“Eu queria ter vindo de uma outra época. Do tempo, em que os rapazes sorriam para as moças ao invés de tentarem as cantadas desinteressantes. Eu queria estar aqui no tempo, em que eles as convidavam para bailes, lhe entregavam flores e dançavam a noite inteira sem precisar tocar os lábios com tanta urgência. Em que os dedos entrelaçados conversavam entre si, mesmo no silêncio. Em que era simples dizer “eu te amo” por se sabia que era real, que era pra durar, que era sem prazo de validade. Eu queria ter vindo da geração que não tem medo de sentir, que não tem medo de doer e que consequentemente não tem medo de ser feliz.”
— Carpinejando.

















