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@amagm
Há dores que não desaparecem. Apenas mudam de lugar dentro de nós.Ficam escondidas entre tarefas banais, conversas rápidas, dias aparentemen
O Poder da Escrita
Há dores que não desaparecem. Apenas mudam de lugar dentro de nós.Ficam escondidas entre tarefas banais, conversas rápidas, dias aparentemente normais. Aprendemos a funcionar com elas como quem aprende a viver numa casa húmida: abrimos as janelas, acendemos luzes, fingimos que não sentimos o frio. Mas a verdade é que aquilo que não é dito encontra sempre outra forma de existir. Foi talvez por…
Liberdade de ser
Dizem que o tempo amadurece, não sei, acho que o tempo vai-nos roubando coisas… Não sou a mesma mulher que era aos 30. Às vezes olho para trás e quase não me reconheço naquela mulher que sorria sem esforço, que acreditava nas pessoas com uma pureza quase infantil, que ainda tinha esperança suficiente para achar que o amor e a lealdade eram coisas sagradas. Nessa altura, eu ainda não sabia o…
Entre dois silêncios
Paragem, mas ali nada parava verdadeiramente. Nem o vento, nem o tempo, nem aquilo que se traz dentro e que insiste em continuar. A estrutura era simples, um banco gasto, um abrigo estreito, um telhado que rangia com o peso das estações. E, acima de tudo, a frase. Sempre a frase. Como um aviso, como uma sentença, como um segredo que alguém decidiu partilhar com estranhos:“A vida é uma luta entre…
Obrigad@, drstrange2024, e a toda a gente que contribuiu para os 10 reblogues!
250 favoritos!
Se sou amado
Quanto mais amado
Mais correspondo ao amor
Se sou esquecido
Devo esquecer também ...
Pablo Neruda
desrespeito é foda, hoje eu tenho valores
A Vida é um Jogo.
Ela nunca aprendeu a perder. Não porque fosse invencível, isso seria uma mentira demasiado fácil, mas porque nunca se permitiu acreditar que o jogo terminava. Para ela, tudo era apenas um intervalo entre movimentos.Chamavam-lhe Rainha, mas não havia carne por baixo do título. O que existia era metal moldado com uma delicadeza quase cruel, fios expostos como nervos que já não sentiam, e uma coroa…
Nunca
“Nunca dês a ninguém o poder de te destruir”. E isto é um aviso. Às vezes ecoa com a leveza de um sussurro, outras vezes chega como um murro dado pela vida. Crescemos a acreditar que amar é dar tudo. Mas ninguém nos contou que “tudo” não quer dizer sem reservas. Que o amor não exige joelhos dobrados nem voz diminuída. Que a entrega mais bonita é aquela que acontece sem que nos anulemos para…
Há instantes quase invisíveis, tão breves que passam por decisão, em que nos afastamos de nós para permanecer em alguém. Não é amor, nem entrega. É uma espécie de negociação silenciosa onde, aos poucos, vamos aceitando menos do que merecemos para não ficarmos com o vazio inteiro nas mãos.
O problema nunca foi apenas o outro.
Foi a forma como fomos abrindo portas sem perguntar quem realmente sabia entrar.
Foi o descuido connosco, disfarçado de paciência, de compreensão, de “isto vai melhorar”.
E enquanto esperávamos, fomos ficando mais distantes de quem éramos.
Há um cansaço que não vem das relações, mas da ausência de limites dentro delas. Porque não é o que o outro faz que nos quebra, é o que continuamos a permitir depois de já sabermos.
Escolher-se não é dureza. É um regresso. Um regresso firme e sereno a um lugar onde já não se pede para ser cuidado, apenas se reconhece quem sabe fazê-lo.
MS
Há algum tempo deixei de fazer grandes planos. Não porque desisti, nem por cansaço, mas por respeito.
Percebi que a vida tem uma imaginação muito mais ousada do que a minha. Quando tento organizá-la em linhas direitas, ela responde com curvas inesperadas. Quando penso ter entendido o caminho, ela abre uma porta onde antes só havia parede.
Por isso, procuro não a atrapalhar com mapas demasiado rígidos.
Continuo a caminhar, claro. Continuo a desejar, a tentar, a sonhar. Mas deixo espaço. Espaço para o improvável. Para o encontro que não estava marcado. Para a alegria que chega sem aviso. Para as mudanças que, no início, parecem erro e afinal eram destino.
Talvez a sabedoria esteja mesmo nisso: viver com intenção, mas sem prender o futuro.
Porque, no fundo, desconfio que a vida, silenciosa e paciente, está sempre a escrever algo por nós.
E, às vezes, escreve melhor do que aquilo que alguma vez teríamos planeado.
MG
Existem palavras que matam devagar.
Não fazem barulho. Não deixam sangue à vista. Mas entram no peito como uma lâmina fina e ficam lá, quietas, a trabalhar no silêncio.
Às vezes são ditas sem intenção.
Outras vezes são lançadas como pequenas pedras que alguém atira sem imaginar o eco que vão ter dentro de quem as recebe.
Há palavras que se colam à memória.
Repetem-se durante anos na cabeça de alguém.
Voltam em noites de insónia.
Sussurram dúvidas onde antes havia certeza.
Quem as diz esquece-se depressa.
Quem as ouve… muitas vezes passa uma vida inteira a tentar provar que não são verdade.
Por isso, talvez a maior forma de cuidado entre pessoas seja esta:
lembrarmo-nos de que as palavras nunca são apenas palavras.
Algumas curam.
Outras salvam.
E há aquelas, as mais perigosas,
que matam devagar.
MG
Há mulheres que nunca foram aplaudidas.
Mulheres que acordaram cedo demais para cuidar de todos, menos delas. Mulheres que aprenderam a engolir lágrimas. Mulheres que trabalharam em silêncio, amaram em excesso e resistiram quando já não havia quase nada dentro delas para resistir.
Há mulheres que carregam famílias inteiras nas costas e ainda encontram força para sorrir. Mulheres que perderam, caíram, foram esquecidas, e mesmo assim voltaram a levantar-se.
Ser mulher nunca foi apenas existir.
Ser mulher é reconstruir-se muitas vezes na mesma vida.
É aprender a transformar dor em ternura, cansaço em coragem, e silêncio em sabedoria.
Por isso, hoje não celebro apenas flores ou palavras bonitas.
Celebro as mulheres que continuam de pé quando o mundo inteiro parece pedir que se sentem.
Celebro as que lutam.
As que cuidam.
As que pensam.
As que sonham.
E sobretudo as que, mesmo cansadas, continuam a acreditar que a vida pode ser um lugar mais justo.
Porque uma mulher não muda apenas a própria história.
Muda o mundo, muitas vezes sem que ninguém repare.
Feliz Dia das Mulheres!
MG
Uma mulher não ama sozinha.
Ela responde ao que recebe.
Se encontra respeito, floresce.
Se encontra verdade, permanece.
Se encontra cuidado, torna-se paz.
Mas se encontra indiferença… aprende a ir embora.
Porque uma mulher no amor é muitas vezes um espelho:
ela apenas devolve aquilo que foi plantado nela.
MG