Apagar a conversa pra esquecer que fiquei no vácuo e restaurar minha dignidade
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Apagar a conversa pra esquecer que fiquei no vácuo e restaurar minha dignidade
Moço, ninguém é de ferro, somos programados pra cair
Arrancar a alma Juntar as bocas Juntar as almas Arrancando as roupas
Doraísa (via retaliador)
Um assustador Halloween! Muahahaha #Halloween #make
Isso também passa...
Comer, rezar,amar.
Não é a ocasião que faz o ladrão, dizia ele a alguém; o provérbio está errado. A forma exata deve ser esta: ‘A ocasião faz o furto; o ladrão nasce feito.
Machado de Assis. (via hifens)
As vezes não sinto frio na barriga, e sim um polo norte inteiro.
Final alternativo Eleanor e Park
Park
Ele desistiu de tentar traze-la de volta, às vezes Eleanor aparecia em seus sonhos, com os cabelos cacheados e vermelhos como o fogo, com a pele branca como a neve, e o sorriso lindo como de uma criança, com o passar do tempo ele começou á achar isso mesmo que ela não passava de um lindo sonho, mas com um final parecido de um pesado. Ele desistiu, e tentou fazer de tudo para voltar á ter uma vida normal, não que aquele cartãozinho com aqueles três palavras não lhe tenha dado esperança de que ela voltaria, ele desistiu dela, desistiu de Eleanor.
Eleanor
Era impossível ver como o tempo passava de presa e Park ia se apagando na memória, ela não tentou falar com ele, por tentar faze-lo esquece-la, ela sabia que Park era bom demais para ela, ela sabia que ele merecia uma garota mais bonita, menos louca, que fosse menos chata, que concordasse mais com ele, ela ó empurrou para a felicidade.
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Já havia mais ou menos 1 ano e 3 meses que Eleanor não voltava para ás colinas, estava tudo se saindo bem na sua vida, um bem na base Eleanor, ela não incomodava os tios, eles gostavam de tê-la por perto, ela gostava de não ter que viver em uma casa onde um pervertido escrevia horrores em seus livros, estava indo bem na escola, sempre havia alguém que á atormentava por ser esquisita, isso nunca iria mudar mas também havia garotas com quem falava e fazia trabalhos. A mãe de Eleanor saiu de casa, Richie tentou bater em Ben, a mãe não deixou, ele tentou bater nela e ela cansou percebeu que aquela não era á vida que ela sonhava, ela era melhor que aquilo, começou á trabalhar em uma loja de roupas como recepcionista, o rosto bonito ajudou parcialmente, trabalhava um turno só quando as crianças estavam na escola e a tarde ela ficava em casa fazia afazeres e cuidava deles, ligava para Eleanor constantemente, tentava traze-la de volta, mas ela foi outra que desistiu.
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Em uma tarde de quinta Eleanor recebeu uma ligação na escola, Rebeca a nova diretora a chamou na diretoria para atender ao telefone.
- O que aconteceu por que fui chamada? – perguntou Eleanor ao chegar na sala da diretora.
- Sua mãe no telefone, ela quer falar com você – disse a diretora lhe passando o telefone.
- Alo mãe o que ouve?
- Filha você esta bem?
- Estou sim mãe, a gente se falou semana passada, aconteceu alguma coisa?
- Sim, aconteceu, quero que você fique calma e me ouça com atenção. – disse a mãe pausadamente.
- Fala mãe.
- Ontem Ben estava brincando no parquinho…
- Aconteceu alguma coisa com Ben? – perguntou ela alarmada
- Me deixa continuar, ele estava brincando no parquinho e Richie apareceu bêbado, e começou á gritar para ele na frente de sua casa, Tonya se soltou e atacou Richie, ele foi por meio da rua, e um homem de moto o atropelou, Ben foi tentar pegar a Tonya por que ele por algum motivo ainda gosta daquele animal, e ela mordeu ele também.
- Ele esta bem?
