wallacepolsom

tannertan36
Lint Roller? I Barely Know Her
Three Goblin Art

PR's Tumblrdome
Keni
One Nice Bug Per Day
todays bird
Mike Driver

No title available
d e v o n
Monterey Bay Aquarium
almost home

Janaina Medeiros
Today's Document
Cosimo Galluzzi
Claire Keane

roma★

ellievsbear

if i look back, i am lost
seen from United States

seen from Malaysia

seen from Singapore
seen from Türkiye
seen from Germany
seen from United States
seen from Malaysia

seen from United Kingdom
seen from United States
seen from Mexico

seen from United States
seen from United States

seen from Switzerland
seen from Canada
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from Türkiye
seen from United States
@27days
Eu não consigo respirar.
Sinto todos os olhares sobre mim, e ainda assim ninguém realmente me vê. Engulo o nó que se formou na minha garganta, como uma faca lenta e silenciosa que perfura cada palavra que quero dizer. Meu peito aperta, o coração dispara, e cada respiração se torna uma luta contra algo invisível, implacável.
O mundo ao redor não para. Riem, conversam, vivem. E eu estou aqui, presa em mim mesma, tentando parecer normal enquanto sinto cada célula do meu corpo gritar por ar. Cada pensamento se atropela, cada sensação amplifica a próxima. Meu corpo se recusa a obedecer, e eu me observo entrando em colapso, impotente.
Queria pedir ajuda. Queria dizer “estou sufocando por dentro”, mas as palavras não saem. Elas se perdem no caos da mente que não entende como acalmar o próprio corpo. As mãos tremem, a boca seca, o estômago se revira. É uma sensação que não pode ser explicada, apenas sentida — e, no entanto, é profundamente solitária.
Então fecho os olhos por um instante. Um só. Tento me lembrar de que isso vai passar, que o corpo eventualmente relaxará, que o ar voltará. Mas enquanto isso, a ansiedade me domina como uma maré implacável, e tudo o que consigo fazer é me agarrar a pequenos pontos de consciência, tentando não me afogar em mim mesma.
E é aí que descubro: ninguém realmente vê o que é lutar contra algo que não tem forma, mas ocupa cada fibra do seu ser. E, no silêncio da mente em colapso, você aprende que a paciência, a gentileza e a compaixão consigo mesmo são os únicos salvavidas disponíveis.
Ninguém vem te salvar da sua própria mente.
Até que, lentamente, você aprende a respirar sozinho outra vez. O mundo fica suave novamente. Mais uma batalha foi vencida.
E você segue a vida, sem saber quando vai ter que lutar de novo.
Ninguém tem o direito de definir quem você é. As pessoas julgam por instantes — recortes distorcidos de dias que talvez tenham sido os seus piores. Talvez você não estivesse bem. Talvez tivesse acabado de perder alguém. Talvez a depressão estivesse gritando tão alto no seu peito que o resto do mundo parecia mudo.
Ninguém sabe quantas noites você passou acordado, encharcando o travesseiro com lágrimas pesadas e verdadeiras. Isso não faz de você uma pessoa ruim.
E acredite: muitas vezes você vai se culpar por coisas que fogem completamente do seu controle. Mas não adianta continuar puxando uma corda que já se rompeu, carregando um peso invisível que só você insiste em sustentar.
Você vai se culpar por ter desabafado com a pessoa errada, que distorceu tudo o que você disse. Por confiar demais.
Deixe que pensem. Não se justifique.
No fim, você sabe. Sabe quantas vidas tocou com seu brilho. Sabe o quanto se esforçou para chegar até aqui.
Então, repito: não permita que ninguém defina quem você é.
Continue dando o seu melhor, aproveitando os pequenos detalhes da vida com humildade.
Se ninguém ouviu o seu lado da história e mesmo assim correu para dizer ao mundo que você é alguém ruim, ou que não é bom o bastante… desconfie. Essas pessoas não conhecem sequer a superfície do que você é por dentro.
Só você sabe da sua bondade.
Cansei de me justificar
ou até mesmo de tentar
ser tudo para você,
e ser cada vez menos
minha.
Saudade de quando vinha correndo me ver,
de quando ainda sentia que tinha algo a perder.
Saudade de quando era mais você,
de quando não me usava só pra se entreter.
Saudade de quando ainda me queria,
quando não tinha tanta correria no seu dia a dia.
Saudade de te ter aqui,
mas você sequer pensa em me ouvir.
O que é que eu faço agora?
Como reescrevo essa história?
O tempo passou,
e o que foi que restou?
O amor acabou.
Me perdi tanto tentando te encontrar,
mas no final eu só precisava de mim mesma.
E mais uma vez meu mundo se torna pequeno.
Só para caber no seu…
Talvez eu tenha
subestimado demais
esse tal de amor.
(pela forma que você me olha agora, ele nunca existiu)
pobre moça, sozinha e vazia, andando em cima do muro por não desapegar de algo que já se foi.
é cruel demais sentir suas palavras afiadas atingindo minha pele. como se eu fosse frágil assim. como se eu não fosse nada.
eu não sei quando deixei de existir para agradar você.
talvez tenha sido naquela noite de setembro, enquanto a chuva caía lá fora e tudo desmoronava aqui dentro. quando seus olhos vazios me observaram, e eu sabia o quão inútil eu estava sendo para você.
se você queria um amor leve, por que sempre me deixou tão carregada?
é cruel demais a forma como você me tem. como se fosse um prêmio na sua estante. como se fosse qualquer coisa, menos humana.
porque você sabe que eu sempre vou pedir perdão, sem o erro ter sido meu.
é uma pena que eu tenha desaparecido. eu era tão sensível. tão intensa. eu só queria ser amada.
e, no fim, realmente não fui nada.
E nessa história de
“eu sempre fiz tudo por você”,
faltou carinho.
Feliz de a ver postando aqui novamente.
Feliz por saber disso, hehe ❤️
Eu fui aceitando
qualquer absurdo,
qualquer desrespeito,
qualquer agressão.
Eu fui aceitando
tudo,
até (finalmente)
ir embora.
Meu bem,
meu silêncio era apenas
uma forma de
me despedir de você.
Aos pouquinhos.
Para que,
quando eu decidisse
sair pela porta,
já não doesse tanto.
Pelo menos em mim.
Mas lá fora chora igual aqui dentro
porque o ar ocupa todos os espaços
e ainda parece que
não respiro.
Mas lá fora chora
porque sabe que chegou o fim
não de qualquer história de amor,
mas da nossa.
Mas lá fora chora
porque aqui, estagnada
caída no chão
não sei mais quem sou.
La fora chora
meu amor
porque além de perder você
me perdi também.
Que eu aprenda de uma vez por todas
que a minha intensidade não manda
ninguém embora.
Se eles partiram,
é porque deveriam ir.
Cuidado: pra quem antes falava muito, o silêncio é a principal forma de dizer adeus.
As lágrimas escorrem pelas minhas bochechas
e mesmo assim é como se você não me enxergasse.