Oi pessoal! :) Infelizmente, Badlands será colocado em Hiatus, mas em compensação não irei ficar parada e irei escrever uma história meio curta, bem simples, chamada “Bad Habit” - O tumblr dessa história você pode conferir acima. Divirtam-se!
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Oi pessoal! :) Infelizmente, Badlands será colocado em Hiatus, mas em compensação não irei ficar parada e irei escrever uma história meio curta, bem simples, chamada “Bad Habit” - O tumblr dessa história você pode conferir acima. Divirtam-se!
UNE II
Cada vez que tentava voltar à superfície, seu corpo afundava ainda mais. Erguia seus braços, movimentando-os freneticamente, faltava-lhe ar. A luz lunar tornava-se cada vez mais distante, sentia como se o seu fim estivesse próximo e, não houvesse nada para fazer. A água cristalina cintilava ainda mais seus fios de cabelo. O medo esvaiu-se, já não tentava mais salvar-se, havia se conformado. Fechou seus olhos, cedendo ao seu último momento de vida. Nesse instante, recordações era a única coisa que a mantinha viva. Uma mão forte e áspera, mesmo na água, segurou seus braços finos, com força somente para tirá-la do abismo em que estava. Ao abrir seus olhos lentamente, visualizou uma silhueta embaçada, o contorno dos ombros largos comprovava que tratava-se de um homem. Atrás da sombra desconhecida, asas de três metros, o ajudava a trazê-la de volta, parecia um anjo.
Ao chegar à superfície de seu sonho, acordou procurando por ar. Estava sentada em sua cama, com a camisola e os cachos completamente ensopados. Colocou as mãos ao seu lado na cama, sentindo-a também molhada, como se alguém houvesse jogado vários baldes de água enquanto ela dormia.
– Kaká, está na hora de acor…dar…
Calla a olhava com suas sobrancelhas grossas franzidas, procurando por explicações do que estava vendo.
– Voltou a fazer xixi na cama, é?
Colocou as mãos na boca, tentando conter o riso. Karsay, entretanto, jogou o travesseiro encharcado na mulher a sua frente. Maldita hora que aceitei fazer nossa maratona na noite anterior.
– Já disse que não sou um jogador de futebol para me chamar assim – levantou-se com dificuldade, parando ao lado do móvel – E para a sua informação, eu nunca fiz xixi na cama.
– Se é o que está dizendo – ergueu as mãos em rendição, mantendo os lábios rosados e carnudos erguidos em um sorriso. – Agora venha, o café está pronto e logo Arthur estará conosco.
– E o que ele vai fazer aqui? Não iríamos nos encontrar na faculdade?
– Disse que estava próximo e que iria nos acompanhar – gritou, indo em direção a cozinha.
Karsay ficou parada por alguns segundos e depois olhou para a cama a sua frente. Impaciente, puxou todos os lençóis e almofadas, deixando-os no chão. Deus, como é ruim arrumar casa, ou cama, ou lavar a louça. Enquanto separava as roupas para depois pôr-las para lavar, reparou em uma vermelhidão ao redor de seu braço, um pouco abaixo do pulso. Apesar de sua cor caramelo, ficava facilmente com hematomas nessa tonalidade, ou na coloração roxa, consequência de viver batendo com o corpo em alguma coisa. Ergueu o braço, tocando levemente no local, sentindo dor nenhuma. Estranhou a marca de dedos, entretanto, lembrou do sonho que tivera. Abaixou o braço repentinamente e seguiu para o banheiro. Não estou louca, não estou louca… foi um sonho e essas marcas, você esbarrou em algo, como sempre.
Ergueu o rosto como se fosse possível sentir ainda mais o cheiro de pão de queijo, esquentado há pouco tempo, ao adentrar na sala. A mesa estava repleta de coisas para comer. Calla e Arthur saboreavam tudo, como se não houvesse o amanhã.
– Que lindo, meus dois bebês comendo de manhã cedo na minha casa – forçava uma voz manhosa. Os dois a olharam assustados, ela riu e continuou – O que foi? Não posso ser meiga?
– Karsay, você não é meiga e nos assusta quando tenta ser – Arthur falou, colocando um pedaço de pão na boca.
– Reclamam quando não abraço vocês e reclamam quanto tento ser carinhosa. Não sei mais o que fazer – colocou vários pães de queijo em seu prato florido.
