sente demais.
❛❛… Ahn… Eu estou com… … Muito sono… … Cansado… Ngh… Vá embora…❜❜
Cara, você baba. Credo.
Magnus: Pizza de preferência, mas se quiser pode ser pipoca, estou tranquilo quanto a isso.
Magnus: Qualquer um é lucro haahhahaha
Vicky: Então vai ser pizza! Porque eu também prefiro pizza, mas...
Vicky: Como eu irei arranjar?
Evie respirava com dificuldade enquanto olhava para a porta da sala de treinamentos. “Eu….Eu não sei…” - Ela estava confusa, isso nunca acontecera e no entanto vinha se manifestando nela. já vira isso acontecer uma única vez com outra pessoa, sua mãe. “Eu preciso me sentar.” - Ela estava sentindo o mundo rodar, será que estava começando a surtar como Sara Lance? Evie sentou-se ao chão, encostando-se na parede. Apoiou a cabeça nos joelhos. “O que houve?” - Era claro que ela sabia o que tinha acontecido, mas queria saber como havia sido na visão de outra pessoa. Ela levantou a cabeça e olhou para Victoria.
Observou atentamente a garota loira a sua frente, por um momento lembrou-se muito da época de quando era mais nova e seus surtos aconteciam sem aviso prévio, Evie parecia estar passando por algo bem parecido, então Victoria podia entender parcialmente o que fora tudo aquilo e como não era uma pessoa de julgar os outros, não seria agora que a julgaria pelo o que acontecera. “Quer água ou algo para beber?” Perguntou, indo na direção dela e sentando-se ao seu lado. “Bom... Aquela garota falou que você não sabia lutar tão bem quanto sua mãe, e teve mais alguns insultos pequenos e aí no minuto seguinte eu já vi você voando no pescoço dela.” Mexeu as mãos um pouco inquieta. “Porém isso era apenas um treino, não era pra você ter ido tão longe.”
{Vicky & Daniel}
Enquanto voava para longe, o garoto conseguia ainda ouvir os gritos de ajuda. O que havia acabado de acontecer? Conforme a adrenalina ia saindo de seu corpo, o cérebro do loiro começa a processar tudo o que estava acontecendo. Chamas. Mortes. Era muita coisa para apenas uma noite, mas nem tudo estava perdido, estava Victoria estava em seus braços então tudo estava bem. Por um momento, pensou que poderia perdê-la de vez, mas eles eram filhos de seu pai, o grande Sentinela. O herói mais poderoso da galáxia. Quando seu pai morreu Daniel ainda era uma criança assim como Victoria, mas mesmo assim Danny tem uma imagem nítida de seu pai, sem uma figura paterna o garoto se sentiu na obrigação de se tornar o homem da casa mesmo sendo mais novo, sendo assim sempre se sentiu na obrigação de proteger sua irmã de tudo o que já causou muitas brigas entre os dois. Quando menor Victoria sempre detestou ser ajudada por Daniel e vice-versa, mas com o tempo ambos os irmãos perceberam que precisavam um do outro, eles eram uma dupla, uma família.
E não pense que vou te deixar sozinha. - respondeu, Victoria era forte, mas ainda estava machucada, ela precisava de ajuda. Danny não poderia deixar Victoria sozinha, só que as pessoas que estavam machucadas também precisavam de sua ajuda. Talvez aquilo seja conhecido como o famoso impasse moral dos heróis, só que Victoria era mais importante. E se Zod aparecesse? E se ela não conseguisse chegar a algum lugar? Eram inúmeras possibilidades, Daniel precisava pensar, e rápido. - Não, não podemos lutar como antes. Precisamos achar um hospital, achar um lugar onde você vai estar seguram, longe de Zod e seus lacaios. - dessa vez Daniel estava sério, quase nunca demonstrava essa sua faceta sempre deixava esse papel para Victoria, mas era impossível não ficar sério devido as circunstancias, pessoas morreram, seus amigos, pessoas com quem Daniel conviveu por anos agora estavam mortas.
Como um jato, o rapaz sobrevoava a cidade a procura de um hospital. Quando ficou tão difícil de encontrar um hospital por essa cidade? Indagava-se. Não demorou muito para que seus olhos identificassem um hospital metros de distancia, sua velocidade aumentou e num piscar de olhos estavam sobrevoando um hospital. Pousou lentamente próximo ao hospital, todo cuidado era pouco quando havia sua irmã machucada em seus braços, colocou Victoria no chão ainda fazendo a garota apoiar em seu corpo. – Eu não vou deixar você sozinha, eles conseguem se ajudar. Meu lugar é com você, ao seu lado. – falou firmemente. Sua decisão estava decidida, eles haviam outras pessoas poderosas dispostas a ajudar, ficaria ali junto a sua irmã.
