Sou a rasura mal traçada da minha obra literária. Meu pior inimigo sou eu.
Elisa Bartlett.
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@capacitadora
Sou a rasura mal traçada da minha obra literária. Meu pior inimigo sou eu.
Elisa Bartlett.
Haveria menos dor se você tivesse começado, sabendo o que você realmente merece. Você sofre à toa. Se você soubesse a quantidade ideal de amor que precisa para ser feliz e contente com a vida, não teria se contentado com a escassez que te deram. Quem se contenta com pouca atenção, é brinquedo velho. Quem se contenta com pouco amor, é burro. Então larga desse drama! E da próxima vez que começar algo, tenha certeza do que te serve.
Alugue Felicidade.
Sou a rasura mal traçada da minha obra literária. Meu pior inimigo sou eu.
Elisa Bartlett.
Que engraçado Eu amava você Eu queria estar com você Eu desejava você Eu pensava em você Eu dava a minha vida por você E hoje eu nem quero mais saber de você.
Sarah Araújo.
Eu queria te odiar com todas as minhas forças porque assim eu não te amaria tanto e não te desejaria tanto.
Para alguém que talvez nunca irá ler.
Jogue fora as más vibrações, permita-se amar e enlouqueça de amor.
Com ardor, John.
Quando falamos de amor o que há por fora não importa muito, na verdade, não importa nada a gente simplesmente ama.
Capacitadora.
Me indiquem séries 😍
“A insistência pode ser mais dolorosa do que o fato em si, sabia? Porque eu, ah, eu tenho dessa coisa minha, só minha mesmo, de me apegar a cada rejeição e criar como se fosse semente no algodão. Com afeto e com todo cuidado doentio de quem não consegue se desprender dum mundo-nada-ideal em que você não me contou nada, e eu finjo saber em silêncio. Finjo saber que você vai embora daqui a pouco, finjo saber que você vai sentar comigo numa praça movimentada às oito da noite duma terça-feira friorenta pra cravar sete graus Celsius de despejo no peito. Finjo que sei prever o futuro e pode ser que eu esteja certo e que isso vá acontecer, mas o fato da previsão ser duvidosa, ainda que numa margem de erro pequena, me conforta. Me conforta porque você ainda não bateu o martelo, não me chamou pra falar, não decretou alforria sentimental e nem se desprendeu de mim. E enquanto eu tenho isso, eu finjo, finjo, finjo e suplico pra mim mesmo que tá tudo bem. E chega um dia em que você me conta que conheceu alguém novo. Nesse dia não teve porta destrancada e eu nem me lembrei de acender a luz do corredor. Nesse dia bateram lá em casa pra ver se tinha alguém e já não tinha. Apaguei a luz pra ver se você caía no meio do caminho tentando me achar, pra ver se você se machucava ou se cortava no chapisco da varanda, pra te causar alguma dor física que compensasse. Ah, porque a gente quer sempre machucar o outro de alguma forma quando a gente sente dor sozinho e quando nem tem como remediar direito. Quer que o outro se sinta mal e se sinta mesmo, sem dó nem piedade. A gente quer deslocar o lugar de vítima pra outra pessoa que não seja a gente porque a gente não se basta mais de tanta angústia que já cabe aqui dentro. Eu rego minhas mágoas diariamente. Só que essa tem lugar especial. Como num ritual pré-estabelecido, despejo água salgada direto da fonte sobre ela. Que se alimente de mim e de você e de toda essa dor comprimida que não dá pra engolir. Despejo o vidro de remédios no ralo da pia e desço com eles pra viver nessa condição-placebo que me obriga a te acusar. E te despejo de acusações. Te acuso de ainda estar bem. Acuso e recuo e queria que você sentisse o gume pontiagudo espetando, raspando a ferida pra não infeccionar, pra deixar os pontos abertos, expostos pra drenar você. Recuso a cura. Me recuso a aceitar que você tenha passado por isso como se nunca tivesse visto metade do que eu vi de sofrimento e solidão. Abuso e peço pena de tortura – porque o que eu sinto não pode pegar prisão perpétua e o corredor da morte pra gente carece de pânico e de dor pra você. Exijo tortura em histeria. Numa histeria tão silenciosa quanto a dor de ver quem você amou indo embora de mãos dadas com alguém, sem nem sentir o peso da sua perda. Numa histeria que observa o calendário e confessa que os meses de janeiro a dezembro tiveram carinho, conforto e passaram sem marcas pra você enquanto eu via cortes cada vez mais fundos numa pele inchada e marcada por malas nunca desfeitas debaixo dos olhos.”