– Estamos acostumados com o seu jeito seco, que quando tenta ser fofa, até nos assusta…. Mas se quiser um abraço pode falar – a amiga fez bico, praticamente implorando pelo ato.
Karsay bebeu o liquido laranja em seu copo fitando sua amiga, queria correr para pegar seu celular e tirar foto da careta estranha que ela estava fazendo. Balançou a cabeça em negação.
– Não, meu momento fofura acabou – disse simplesmente, sorrindo.
Sua amiga jogou um pedaço de pão na sua cara e falou.
– Tudo bem… Tudo bem…Mas enfim, pôs os lençóis para lavar?
– Calla, você só têm vinte anos para ficar agindo como se fosse minha mãe – abriu os braços animada, dando continuidade ao que falava – Viva a vida cara.
– Fala como se você fizesse o mesmo, né?
Arthur até então observava tudo em silêncio, aproveitando cada pedaço de pão com mortadela que comia. Fitou algo estranho no braço da amiga a sua frente e, por fim, pronunciou-se.
– Falando em animada, parece que alguém anda se divertindo bastante – seu tom era repleto de malicia, seus lábios finos erguidos de lado e uma sobrancelha levantada, comprovava isso.
Ambas demoraram a entender do que ele falava, seguiram seu olhar que ia de encontro ao hematoma no braço de Karsay. Ela, por sua vez, abaixou rapidamente seu braço negando com a cabeça, sabendo o que iriam imaginar.
– Vocês andam muito pervertidos.
Na faculdade ela avançava rumo a sua segunda aula. Não estava bem, como se seu corpo não fosse capaz de movimentar-se conforme o ambiente mandava. A tontura estava crescendo, o corredor largo, as poucas pessoas que passavam, estremeciam a cada passo que dava. Parou apoiando-se na parede com a ajuda de sua mão. Seu peito apertava, faltava-lhe ar. Abria e fechava sua boca, sugando o máximo de oxigênio que conseguia, mas era em vão. Droga, asma agora não. Pôs sua mão livre dentro da bolsa de lado, procurando por sua bombinha de asma. Cada vez que não a achava, se tornava mais difícil de respirar. Tocou algo gélido em sua bolsa e, rapidamente, tirou o objeto roxo dela. Deu quatro sprays em sua boca, contando até dez em cada intervalo. Funciona, funciona. Mas não funcionou. Em vinte anos de vida, nunca algo assim lhe acontecera. Sua vista escureceu-se e, de repente, viu-se caindo em câmera lenta de encontro ao chão de piso cinza, adormecendo por último.
Desconhecia por quanto tempo permaneceu naquele estado, inconsciente. O ar frio trazia consigo o cheiro forte de medicamentos, mesmo de olhos fechados, sabia que estava na ala hospitalar da universidade. Levantou aos poucos suas pálpebras, a luz branca que saía da iluminaria acima ofuscava sua visão. Coçou seus olhos rapidamente, finalmente, podendo visualizar melhor o teto cheio de quadrados brancos. Sentou-se analisando ao redor, meio sonolenta. Ao abrir novamente seus olhos oblíquos de cor chocolate, assustou-se com a aparição do homem a sua frente, quase caindo da maca em que estava. Sem pensar, jogou contra o homem qualquer coisa que encontrou ao seu lado.
– Precisas controlar seus impulsos – falou enquanto segurava com facilidade o aparelho – Isto ainda irá custar-lhe muito.
Parabéns, Karsay, jogou logo seu celular, quanta inteligência.
– Olha, se o meu celular quebrasse porque você apareceu do nada como um fantasma. Eu juro que iria fazer você pagar cada centavo.
Levantava-se com cautela, firmando seus pés ao piso fosco. Procurou rapidamente por algo que pudesse ajudá-la, caso o desconhecido tentasse algo. Entretanto, não havia nada.
– Não preocupe-se, estas coisas são desnecessárias em nosso mundo – Benjan viu em seu olhar desconfiança e, quase imperceptível, medo – Ainda com medo?
– Tirando o fato de você quase ter me matado agora a pouco, vejo que a única coisa desnecessária aqui é você – retrucou Karsay, mantendo seus olhos cravados aos dele, enquanto ele arrumava a gola de sua camisa social preta. Se fosse somente por essa peça de roupa, ela não estranharia. Entretanto, vestia por cima, um colete de seda da mesma cor, com largos relevos de arabescos bordado em prata. – Não tenho medo… Mas que… Que merda de roupa é essa, cara? Na última vez você parecia mais normal.
