d e v o n
Alisa U Zemlji Chuda

❣ Chile in a Photography ❣
wallacepolsom
Xuebing Du
Not today Justin
AnasAbdin
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open

shark vs the universe
h
todays bird
we're not kids anymore.
Cosmic Funnies

@theartofmadeline
Keni
Sweet Seals For You, Always
Today's Document

if i look back, i am lost
Show & Tell
styofa doing anything

seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from Palestinian Territories
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from Netherlands
seen from United States

seen from Malaysia
seen from Tunisia
seen from Ukraine
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States
@1dr1s
“Se ele te amasse com todas as forças de sua alma por uma vida inteira, ainda assim ele não te amaria tanto quanto eu te amo num único dia.”
— Heathcliff
eu odeio a minha ansiedade.
meu corpo e minha mente estão em níveis similares de exaustão, e mesmo assim eu não consigo parar.
na rotina diária e com as responsabilidades, já cansamos normalmente, a noite quando é a hora de dormi, eu não consigo, eu rodo na cama com o olho ardendo e lacrimejando de sono, quando finalmente durmo, tenho sonhos e fico acordando de hora em hora.
durante o dia fico cansada mas eletrizada, eu ando kms pra ver se a energia passa mas não adianta mais, eu fico mais cansada ainda mas minha perna e meus braços não param, minha cabeça pior ainda, eu tô pensando em tudo ao mesmo tempo e quando vejo tô revivendo coisas q nem devia pensar.
a ansiedade me fez perder meu sorriso, me tirou minhas bochechas e meu prazer por comer, ela encheu meus braços com feridas. a ansiedade me fez ter medo de ir em bares, que sempre fora meu habitat natural.
eu tomo os remédios, eu tomo eles na hora certa, eu não pulo, eu como certinho, eu bebo água, eu me esforço, mas nada parece adiantar.
eu tô me esforçando e minha mãe olha p mim e diz q eu tô frágil demais. meus colegas de trabalho dizem pra eu relaxar e parar de pensar tanto, mas se eles soubesse q se eu pudesse, eu pararia. os que me entendem e correm comigo estão tão acabados ou até mais que eu, eu penso em desistir mas não quero causar mais dor
the notebook (2004)
O dilema de ser meio, de não se ver com uma definição.
Não que isso me incomode, mas a sociedade parece não conseguir aceitar o fato de eu não querer/conseguir me decidir sobre como me vejo/sou.
Aos olhos de uma mulher branca, eu sou lida como negra. Aos olhos de uma mulher negra, eu sou lida como branca. A principal característica que elas se baseiam nas suas opiniões é a mesma: meu cabelo que é cacheado.
Daí temos uma visão social racial, a qual se eu tenho que me definir: não consigo me descrever como branca ou negra, e pardo é estupro.
No âmbito de gênero, não me identifico como feminino ou masculino, logo sou/seria não binário, o que causa um furdunço toda vez que é levantado esse tema. Tem quem não acredite, tem quem não aceita, e na real não é como se eu me importasse com o que eles pensam, mas quando é próximo de mim, aí é ruim, quando não sou aceita/respeitado como (não) me identifico.
E dessa questão de gênero, vem a da sexualidade, já que sinto atração majoritáriamente por mulheres cis, mas tem vezes que por pessoas trans e por não binários também.
Se eu tivesse que me descrever agora como eu me vejo, eu não sei o que dizer.
Tantos anos pensando e me quebrando em embates internos e não consigo fazer.
Pra sociedade, sou ou uma mulher homossexual morena, e nenhuma dessas três palavras me representa.
Com a minha mãe conversando em um dia, ela me perguntou qual a necessidade de me definir, se era tão importante assim pra mim os outros saberem o que eu me sinto.
Ela disse também que sou maior do que definições, que importa o que eu faço para o mundo e pra quem tá a minha volta,
e eu queria que fosse simples e bonito assim.
THIS