LEE DOHYUN? Não! É apenas MARCHOSIAS ATHALAR JUNG, ele é filho de MELINOE do chalé 27 e tem 26 ANOS. A TV Hefesto informa no guia de programação que ele está no NÍVEL III por estar no Acampamento há DOZE ANOS, sabia? E se lá estiver certo, MARK é bastante CONFIANTE mas também dizem que ele é PREPOTENTE. Mas você sabe como Hefesto é, sempre inventando fake news pra atrair audiência.
FULL BIO⠀⠀⠀⧫︎⠀⠀⠀CONNECTIONS⠀⠀⠀⧫︎⠀⠀⠀MUSINGS⠀⠀⠀⧫︎⠀⠀⠀DEVELOPMENT
Data de nascimento: 30 de maio de 1998
Signo: Gêmeos
MBTI: ENTJ
Sexualidade: Bissexual
Defeito fatal: culpa do sobrevivente
Maior medo: ser esquecido
Poderes: Mediunidade contratual - consegue sentir e até enxergar a presença de fantasmas ao seu redor. Porém, Mark só pode se comunicar com eles através de contratos, que são feitos ao pingar uma gota de seu sangue no chão. Dessa forma, pode se comunicar com um fantasma que já esteja no local ou invocar algum de outro lugar e, ao fazê-lo, ele pode obter qualquer informação que queira do fantasma em questão, que não pode mentir para ele ou lhe negar qualquer pedido, devido ao sacrifício de sangue. Mas isso vem com um preço, pois cada vez que faz uma pergunta ou um pedido, ele sacrifica um dia de vida.
Habilidades: agilidade sobre-humana e reflexos sobre-humanos
Arma: Cimitarra de lâmina dupla - Dantalion é uma arma longa que é manuseada usando as duas mãos e tem lâminas curvas em ambos os lados, feitas de ferro estígio. Ela se transforma em um relógio de bolso e assume sua verdadeira forma ao ser apertado seu botão lateral.
Saber manusear a maior parte das armas é uma vantagem que, por muitos anos, Mark usufruiu muito bem, apesar de ter a sua arma assinatura que nunca deixa suas mãos, nos últimos tempos ele passou a ser visto com mais frequência utilizando duas outras recentemente adquiridas.
Marcações: @silencehq @hefestotv
Dantalion é a sua cimitarra de lâmina dupla que ele usa desde os quatorze anos. Ela é uma arma longa que precisa ser manuseada com as duas mãos e tem duas lâminas de ferro estígio, contendo escritos em grego antigo em ambos os lados. Ela se transforma em um relógio de bolso de ferro escuro com dois botões, sendo o botão de cima aquele que o transforma em Dantalion, e o lateral o que o abre para ver as horas. Por ser muito antigo, o relógio não tem mais o vidro que protege os ponteiros, e Mark usa suas pontas afiadas para furar o dedo e fazer seu ritual de invocação de espíritos.
Adquirida recentemente, a espada que ele nomeou como Astaroth também é de ferro estígio e quando entra em contato com a pele de semideuses, causa feridas que demoram para serem curadas e são impossíveis de ser tratadas com magia ou néctar, além de causar danos à memória a depender da gravidade da ferida. Para monstros, quando mortos ela faz com que eles demorem mais para retornar.
Por fim, Valac é como nomeou seu novo arco. Ele é feito de ébano com detalhes em fio de ouro por toda a sua extensão, que formam palavras de morte em coreano, iguais às tatuagens que ele tem nos braços. Suas flechas possuem detalhes semelhantes, com a haste também de ébano e as pontas feitas de ferro estígio. Por considerar o arco a sua segunda melhor arma depois da cimitarra dupla, é uma surpresa que, até o momento, Mark não tivesse um arco próprio para usar sempre que precisasse. Por isso, quando teve a oportunidade de soliciar uma arma nova para os ferreiros, não hesitou em lhes dar a descrição do que viria a se tornar Valac. Em partes, sua descrição se deu por motivos vaidosos. Ele queria uma arma que combinasse esteticamente com suas outras duas armas, ambas de ferro estígio com detalhes dourados, então sabe que foi ligeiramente exigente demais quando explicou o uso da madeira de ébano para que não precisassem pintá-lo e os fios de ouro para compor os detalhes. Porém, não há como negar que ele também queria algo com ferro estígio, tinha muito além que um costume de manusear armas desse material, era mais como uma familiaridade, ele o fazia sentir-se mais próximo da mãe, mesmo que jamais fosse admitir isso. Por isso, além do pedido difícil e detalhado de como queria o arco, também foi muito específico ao pedir pelas flechas de ferro estígio, mantendo o pedido dos detalhes para as hastes das mesmas, mas sem as muitas palavras que compõem o arco, mantendo apenas o nome de sua mãe em grego antigo.
