Quem nunca leu algo tão bom, que sentiu vontade de ser amigo de quem escreveu?
Sean Wilhelm. (via futuro-heroi)

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@19--november
Quem nunca leu algo tão bom, que sentiu vontade de ser amigo de quem escreveu?
Sean Wilhelm. (via futuro-heroi)
“Vejo pessoas indo e vindo, momentos partidos, sentimentos gastos, corações feridos. Vejo o sol indo, mentiras fluindo, e o ódio me cobrindo. Nada do que foi voltará, não caiu duas vezes no mesmo truque, estou cansado de mais para me machucar.”
O Enigma de Tonny. (via allaxg)
Duas palavras gigantescas: sinto muito.
A Menina Que Roubava Livros. (via a-interrogada)
E ela dança anda fecha os olhos não se cansa abre os braços esperando um motivo pra ficar Ah se o vento tirasse dela tudo aquilo que faz chorar
Eu gosto de você de formas objetivas e subjetivas. Reais e verdadeiras. Naturais e puras. Alucinógenas e infantis. Gosto de você de muitas maneiras. Do avesso. Ao contrário. Do outro lado. Esquerda. Direita. Frente. Verso. Gosto de você com champanhe e morangos. Com água e nhá benta. Te gosto com amor e com ódio. Com mágoa e alegria. Com decepção e, quem sabe, esperança. Te gosto em todos os significados da palavra “gostar”. Significados existentes e inventados.
Clarissa Corrêa. (via ofuscador)
Eu tenho muito medo de ferir o coração de alguém, já tive o meu ferido e sei como dói.
João Fontinelly. (via ofuscador)
Houve uma época em que eu pensava que as pessoas deviam ter um gatilho na garganta: quando pronunciasse — eu te amo —, mentindo, o gatilho disparava e elas explodiam.
(Ferreira Gullar, sobre o amor. “A estranha vida banal”, editora José Olympio - 1989, e consta da antologia “As 100 melhores crônicas brasileiras”, Editora Objetiva, pág. 279 - Rio de Janeiro - 2005, organização e introdução de Joaquim Ferreira dos Santos)
Se eu soubesse que tudo acabaria assim teria te abraçado por mais tempo.
Azuelar, por quê quem sabe nós. (via delator)
Eu não tinha muito a oferecer, eu sei… Mas tudo o que eu tinha, era seu.
Caio Fernando Abreu (via gramaticas)