cherry valley forever

Discoholic 🪩
d e v o n
"I'm Dorothy Gale from Kansas"

bliss lane
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
Lint Roller? I Barely Know Her
Sade Olutola
Game of Thrones Daily
ojovivo
🪼
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EXPECTATIONS
Monterey Bay Aquarium

if i look back, i am lost
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One Nice Bug Per Day
★

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@b--r--e--a--t--h
Nicolas Jebran ‘La Douche’ spring 2023 couture
2023 Jan 1
🫐🫐
Chinese hanfu in Ming dynasty-style.
Salvatore Sena
The Atelier Couture | Paradise Collection
Mary Oliver, from “Marengo.” [ID in alt text]
Quero uma aventura. Sinto falta de sentir a adrenalina nas minhas veias e não pensar no amanhã. Quero sentir que posso fazer tudo. Quero sentir o mundo.
via weheartit
i just wanted u to love me
O que ninguém te conta.
depressão as vezes é as quatro da tarde junto com amigos no meio de uma risada que para de repente
one of my favorite things about human physiology is the way our eyes change when we look at someone we love. our pupils dilate automatically like they do when it’s dark outside and they’re trying to let more light in. except now it’s the light of your favorite person. the edges of our eyes soften a little and they sometimes even get watery which we also can’t control. tears of joy. we tend to raise our eyebrows as if we’re trying to make our eyes bigger. trying to get a better vision and seeing all the details. we tend to blink less than usual just to make the moment last a bit longer. even if it’s just a second. or when you smile at someone with your entire face involved and your eyes just crinkle and create a sparkle in them. and it all happens so effortlessly and universally.
“Para todas as pessoas que amei, mas já se foram. Todos os abraços que infelizmente não pude dar e os sorrisos que se tornaram lágrimas. A perda é um dos sentimentos mais cruéis, porque ela tira de você a chance de ter pessoas que você ama ao seu lado. Ela inevitavelmente dói. A ferida constantemente arde. E eu, tão frágil, desesperadamente choro. E não consigo fingir que não dói. E me arrependo de não ter feito, de não ter dito, de não ter abraçado. De não ter atrasado o relógio, por uns minutinhos, só pra sentir a sensação de que você ainda vive, que seu coração ainda pulsa, que seu toque ainda é quente. Eu juro que dessa vez eu faria diferente. Eu diria tudo que não falei, das palavras que não saíram e dos sentimentos que ficaram. Se eu pudesse ter ao menos uma chance de ter me despedido, de ter pedido desculpas se em algum momento que você precisou eu não estava presente, se você aguentou todo o peso sozinho, porque eu não estava ali para dividir o fardo. Quero que saiba, que até em realidades diferentes, eu tento te fazer presente e procuro seu cheiro nos perfumes alheios. Pra nunca esquecer de você, e do quanto sou grato por ter me ajudado, mesmo de longe, e ter me dado, mesmo distante, a força que eu precisava, mesmo fraco, pra conseguir aceitar, mesmo inconformado, a sua partida. Obrigado. O luto foi superado pela luta.”
— Partidas que partem, Pedro Pinheiro e Julyane Oliveira.