⠀⠀✗⠀⠀A tentativa de ser discreto era forte, mas Mark sabia que hora ou outra acabaria sendo percebido. Seguir um dos recém chegados não era sua ideia mais brilhante, mas estava ficando sem ideias. Eles não pareciam soltar nada de suspeito ao serem questionados, então precisou tomar medidas mais drásticas. Talvez parecesse ridículo praticamente escondido atrás de uma parede, mas certificava-se de que mais ninguém o via ali a cada alguns segundos. Porém, se viu tão distraído que não percebeu quando alguém se aproximou, só notando a presença da garota um pouco tarde demais. Fez o possível para não parecer estar espionando ninguém, mas o que acabou fazendo foi se encostando na parede de maneira desajeitada e abrindo um sorriso sem graça. — Ei, o que faz por aqui? — a pergunta era estúpida, afinal, estavam na arena de treinamento. O que mais ela estaria fazendo ali?
⠀⠀✗⠀⠀Não seria um exagero dizer que Mark havia passado os últimos dias observando o movimento na biblioteca. Sabia que poucos membros das equipes frequentavam a sessão privada durante o dia e sabia que Quíron apenas ia ali uma vez por dia, então dessa forma pôde observar que o melhor horário era o final da tarde, quando todos já tinham terminado suas atividades e se encaminhavam para seus chalés para tomarem banho e se arrumarem para o jantar. Era o momento mais vazio, então ele o aproveitou para tentar colocar seu plano em ação e invadir a sessão privada. Porém, quando achava que dessa vez iria conseguir, percebeu uma movimentação atrás de si, virando-se rapidamente e tentando disfarçar pegando um livro qualquer. "Como os bebês eram criados na Grécia antiga" lia a capa, mas não havia mais tempo de trocar de livro. — Hm, hey, pesquisa, sabe. — falou desajeitadamente. — Conhecimento nunca é demais, não acha?
⠀⠀✗⠀⠀Quando parou ao lado do filho de Éris, Mark não tinha exatamente certeza do que iria perguntar. Vinha estudando-o há dias, estudando o momento certo para abordá-lo. Não tinha conseguido muitas respostas - ou nenhuma, para ser sincero - com Nari e precisava encontrar outra maneira de sondar os recém chegados, sendo Magnus o seu escolhido da vez. Encontrou a oportunidade quando este entrou no arsenal. Esperou algum tempo para segui-lo e então entrou. Fingiu procurar por alguma coisa, mas logo disse: — Então, o que fez no mundo mortal durante esse tempo desde a guerra? — perguntou em tom casual. Lembrava-se vagamente dele por ali durante a guerra contra Gaia e usou disso para tentar iniciar uma conversa.
⠀⠀✗⠀⠀Mark já estava quase desistindo de encontrar Damon em qualquer lugar após procurar até mesmo no chalé 26, quando finalmente o avistou saindo dos estábulos. Quando avistou-o, abriu o seu sorriso mais simpático enquanto se aproximava - o que provavelmente parecia deslocado em seu rosto, pois definitivamente o filho de Melinoe não era o que podia ser chamado de simpático, muito pelo contrário, podia ser bem antipático na maior parte do tempo. — Olha só, justamente quem eu queria encontrar, meu filho de Nyx favorito. Como está nesta bela tarde?
Abaixo estou deixando três tipos de call para interações, todos estão diretamente relacionados com o prompt do Mark e, por isso, alguns possuem algumas limitações.
Tipo 1: APENAS PARA QUEM ESTIVER EM ALGUMA EQUIPE, NÃO PODE SER UM INTERCEPTADO
Mark não é tão próximo de MUSE A. Porém, repentinamente puxa assunto de maneira animada. Resta a você se elu percebe que Mark quer alguma coisa ou se só acha que ele está sendo simpático. (up to 1) @sonofnyx
Tipo 2: APENAS PARA INTERCEPTADOS
Mark irá puxar assunto com MUSE B e fazer perguntas. Muitas perguntas. (up to 1) @mskcvgaard
Tipo 3: LIVRE
MUSES C E D vão flagrar algo que não deveriam. (up to 2) @opiummist e @azvolkan
É só responder abaixo qual tipo você quer e para qual personagem. Por favor, se atentem as limitações dos tipos 1 e 2, se não o plot não funciona!