O homem aproximou-se, causando um leve susto nela. Karsay, por outro lado, visualizou em um flash a bandeja de plástico branca que, estava vazia em cima do criado mudo, ao lado da cama. Benjan apoiou-se ao seu lado com a cintura encostada na cama. Deixando visível a bota de cano alto, com adornos em engrenagem.
– Terminou?
– Han… O que? – respondeu, após balançar a cabeça velozmente.
– De avaliar-me… Ou de tentar achar uma espécie de arma humana para usar contra mim? – cruzou os braços rígido, apertados pela roupa justa.
– Na verdade estou me perguntando, o porquê dessas roupas estranhas – engoliu em seco. Tentando disfarçar seu estado de auto proteção.
– Infelizmente não tive tempo de trocar-me, mudar minhas vestes para algo deste mundo. E não precisar mentir, sei quando as pessoas fazem tal coisa.
– Ah, não… Deixa de ser estranho – sua voz ainda mais aveludada, ao tentar parecer calma. Pegou sua bolsa que estava em cima da cama. Retirou o celular rapidamente das mãos dele. Estava pronta para pegar a bandeja e batê-la fortemente na face do desconhecido. Não queria mais ouvir coisas do tipo, sua vida já era anormal demais.
– Ele é real… O anjo – falou Benjan, prevendo o que ela faria. Karsay ficou imóvel, com a arma em suas duas mãos, erguidas acima de sua cabeça.
– O que? Co-mo a-assim? – gaguejava mais do que queria.
– Do seu sonho, oras.
– E…Como você sabe do meu sonho? – seu tórax subia e descia freneticamente, consequência da respiração arfante.
– O anjo a qual sonhaste, comunicou-se comigo, pouco antes de sua vinda para este lugar estranho.
– Desculpe, mas isso já está em um nível extremo de loucura – largou a bandeja que, caiu ao chão frio. A passagem entre a cama e o armário vermelho embutido na parede era curta. Karsay encostou-se ao móvel e, em uma velocidade desconhecida, passou pelo homem com pouca distancia de seus corpos. Olhou para ele por uma última vez e, saiu fechando a porta atrás de si.
Andava desnorteada pelo corredor. Como ele saberia de meu sonho? Isso é loucura, Karsay. A última coisa que queria era parecer medrosa, entretanto, algo assim, deixava-a arrepiada de medo. Esbarrou no corpo alongado de Arthur que, segurou-a antes que caísse de bunda.
– Karsay!! – Calla a abraçou, sem importar-se com os resmungos da amiga – A enfermeira chata não nos deixou entrar… Como você está? Nada grave né?
– Deve ser consequência de a cada dez segundos bater de cara na parede. Sério, vocês duas tem algum problema com lerdeza.
– E vocês dois vão acabar me matando, com esses atos histéricos.
– É muito amor mesmo hein – sussurrou Calla, soltando-se de sua amiga. – O que vamos fazer hoje? Lembrando, tem que ser algo que não prejudique a saúde da Kaká. Como outra maratona de séries, por exemplo. Aproveitando que hoje é sexta – pulou animada.
– Hei… Foi só um momento ruim, eu estou bem. Mas ok, super apoio outra maratona…
– Desculpe meninas – interrompeu Arthur, chamando a atenção das duas – Mas hoje à noite tenho compromisso e, sabe como as coisas funcionam, certo? Demoro a tarde toda me arrumando.
Prepararam guloseimas e refrigerantes, arrumando depois, o sofá para a pequena maratona. Já que haviam feito um na noite anterior. Assistiram alguns episódios de Friends e, quando a madrugada chegou, resolveram assistir uma de suas favoritas. Karsay deixou-se levar pelo seu mais profundo subconsciente, nem sequer prestara a atenção na quarta temporada de GoT, apesar de amar demais. Parecia algo bobo, mas o sonho que tivera e o fato do loiro de roupas estranhas saber, tornava seus pensamentos ainda mais confusos.
Calla percebera que sua amiga não estava mais prestando a atenção na TV. Karsay resmungou ao sentir o saco de biscoito bater com força em seu rosto. A morena ria, conforme a outra reclamava. A série estava em seu último episódio, porém, não prestavam mais atenção, estavam em uma espécie de guerra de travesseiros.
– Como você ousa não prestar atenção no Jon Snow? – gritou Calla, batendo em sua amiga com a almofada.
