Quando alguém tem uma imagem excepcional, as outras pessoas só estão à espreita para acabar com ela. Estão só esperando aquele defeito fatal aparecer.
Os 13 Porquês (Jay Asher)
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@aprenderadarvalor
Quando alguém tem uma imagem excepcional, as outras pessoas só estão à espreita para acabar com ela. Estão só esperando aquele defeito fatal aparecer.
Os 13 Porquês (Jay Asher)
“Às vezes a gente vai-se fechando dentro da própria cabeça, e tudo começa a parecer muito mais difícil do que realmente é. Eu acho que a gente não deve perder a curiosidade pelas coisas: há muitos lugares para serem vistos, muitas pessoas para serem conhecidas.”
— Caio Fernando Abreu
Via não acha que eu seja comum. Diz que acha, mas, se eu fosse comum, ela não precisaria me proteger tanto. Mamãe e papai também não me acham comum. Eles me acham extraordinário. Talvez a única pessoa no mundo que percebe o quanto sou comum seja eu.
Extraordinário (R. J. Palacio)
Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia. A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão. A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia. A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da sua longa duração. A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto. A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra. A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos. A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial que fica tremendo. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta. A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado. A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e do tiro, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.
Marina Colasanti (via romanteios)
<3
Ela queria um homem que fosse sensível e bom, mas que conseguisse arrebatá-la completamente. Queria alguém que lhe oferecesse uma massagem nos pés depois de um longo dia na biblioteca, mas que a desafiasse intelectualmente. Um homem romântico, é claro, alguém capaz de lhe comprar flores sem que houvesse qualquer razão para isso. Não era pedir muito, era?
Nicholas Sparks. (via recontador)
Ela se cansou de amores vazios.
A pequena flor. (via principar)
E eu sei que você não é o certo pra mim,mas o fato é que você me faz bem,de um jeito seu,mas faz.Você conseguiu derreter a barreira de gelo que me distanciava do mundo e coloriu meu preto e branco.Não sei se isso vai dar certo,mas eu estou disposta a tentar.
M.Ferreira. (via recontador)
Fui fogueira na tua noite escura abrasei teu corpo minha pele nua fervi teu leite preparei-te minha carne sorvidos com gula a água do teu corpo despido em meu peito levantei fervura queimei-me por horas em tuas mãos segura que em brasa desfazer-me-ia e reacenderia ainda sendo tua
Ana Alencar
Amor é isso: é ter dois, e querer ser um só.
Aghata Paredes. (via alentador)
Simplicidade, era disso que se precisava.
Bukowski. (via romantizado)
Amores são feito pra somar, se não vale pena é melhor parar.
Imaginasamba
Detesto tua distância, detesto tua arrogância, detesto teu orgulho. Mas é só você voltar que eu esqueço tudo que detesto.
Caio Augusto Leite. (via principar)