Remzi não sabia se sorria por receber validação, ou se se preocupava por suas desconfianças terem sido colocadas em palavras. O Plano B, é claro. Os deuses responsáveis por todo o pandemônio no Acampamento deviam ter alternativos para o caso de a fenda ser fechada e o Segredo não ser revelado. ‘ Acha que isso também estava previsto? Que poderíamos fechar a fenda mesmo com os monstros? ’ franziu o cenho, pensando se os deuses os subestimavam ou acreditavam que tinham alguma força. Chegava a ser hilário considerar a última possibilidade, uma vez que nunca nenhum deles tinha dado a entender isso, a não ser quando estavam desesperados e precisavam deles para executar alguma missão. ‘ Todos os retardatários devem ter algo em comum, que os identifique e justifique o fato de terem sido separados. Vamos ter que não só nos tornar próximos deles para descobrir, como também observar a forma como interagem entre si ’
⠀⠀✗⠀⠀Sentiu-se aliviado ao não receber uma represália por suas palavras. Todos pareciam muito cheios de dedos para falar do assunto quando se tratava dos meio-sangues recém chegados, como se temessem ofendê-los ou a algo ao levantar desconfianças em relação a eles. Mas Mark não caía nesse papo, então gostou de perceber que não era o único. — Eu acho que, se eles realmente têm um plano, provavelmente levaram essa possibilidade em consideração. Ninguém em sã consciência elabora um plano para iniciar uma guerra sem pensar na possibilidade de alguma parte dele falhar. Todas as estratégias de guerra, até as mais simples, precisam envolver planos secundários. — Não queria admitir o tempo que havia gastado pensando nisso, tentando pensar como o inimigo, se perguntando o que faria a seguir se fosse eles, para ver se conseguia adivinhar seus próximos passos. Havia anotado tudo em um caderno, mas nenhuma das possibilidades envolvia o envio de semideuses aleatórios espalhados pelo país e isso o frustrava. — Nos tornar próximos, segui-los, manter sempre um olho em algum deles. Por mim, eles sequer estavam andando assim tão livremente, se quer saber. Todo mundo devia estar alerta para a sua presença. Existe algo de muito estranho aí e quem não percebe isso é um tolo.
Sienna não era uma estranha à esgueirar-se pelo acampamento. Se fosse bem sincera, o fazia apenas por diversão ou ainda com o objetivo de aprimorar sua furtividade, para que não acabasse dependendo apenas de seu teleporte. Era uma diversão e tanto, ela tinha que admitir; a ideia e ser pega lhe era fonte de adrenalina, mas tão logo alcançou o bosque, apressou-se em usar seu poder para chegar mais rapidamente ao local combinado. "Parece até que não me conhece." Atirou, ocupando o espaço à frente dele. Mentiria se dissesse que os... acontecimentos com o tal fantasma da última vez que se encontraram não a tinha afetado (a bem da verdade, a tinha aterrorizado, fazendo com que se sentisse em um filme de terror), mas jamais admitiria isso a Mark. Ao menos não quando a menção ao acontecido era feita com ar provocativo. "Vamos lá, sr. tábua ouija. Enlighten me."
⠀⠀✗⠀⠀Ele riu audivelmente da resposta da menina enquanto puxava o relógio de bolso. — É claro que eu te conheço, Ennie, e é por isso que eu sei que os seus gritos naquele dia foram de puro terror. Você quase se cagou inteirinha, admita. — falou, enquanto apertava o botão lateral que apenas abria o relógio. — Vamos lá, você sabe que eles não podem mentir pra mim e nem me negar o que eu pedir, certo? Mas você sabia que eu posso escolher qual fantasma invocar? Um de cada vez, é claro. E parece que eu uso mais energia quando é alguém que morreu há muito tempo, tipo, séculos atrás. Mas ainda assim, é muito interessante, não é? Veja. — então apertou o polegar contra o ponteiro do relógio e deixou que a gota de sangue que se formou ali caísse no chão. — Eu quero falar com o vovô. — usou sua voz de invocação (que nada mais era que a sua própria voz, falada de maneira mais grave e eloquente) para chamá-lo e a figura empertigada do pai de sua madrasta apareceu. Das primeiras vezes ele havia se assustado por ter sido invocado, mas agora apenas parecia entediado. "Olá, Mark. Amiga do Mark." falou com um eco distante da voz grave e autoritária da qual Mark mal se lembrava, não parecendo muito impressionado. — Muito legal não é? — falou de maneira quase infantil, ansiosamente esperando pela aprovação de Sienna.
