À procura da felicidade. Esse pode ser o título da vida de qualquer ser humano da terra. Representa a minha vida e a sua também. Tudo o que diariamente fazemos, nosso trabalho, nossa rotina, nossa vida, são todos parte de uma conversão para um objetivo maior e difícil: ser feliz. A gente procura, roda e nunca acha. Experimenta e nunca está satisfeito. Mas as decepções são inúmeras, incontáveis. No fim, no momento que a gente menos espera ela surge. Um dia de felicidade, uma vida de felicidade. Isso tudo é muito relativo, é de felicidade para felicidade. A sua eu não tenho a menor ideia. Aqui ela surgiu aos poucos, sorrateiramente na surdina. Eu me afogando nos meus passados e ela me tirando, ressuscitando o pouco que ainda restava. A gente vai tomando força, se levantando, limpando o caminho e abrindo os olhos para o que realmente nos arrasta pela mão em direção à felicidade. Eu não sei se eu já cheguei lá, mas eu sei que daqui a vista é muito linda e a terra está a vista! Eu quase nunca me perco, minha felicidade tem forma de mulher. Pra falar a verdade minha perdição é ela. A gente se perde no caminho, se esconde nas trilhas, só para encontrar o amor e depois a gente volta juntos em busca de ser feliz. Um puro clichê. A verdade é que as melhores histórias são cópias das cópias, todos tem final feliz. É irrelevante! Não há história contada que supere essa jornada, nem Suassuna, muito menos Tolkien. Só quem chegou perto foi um nordestino de nome Petrucio e ele disse bem certo: “Nos braços de uma morena quase morro um belo dia”. Eu não morri, mas estou nos braços da morena.













