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Gêneros Literários Autobiográficos
Abertura
Currículo Lattes
Chegamos na etapa 3 do seu projeto multidisciplinar II. Agora que você já tem conhecimento sobre o que é pesquisa científica e sua importância, iremos focar no seu curso de graduação.
Objetivos de aprendizagem
Explorar a relação entre a produção científica de renomados pesquisadores e sua influência no avanço do conhecimento em suas respectivas áreas.
Elaborar um Currículo Lattes completo, destacando formação, produção acadêmica e atividades de pesquisa, para melhor representação profissional.
Reconhecer a importância do Currículo Lattes como ferramenta de avaliação e divulgação acadêmica, tanto em âmbito nacional quanto internacional.
Texto da personalidade científica da sua área de formação e link de acesso do currículo lattes
Formatação ABNT
Nesta última fase da etapa 2, vamos conhecer e aprender sobre as normas técnicas ABNT. Realize uma pesquisa sobre formatação ABNT.
Após a pesquisa sobre as normas ABNT, categorize os principais tópicos que as compõem por meio de uma atividade prática. Arraste as palavras para os elementos textuais correspondentes. Essa prática visa aprimorar e fixar as informações adquiridas durante a investigação.
TEMPOS MODAIS DOS VERBOS
Presente Simples: Ação habitual ou fatos gerais.
Ex: I walk (Eu caminho).
Passado Simples: Ação concluída em um momento específico no passado.
Ex: I walked (Eu caminhei).
Futuro Simples: Ação que acontecerá.
Ex: I will walk (Eu caminharei).
Presente Contínuo: Ação que está acontecendo agora.
Ex: I am walking (Eu estou caminhando).
Passado Contínuo: Ação que estava acontecendo em um momento específico no passado.
Ex: I was walking (Eu estava caminhando).
Presente Perfeito: Ação concluída que tem relevância para o presente.
Ex: I have walked (Eu caminhei / tenho caminhado).
Passado Perfeito: Ação concluída antes de outra no passado.
Ex: I had walked (Eu já tinha caminhado).
Futuro Perfeito: Ação que será concluída antes de outra no futuro.
Ex: I will have walked (Eu terei caminhado).
O particípio passado é usado para formar tempos perfeitos e voz passiva (ex: walked).
GLOSSÁRIO BÁSICO DE MORFOLOGIA LINGUÍSTICA
60)Significado dêitico – atribuição própria dos pronomes e de certos advérbios pronominais de indicar sujeitos e objetos na interação discursiva.
61)Sincronia – estudo de um estado de língua, num determinado momento de sua evolução.
62)Sufixo – morfe aditivo que sucede a raiz. Pode ser derivacional ou categórico.
63)Tema – conjunto formado pelo radical do vocábulo mais a vogal temática. Nesse caso, o vocábulo será temático. Se o vocábulo não tiver vogal temática – radicais terminados por consoante ou vogal tônica –, então o vocábulo será atemático.
64)Vocábulo – tem sentido mais amplo do que palavra, pois além das formas que têm significação lexical ou extralinguística (for- mas livres), inclui as formas com significação gramatical (for- mas dependentes) e o conceito de vocábulo fonológico.
65)Vocábulo fonológico – inclui os vocábulos formais em geral e a combinação de vocábulos formais, sempre que ocorrer perda de marca fonológica que indique a delimitação entre vocábulos na corrente da fala.
66)Vocábulo invariável – aquele que não se submete aos proces- sos de flexão.
67)Vocábulo variável – aquele que se submete aos processos de flexão nominal e verbal.
68)Vogal temática – vogal que ocorre depois do radical e antes das desinências. Essa vogal é sempre átona nos nomes e tônica nos verbos, quando no infinitivo
GLOSSÁRIO BÁSICO DE MORFOLOGIA LINGUÍSTICA
51)Prefixos – morfemas derivacionais que ocupam posição anterior à raiz, modificando o significado do vocábulo primitivo.
52)Produtividade lexical – possibilidade de surgimento de novos itens lexicais na língua.
53)Radical – parte do vocábulo formada pela raiz e pelos afixos derivacionais. Se o radical não tiver morfema derivacional (prefixo ou sufixo), será radical primário; caso contrário, se houver um morfema derivacional, será radical secundário; se tiver dois morfemas derivacionais, será radical terciário, e as- sim sucessivamente.