Archie batia a cabeça contra a porta. Não forte, claro. Ele não queria se machucar, mas buscava afastar aqueles pensamentos. Aqueles malditos pensamentos. Quando se veria livre daquele tormento? Por mais alguns anos? Para sempre? Será que sua sanidade mental resistiria até lá? O filho de Deméter evitava pensar nisso... Ficaria ali por horas, ou até que o sono o levasse. Porém, seus ouvidos aguçados captaram a presença de outra pessoa. Exasperado, ele se virou em direção à porta aberta, pronto para lançar xingamentos, ser cruel, como era típico em momentos como aquele. "Eu pedi para meus irmãos manterem essa maldita porta fechada! Não deixar ninguém entrar!" Ele esbravejou, caminhando em direção ao intruso. Suas mãos inquietas brincavam nervosamente com o tecido que cobria seu corpo. "O que você quer?" Antes que se aproximasse, Archie olhou para o lado, encarando um espelho não muito distante. A figura desfigurada que viu foi suficiente para que o terror tomasse conta de sua face, fazendo-o recuar alguns passos. "O que você quer aqui?" repetiu, agora mais baixo, quase em um sussurro. "Não pode haver ninguém aqui... Que horas são? Ainda é noite, ninguém pode me ver assim." Choramingou, com os olhos fixos nos próprios pés descalços, que agora estavam arregalados de medo. Exposto a outros olhos, ele se encolhia, temendo o constrangimento. "Não temos nada para você." Dessa vez, não se referia aos irmãos, mas a si mesmo e às várias vozes que povoavam sua mente em momentos como aquele. "Vá, vá embora."
⠀⠀✗⠀⠀Mark odiava servir de garoto de entregas, mas não podia negar um pedido de Quíron. Havia passado pela Casa Grande apenas procurando uma desculpa para dar uma olhada no mesmo e no sr. D, tentando entender seus horários para colocar seu plano em ação. Mas saiu de lá com um pacote endereçado para uma garota do chalé de Deméter. Resmungou durante todo o caminho, tendo como plano sequer se dar ao trabalho de procurar quem era a garota, iria apenas entrar, deixar o pacote e ir embora. E era exatamente isso o que pretendia fazer, deixou o pacote na primeira superfície que encontrou e já ia se retirando, mas ao passar por aquela porta ele se deparou com alguém que claramente não o queria ali. Imediatamente sua curiosidade o atiçou. Por que alguém iria querer repelir tão veementemente outra presença? Só podia ter algo de muito errado acontecendo. — Ei, calma lá, cara. Eu venho em paz. — disse, levantando as mãos em um sinal de paz e dando um cuidadoso passo a frente. — Tá tudo legal aí? Você não parece bem, precisa de alguma ajuda?
Nascimento de Mark no dia 30 de maio. Melinoe apareceu com o pequeno embrulho na porta de Jung Ha-sung e esta foi a última vez que ele a viu.
⠀⠀✗⠀⠀2000, dois anos
Jung Ha-sung se casa com Mariah Porter, dando a Mark uma madrasta que o odiava.
⠀⠀✗⠀⠀2002, quatro anos
O pai de Mariah, avô de Mark, morre e ele tem sua primeira visão de um fantasma. A experiência o assustou tanto que passou a ser a causa de seus pesadelos.
⠀⠀✗⠀⠀2004, seis anos
Nasce sua primeira meio-irmã, Tonya. Mark leva sua primeira surra da madrasta ao tentar pegar a irmã no colo, alegando que ele estava passando sua maldição para o bebê.
⠀⠀✗⠀⠀2005, sete anos
Mark ganha mais dois irmãos mais novos, Nora e James, gêmeos. Ele tem seu primeiro confronto com um monstro, mas consegue escapar.
⠀⠀✗⠀⠀2008, dez anos
Nasce o mais novo de seus irmãos, Teucer.
