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Quando vocês verem a Emma demorando pra passar o café, já sabem,
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😈
Quando vocês verem a Emma demorando pra passar o café, já sabem,
😈
update: escrevi o nome errado me perdoa
😈 (Ethan)
Finge que é biológica e finge que já passou da meia noite!
😈 ( Adriel )
Gado d++++
😈
Manda um “😈” na minha ask, e vou fazer meme do seu char.
Send me 🍆 and my muse will tell yours a dirty joke
Vamos até a casa dos gritos e eu te conto lá, rsrs.
send me a 👌 for my muse to drunkenly confess something
Abaixou a cabeça e encostou-a no balcão, esperando uns cinco ou seis segundos até levantá-la novamente. Estava rindo, ainda zonza e com um com um copo de uísque na mão. Eram raras as vezes que Alina ficava bêbada porque tinha mania de beber bastante, e seu organismo já parecia estar acostumado com tamanha quantidade de álcool. Mas, naquela noite, depois de um longo período trabalhando, aproveitou para encher a cara com o colega.
— Olha, eu não sou de dizer isso em voz alta, mas guardo o perfume da minha ex no meu closet. E calma, calma! Fica pior… já espirrei ele no ar umas duas, talvez três vezes, antes de… você sabe. Sou muito ridícula por isso? Ou sou só solitária?
Pumpkin Pasties: When you’re sad, how do you comfort yourself?
Well, eu não sei se você realmente quer saber... mas a resposta é meio óbvia, não? rs
TASK 𝒹𝓊𝓂𝓅
haven't you people ever heard of closing the goddamn door? - ethan&alina
vxnstrucker:
— Pra ser sincero, quero te ensinar sobre invasão privacidade e o que aconteceria se a primeira coisa que eu tivesse visto quando entrei não fosse essa sua carinha deslumbrante de pelúcio interesseiro. — Retrucou a primeira pergunta enquanto depositava o pacote de lanches na mesa e em seguida jogou sua farda no braço do sofá. Parou em pé diate de Alina e a única coisa que conseguiu fazer foi soltar um riso anasalado e balançar negativamente a cabeça, totalmente descrente do que estava vendo. Pegou a taça que ela oferecia e olhou duas vezes para a garrafa para ter certeza de que se tratava realmente do seu vinho, e então, voltou a negar com a cabeça, desapontado — Eu guardei essa merda por vinte anos, Alina. Vinte anos. Não foram um, nem dois, foram vinte. Vinte! E esteve guardado por trinta e seis anos antes de vir parar aqui. Sinceramente, eu esperava abri-lo em um momento especial, do tipo… seu velório? Só para datas que viriam a merecer extrema comemoração. Puta merda. Não acredito que esse vai ser o fim dele. — Parecia lastimar-se de forma sincera - e no fundo até era, já que Ethan realmente dava valor sentimental a coisa mínimas, embora nunca demonstrasse de fato. Brindou com a ruiva e então tomou um longo gole, antes jogar-se no sofá ao lado dela. — Então… Como foi mesmo que você entrou aqui? — Voltou a perguntar já sabendo que não receberia resposta alguma — Acho que vou ter que jogar mais alguns feitiços nesse barraco… — Sabia que ao dizer a última palavra a parede atrás de sua cabeça provavelmente viria a formar um palavra de desprezo para ele, e até olharia para trás se um pequeno quadro sobre a mesa central não o chamasse atenção, quadro este que não deveria estar ali. — Pelo visto você pegou o arquivo do caso Peterson e aproveitou para fazer um tuor por aqui, hm? E eu que achei que o detetive da parada era eu, tsc. ‘Tá procurando um emprego novo, Zavarov? Quer mais ação nessa sua vida chata e burocrática — Franziu o cenho, inclinando-se para voltar a encher sua taça e, sutilmente, abaixou o quadro com a fotografia dele e de Elle, como se não quisesse que a amiga percebesse. — Espero que não esteja com fome, aliás, comprei essa gnomização estomacal só para mim — ao dizer isso pegou o pacote com o lanche que comprou no caminho e colocou sobre o colo, estava faminto demais para fingir bons modos e esperar a conversa acabar para comer.
— Ahh, pronto. Agora você realmente acha que consegue me dominar em um duelo. Tsk. Certo, Von Strucker — revirou os olhos, fingindo insatisfação com o comentário do bruxo. Não pôde segurar o riso quando Ethan comentou sobre a data especial do vinho e sobre seu velório, mas fez questão de antes arquear a sobrancelha e se fingir de ofendida.