– Querida, eu estava pensando nele… Pode ter certeza – brincou Karsay.
– O que? Hei… não te dei essa liberdade – respondeu.
Karsay retrucaria, se não fosse a tontura que lhe dera. Isso estava tornando-se estranho, apesar de asmática, ela nunca ficou com esses tipos de sintomas. Em pé no sofá, ao lado de sua amiga, estava pronta para descer e tentar fazer algo para que essa sensação acabasse. Contudo, antes que senta-se novamente, caiu por cima do braço do sofá, ao levar mais uma bancada de Calla. Gritou de susto, ao cair com força no piso emadeirado.
– Karsay!! – berrou, desesperada correndo em sua direção.
– E eu achando que a bruta era eu – falou, ao levantar-se calmamente. Por incrível que pareça, não sentia nada além de um incomodo, no local a qual amortecera a queda.
– Desculpa, achei que você agüentaria – riu, sem deixar a preocupação de lado – Vou pegar gelo…
– Não precisa, estou bem… Só vou ao banheiro… Hm, já volto.
Kars trancou a porta atrás de si, ao chegar ao cômodo desejado. Inspirou fundo e, depois, lavou seu rosto, fitando seu reflexo no espelho pequeno. A temperatura do ambiente, antes refrescante, estava tornando-se quente. Ela transpirava freneticamente. O ar ficava cada vez mais pesado, todas as vezes que tentava respirar. Estava acontecendo tudo de novo. Olhou para a pia embaçada e depois levou suas órbitas ao espelho novamente. Atrás de si, os acessórios depositados acima de uma estante branca rústica, flutuavam junto com outras coisas ao redor do banheiro. Karsay arregalou os olhos assustada, cobriu a boca para impedir o grito de sair.
– É tudo ilusão. É tudo ilusão – repetiu para si mesma, com a voz abafada pelas mãos.
Encostou suas costas contra a porta e, em seguida, deslizou seu corpo sentando-se ao piso gelado. Fechou os olhos com força, talvez assim, tudo voltasse ao normal. No entanto, uma ventania forte quebrou a janela de vidro e derrubando tudo. Só posso está em um filme de terror.
Respirou fundo novamente, ergueu-se do chão em um pulo, desligou a torneira que, também tinha seu líquido flutuando. Olhou-se de novo para o espelho, arrependendo-se em seguida. Ficou estática ao visualizar, as pequenas ondas revoltas e cinzentas de seu cabelo, cintilar. O cinza havia tornado-se quase pálido, de tão branco. A luz se sobressaia à luz do teto. Quando finalmente conseguiu se mover, escorregou, caindo novamente no piso frio. Entretanto, ao apoiar-se para levantar-se de novo, grunhiu ao sentir o caco de vidro penetrar a carne da palma de sua mão.
Rastejou pelo chão, ganhando pequenos arranhões à medida que continuava a mexer-se. Abriu à estante retirando gases e, rapidamente fez um curativo. Sem olhar para trás, saiu rapidamente do banheiro. Calla estava sentada assistindo televisão. Karsay olhou para o seu reflexo no espelho que ficava no corredor, entre a sala e o banheiro. Seus cabelos não brilhavam mais, estavam em seu cinzento escuro novamente. Entretanto, sabia que nada voltaria ao normal.
Deus, o que está acontecendo comigo?.
A pergunta que não se cala a respeito do Oscars 2016: Leonardo DiCaprio ganha esse ano ou não?
Ele devia ganhar o prêmio por número de indicações kk Como ele consegue não ganhar todo ano?
Acho que não, acho que o Eddie Redmayne leva.
SPOILER II
“Seus olhos estavam selados e, seu corpo flutuava como uma nuvem, seus cabelos ondulavam pelo ar como um prata dissolvido. Em sua mente, clarões momentâneos revelavam a imagem de outros quatros seres que, nunca sequer os vira.“
Rearpshadow, livro 1
procura por " body {" no seu theme e onde ta font-size vc muda o valor do número. Talvez resolva
Eu só consegui algumas partes :( ai
mas mt obg!!
ahhhh, nem pensei nessa possibilidade kkk dsclp. e graças a deus uso o chrome!! valeu <3
Eu consegui consertar algumas coisas graças a @sinfoniamortal! <3 mas infelizmente pra ler os capítulos por aqui ainda tem que dar zoom, eu acho :(
aumenta essa fonte plmdds kkkk meus olhos doem scr
Oi, então, eu me matei tentando editar o html do tumblr, e como eu não sei mexer nessas coisas, não consegui. Mas achei uma solução que possa te ajudar (Se você usa chrome):
No cantinho do seu chrome tem esses três risquinhos, e tem essa parte de “zoom”, você aumenta nesse + até quanto você achar que já tá OK pra ler tudo direitinho, é assim que eu faço com alguns tumblrs aqui que tem a letra pequena.