54)Raiz – elemento irredutível comum a todos os vocábulos da mesma família . É o morfema sobre o qual repousa a significação lexical básica. Equivale a semantema, ou lexema, ou radical
primário, ou forma primitiva. 55)Recomposição – espécie de composição em que se toma uma parte de um vocábulo composto que passa a valer pelo todo e se liga a outra base para formar um novo composto.
56)Regra de análise estrutural (RAE) – regra que permite ao fa- lante analisar a estrutura das palavras derivadas (formações
complexas), como, por exemplo, saber que colação é derivada de colar, armadura é derivada de arma, semanal é derivada de semana etc.
57)Regra de formação de palavras (RFP) – regra estabelecida com base em processos já existentes na língua. Por exemplo, a formação de palavras novas como chavista, carreirista, cotista, lulista, bairrista, fundista, conteudista etc. se faz com base em uma relação paradigmática com outras palavras formadas pela adição do sufixo [-ist(a)] a uma base nominal.
58) Regra morfológica – caracterização da base (palavra primi- tiva) e do produto (palavra derivada), com base em relações paradigmáticas. 59)Sentido – o sentido pode ser externo à língua (sentido lexical) ou interno (sentido gramatical).
GLOSSÁRIO BÁSICO DE MORFOLOGIA LINGUÍSTICA
41)Morfema classificatório – morfema representado pelas vogais temáticas. 42)Morfema cumulativo – morfe que representa a fusão de dois morfemas. Em português, os morfes cumulativos são repre- sentados, principalmente, pelas desinências modo-temporais e desinências número-pessoais.
43)Morfema derivacional – afixos (prefixos e sufixos), através dos quais é possível criar (derivar) vocábulos novos.
44)Morfema relacional – vocábulo dependente, isto é, vocábulosem autonomia mórfica, que não constitui por si só um enun- ciado, tais como preposições, conjunções e pronomes relativos.
45)Morfema zero – morfema que se realiza por meio da ausência de morfe.
46)Morfologia – parte da gramática que descreve a forma das pa- lavras. Estudo da estrutura interna das palavras. Estudo dos morfemas e seus arranjos na formação das palavras. Aborda os processos nos quais se acrescenta, se substitui, se subtrai, se duplica um segmento a outro(s) já existente(s) para modificar o sentido.
47)Mudança morfofonêmica – alomorfia condicionada fonologicamente, isto é, mudança no sistema fonêmico do vocábulo com repercussão no sistema mórfico.
48)Número – noção gramatical que distingue um elemento (sin- gular) de mais de um elemento (plural).
49)Oniônimo – nome próprio referente a marcas industriais e co- merciais.
50)Palavra – unidade formal da linguagem que, sozinha ou asso- ciada a outras, pode constituir um enunciado. Alguns autores reservam o termo palavra somente para vocábulos que apre- sentam significação lexical, ou extralinguística.
GLOSSÁRIO BÁSICO DE MORFOLOGIA LINGUÍSTICA
31)Gramática subjacente – gramática internalizada (na mente), implícita, subjacente, que habilita o falante a manejar adequadamente, intuitivamente, a língua embora não consiga descrevê-la ou explicá-la.
32)Gramaticalização – processo de mudança linguística no qual
um vocábulo autônomo, ou seja, uma forma livre, assume atri- buições gramaticais.
33)Hibridismo – Vocábulo formado por elementos de línguas di- ferentes, seja por composição, seja por derivação.
34)Hipocorístico – alteração morfofonêmica de antropônimos
(nomes de pessoas) na linguagem familiar para traduzir cari- nho, afetividade.
35)Morfe – realização concreta de um morfema. Pode ser um sim- ples fonema, uma sílaba, ou uma combinação de fonemas e sí- labas. Uma unidade formal será um morfe sempre que tiver um
sentido lexical ou gramatical. 36)Morfe alternante – segmento do vocábulo que representa a oposição morfológica em relação a outro morfe.
37)Morfe homônimo – morfe que representa diferentes morfemas.
38)Morfe redundante – o morfe será redundante (ou submorfêmico) sempre que reforçar uma oposição marcada por morfe aditivo.