A real é que Alina nunca entendeu essa ideia que as pessoas têm de guardar as bebidas para momentos especiais. Se são pessoas pobres, a gente claramente entende. Mas geralmente quem tem essas “frescuras” são aqueles com grande poder aquisitivo e que podem comprar outra garrafa a, literalmente, qualquer instante. — De qualquer forma, foi a sua casa que sugeriu — tornou a dizer, ignorando por completo a pergunta do loiro sobre como havia entrado ali; apenas brindando e aproveitando a situação para, enquanto levava a taça aos lábios, colocar os pés na mesa de centro, esticando-se bem à vontade, como se estivesse na própria casa. Talvez Ethan fosse um imã para mulheres folgadas? Pode ser que sim.
Mas uma diferença bem clara entre Alina e a mãe de Elle, é que a ruiva era extremamente detalhista. E bem, é claro que notou quando Ethan abaixou a foto dele com a criança em seu colo. Fala sério, ele realmente achou que ela não perceberia? Fez-se de sonsa nos primeiros segundos, deixando com que ele falasse sobre a comida, aproveitando da baboseira toda de procurar emprego novo como anzol para pescar a pergunta que estava lhe cutucando aquela noite.
Deixou o cristal na mesa e, antes de ajeitar a posição, sentando-se com ‘perna de índio’ no sofá, ergueu a foto que o mesmo havia abaixado minutos atrás, encarando-o com os olhos vidrados. — Na verdade, acho que jamais serviria para detetive. Afinal de contas, vivi todos esses meses com você e nem suspeitei de que era pai de Elle Sprumey — ironizou, pegando o lanche de sua mão e dando uma bela mordida.
rxvenpxrker:
Raven não costumava fazer roupas para outras pessoas, era bem seletiva com aquelas que escolhia para vestirem suas peças e Alina era uma dessas poucas pessoas que ela escolhia a dedo para vestirem roupas feitas apenas para elas. Gostava da garota, era como se tivesse uma irmã mais nova e adorava aquela sensação, por este motivo, quando recebeu a coruja da ruiva pedindo para fazer uma nova peça, tratou de deixar as coisas de lado para poder ajudar a mais nova.
Sentada em sua sala, ela tinha as pernas cruzadas. As botas quase até a coxa davam um contraste com a pele extremamente clara da asiática, os cabelos escuros presos em um penteado ao mesmo tempo delicado e sexy moldava o rosto da estilista e seus olhos estavam fixados nos croquis que tinha a frente conforme a pena deslizava pelo pergaminho desenhando uma nova coleção. Apenas levantou o olhar quando ouviu a batida na porta permitindo que um raro sorriso tomasse conta de sua face ao ver Alina - Olha só se não é a minha cliente favorita. - comentou se levantando e caminhando com elegância até a mais baixa. - Bom, a que devo a honra da sua visita, Alina?
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Alina passou a maior parte de sua infância usando roupas de doações de outras crianças. Como não tinha ideia de seu poder e, tampouco, como poderia usá-lo, era normal que as peças de roupas ficassem demasiadamente grandes em seu corpo magricela. Depois de crescida, entretanto, percebeu o quão ligada à aparência a sociedade é, e o quanto suas roupas podem dizer sobre você. E era por esse motivo em especial que Alina, que nunca ligou para luxúria ou riquezas, fazia questão de usar sempre trajes que impunham respeito em sua profissão.
— Oi, Raven — comentou com um sorriso no rosto, aproximando-se da mulher para cumprimentá-la com um abraço rápido. — Sinto em lhe dizer, mas dessa vez não vim gastar dinheiro. Acho bom que se sente. — Com um olhar cansado, Alina seguiu do próprio conselho, sentando-se na poltrona que estava de frente para a bruxa mais nova. — Acredito que tenha ouvido sobre Amanda Bishop. O MACUSA está fazendo uma limpa no passado de alguns moradores devido a uma análise de perfil de quem está por trás disso. Preciso saber se tem algo que você queira me contar — Alina não conhecia a história de Raven, mas sabia que era bastante conturbada, e sabia também de sua inocência. Era incomum fazer esse tipo de pergunta, principalmente para alguém tão reservada como Parker. Contudo, precisava estar pronta para caso o Congresso viesse questioná-la sobre sua estilista pessoal.