- Ben esta sim, esta internado por que teve uns ferimentos mais profundos, mas esta bem, só que Richie esta muito mau, ele bateu á cabeça com força e esta em um estado critico.
- Bem feito, eu não me importo mãe por mim ele pode morrer numa boa – a diretora que estava na sala á olhou com uma cara feia.
- Eleanor querida você não entende, me chamaram no hospital e agora eu tenho que cuidar dele e de Ben, além de trabalhar, não tem ninguém para cuidar das crianças á tarde.
- Mas por que você tem que cuidar do Richie mãe? Deixe ele morrer, depois de tudo que ele faz para nós. – disse ela incrédula.
- Eu tenho pena dele, ele nos sustentou por anos.
- Mãe… não não não e não, tem que ter alguém para cuidar das crianças, uma vizinha, alguém?
- Filha, por favor, por que você tem que fazer tudo ser mais difícil? Você tem que vim para cá, você não pensa nos seus irmãos?
- Você entende por que eu não quero.- disse ela respirando fundo.
- Você sempre foi assim não é? Egoísta, pensando somente nos seus probleminhas primeiro, e depois em sua família, em problemas maiores.
Eleanor não queria voltar somente por causa de Park, não queria por causa de tudo, aquela cidade lhe trás lembranças de uma vida que era somente um sonho, algo temporário.
- Ok mãe, como é que eu faço para ir ai? – perguntou Eleanor desistindo e se entregando ao inevitável.
Park
Depois da aula naquela quinta, Park passou em frente á nova casa da família de Eleanor, estava toda fechada, nem resolveu parar, seguiu reto, aquele era uma hábito que ele devia perder, mas a esperança não desistia.
Eleanor
Depois da aula naquela quinta, Eleanor seguiu direto para casa, caminhou em passos largos, não acreditava no que estava prestes á fazer, voltar para lá, seria algo difícil, mas ela sabia que devia fazer isso, era o destino, e seus irmãos precisavam dela. Chegou à casa dos tios e eles já sabiam, a mãe dela pediu para o tio á levasse colinas depois de ter tido conhecimento do que ouve, subiu até o quarto arrumou umas poucas roupas na mochila (ate por que ela pretendia ficar pouco tempo lá, passaria sexta e o fim de semana e menos dias que pudesse, quanto menos perdesse aula melhor seria para ela) tomou um banho, e saiu com o tio com uma térmica de café que a tia havia lhe preparado, iriam dirigir a noite toda.
A viagem foi calma, Eleanor gostava do tio por que ele era de falar pouco que nem ela, foi à viagem toda pensando em modos de como evitar encontrar Park, passaria o dia todo trancada dentro de casa com as crianças, não sairia nem para ir ver Ben no hospital e imploraria para que os irmãos não dissessem á ninguém que ela esta de novo na cidade, iria fazer de tudo que fosse possível, controlaria seu coração por mais difícil que isso fosse.
Park
Ele foi dormir tarde na sexta feira, estava chovendo fraquinho e ele adormeceu escutando Punk.
Quando acordou no sábado não conseguia acreditar no que via.
Esquisita, cabelos ruivos, serena, calma, parada ali assistindo á ele dormir.
Esfregou bem os olhos, e ela continua ali, serena.
Olhou o relógio 10h23min da manhã.
Sentou na cama, e pensou que ainda estava dormindo.
Esfregou bem os olhos de novo, e ela continua ali, serena.
- Se lembra de mim? – disse ela.
- Eu estou sonhando, isso só pode ser um sonho, um daqueles que ela aparece e some.
- Acorda Park eu estou aqui – pegou a latinha de coca ao lado da cabeceira da cama e jogou no rosto dele.
Ele limpou o rosto, ergueu a cabeça e ela estava ali mesmo, pulou em cima dela.
