Por que estou sozinha? Por que somente o meu mundo está parando?
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Por que estou sozinha? Por que somente o meu mundo está parando?
Deflagar (via bipolagem)
Querida, nós dois sabemos: Que as noites foram feitas, sobretudo, para dizer coisas que você não conseguirá dizer amanhã.
Arctic Monkeys (via overdose-de-textos)
Porquefora dissoo que sobraé loucurae suicídio.
Charles Bukowski (via palavrisses)
Engole um espelho, menina. Aprende que bonito, é o que a gente é por dentro.
Caio Fernando Abreu. (via palavrisses)
O mundo nunca vai ser um lugar seguro, tranquilo e mágico. Nada é como nas telas de Hollywood, nosso filme não anda em slow motion nas principais cenas, não existe a palavra perfeita, sua música preferida não começa a tocar em momentos especiais, você não é uma diva de cinema, o mundo não para para você se recompor, nada é para sempre e nenhum sofrimento é eterno. É bem isso: nada é para sempre e nenhum sofrimento é eterno. Tudo tem fim, inclusive alegrias e tristezas. Sei que parece meio duro dizer isso, não pense que estou descrente, a realidade me visita de vez em quando e tenho essas crises de franqueza. É que não dá para viver de sonho, de luz, de esperança. Precisamos, também, viver de realidade e enxergar as coisas como elas são.
Clarissa Corrêa. (via palavrisses)
E com uma letra bem pequena, lá estava escrito no seu epitáfio: Tentou ser, não conseguiu; tentou ter, não possuiu; tentou continuar, não prosseguiu; e nessa vida de expectativas frustradas tentou até amar… Pois bem, não conseguiu, e aqui está.
Dom Casmurro. (via palavrisses)
Então é isso. Sábado à noite. Gente bebendo, transando, dançando. Ou, no meu caso, gente sentada na varanda, sozinhos em casa, tentando pôr em ordem o caos interior e transformá-lo em prosa. Colecionadora de palavras, é assim que eu me chamo. O próprio nome já diz: coleciono palavras. Coleciono porque acredito que um dia irei despejá-las em algum lugar. Nesse caso, estou despejando em um caderno com rabiscos aqui e ali. É assim que eu me sinto, rasurada. Cheia de feridas com um pedacinho de esparadrapo em cima como se fossem rabiscos, pra ninguém ver o defeito que tem em baixo. Estou aciosa pelo domingo. Sempre vou dormir pensando que o dia seguinte será diferente, mas nunca é. Não sei como, mas isso me surpreende. Isso de achar que tudo vai mudar de uma hora pra outra. Bom, vou dormir com esse mesmo pensamento hoje. Quem sabe ao invés de acordar em um domingo chato, eu acorde em uma bela manhã de sexta feira.
Palavrisses (via palavrisses)
Instagram: http://instagram.com/stuchi_
A verdade é que somos umas monstruosidades. Se pudéssemos nos ver de verdade, saberíamos como somos ridículos com nossos intestinos retorcidos pelos quais deslizam lentamente as fezes, enquanto nos olhamos nos olhos e dizemos: ‘Te amo’. Fazemos e produzimos uma porção de porcarias, mas não peidamos perto de uma pessoa. Tudo tem um fio cômico.
Bukowski. (via palavrisses)
Aí você começa a desconfiar que ele poderia ter sido o cara legal da sua vida. Isso, se você sentisse a mesma paixão, se você conseguisse entregar sua alma tanto quanto, se você soubesse amar ele do mesmo jeito e intensidade que ama a falta que agora ele te faz.
Gabito Nunes. (via palavrisses)
Frequentemente, os melhores momentos na vida são quando a gente não está fazendo nada, só meditando, ruminando. Quer dizer, a gente pensa que todo mundo é sem sentindo, aí vê que não pode ser tão sem sentido assim se a gente percebe que é sem sentido, e essa consciência da falta de sentido já é quase um pouco de sentido. Sabe como é? Um otimismo pessimista.
Charles Bukowski. (via palavrisses)
O poeta adivinha. A inspiração não serve só para compor versos, mas também para ler na alma dos outros.
Machado de Assis. (via palavrisses)
E assim sou, fútil e sensível, capaz de impulsos violentos e absorventes, maus e bons, nobres e vis, mas nunca de um sentimento que subsista, nunca de uma emoção que continue, e entre para a substância da alma. Tudo em mim é a tendência para ser a seguir outra coisa: uma impaciência da alma consigo mesma, como com uma criança inoportuna; um desassossego sempre crescente e sempre igual. Tudo me interessa e nada me prende. Atendo a tudo sonhando sempre; fixo os mínimos gestos faciais de com quem falo, recolho as entoações milimétricas dos seus dizeres expressos; mas ao ouvi-lo, não o escuto, estou pensando noutra coisa, e o que menos colhi da conversa foi a noção do que nela se disse, da minha parte ou da parte de com quem falei. Assim, muitas vezes, repito a alguém o que já lhe repeti, pergunto-lhe de novo aquilo a que ele já me respondeu; mas posso descrever, em quatro palavras fotográficas, o semblante muscular com que ele disse o que me não lembra, ou a inclinação de ouvir com os olhos com que recebeu a narrativa que me não recordava ter-lhe feito. Sou dois, e ambos têm a distância — irmãos siameses que não estão pregados.
Fernando Pessoa. (via palavrisses)
Na cama, à noite, enquanto penso em meus muitos pecados e em meus defeitos exagerados, fico tão confusa pela quantidade de coisas que tenho que analisar que não sei se rio ou se choro, dependendo do meu humor. Depois durmo com a sensação estranha de que quero ser diferente do que sou, ou de que sou diferente do que quero ser, ou talvez de me comportar diferente do que sou ou do que quero ser.
O Diário de Anne Frank. (via palavrisses)