Ja eram 19hrs da noite, quando eu chego em casa depois do trabalho. Mais um dia agitado tinha se passado pra mim, mas a Júlia, que vinha duas vezes por semana pra minha casa, da uma faxina. Ainda estava por termina seu serviço.
Ela, era uma mulher linda! Cabelos logos, 1.60 de altura, uns 63kg. Tínhamos mais ou menos as mesmas idades, pois estudamos durante um tempo na meses escola e confesso que ela ja me atraia olhares.
Eu a comprimento, me aproximando e digo que não precisa mais terminar, que ela poderia deixar o restante pro outro dia. Logo ela se justifica e eu volto a repetir, que poderá termina no outro dia. Vou até a geladeira, pego uma cerveja, dividindo em dois copos e a entrego um deles. “Quanto tempo, que não toma uma assim ?” Falo pra ela, com um sorriso mal intencionado no rosto. Ela tomou tudo rapidamente e ficou rindo com ar de ‘graça’. Logo em seguida, ela entra em um dos quartos e juntando suas coisas, vai se preparando para o seu banho. Afinal, ela passou a tarde trabalhando na limpeza.
Com a porta do quarto aberto, era facil de ver a sombra do seu corpo em movimento, por baixo da porta do banheiro. Aaah… Eu estava excitada, mas sem querer deixar isso nítido, fui ate a varanda e fiquei olhando pro nada, ainda com o copo na mão. Quando eu escuto um barulho vindo do quarto, me viro e vejo a Júlia. Ela descia a toalha de seu corpo e meus olhos acompanhava cada movimento. “Aah… Isso so pode ser de propósito”. Sussurro baixo, enquanto fecho os olhos e respiro fundo. “Tá tudo bem?” escuto uma voz doce, pertinho de mim e abro os olhos, com a respiração ainda mais forte. Ela estava alí, toda nua na minha frente. Meu desejo ja era incalculável.
Júlia, encosta o seu corpo no meu e me beija. A gente entra para dentro de casa, ponho minha bebida sobre um balcão e a puxo de encontro a mim, lhe dando outro beijo.
Louca de tesão por a quela mulher, a vejo me despindo ao longo do caminho até o quarto. Ela me empurra na cama, senta sobre mim, beijando meu corpo e apertando meus seios, sussurra: “Me fode? Aproveita vai, faz o que você sempre quis comigo.” Eu ja sentia sua buceta escorrendo sobre mim. Eu me viro e em seguida, me afogo nos seus seios fartos, já rosados e durinhos.
“Vai Safada, aproveita!” ela gritava, me deixando ainda mais louca. Eu começo a chupar aquela buceta deliciosa, sentia ela se contorcer enquanto colocava a minha lingua nela. Eu acelerava os movimentos e ela empurrava ainda mais minha cabeça, a ponto de sentir meu nariz encostar e a fazendo ficar mais louca.
Ao som de um gemido único, a vejo gozar na minha boca. Mas Júlia nao estava satisfeita, o que ela queria de verdade era chupar uma buceta, pois era algo que nunca tinha feito. Ela me vira e começa a beijar meu corpo, enquanto massagea minha buceta. Aos poucos ela vai descendo, ficando assim com o seu corpo fora da cama. Pronto, ali era a posição perfeita. Eu sentia sua lingua em movimentos, leves chupadas e seus dedos ja penetrando em mim. Que ela sabia o que estava fazendo, eu nao tinha duvida. Júlia se mostrava uma putinha maravilhosa, me fez gozar em poucos minutos.
Logo em seguida fomos para o banho e mais uma vez, não nos controlamos. Com uma de suas pernas posicionada sobre meu ombro, eu a chupo novamente. (Awh’… Nosso fogo parecia nao ter fim) Me elevo até seus seios, enquanto seguro suas pernas sobre minha cintura, a fazendo esfrega sua buceta encharcada sobre mim. O cheiro do corpo suado, me deixava em êxtase. E gozamos novamente, juntas. “Isso foi… INCRÍVEL!”. Ela me falava, com um sorriso no rosto. Logo em seguida, tomamos um banho e dormimos juntas.
(Alguns dias depois, ela mudou de cidade, mas mantivemos o contato e sempre rola umas fugas nossas.)
[Nomes fictícios, para preserva a identidade dos mencionados na história.]