Eleanor
Foi difícil me controlar, muito difícil mesmo, eu tentei de tudo, passei o dia todo trancada em casa sexta, os irmãos disseram- lhe que ele passava na frente da casa nova, quase todos os dias, e que ás vezes ate parava quando eles estavam brincando na frente para pergunta-lhes informações sobre ela. Caminhou de um lado para o outro, pensando no que iria fazer e decidiu que não era justo o que ela estava fazendo com ele, no sábado de manhã saiu bem cedo de casa, a mãe estava de despensa aquele dia então ela caminhou até a casa de Park, quando chegou lá o pai dele se assustou quando á viu, abraçou-a e perguntou sobre tudo antes de deixa-la subir ao quarto do Park, ela chegou ao quarto e ele dormia que nem um anjo, se sentou no chão e ficou ó admirando, pensou em ir embora algumas vezes, mas o pai dele já havia lhe visto, e isso só seria pior para Park.
Park
Se aquilo fosse um sonho, ou uma alucinação foi a mais real que ele já teve, a abraçou como se nunca á tivesse abraçado, segurou em seus cabelos, a beijou em quanto ela ria e fazia o mesmo.
- Gente, calma Park.
- Eu não, eu não acredito, Eleanor, é você mesmo? – disse a segurando com os braços.
- Não, não sou eu, é que de tanto eu ler gibis, ganhei poderes de criar clones meus.
- Eleanor eu senti tanta sua falta – disse ele a abraçando mais forte ainda.
- Desculpa Park, por não ter te respondido, eu fui muito burra, achando que podia apagar você da minha história, esquecer esta cidade, deixar tudo para trás.
- Você voltou? você vai ficar aqui? – ele á abraçava e beijava como nunca tinha feito antes.
- Não Park, eu só vou ficar uns dias, eu vou voltar para casa dos meus tios, Richie esta no hospital, eu tenho que resolver as coisas com você.
- Eu não vou te deixar voltar, não, eu não vou te perder de novo.
- Park, para ok? Você tem que seguir em frente, você não pode se prender em mim. – ele continuava á abraça-la e beija-la em todas as partes do rosto.
- Não, eu posso sim, se casa comigo Eleanor, casa comigo? – disse ele desesperado nos braços dela.
- Não Park é sério, eu vou ter que voltar de qualquer jeito.
- Por que Eleanor? Por quê?
- Por que sim Park, eu não posso mais, eu não consigo mais.
- Fica quieta, me deixa te beijar.
Eleanor
Park não se desgrudou de Eleanor um segundo desde que ela chegou, faltou ao trabalho sábado á tarde e segunda o dia todo, ela insistia para que ele á deixasse cuidando dos irmãos sozinha e que ele fosse trabalhar, mas ele não queria, só queria ela, ás vezes ela tentava disser que eles tinha que se resolver, que essa seria a ultima vez que eles se encontrariam e que ele deveria seguir em frente, mas ele não á dava ouvidos. Era tão bom senti-lo de novo, tocar no seu cabelo todo arrumado e macio, sentir seu cheiro, ele andara usando mais delineador, e isso á deixava demasiada desconcertante e era difícil falar de assuntos sérios com aquela belezura na sua frente, mais bonito do que nunca (já dissera isso tantas vezes, mas é que parece mesmo que cada vez ele fica mais bonito). Ben já estava em casa, e pelo o que a mãe dizia o estado de Richie só parecia piorar.
- Richie esta muito mau, os médicos disseram que vai ser difícil ele se recuperar, a moto passou por cima de suas pernas e ele ficou com um grave traumatismo na cabeça por causa da batida. – disse a mãe para Eleanor, tirando o casaco ao chegar em casa, ela estava sentada no sofá com Park assistindo tv.
- Será que ele vai demorar muito para morrer, não posso faltar mais que uma semana de aula, mês que vem começam as provas finais.
- Eleanor – disse a mãe sentando ao seu lado ao sofá – eu sei que ele te fez sofrer muito, mas tudo mundo merece perdão.
- Todo mundo menos ele.
- Filha, ele me pediu para te ver, ele quer que você vá ao hospital.
- Não – disse ela áspera.
- Eleanor, deus esta vendo. – disse a mãe olhando seria para ela.