⠀⠀✗⠀⠀2009, onze anos
Mark é perseguido por um monstro que incendeia grande parte da plantação de seu pai na fazenda. A madrasta o culpa e o espanca pelo ocorrido, expulsando-o de casa.
PARTE 2 ; TRAINING
⠀⠀✗⠀⠀2009, onze anos
Mark é enviado para um colégio interno, mas causa um acidente no caminho e é resgatado por Svetlana Athalar, a semideusa de origem desconhecida que se torna sua mestra e o ensina tudo o que sabe.
⠀⠀✗⠀⠀2009-2012, onze a quatorze anos
Foi treinado de diversas maneiras por sua mestra. Não tinham exatamente uma casa, viviam viajando pelo país para evitar serem encontrados por monstros, então ele conheceu várias partes dos Estados Unidos. Mas sempre andavam a pé e longe do mar, era sua maior regra. Nesse meio tempo Mark aprendeu a manusear muito bem armas variadas, assim como aprendeu luta corpo a corpo, sobrevivência em ambientes diversos e como caçar animais selvagens.
⠀⠀✗⠀⠀2012, quatorze anos
Mark foi atacado em um cemitério e quase morreu. Naquele momento, descobriu seus poderes ao derramar sangue no solo e pedir ajuda para os fantasmas ao seu redor. Percebendo que talvez não conseguisse mantê-lo viva sozinha e temendo que dois semideuses andando juntos fosse perigoso demais, Svetlana levou Mark para o Acampamento.
PARTE 3 ; CAMP HALF BLOOD
⠀⠀✗⠀⠀2013-2014, quinze a dezesseis anos
Treinou no acampamento ao lado de campistas de sua idade. Mostrou-se muito bom com vários tipos de armas e aprendeu a usar outros, inclusive a sua cimitarra dupla. Enquanto isso, treinava o uso de seu poder sozinho, evoluindo para o nível II.
⠀⠀✗⠀⠀junho de 2015, dezessete anos
Após invocar mais um fantasma na caverna dos deuses como se tornou seu costume, Mark recebeu uma visita de sua mãe pela primeira vez. Ela lhe alertou sobre não usar seu poder levianamente, mas ele achou ser apenas uma questão ética, então não levou o alerta muito em consideração. Mais tarde, naquele mesmo dia, ela o reclamou perante todo o Acampamento e Mark se mudou para o chalé 27.
⠀⠀✗⠀⠀setembro de 2015, dezessete anos
Mark sai em sua primeira missão para recuperar um objeto mágico para Quíron. Seu grupo obtém sucesso, mas ele ganha uma cicatriz nova na costela após uma luta com um minotauro.
⠀⠀✗⠀⠀2016, dezoito anos
Mark sai em mais algumas missões e adquire o costume de, sempre que sai em uma missão nova, faz uma tatuagem nova.
⠀⠀✗⠀⠀2017-2019, dezenove a vinte e um anos
Ele participa da batalha contra Gaia diretamente, estando quase sempre na linha de frente e fazendo uso de seus poderes para convencer alguns fantasmas a lutarem ao seu lado.
⠀⠀✗⠀⠀2019, vinte e um anos
Após a batalha contra Gaia, recebe uma visita de sua mãe o contando os reais motivos para ele não poder usar seus poderes tão desenfreadamente.
⠀⠀✗⠀⠀janeiro de 2020, vinte e um anos
Lidera sua primeira missão, mas esta tem um final trágico e Thomas, filho de Deimos, acaba morrendo no processo. Neste dia, Mark recebe uma maldição do deus.
⠀⠀✗⠀⠀março de 2020, vinte e um anos
Decide começar a estudar no mundo mortal, usando de seus contatos mortos e um pouco de manipulação da névoa para falsificar documentos para que acreditassem que ele tinha se formado no ensino médio com honras e entrar na prestigiada escola de Direito de Harvard.
⠀⠀✗⠀⠀2020-2023, vinte e um a vinte e cinco anos
Período de paz. Mark se reveza entre os estudos no mundo mortal e os verões no Acampamento, onde participa de mais missões, mas nenhuma tem um final tão trágico. Ele eleva de nível II para nível III, mesmo usando bem menos seus poderes em consequência do aviso da mãe, e se torna instrutor de arco e flecha.