39)Morfema – unidade mínima da estrutura do vocábulo dotada de sentido. Os morfemas são as menores unidades significati- vas que podem constituir vocábulos ou partes de vocábulos. É uma entidade abstrata que se concretiza, na estrutura de uma palavra, através do morfe.
40)Morfema categórico – sufixo flexional (SF) ou desinencial (SD), que expressa categorias gramaticais.
GLOSSÁRIO BÁSICO DE MORFOLOGIA LINGUÍSTICA
21)Empréstimo ou estrangeirismo – vocábulo emprestado de outras línguas e incorporado ao léxico.
22)Estrutura linguística – feixe de relações internas (articulação)que dá aos elementos linguísticos (as formas) sua função e sentido.
23)Flexão – acréscimo de morfes em posição final para realizar oposições gramaticais entre os nomes e pronomes (flexão nominal) e entre os verbos (flexão verbal).
24)Fonossemia – formação de palavras pela combinação de fonemas com o intuito de imitar ruídos naturais, ainda que não ocorra perfeita identidade.
25)Forma – define-se como um ou mais fonemas providos de significação. Forma é um elemento linguístico do qual se abstrai a função e o sentido.
26)Forma dependente – vocábulo formal, mas não é palavra, pois não tem significado próprio. Não expressa ideia externa à lín- gua. As preposições, as conjunções, os artigos e alguns prono- mes pertencem a essa categoria.
27)Forma livre – constitui uma sequência que pode funcionar isoladamente como comunicação suficiente. É vocábulo classificado como palavra, porque tem significado por si só. Pode ser usado como resposta a uma pergunta.
28)Forma presa – forma que só tem função quando combinada (ligada) com outra(s) forma(s). É o caso, por exemplo, dos pre- fixos, dos sufixos e das desinências.
29)Função – é o papel que as formas linguísticas assumem na re- lação que se estabelece entre elas, ou seja, na estrutura linguís- tica.
30)Gênero – noção gramatical que se atribui a todos os substantivos. Não se confunde com sexo, embora também se preste para opor seres assexuados.
GLOSSÁRIO BÁSICO DE MORFOLOGIA LINGUÍSTICA
11)Comutação – operação contrastiva de elementos segmentados no plano da expressão de que resulta uma alteração no plano do conteúdo.
12)Derivação – processo de formação de palavras pelo acréscimo de prefixos (derivação prefixal) ou de sufixos (derivação sufixal).
13)Derivação imprópria – formação de palavras por mudança de classe gramatical, sem que se processe qualquer alteração mórfica.
14)Derivação parassintética – processo de formação de palavras pela adjunção simultânea de prefixo e sufixo a um radical, de tal modo que a supressão de um ou de outro resulta em uma forma inexistente na língua.
15)Derivação por sufixo zero – processo de derivação de palavras sem a presença de morfema aditivo.
16)Derivação regressiva e abreviação – processo de derivação de palavra no qual ocorre perda fonética na comparação com a forma primitiva.
17)Desempenho (linguístico) ou performance – é aquilo que o indivíduo realiza efetivamente quando fala, quando usa a língua.
18)Desinência nominal – morfe aditivo em posição final que representa, nos nomes, o gênero feminino em oposição ao morfema zero do masculino, ou o plural em oposição ao morfema zero do singular.
19)Desinência verbal – morfe aditivo em posição final que repre- senta, nos verbos, o modo e o tempo (desinência modo-tem- poral) e o número e a pessoa gramatical (desinência número- pessoal).
20)Diacronia – estudo da língua na perspectiva da evolução de
um estágio a outro, com vistas a identificar e descrever as mudanças ao longo de um período de tempo.
GLOSSÁRIO BÁSICO DE MORFOLOGIA LINGUÍSTICA
1) Acrossemia – processo de formação de vocábulos por meio da combinação de sílabas extraídas de compostos ou expressões. É um recurso bastante utilizado na formação de siglas.
2) Alomorfe – variação na realização do morfe. Quando há mais de um morfe para o mesmo morfema, ocorre alomorfia.
3) Alomorfia – ocorrência de morfes diferentes para realizar o mesmo morfema.
4) Braquissemia – emprego de parte de um vocábulo pelo vocá- bulo inteiro. Equivale ao que alguns autores classificam como
abreviação vocabular, expressão que não deve ser confundida com abreviatura. 5) Classe – distribuição dos vocábulos em grupos com base nas
formas que assumem, nas funções que exercem e, eventual- mente, no sentido que expressam.