- Espero que deus também tenha visto todas as vezes que ele me humilhou, todas as palavras que ele escreveu nos meus livros, todas as vezes que ele te bateu, para que mande ele por inferno.
- Ele implorou filha, ele quer pedir perdão, ele esta realmente arrependido.
- Acho que você deveria ir – disse Park – minha mãe também sempre me disse que todo mundo merece perdão.
- Sua mãe não conhecia o Richie.
- Seja bondosa uma vez na sua vida Eleanor. – disse sua mãe se levantando indo para a cozinha que ficava ao lado da sala, a casa nova era pequena, mas dava bem para todos viverem e tinha um banheiro com porta.
- Arg, ok eu vou mãe, vou amanhã ao hospital e quarta vou embora, não me importo se o Richie esta bem ou não, pelo o que eu pude perceber as crianças se viram bem sozinhas. – disse Eleanor, Park olhou para ela com um olhar triste, ambos sabiam que isso era inevitável.
Park
Ele faltou ao trabalho de novo naquela terça, não se importava se ia ser demitido ou não, Cat talvez não se importasse, ela gosta muito dele. Ele foi junto á Eleanor no hospital, ela iria ver o padrasto.
- Tem certeza que não quer que eu vá junto? – perguntou ele quando chegaram no quarto aonde estava Richie.
- Sim, vai ser melhor encara-lo sozinha, me espera aqui na porta, vou ficar lá dentro menos tempo possível. – ela disse e entrou.
Ele se sentou nos bancos brancos que tinham ao lado do quarto, ficou pensando em um modo de fazer a Eleanor não ir embora, ela estava decidida que eles não se veriam mais, que aquela era a ultima vez deles juntos, ele tentava de tudo, olhava para ela com uma cara triste, não saia de perto dela, fazia de tudo para ela mudar de ideia, mas não ela queria deixa-lo.
Eleanor
O estado dele era critico mesmo, as pernas e a cabeça estavam todas enfaixadas, haviam vários aparelhos ligados ao corpo dele, ela chegou perto, mas, não tão perto, mesmo naquela situação ela não conseguia sentir pena dele, apenas um sentimento estranho, tipo vingança, misturada com rancor. Ela se aproximou mais perto e os olhos vermelhos dele á encontraram.
- Eleanor você venho. – disse ele baixinho.
- Vim, mas estou com presa, fala logo. – disse se afastando um pouco dele.
- Você vai ser sempre rebelde né? Sabe Eleanor, eu tinha raiva de você por que você era o que queria ser, diferente, irritada, meus pais não me deixavam ser assim. – ele disse tentando alcança-la com os olhos.
- É interessante, se era só isso vou embora. – disse se afastando mais.
- Não espera, desculpa por todas as vezes que eu te atormentei – a voz dele saia fraca e rouca.
- Não.
- Por favor, me desculpa.
- Vai se desculpar com a minha mãe por ter tornado a vida dela um inferno? Vai se desculpar com meus irmãos também? – ele irritava ela, falando como se ele só devesse desculpa a ela, ela não se importava não queria ás desculpas dele, todas ás vezes que ela ó importunou foi para defender sua mãe, ele devia desculpas á ela.
- Não sei, eu devo mais desculpa á você.
- A mim? Eu não quero as suas desculpas eu era assim com você por que odiava o que você tinha feito com a minha família, com minha mãe, você tem que se desculpar com ela – ela dizia agora mais alto.
- Sim, mas você tem que me desculpar às coisas que eu escrevia nos seus livros, eu sinto muito – ele parecia que ia chorar…
- Mas eu, eu não sinto muito, eu não te desculpo por ter rabiscado os meus livros com palavras doentias, eu não te desculpo – agora ela já gritava, se lembrando de tudo que já tinha passado com ele.
Park
Ouvi vozes alteradas de Eleanor, pensei que ela podia estar se exaltando de mais, e sem pensar duas vezes entrei no quarto.
Eleanor
Park apareceu e me puxou.
