THE HUNTING WIVES (2025-) 1.01 | Strange and Unfamiliar Places
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Ven aquĂ, enrĂ©Âdame, ahĂłgame en tu boca. Dime todas las estupideces que quieras y yo te contestarĂ© con las mĂas hasta que nos duela reĂr.
âMelissa B.
Killing Eve â 2.05 Smell Ya Later
Sarah Shahi
âA pessoa nĂŁo gostar de vocĂȘ ou a pessoa gostar de vocĂȘ, mas nĂŁo querer gostar de vocĂȘ ou a pessoa gostar de vocĂȘ, mas nĂŁo saber gostar de vocĂȘ⊠à tudo a mesma coisa. EntĂŁo nĂŁo filosofa, nĂŁo tenta entender, nĂŁo aprofunda. SĂł cai fora e pronto.â
â Tati Bernardi (via entressonhar)
Envio esta carta porque nunca mais quero vocĂȘ na minha frente. E dessa vez falo sĂ©rio. Nunca mais quero ouvir a sua voz, mesmo que seja se derramando em desculpas. Nunca mais quero ver a sua cara, nem que seja se debulhando em lĂĄgrimas arrependidas. Quero que vocĂȘ suma do meu contato, igual a um vĂrus ao qual jĂĄ estou imune. A verdade Ă© que me enchi. De vocĂȘ, de nĂłs, da nossa situação sem pĂ© nem cabeça. NĂŁo tem sentido continuarmos dessa maneira. Eu, nessa constante agonia, o tempo todo imaginando como vocĂȘ vai estar. E vocĂȘ, numas horas doce, noutras me tratando como lixo. NĂŁo sou lixo. Tampouco quero a doçura dos culpados, artificial como aspartame. Fico pensando como chegamos a esse ponto. Como nos permitimos deixar nosso amor acabar nesse estado, vendido e desconfiado. NĂŁo quero mais descobrir coisas sobre vocĂȘ, por piores ou melhores que possam ser. NĂŁo quero mais nada que exista no mundo por sua interferĂȘncia. NĂŁo quero mais rastros de vocĂȘ no meu banheiro. Assim, chega. Chega de brigas, de berros, de chutes nos mĂłveis. Chega de climas, de choros, de silĂȘncios abismais. Para quĂȘ, me diz? O que, afinal, eu ganho com isso? A companhia de uma pessoa amarga, que jĂĄ nem quer mais estar ali, ao meu lado, mas em outro lugar? O tĂ©dio a dois - essa Ă© a minha parte no negĂłcio? Sinceramente, abro mĂŁo. Vou atrĂĄs de um outro jeito de viver a minha vida, jĂĄ que em qualquer situação diferente estarei lucrando. Mas antes faço questĂŁo de te dizer trĂȘs coisas. Primeira: vocĂȘ nĂŁo Ă© tĂŁo interessante quanto pensa. NĂŁo mesmo. Tive bem mais decepçÔes do que surpresas durante o tempo em que estivemos juntas. Segunda: nĂŁo vou sentir falta do teu corpo. JĂĄ tive melhores, posso ter novamente, provavelmente terei. Possivelmente ainda esta semana. Terceira: fiquei com um certo nojo de vocĂȘ. NĂŁo sei por quĂȘ, mas sua lembrança, hoje, me dĂĄ asco. Quando eu quiser dar uma emagrecida, vou voltar a pensar em vocĂȘ por uns dias. Bom, era isso. Espero que esta carta consiga levantar vocĂȘ do estado deplorĂĄvel em que se encontra. Mentira. NĂŁo espero nenhum efeito desta carta, em vocĂȘ, porque, aĂ, veria-me torcendo pela sua morte. Por remorso. E como jĂĄ disse, e repito, para deixar o mais claro possĂvel, nunca mais quero saber de vocĂȘ.
Adeus, graças a Deus.
âEstou precisando escutar uma daquelas frases bem clichĂȘs. Alguma coisa do tipo: eu iria atĂ© o fim do mundo por vocĂȘ.â
â Rafaela Fontoura (via reli-cario)
âPorque quando vocĂȘ tĂĄ indo embora, vocĂȘ sempre olha pra atrĂĄs, com cara de arrependida, como se nĂŁo quisesse fazer aquilo de verdade. E porque quando vocĂȘ fica, vocĂȘ sempre olha pra porta, pra fora, pros outros, como se estivesse ali por obrigação ou perdendo algo importante. EntĂŁo, nĂŁo, eu nĂŁo entendo.â
â VinĂcius Kretek (via palavrisses)
âMe entende, eu nĂŁo quis, eu nĂŁo quero, eu sofro, eu tenho medo, me dĂĄ a tua mĂŁo, entende, por favor. Eu tenho medo, merda!Ontem chorei. Por tudo que fomos. Por tudo o que nĂŁo conseguimos ser. Por tudo que se perdeu. Por termos nos perdido. Pelo que querĂamos que fosse e nĂŁo foi. Pela renĂșncia. Por valores nĂŁo dados. Por erros cometidos. Acertos nĂŁo comemorados. Palavras dissipadas.Versos brancos. Chorei pela guerra cotidiana. Pelas tentativas de sobrevivĂȘncia. Pelos apelos de paz nĂŁo atendidos. Pelo amor derramado. Pelo amor ofendido e aprisionado. Pelo amor perdido. Pelo respeito empoeirado em cima da estante. Pelo carinho esquecido junto das cartas envelhecidas no guarda- roupa. Pelos sonhos desafinados, estremecidos e adiados. Pela culpa. Toda a culpa. Minha. Sua. Nossa culpa. Por tudo que foi e voou.â
â Caio Fernando Abreu.
âNo fundo, bem no fundo, ali no meu estoque-de-coisas-que-nunca-vou-admitir, tem uma coisa guardada: vocĂȘ ainda me confunde.â
â VinĂcius Kretek (via vilarejos)