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@alan-bradford
Julie: Você tem certeza de que esse é o número certo, Alan? - perguntou nervosa, olhando a tela do computador. Não havia sido fácil de achar, e teria sido impossível para ela sem a ajuda do namorado, mas a fonte parecia confiável.
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Jules, você acha que ir de policial seria muita ironia?
Está bem - concordou, o abraçando - Ela deve ser legal, não deve?
Espero que seja sim. - Fitou-a e sorriu. - Agora vamos esquecer isso, você ainda nem começou a se arrumar e desse jeito ficaremos sem doces.
Jules, você acha que ir de policial seria muita ironia?
Uma irmã? Uau, isso é um pouco estranho - riu - Eu gostaria de uma irmã.
Aqui não fala nada dela, infelizmente. Eu poderia tentar achar o nome, mas não acho que seja boa ideia te deixar muito empolgada.
Jules, você acha que ir de policial seria muita ironia?
Parece um tanto difícil - disse insegura, mas é claro que ficou totalmente curiosa com o que ele disse - O que? O que descobriu?
Talvez, mas é melhor do que nada. - Voltou a dar de ombros. - Aqui diz que ele é casado e que tem uma filha. Se for mesmo seu pai, quer dizer que você tem uma irmã.
Jules, você acha que ir de policial seria muita ironia?
Eu realmente passei muito tempo perguntando sobre ele - disse concordando com a cabeça - Devia tentar, acha que consegue o número dele? - perguntou - Se não der certo, você ainda estará aqui comigo - sorriu e o beijou.
Duvido que consigamos um contato pessoal, mas talvez possamos falar com alguém que marque uma reunião ou coisa assim...Nisso você tem razão, babe. - Piscou para ela e a beijou. - Quer ouvir outra coisa que descobri?
Jules, você acha que ir de policial seria muita ironia?
Está tudo bem, obrigada por me ajudar - disse, apoiando a cabeça no ombro dele. Observou-o procurando na internet, ainda conseguia se surpreender como o namorado digitava rápido, prestava tanta atenção nisso que ficou surpresa quando Alan chamou sua atenção - Parece com ele, parece bastante! Mas o outro lado do país? - resmungou a última parte, ficando quieta por um tempinho - Alan… E se ele já souber de mim, e só não se importar?
Ai ele seria um idiota e você está melhor sem ele. Mas talvez sua mãe não tenha dito a ele também. - Disse, dando um sorriso a ela, pra tentar animá-la. - Como eu disse, não precisamos fazer nada se não quiser, no entanto, talvez seja bom tentar, mesmo se ele não a quiser, podemos voltar para casa e será tudo como antes.
Jules, você acha que ir de policial seria muita ironia?
Eu vou precisar de um tempinho pra decidir isso, tudo bem? - perguntou, indo para o quarto e deitando-se na cama. Olhou a certidão novamente - Diz aqui Thomas Carter - Continuou a folhear os papeis - Olhe, aqui está o diploma da faculdade dela, talvez ele more por perto, sabe onde essa é?
Thomas Carter, não é um nome tão incomum, então vai dar trabalho. - Avisou, digitando o nome na barra de busca e esperando que os resultados aparecessem. Ele semicerrou os olhos, antes de fitar o papel que Julie lhe mostrava. - É uma universidade conhecida, podemos tentar rastrear a partir dai. E se ele morar perto então, melhor ainda. - Adicionou as novas informações a pesquisa e cerrou os dentes, não queria dar esperanças inúteis a Julie, mas os resultados eram bem claros. - Se o que diz ai, e a foto estiverem certos, acho que seu pai pode sr esse cara. - Mostrou a ela uma breve matéria que continha uma foto do homem. - Aparentemente ele é um figurão de uma cidadezinha peto de Boston, do outro lado do país.
Jules, você acha que ir de policial seria muita ironia?
Está bem… - disse nervosa, o seguindo, apertou a mão dele - Mas e se a gente acha-lo, o que aconteceria depois?
Não se preocupe tanto, não vai mudar nada, a não ser que queira. - Assegurou, apertando a mão dela enquanto a levava até o quarto onde ficavam para buscar o laptop que deixara ali. - Vamos só olhar um pouco, depois pode pensar se quer tentar falar com ele, okay? Agora me diga o nome que devo buscar.
Jules, você acha que ir de policial seria muita ironia?
- Franziu a testa - E você acha que realmente conseguiríamos achar meu pai na internet?
Bem, nós temos um nome, e talvez uma foto. Se ele tiver alguma conta numa rede social, ou for uma pessoa importante, talvez achemos algo. Vale a tentativa. - Ponderou, saindo do quarto e esperando que ela o seguisse. - Mas não se anime demais, pode ser que existam muitos caras com esse nome.
Jules, você acha que ir de policial seria muita ironia?
- Estendeu o papel pra ele e concordou com a cabeça, voltando a procurar no armário, conseguiu achar no fundo dele algumas fotos amassadas, onde estava uma versão mais nova de sua mãe e uns amigos, um em particular aparecia em mais de uma foto, mostrou para Alan - Você acha que pode ser ele?
Eu não tenho certeza, mas ela não esconderia isso sem motivo, então é uma boa pista - Analisou a foto, assentindo. - Lembra aquilo que te mostrou no computador? Acho que é hora de usarmos para algo mais do que procurar fotos de gatos na internet.
Jules, você acha que ir de policial seria muita ironia?
Não, não é nada disso - abriu o papel, revelando a certidão de nascimento - Alan, o nome do meu pai tá aqui, acha que pode ter mais coisas dele escondidas?
Espera, o nome do seu pai? - Ele a fitou confuso, pedindo com um gesto para que ela lhe passasse o papel. Ler só o deixou ainda mais confuso. - Acho que sua mãe tinha um bom motivo para não te deixar entrar aqui muito. Vamos olhar tudo, talvez ela tenha fotos ou um endereço dele!
Jules, você acha que ir de policial seria muita ironia?
Está bem - disse concordando com a cabeça de leve e seguindo para o armário que a mãe guardava coisas de costura, a mulher nunca gostara que ela mexesse em suas coisas, então isso parecia invasão de privacidade. Mesmo assim, depois de pegar as fitas cor-de-rosa, não resistiu a tentação de pegar uma folha de papel dobrada, um tanto escondida - Alan… Eu achei algo.
Dinheiro? Um rato morto? - Arriscou, se posicionando atrás da loira para olhar por sobre o ombro dela. - Hm, não parece um rato. O que é?
Jules, você acha que ir de policial seria muita ironia?
Você acha que alguém daria doces pra gente? - perguntou - Eu não gosto tanto de ficar no quarto dela sozinha… Você pode se arrumar lá também?
Eu conheço alguns lugares em que eles não vão se importar se pegarmos...Claro, eu só preciso da minha jaqueta e um distintivo mesmo. - Pegou-a pela mão, a puxando em direção ao quarto. - Vá pegar as faixas, eu espero.