- Desculpa Eleanor – disse Richie quando eu já me afastava.
- Vá por inferno – ela disse e Park á tirou do quarto e á abraçou.
Ela chorava fraquinho nos braços de Park, se lembrando de tudo o que passou por causa de Richie, aquilo nunca mais voltaria á acontecer, ele estragou uma boa parte da adolescência dela, ela não queria suas desculpas, aquilo não apagaria tudo o que ela sofreu, tudo que ela sentiu, o medo pela mãe, o medo pelos irmãos, o medo por si própria tudo era inapagável.
Park
Era quarta de manhã, no fim da tarde o tio de Eleanor iria vir para busca-la para voltar á casa dele, Park tinha um plano para não deixa-la ir.
Ele não estava com ela àquela manhã, mas havia ligado para ela, dizendo para encontra-lo no ponto de ônibus ás 11h00min da manhã, na hora ela sacou que ele aprontava algo, mas mesmo assim aceitou, achando que não importa o que acontecesse ela não voltaria para trás com sua decisão, essa seria a ultima vez que eles se encontrariam.
Eleanor
Quando deu dez para as onze, ela deixou as crianças assistindo tv e foi ate o ponto de ônibus para ver o que Park iria aprontar.
Cheguei lá, e lá estava ele, me lembrando de quando pegávamos ônibus juntos para ir para escola, cheguei mais perto ele me beijou e me soltou.
- O que nós vamos fazer? – perguntou ela.
- Surpresa – disse ele.
- Eu estou com um receio do que vai acontecer.
- Sua falta de confiança em mim me ofende. – disse ele.
- Park você sabe que não importa o que acontecer eu vou ter que voltar né?
- É eu sei. – disse cabisbaixo - Oh lá vem o ônibus – ele segurou na mão dele e eles entraram no ônibus.
Eles entraram no ônibus e ele estava vazio, Park pagou a passagem dos dois e ele se sentou onde eles sempre sentavam, ele foi à frente e se sentou na janela, ela olhou para o banco onde ela sentava e lá tinha uma caixinha preta, fazendo-a lembrar de quando ele deixava os gibis ou fitas para ela, ela abriu a caixinha e lá dentro havia um anel lindo feito de ouro, escrito Para sempre, ela olhou para ele incrédula e ele sorriu.
Park
- Então – ele disse enquanto ela sentava olhando para a caixinha – Você curte Smiths? – perguntou rindo.
Eleanor olhou para ele Surpresa, talvez confusa (isso se repetiu).
- Não sei – ela disse devagar – nunca ouvi. Park – ela continuou – o que esta acontecendo aqui?
Aquela era a hora ele devia fazer o pedido, havia ensaiado toda a noite anterior, mas o nervosismo parecia que esvaziava a mente dele. Ele se ajeitou, tomou ás mãos sardentas dela com carinho e disse:
- Eleanor, você não tem a noção do que significa para mim não é? Não entende que sem você eu não sou um ser completo, você me completa Eleanor, você me faz ser um Park mais forte, um ser corajoso, você é a melhor parte de mim, eu sei que as coisas não são fáceis para nós, e que o destino sempre tenta nos separar, mas o senhor destino não vai ganhar desta vez Eleanor desta vez não, quando você partiu eu achei que iria ficar louca eu me sentia perdido me sentia sem rumo sabe o amor foi uma das piores e das melhores coisas que já foram inventada, na verdade o amor foi uma invenção muito mau feita mesmo, por mais que estejamos felizes acaba doendo muito, e eu não vou conseguir seguir em frente sem você, sem você eu sou como Batman sem Robin, X-men sem o ciclope, Eleanor por favor eterniza nosso para sempre se casa comigo? Me torna o homem mais feliz deste mundo? – ele disse já em lagrimas.
- Dã, é claro que eu me caso com você Park – disse ela também já em lagrimas. Eles se beijaram e ele colocou o anel no dedo dela com carinho, o motorista do ônibus os cumprimentou e lhes deixou na casa de Eleanor.
