Sendo uma pessoa não muito fã de interações sociais, apesar disso, William não pôde recusar o convite que lhe fora enviado para se fazer presente no baile. A ideia para aquele evento com toda a certeza chamava a atenção do homem que ao menos iria participar de algo que após aquilo iria beneficiar alguém que precisaria. Vestido o seu melhor traje, William passeava pelo lugar, com a melhor expressão que poderia fazer naquele momento. Sem muito prestar atenção para onde ia, acabou por se esbarrando em outro corpo. Feliz por não ter ganhado um banho de algum drinque, William logo tratou em pedir desculpas, como qualquer homem educado faria. “Eu peço perdão pelo o que acabou de acontecer. Eu não vi você. É…hm… tudo bem?”
O encontrão poderia ter feito Amélie fechar a cara, mas como tratava-se de uma festa, ela apenas fez sua melhor expressão de divertimento. O objetivo era não preocupar o outro, garantir que não fora nada demais; a jovem sabia o quanto algumas pessoas podiam levar encontrões a sério. “Tudo bem, eu também não vi você. Estava olhando para lá” ela apontou com o queixo para um grupinho na pista de dança. Eles pareciam estar bem alterados, o que certamente atraiu a atenção de alguns semideuses além de Amélie. “É engraçado o quanto o comportamento das pessoas muda quando estão em bando, não é?”