E aí, alguém ansioso para o próximo capítulo? :3
Quando querem o próximo? :P
O novo líder da Lambda.
— Certo, você, você e você... Passem no meu quarto mais tarde, está bem? — Jason apontou para as três garotas que estavam em sua frente. Convidando-as para uma "festa privada" assim que aquela terminasse. Elas se entreolharam animadas com a chance de passar a noite com o cara mais popular do campus e então voltaram a beber.
Jason Sanders era o típico cara popular de fraternidade. Namorava uma garota igualmente popular a ele, porém a traía com qualquer rabo de saia atraente que passasse em sua frente. Não era muito difícil ficar com Jason; Você só precisava ter um belo par de seios, e alguns neurônios a menos que ele.
Ele não suportava garotas que fossem ou parecessem ser mais inteligentes do que ele. Gostava de ter o controle da situação, e sabia que se relacionando com alguém mais inteligente não conseguiria isso. Por isso optava sempre por aquelas que aspiravam popularidade ou que simplesmente o achavam "super gato".
Aviso: Biblioteca em reforma!
Olá, galerinha. Eu ia sortear a web do mês de janeiro, mas eu acabei tendo que fazer o sorteio três vezes porque sempre saía uma web que estava abandonada ou em hiatus. A ideia da Biblioteca de Webs é mostrar para os leitores webs para que eles possam ler, e isso não acontece se a biblioteca só tiver webs em hiatus.
Então eu tive a ideia de recomeçar a Biblioteca. Para isso, eu vou precisar da ajuda de vocês. Todas as webs que foram postadas na biblioteca antes do dia 01 de dezembro de 2015 vão ser deletadas. Se sua web foi postada antes dessa data, mas ainda está ativa, eu vou pedir que você mande a ficha de novo. Uma coisinha que vai mudar: antes eu aceitava qualquer web que tivesse uma data de lançamento, mesmo que seja daqui há nove meses; isso vai mudar: a partir de agora, a data de lançamento máxima é de três meses. Senão quando alguém for procurar webs na biblioteca, a estante vai estar cheia de webs que só vão ser lançadas daqui a meses.
Como eu disse, pra isso dar certo, depende dos autores. Depois dessa reforma, vão ter algumas coisinhas novas na biblioteca, como novo theme, nova página da estante (mais interativa), etc.
Por favor, rebloguem esse post para ajudar a divulgar. Obrigada pela compreensão.
Badlands
Sinopse: É a época mais esperada do ano: Spring Break. Bebidas, drogas, muita pegação e festa. Um grupo de jovens esperou o ano inteiro para que isso acontecesse e quando finalmente chegou, não poderia ser melhor. Mas o que acontece quando as férias dos seus sonhos se transformam nas do seu maior pesadelo? Um por um, descobrem que era melhor terem permanecido onde estavam. Bem vindos ao último Spring Break de suas vidas.
Gênero: Thriller, Suspense
Data de Lançamento: 23/12/2015
Autora: Isabella Valoura
Leia: Tumblr | Wattpad
Prólogo
Anuário. Substantivo Masculino. Publicação anual contendo as principais ocorrências da vida de uma instituição e suas atividades durante o ano. Um anuário de escola mostra quem você foi durante o ano. Mostra se você estava feia na sétima série, ou se o cara gato do time de basquete estava afim de você no primeiro ano de High School. As assinaturas do seu anuário registram o quão popular você era e denuncia suas mudanças com o passar dos anos. Se você pensar direito, vai ver que um anuário é bem mais importante do que você imaginou, ele muda as coisas. Oras…Pense bem.
(…)
Continuar lendo
Prepare-se para o seu último Spring Break.
É OFICIAL! EU VOU VOLTAR PRA CÁ MEU POVO! SÓ PEÇO UM POUCO DE CALMA. BJÃO
YES!!! Que bom que você está de volta. Ps: Não sei se você sabe quem eu sou, mas sou a autora de Animal Instinct hahaha Essa história aqui é nova.