hensmiles:
Os gritos do bruxo que há tanto tempo matou usando uma das maldições imperdoáveis ressoaram de novo em sua mente e Miles percebeu que algo estava errado. Com uma puxada de ar para seus pulmões, o moreno despertou. Sequer notou que estava caindo no sono até que fosse tarde demais. Já não pregava os olhos há algum tempo, o receio de rviver aquele pesadelo… não, não podia arriscar. Ofegante, sentou-se, olhando para o motivo que o tirou daquele pequeno deslize do sonho. ‘ — Eu não estava dormindo. Eu não deveria dormir!’ estava irritado, sim, mas consigo mesmo por ser fraco e ceder aos caprichos de seu corpo. Tinha deitado em um dos puffs na T.A.R.D.I.S. apenas para descansar o almoço… e cochilara!
Arqueou a sobrancelha e abriu um sorriso de canto, encantada com a cômica situação que presenciava. — Claro que não, senhor Hens. Foi por isso que não roubei o senhor — seu tom era sério, mas com uma pitada de ironia de fundo. Estava sentada no puff à frente, apenas encarando-o há alguns segundos quando, cansada de esperar a boa vontade do homem em acordar, movimentou rapidamente a mão, fazendo com que a porta do estabelecimento se fechasse subitamente, produzindo o um som gravemente irritante cortando o silêncio da T.A.R.D.I.S.
Aquela era a primeira vez que falava diretamente com Miles. Literalmente, haja visto que nunca entrara na livraria até aquele dia. E aquela visita, obviamente, não havia sido casual; até porque eram dez e meia da noite, e naquele horário, imaginava que o lugar já deveria estar fechado.
— Senhor Hens, meu nome é Alina Zavarov e sou promotora do MACUSA — começou a falar; agora, já com a pose ereta e o semblante sério. — Desde a morte da garota Bishop, fui designada a trabalhar em uma força tarefa junto com o Departamento Mágico de Investigação, e representando o povo de Novum Heredes, estou aqui extraoficialmente para te pedir ajuda no caso — fez uma pausa, imaginando que Miles precisaria, primeiro, acordar, para depois entender de que se tratava aquilo tudo.
— 𝒯𝓊𝓂𝒷𝓁𝑒𝒹 𝓁𝒾𝓀𝑒 𝒾𝓉 𝓌𝒶𝓈 𝓈𝓉𝑜𝓃𝑒;
emmaxvan:
xlinzav :
{ꜰʟᴀꜱʜʙᴀᴄᴋ}
Um sorriso singelo imediatamente ornou os lábios da garota ao observar uma de suas clientes favoritas adentrar o Ortusolis naquele domingo tumultuado. A mulher era tudo que alguém podia desejar em um freguês: além de assídua, era sempre muito educada e não causava qualquer tipo de desordem durante suas visitas. Ora, ela acabara de secar as próprias vestes para evitar sujar o estabelecimento! Após observá-la durante algumas ocasiões, pôde constatar que aquela se tratava de uma profissional extremamente ocupada e dedicada ao seu trabalho e Emma sentia-se satisfeita por, aparentemente, ter criando um ambiente acolhedor e aconchegante para ela. Pouco sabia sobre a mulher, contudo aquele parecia ser um daqueles dias em que procurava pelo refúgio de um ambiente confortável e com novos ares para dar continuidade aos seus infinitos, pois logo sua mesa já encontrava-se coberta por papéis.
Após preparar seu pedido – aparentemente, o seu favorito – caminhou em direção a ela, tentando encontrar um local vazio para deixa-lo. Surpreendeu-se com sua proposta, ponderando sobre a mesma por alguns instantes. Perguntava-se se havia feito algo de errado, se alguma reclamação seria feita ou se algo havia acontecido pelas redondezas e seria questionada sobre o que possivelmente não vira, quase todos os possíveis cenários passando por sua mente. Situações como aquela podiam deixa-la extremamente desconfortável e conflitada, pois gostaria de ser simpática e se juntar a ela naquela tarde chuvosa, mas ao mesmo tempo temia que a vissem como uma profissional menos competente ao vê-la ali durante o expediente.