— Daniel Bovolento
“Estou bem moço. Só preciso me acostumar com essa bagunça sentimental.”
— Capacitadora
“Na dúvida, coloque um sorriso no rosto e finja que nada aconteceu.”
— Capacitadora
“Não dá pra descrever o amor que eu sinto por você às vezes nem eu mesma sei direito o que sinto, sei apenas que é muito bom passar algumas horas ao seu lado te observando, vendo seu sorriso lindo e imaginando mil coisas que eu poderia fazer se fossemos namorados .”
— Para alguém que talvez nunca irá ler.
“Eu escolho você porque você é tudo que eu sempre sonhei.”
— Para alguém que talvez nunca irá ler.
quando você se foi eu senti tanto como se alguém tivesse arrancado uma parte minha e me culpei pelas vezes que te fiz chorar eu sinto muito quando o céu escurece quando a tempestade vem eu só queria sair correndo para me aconchegar nos teus braços mas você não está mais aqui eu sinto sua falta nc.
Depois de tanto tempo me arrisco a escrever pra você e percebo que nada mudou, o sentimento é o mesmo, o carinho é o mesmo e o amor? Ah o amor (reticências)
Capacitadora
Nós ainda iremos nos olhar e rir de toda essa confusão, você vai me chamar de chata e eu te chamarei de babaca.
Capacitadora.
A mulher de preto já tinha passado pelos namorados possessivos, por amores que nunca existiram e sonhos impossíveis. Os traumas amorosos já são passado, e ela está preparada para encarar um amor. Um novo amor, sabe? Daqueles reais, sem os truques e fantasias de uma paixão. Um amor concreto, mas que seja poético o suficiente para fazê-la levitar. Ela não procura um príncipe com uma beleza surreal, que possua um cavalo e tenha os dentes brancos. Ela quer apenas uma pessoa que compartilhe o guarda-chuva em uma tempestade, e que empreste o paletó depois de uma balada para ela não ficar com frio. Não importa a cor, o rosto e o tamanho. Aquela mulher sabe que o amor não possui olhos, o homem só precisa fazê-la suspirar: de amor e, é claro, de tesão. Procura-se um amor para compartilhar e não para doar. Ela aprendeu que não se entrega nada para amar, você compartilha um mundo totalmente diferente. Um lugar que só cabe dois… por enquanto. Isso porque ela quer seus filhos um dia brincando no jardim desse lugar que não possui mapa. Um menino e uma menina, que puxem seus olhos grandes. E uma hora, quando perceberem, esse mundo se transformará em família. Chega de grandes loucuras, ela quer um amor sussurrado para não espantar tudo que há de bom em volta dela. Quer as sutilezas, os detalhes e o contorno que existe nesse sentimento. Não precisa ser poeta ou alguém com respostas prontas, ela quer alguém que seja sincero em suas palavras, simplesmente isso. Haverá outras ilusões pela frente, mas nenhuma delas fará com que essa mulher chore. Ela prometeu a si mesma que nenhum vagabundo merece a sua dor e é isso que a torna preparada para um amor de verdade. Talvez, demorará anos para achar esse cara, mas ela não se importa de esperar décadas ou vidas para encontrá-lo, pois sabe que por amor tudo vale a pena. Ela já não é mais uma garota, ela é uma grande mulher com seus próprios desejos. E o que ela deseja? Que a vida a surpreenda pelo menos uma vez.
Thiago Banik