Ela agradecia toda a preocupação de seu irmão, porque quase sua vida toda estivera sendo posta de lado e cuidado de tudo e todos, mas não havia ninguém para cuidar de Victoria até que seu irmão, Daniel, aprendeu a se virar sozinho e não hesitou em ajuda-la sempre que a garota precisava, necessitava. No começo Victoria não apreciava muito isso, pelo fato de que ninguém jamais havia se preocupada com ela ou até mesmo cuidado dela, porém com o passar do tempo entendia os motivos do irmão de querer ajuda-la sempre que possível e quando quando fosse necessário. Agora, Victoria agradecia isso, agradecia por seu irmão tê-la encontrado ali quando mais precisava de ajuda contra os lacaios de Zod. Ao ouvir as palavras preferidas pelo irmão, a garota animou-se, saberia que não ficaria sozinha, que teria o irmão ao seu lado. – Obrigada. – Disse ela com um sorriso no rosto, ainda estava aprendendo novamente a agradecer e todas essas coisas que envolviam uma parte de emoção desde seus surtos quando criança.
Tentava entender par aonde o irmão a levava, só então depois que entendeu, o mesmo procurava um hospital para a garota porém aquele tipo de local a deixava nervosa demais, lembrava-se da época ruim de sua mãe e dela mesma, todavia, aquele veneno perfurara ainda sua pele e deixava o processo de cura mais lento do que já estava sendo. Precisa de ajuda, mesmo que não fosse admitir, precisa de ajuda dos médicos e queles remédios loucos deles que faziam até efeito. Mas nunca na sua vida, Vicky necessitara deles, apenas agora.
Ao pousar no chão, a loira sentiu o impacto que seu peso fazia agora contra o corte infecionado e envenenado, a careta surgiu em sua face, mas ela não deixou se abater por isso, principalmente porque não queria que seu irmão percebesse o quão ruim estava. – Você deve imaginar o quanto isso deve significar para mim, Danny, mas eu preciso reforçar isso dizendo: muito obrigada por estar aqui. – Falou apoiando-se em seu irmão. Realmente agradecia por tê-lo ao seu lado, era o único ainda ali, presente na vida dela.
Nada. Que. Te. Interessa. - Chris falou cada palavra pausadamente enquanto respirava ofegante
“Realmente não me interessa, mas... Isso vai te dar problemas. E a ele também.” Apartou a briga dos dois, tentando deixar Chris o mais longe possível do outro. Encarou o moreno sem emoção nos olhos e na voz, o soltando. “Vê se cresce e não arranja briga pelos corredores.”
Magnus: Relaxa, é um amigo, não é garota não hahahahha
Magnus: E não sou desses de ficar com homem.
Vicky: AHAHAHAHHAH
Vicky: Sendo assim... Eu vou mesmo, pode me esperar. E ah, pipoca ou pizza?
Magnus: Errei? Ah, droga...
Magnus: Se quiser pode vir, é filme de futebol americano +/-
Magnus: Um Sonho Possível.
Vicky: Sério? Opa.
Vickye: Eu amo esse filme, então, chego ai bem rápido.
Vicky: Certeza de que posso ir e não vai te atrapalhar em nada?
Vai com calma aí, miniatura de gente! O que pensa que esta fazendo?
“Pegar leve?” - Evelyn deu um último golpe, fazendo a garota a sua frente cair. “Eu não pego leve…” - Ela respirava com dificuldade, a raiva emanava de si, seus instintos gritavam para voltar para a menina que estava caída ao chão e espancá-la. Mas o simples fato de Vicky ter tirado sua atenção fez com que a realidade tomasse conta dela, assustando-a. “Oh meu Deus, o que eu fiz.” - Então ela saiu de perto da garota, que levantou-se e saiu correndo dali. “Ela vai ficar bem, não é?”
Victoria observou Eve terminar o que já havia começado, queria ver até onde a garota iria, se caso passasse da conta, Vicky iria interferir e isso estava quase acontecendo quando a mesma percebeu o que fazia. A loira se aproximou da garota, de braços cruzados e deu de ombros “Parece que você canalizou toda sua raiva, ou algo assim nela.” Olhou de relance para a outra que agora corria para longe. “Provavelmente sim, temos bons enfermeiros aqui. Mas a pergunta é.. Você está bem?”
Mexe-te, mexe-te…Porque não te mexes?
Não vai se mexer... Desiste, Peter.
Magnus: Pegou uma pizza ou uma pipoca?
Magnus: Vem logo
Vicky: Acho que você errou o número, garanhão.
Vicky: Mas eu aceito a pizza ;)
Então você está me dizendo que não fez nada disso?
Só porque tenho super força não significa que quebrei tudo isso.
“Our love was made to rule the world. You came and broke the perfect girl. Our love was made to rule the world. You left me wondering what we were. Our love was made to rule the world. Forget Forever. Forget Forever. Forget you ever. You know my name, my name, my name.”
Cassie! Ei, Cassie!... Que garota surda.
Menos conversa, mais luta.
Não acha que deveria pegar leve com ela? É iniciante.