Amor, meu multiforme amor.
Preciso escrever sobre você. Sei que isso pode não ser tão importante assim; você sempre foi de gostar mais de ação, mas eu sinto a necessidade de explicar, à quem possa parecer interessante, que eu descobri, finalmente, a amar. Julgo certa a expressão: "amor não se explica, sente", mas se possuo o poder de "coisificar" meu sentimento, porque não fazê-lo? Existem tantos "desamados" que, talvez, esperam sentados o amor lhes dizer um "oi", deixa eu ajudar, e dizer à eles que amor vem de onde não se vê, não se toca, mas de onde se crê e espera. A vida me deu um largo sorriso quando te vi. Eu sabia, até antes mesmo de saber, que não poderia existir outro alguém tão "alguém" a ponto de detonar todas as minhas teorias "anti-sentimentalistas" tão bem quanto você, que as derrotou sem palavra alguma. Era por isso que eu te olhava e sorria durante a noite, em silêncio, no meu intimo, eu agradecia a Deus pela tua loucura, pela tua coragem, pelo teu amor tão leve por mim.