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Naquela quarta- feira Eleanor voltou para á casa dos tios comprometida, agora ela ligava para Park todos os dias desde que ela saiu de lá, estavam planejando o casamento, por mais que esta história de casamento soasse meio estranha para Eleanor e para seus parentes, ela gostava da ideia de ser eternizada ao Park.
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Quando ela terminou á escola eles se casaram, a festa foi pequena, mas deu para entrar na história, até Tina e Steve compareceram, ela usou o vestido que a mãe de Park usou para se casar, por mais que o vestido não tenha sido muito do grado dela, ver a felicidade da sogra á deixou contente, por mais que ninguém entendesse a presa dos dois se casarem com 17 anos eles realizaram a cerimonia sem muitas relutâncias, com certeza o dia mais feliz da vida de ambos.
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Park ganhou uma casa de seu pai, não era uma casa gigante, mas dava para ele e Eleanor, ela fazia faculdade á noite e trabalhava de dia e ele também, a mãe dela arrumou outro marido, um descente desta vez, que adorava as crianças, Richie ficou com um grande trauma do ocorrido, além de cadeira de rodas, vivia na casa da mãe sem incomodar muito a coitada. Depois de 5 anos Eleanor e Park tiveram 2 filhos fofinhos uma garota com o cabelo da mãe e os olhos do pai e um garoto com o cabelo do pai e a sardas da mãe.
No final quem diria que convidar/mandar alguém para se sentar ao seu lado no banco do ônibus iria fazer você casar com ela.
*****
Eu sei que isso não ficou muito bom, mas eu só fiz isso para ter um jeito deles ficarem juntos no final ( oque muitos leitores como eu queriam).
Eu entendo que Eleanor e Park, só é Eleanor e Park se eles não ficam juntos no final, mas a separação deles partiu tanto meu coração que desejei isso.
Desculpem se não fico muito bom, esse era meio que o final que eu queria :D, é isso. Me critiquem.
Desculpe o auê, eu nunca quis magoar você.
Tiê. (via retaliador)
Guarde suas histórias tristes para quem se importa.
A Fera. (via nobroke)
Você pode conhecer vinte caras bonitos e que te entendem muito bem, dez caras legais que cuidam de você como se fosse um diamante precioso, uns outros tantos inteligentes, atraentes, bacanas e engraçados em ordem aleatória. Nenhum deles te encanta. Por que? Falta o tão chamado click, aquele jeito especial que ninguém explica. Pode ser o jeito de mexer no cabelo, a forma como ele te olha, que conversa contigo ou até mesmo um jeito secreto que nem o profeta mais sábio percebe, mas que está lá, você pode ver. Entre tantos milhares, talvez um ou outro se salve ao filtro do “jeito”, e daí você percebe: é esse que eu quero abraçar e não largar mais, com quem eu quero me enrolar embaixo de cobertores e com quem eu quero dividir todos meus segredos. Baseado no quê? Num jeito inexplicável ao resto do mundo.
Martha Medeiros. (via hifens)
Se quer saber minha opinião, nunca é tarde demais ou, cedo demais pra ser quem quiser ser. Não há limite de tempo. Comece quando você quiser. Você pode mudar ou ficar como está. Não há regras pra esse tipo de coisa. Podemos encarar a vida de forma positiva ou negativa. Espero que você encare de forma positiva. Espero que veja coisas que surpreendam você. Espero que sinta coisas que nunca sentiu antes. Espero que conheça pessoas com um ponto de vista diferente. Espero que tenha uma vida na qual se orgulhe, e se você descobrir que não tem… Espero que tenha forças pra conseguir começar novamente.
Benjamim Button (via neuropatia)
Respire, se acalme. A vida é assim: uma hora te enlouquece outra te alegra.
Desconhecido. (via subtraido)
Cada tumblr tem sua história .
Deus, por favor cuida da minha casa e da minha família, das pessoas que eu amo. Faz por eles o que eu não posso fazer. Nos guarda no teu amor.
I'am