Checou o relógio sobre o balcão. Sequer havia almoçado naquele dia, algo recorrente em sua rotina, por isso julgou não ter problema descansar um pouco e se deliciar com alguma bebida quente. E, bem, poderia também descobrir qual o motivo por trás daquele convite inesperado. ─ Hm, claro! Acho que posso fazer uma pequena pausa. ─ Disse com simpatia. E então pediu um cappuccino para a garçonete mais próxima, sentando-se na cadeira diante da ruiva logo em seguida. ─ Trabalhando muito? ─ Tentou puxar assunto, fazendo questão de não olhar muito para o papéis ali, não querendo parecer bisbilhoteira e inconveniente.
Dizer que Alina sabia o motivo de ter convidado a garota para se sentar com ela, é mentir feio. A ruiva não tinha bem um motivo, apenas sentiu que deveria o fazer. Às vezes tinha essas sensações esquisitas que a fazia tomar atitudes inesperadas como andar à cavalo apenas para poder conversar com um hipista de seu clube, ou até mesmo pedir para a dona de um estabelecimento se juntar a ela.
Não, Alina não era carente. Longe disso, na verdade — quanto menos contato humano, melhor. Mas de vez em quando, batia um transe esquisitíssimo e, quando menos esperava, já tinha agido como madre Teresa e conjurado um feitiço para ajudar alguma senhora que havia caído na rua.
— Digamos que a semana ‘tá meio complicada — comentou, levando o café até os lábios, contente por Emma ter aceitado seu pedido. — Mas não que você não saiba, uh? Isso aqui está uma loucura — olhou ao redor, referindo-se a quantidade de pessoas que estavam entrando no lugar. — Aliás, me chamo Alina. É um prazer finalmente falar com você sem ser para te pedir desculpas por ficar depois do expediente.
— ᵗʰᵒˢᵉ ᵛⁱᵒˡᵉⁿᵗ ᵈᵉˡⁱᵍʰᵗˢ ʰᵃᵛᵉ ᵛⁱᵒˡᵉⁿᵗ ᵉⁿᵈˢ;
w/ @xltxir
— Eu não sei, querida. Diga o que quiser, mas que fique claro que não posso vê-lo agora — embora não estivesse atrasada, seu tom de voz era apressado, como se estivesse correndo para uma reunião, enquanto, na verdade, estava apenas andando em direção à sua sala, falando enquanto pegava alguns papeis das mãos de sua secretária, ouvindo-a dizer incansavelmente que o senhor Altair Caligari estava ali para vê-la.
Alina não tinha noção de quem era Altair ou o que o rapaz desejava, mas em meio a todo aquele holocausto que estava acontecendo na cidade, algo bom não era. E pensar que ele era um dos Caligari, apenas a desmotivava a deixar esse encontro acontecer. Ora, não pense que a ruiva evitava conversas que não lhe agradam (até porque, ela vive disso), mas já bastava ter que lidar na corte com os Caligaris juízes que eram altamente tendenciosos por conta de seus preconceitos mesquinhos. Lidar com um em seu escritório? Passava.
Foi então que ouviu sua secretária falar novamente. Dessa vez, avisando que o homem estava na sua porta há, aproximadamente, trinta minutos, esperando sua chegada. Além, é claro, do fato de serem apenas 7h05 da manhã.
Jogando os papeis em uma pilha mágica que movia-se sozinha ao seu lado, Alina agradeceu a mulher com a cabeça, e encarou o bruxo à sua frente, cumprimentando-o com um sorriso de canto, completamente mecânico. Sussurrou dois ou três encantamentos e deixou a porta de seu escritório se destrancar. Entrou, tirou o casaco e girou a varinha no ar, fazendo com que uma xícara que estava no canto da sala voasse até ela, enchendo-se sozinha de café com baunilha. Sentou-se, e apenas esperou que a secretária avisasse ao homem que ele poderia entrar.
Quando o mesmo o fez, Alina esticou a mão para poder cumprimentá-lo e, depois, indicar a cadeira para que ele se sentasse.
— Pois não, senhor Caligari? O que devo a honra de tê-lo tão cedo em meu escritório? — Levou a xícara até a boca e com um gesto, como se espantasse uma mosca irritante, fez um bule e mais uma porcelana flutuar até que chegasse na madeira em que estavam reunidos. — Aceita?
TO DO LIST
Responder o starter da Raven, ✓
Responder o turno com a Emma, ✓
Responder o small com o Ethan, ✓
Iniciar um small com o Altair, ✓
Responder o starter do Miles, ✓
Plotar com o Charles, com a Eve e o Morvati.