6) Competência (linguística) – capacidade inata que o indivíduo
tem de produzir, compreender e reconhecer a estrutura de to- das as frases de sua língua.
7) Competência lexical – conhecimento que o falante tem do lé- xico de sua língua.
8) Composição – processo de formação de palavras pela combi- nação de dois ou mais radicais.
9) Composição por aglutinação – processo de composição no qual ocorre alteração fonética no(s) constituinte(s).
10)Composição por justaposição – processo de composição sem alterações fonéticas nos constituintes.
Tecnologias
Já sabemos que tecnologia é muito mais que computadores (software) e internet (meio). Envolve ferramentas, técnicas e processos. As tecnologias trouxeram para educação a discussão de novos paradigmas. É essencial estudarmos as tecnologias pois esses paradigmas repercutiram em novos modelos pedagógicos, que ampliaram a participação e a interatividade. Sabemos que o alvo da aprendizagem deve ser o sujeito e não a modalidade de ensino ou o recurso tecnológico a ser utilizado. Dessa forma, deve-se repensar os modelos de ensino/aprendizagem e, nesse mesmo viés, os modelos de educação a distância. As tecnologias nos possibilitaram encurtar distâncias e nos deu rapidez na execução dos processos, acesso ao conhecimento.
Tecnologias da Informação e da Comunicação
As TICs: Tecnologias da Informação e da Comunicação basicamente são as tecnologias que mediam os processos informacionais e comunicativos das pessoas: TV, Rádio, o Jornal ou TV
Novas Tecnologias da Informação e da Comunicação
As NTICs são as Novas Tecnologias da Informação e da Comunicação
Aqui o conceito se expande pois engloba equipamentos digitais, tais quais computadores, lousa digital, dentre outros. A Internet é uma das principais TDICs e possui uma vasta amplitude de usos como o Kahoot, Jamboard, World Wall e etc.
De maneira resumida, a Bncc (Base nacional comum curricular) é um aparato de regras obrigatórias para a formulação do ppp (Projeto Político Pedagógico)
das escolas públicas brasileiras, e é necessário para o professor em formação o conhecimento do mesmo para que esteja consciente do modus operante da escola, de como ele se constrói e como ele funciona.
Tecnologias Assistivas
É uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba recursos, estratégias, produtos, serviços e metodologias que objetiva promover e favorecer a participação dos estudantes da Educação Especial nas diversas atividades escolares que geralmente não são atendidos da melhor forma para que desenvolvam suas potencialidades e autonomia. É muito importante socialmente pois cresce o número de pessoas com deficiência em nossa sociedade que procura se inserir na educação.
Resumindo tudo que é criado para ajudar pessoas com deficiência a terem independência e serem incluídas é uma tecnologia assistiva, sempre proporcionando ou ampliando suas habilidades de comunicar, ouvir, ver, andar ou tocar. Dividimos essa tecnologia em duas: os recursos e os serviços. Os recursos são todo e qualquer item, produto ou sistema fabricado sob medida utilizado para melhorar, manter ou aumentar as capacidades funcionais das pessoas com deficiência.
Art. 28. Incumbe ao poder público assegurar, criar, desenvolver, implementar, incentivar, acompanhar e avaliar: […]
III – projeto pedagógico que institucionalize o atendimento educacional especializado, assim como os demais serviços e adaptações razoáveis, para atender às características dos estudantes com deficiência e garantir o seu pleno acesso ao currículo em condições de igualdade, promovendo a conquista e o exercício de sua autonomia; (BRASIL, 2015)
Comentário ( Ingridy):Qualquer discussão sobre a adoção da tecnologia
também deve considerar as restrições e desafios atuais e emergentes, por exemplo, é possível ter um computador por aluno na sala de aula? Temos muitos desafios, isso me lembrou sobre um projeto chamado Horizon Report:é uma investigação para identificar e descrever as tecnologias emergentes que possam ter um impacto na aprendizagem, ensino e investigação criativa na educação. Vou deixar o link para a senhora dar uma olhada:https://library.educause.edu/resources/2021/4/2021-educause-horizon-report-teaching-and-learning-edition
How to write an email in English: FORMAL & INFORMAL - Real Life English Conversation (9:40)
Learn English with Jessica
How to write formal emails – Learn English with Cambridge (6:01)
You are keen to study English in London. Read the school advertisement and the notes from your teacher. Then write an email (formal) to Mr Williams at the Big Ben Language School asking for details.
