Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
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🪼
noise dept.
I'd rather be in outer space 🛸
d e v o n
Show & Tell
trying on a metaphor
Cosimo Galluzzi
hello vonnie

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cherry valley forever

blake kathryn
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
wallacepolsom
almost home
will byers stan first human second

shark vs the universe
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@amordeperdicao
“Me rendi. Aceitei que tem coisas que não estão nas minhas mãos, no meu domínio, no meu controle. Me rendi. Entendi que nem tudo acontece no tempo em que quero, espero e sonho. Me rendi. Percebi que a vida não pode ser planejada, concreta e decifrada em uma bola de cristal.”
— Clarissa Corrêa.
“Amar talvez seja isso… Descobrir o que o outro fala mesmo quando ele não diz.”
— Padre Fábio De Melo.
“Meu sentir é muito antigo pra toda essa modernidade que grita desapego”
— Nina Benavídez
“O cara não precisa dar satisfação a toda hora, te ligar várias vezes por dia, isso é chato e acaba com qualquer romance. O que eu quero dizer é que mulher precisa de carinho. Atenção. E uma sacanagem bem-dosada.”
— Tati Bernardi.
“Vem cá, congela o teu olhar no meu.”
— Fica.
“Dizem que levamos 7 minutos para dormir, e que nos primeiros seis minutos e cinquenta e nove segundos, nossa cabeça automaticamente reproduz cada um dos momentos vivido ao longo do dia. E que no último segundo aparece a pessoa que tenha nos feito a mais feliz naquele dia. Finalmente, o cérebro processa a imagem dessa pessoa e transmite em forma de filme, um filme chamado “sonho”.”
— Autor Desconhecido.
“Deita no meu abraço. E fica.”
— Sandra Frassetto.
Melhor do que ter corpos que se tocam, é ter almas que se abraçam mesmo de longe.
Meu pé de cerejeira branca. (via paragrafos)
Hoje, uma moça me disse que sofria por causa de um amor raso. Mas, se ela tinha consciência de que era raso, qual o motivo da sua sofrência? Qual a razão inconsciente de continuar insistindo em algo que não existe? Qual o motivo aparente para ficarmos em casa numa sexta à noite, chorando com um gigante pote de sorvete, assistindo um filme deprimente? Nos machucamos, e algumas vezes ficamos com as feridas expostas e ainda assim, vem gente e enfia o dedo nelas para nos ver sofrer mais. Isso é da vida, não vai adiantar nada dizer que não vai doer, que não vai chorar. Porque vai sim e muito. Mas, a diferença, é o que fazemos com essa dor. Chorar faz bem, mas não ache que o choro resolve tudo. Que ficar sentada em sua cama e esperar pela oportunidade montada em um cavalo branco, indo em direção a sua casa, vai realmente acontecer. Não é assim. Sair dessa fossa é o primeiro passo, e não vai ser seus amigos, ou familiares que conseguiram isso por você. Só, e unicamente, você. Não adianta nada eu escrever sobre o que fazer e como fazer se você não por em prática. Eu sei que tudo é perfeito em teoria e que, praticar leva muito tempo e tem muitas cicatrizes envolvidas. E é aí que, as frases prontas, de efeito e clichês entram; ‘O tempo tudo cura, vai passar, sorria e enfrente os seus medos.’ Mas o principal é: levante-se e vá atrás do seu amor próprio. Aprenda a ser feliz, sem precisar de outros amores rasos por aí.
O Diário de Sofi. (via expurgar)
Ele disse para ela ir se tratar, e então foi isso que ela fez. Tratou o cabelo, tratou a pele, tratou do corpo, tratou de conhecer gente nova, tratou de viajar, tratou de rir, tratou de se divertir… E foi se tratando que percebeu que não precisa dele pra ser amada, e sem ele tratou de ser feliz.
Tati Bernardi. (via adverbio)
Sua alma me contaminou. Hoje vivo com excesso de felicidade.
Soluvio. (via delator)
Perdoe os outros, não porque eles merecem perdão, mas porque você merece ter paz.
Mário Quintana. (via motivando)
Era madrugada e eu vi você entrar por aquela porta. Eu estava sentado na cozinha, no escuro, bebendo vinho. Você entrou na nossa casa e parecia ter entrado em um lugar desconhecido. Olhou para um lado, para o outro e fitou a porta do nosso quarto por um bom tempo antes de abri-la. Quando você tomou coragem e abriu e não me encontrou ali pareceu um pouco desesperada. Você olhou o celular, foi até a sala, conferiu o horário no relógio e falou em voz alta “merda!”, entrou no quarto com a sua mala, pegou todas as suas roupas e ficou sentada por um tempo na cama, fitando o vazio. Depois de uns vinte minutos eu saí do meu esconderijo e você olhou pra mim como se tivesse visto um fantasma: “eu voltei só pra pegar minhas coisas”. Você se levantou, deixou a chave que era sua em cima da mesa de centro, deu uns 2 passos, olhou pra trás e sussurrou aquelas duas palavras enormes e barulhentas “sinto muito” e continuou seu caminho. E eu estou te escrevendo pra te dizer somente que eu também sinto. Sinto muito por não ter sido o suficiente. Sinto muito por ter sido tão pouco pra você. Sinto muito por não ter ido atrás de você e te pedido pra ficar. Sinto muito, por não ter sido.
Últimos escritos pra ela, Flávia Oliveira (via re-escritas)
Gosto quando me deixam com vergonha, é estranho, mas é legal. Sei lá, é bom quando alguém te fala algo carinhoso na sua frente. Dá aquela sensação de “O que será que eu falo agora?”, você tenta pensar em algo, mas não consegue dizer nada, a vergonha não deixa. Pode até parecer estranho, mas é um momento bonito.
Mateus Yoshitani. (via inverbos)
Já caí inúmeras vezes, achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais.
A Garota da Capa Vermelha. (via aprendizdepoeta)