PARTE 4 ; CURRENT TIMES
⠀⠀✗⠀⠀dezembro de 2023: o chamado e comemorações de natal
Mark estava estudando para provas de meio período quando o chamado de Dionísio chegou, e largou tudo do jeito que estava em seu dormitório para ir para o Acampamento. Ele é um pouco Grinch na época do natal, então não exatamente é a pessoa mais festiva do mundo, mas apesar de ficar meio de longe apenas observando, é possível vê-lo sorrindo discretamente ao ver seus amigos se divertindo.
⠀⠀✗⠀⠀janeiro de 2024, o ataque
Ajuda a proteger o acampamento do ataque do manticore e da quimera e não possui ferimentos graves, mas visita a enfermaria com frequência depois disso.
⠀⠀✗⠀⠀fevereiro de 2024, festa dos líderes e surpresa do submundo
Comparece à festa dos líderes e contribui fazendo drinks ao melhor estilo universitário que aprendeu durante sua estadia em Harvard. Após a abertura da fenda, passa a mandar fantasmas observarem Petrus de longe e lhe contarem o que ele estava tramando, mas não descobre nada nos primeiros dias e por isso acaba desistindo.
⠀⠀✗⠀⠀março de 2024, missões
Mark se revolta por não ter sido escolhido para nenhuma missão e acaba tendo uma discussão com Quíron por causa disso, o que lhe rende uma punição de lavar pratos por uma semana.
⠀⠀✗⠀⠀abril de 2024, segredos revelados e caça ao cão infernal
Não se surpreende por saber que Petrus realmente estava envolvido em merda, mas trinca os dentes e secretamente se enfurece por não ter sido ele a descobrir aquelas informações. Ajuda na caça ao cão infernal, usando seus contatos fantasmas para isso, e acaba ferido pelos escorpiões que saíram da fenda. Não foi diretamente envenenado, mas torceu o tornozelo de maneira vergonhosa ao lutar contra um.
⠀⠀✗⠀⠀maio de 2024, aniversário
Dá uma pequena festa de aniversário no chalé de Melinoe para comemorar seus vinte e sete anos, chamando apenas os amigos mais próximos de outros chalés. Porém, acabam sendo descobertos e todos os semideuses de outros chalés que compareceram, assim como o próprio Mark por ter organizado, são punidos e obrigados a limpar os estábulos por uma semana.
⠀⠀✗⠀⠀julho de 2024, ilha de circe
Ajudou a espalhar armadilhas pela ilha, mas só se deu ao trabalho de ficar lá enquanto fazia isso. Não aproveitou as comodidades da ilha, desconfiado demais de que acabasse caindo em alguma armadilha por lá, então voltou para o Acampamento e dormiu em seu chalé todos os dias.
⠀⠀✗⠀⠀agosto de 2024, fechando a fenda
Ajuda no combate a Campe durante o fechamento e não tem ferimentos, mas durante a batalha acaba tropeçando e quase cai na fenda antes dela ser fechada.
❛ never forget who you are, for surely the world won't. ❜
⠀⠀✗⠀⠀" — Que profundo, parece até uma frase tirada de algum livro. — falou com escárnio, sabendo muito bem que já tinha ouvido algo parecido em Game of Thrones. — Mas não se preocupe, se tem uma coisa que eu não conseguiria fazer é esquecer de quem sou, porque eu sou demais, sabe.
⠀⠀✗⠀⠀" — Para o arsenal, é claro. — respondeu em tom de obviedade. — Ou você acha mesmo que vai ficar andando por aí sem se armar e sem treinar? Nem pensar. Estamos vivendo tempos de guerra e colocar as pessoas pra contar carneirinhos não vai te salvar para sempre. "
⠀⠀✗⠀⠀" — O quê, um homem não pode mais querer te conhecer melhor? Quanta grosseria, se quiser se ver livre da minha companhia, é só falar. — a mentira lhe veio fácil como respirar enquanto a observava de perto, esperando por qualquer deslize, qualquer sinal que o ajudasse a entender o quê os interceptados realmente estavam fazendo ali.
❛ my own mother thought i was a monster ... she was right of course, but it still hurt. ❜ ( com a @ nikahar )
⠀⠀✗⠀⠀" — Honestamente, eu acho que vindo de mamãe, achar que você é um monstro é provavelmente uma forma de elogio para ela. — disse, então deu dois tapinhas nas costas da irmã. — Isso significa que ela acha alguma coisa de você, já considero uma grande vantagem. "