Language courses in London at the Big Ben School of English
Our well-equipped school offers English language courses in the heart of London. The school has a friendly atmosphere and organises a full range of sporting and social activities as well as excursions out of London. The school is conveniently located near the museums and the river. Accommodation can be arranged with carefully selected British families.
Contact Jim Williams by email ([email protected]) for further details.
When you write to the school make sure you find out:
how many students there will be in the school and in each class
what qualifications the teachers have
what resources the school has
what is included in the price
what amenities there are in the area
How to write an invitation email
What are invitation emails (and why do they matter?)
Invitation emails are, as you’d expect, used to encourage someone to do something. It could be an invitation to an interview, an event, a meeting, a webinar, or a sales presentation.
In each case, the purpose of the message is to inspire action – generating attendees for your event, candidates for your interview or in your meeting.
Invitation email format
Emails are easy to write (if you follow this format). First, a strong, simple subject line spells out what you want.
That’s followed by a body copy that offers value and contains all the details people need (such as date, time, and location). Finally, you finish with more information on how people can sign-up and a positive sign-off.
Let’s show you how that works.
1. Invitation email subject line
Your subject line should get straight to the point. You’ll want to grab the reader’s attention and explain to them what the message is about (and why they should care). In the case of interviews or meetings with colleagues, the process is pretty straightforward:
Interview Invitation – 25 Jan @ 9:00 am
Meeting Request – 2023 Strategy & Planning – 25 Jan @ 9:00 am
Simple, clear, and straight to the point! That works for this type of invitation, where people will know who you are and what you’re asking. It gets a little more complicated when writing emails to people you don’t know (what marketers call cold emails).
2. Invitation email body
All email invitation body copy works similarly, with the same structure. It goes a little something like this:
Introduction
Explanation of why you’re emailing
Details of the invitation
Dates, times, and attendance information
Following this format will ensure you have all the essential details in your invitation email. You don’t need to be boring; you can get creative if you want – but always include everything from the list above.
3. How to end an invitation email
You’re inviting someone to something, right? So you want them to confirm their attendance. So mention that. Something like this can work well:
Please confirm that you can attend. You can email me at (insert address) or call me at (insert number).
If you’re inviting someone for an interview, this will be enough. However, for an event, you may want to add an incentive or put a time limit on it.
Sign-up today, and you’ll receive a 25% discount!
Places are strictly limited, so sign-up today (or prepare to be disappointed).
You’ll also need to include contact details or links to an online form where people can sign-up for the event. Don’t forget to add your name, job title, and company information.
Now it’s time to remember some of the verb tenses already studied which are very important to write a story.
Remember to use the subtitles if you think they can help you.
These words can be really useful
WHEN= quando; WHILE=enquanto; AS=quando; JUST AS=exatamente quando.
Tips for the B2 First
(Cambridge English: First, FCE) Key Word Transformation (Part 4)
Part 4, the Key Word Transformation, tests your ability to paraphrase through your knowledge of grammar and vocabulary. A wide range of language could be tested here, however some patterns appear quite often. Here are some tips to follow when attempting the Key Word Transformation task:
Look out for two necessary changes in each sentence. You will often be required to make more than one change in the transformed sentence such as using a set expression as well as a change from active to passive. The good news is you can get 2 marks for each question!
Don't forget to include the key word and remember not to change the form of the word.
Use between 2 and 5 words - no more. Remember that contractions count as two words.
Certain language points tend to feature in this task such as active to passive, formal to informal, the use of phrasal verbs and other set expressions. Make a note of any new patterns you come across each time you try a Key Word Transformation task.
Cambridge B2 First (FCE) Practice Test
FCE Reading and Use of English Part 4: Key Word Transformation
Complete the second sentence so that it has a similar meaning to the first sentence, using the word given. Do not change the word given. You must use between two and five words, including the word given. For example: A very friendly taxi driver drove us into town. DRIVEN We ..................................... a very friendly taxi driver. Answer: WERE DRIVEN INTO TOWN BY
Watch the video of a B2 Speaking Test