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𓏲 ๋࣭ ࣪ ˚🔮♡ ࣪ ִֶָ☾. eu particularmente achei um amor essa capa aqui, os efeito de glitch de fundo deu um charme a parte e pelo pouco que eu li da one, sua escrita é maravilhosa viu, espero que eu tenha feito jus ao seu trabalho!
Mulheres de direita vão postar vídeo vídeos falando sobre as mulheres no afeganistão, e ao mesmo tempo são a favor de um partido que são abertamente machistas. que falam com todas as palavras que são contra o voto feminino, que feminicidio não existe, que pretendem tirar o direito da mulher ao bolsa família, que mulheres não deveriam ter uma carreira, e sim casar e ficar em casa tomando conta dos filhos, e que forçam uma criança vítima de estrupo a parir.
notas: faltava introduzir o dejun na história agora não falta mais hm… não sei se vocês vão gostar porque parece um capítulo meio filler, recheado de winwin e dejun sendo dois nerdolas. é isto que tenho a oferecer pra vcs hj...
avisos: consumo de cigarro e álcool. a história a seguir é ficção!
Sicheng olha para o relógio de pulso. Está sentado em uma poltrona no salão comum do dormitório masculino faz meia hora. Assiste em silêncio aos alunos entrarem e saírem e realizarem seus afazeres, que nada tem a ver consigo. Tem um cara que o encara de esgueira, abre a boca para falar algo e não diz nada. Faz isso por três vezes e pensa que Sicheng não percebe.
Todos os alumni estão cheios de uma agitação incomum, fomentada por burburinhos que não param de encher os ouvidos de Sicheng. Aguardam um evento marcado para o final da tarde: a famosa calourada oferecida pelos veteranos, que geralmente ocorre em um terreno baldio abandonado, perto da Academia. Sicheng não poderia se importar menos. Ele sempre detestou interações sociais do tipo, especialmente após ser obrigado a participar de eventos com seus pais. Entretanto, sabe a importância dos mesmos quando se trata de construir relações que possam levá-lo a algum lugar.
Seus pais voltam à mente depois de dias. Não fala com eles desde então. Não ousa retornar para casa, não depois da reação infeliz que obteve ao contar sobre seu aceite na universidade. Guarda seus lamentos para si mesmo. Está prestes a se levantar quando o rapaz que o observa de longe se aproxima:
— Oi! É… é… eu me chamo Xiaojun. Sou novo aqui. Na cidade, quero dizer. Prazer.
Sicheng o analisa de cima a baixo, mas aceita o cumprimento e aperta sua mão.
— Eu ainda não falei com ninguém, acredita? — Xiaojun força um sorriso. — Você vai para a recepção dos calouros? Será que eu poderia… Ficar por lá com você?
— Claro. — Sicheng dá de ombros.
Logo em seguida, eles dão as costas para o dormitório e rumam para o local marcado. No caminho, notam o deslocamento de outros estudantes na mesma direção: sozinhos, em pares ou em bando. A agitação toma forma, como um corpo se movimentando. É a primeira vez que Sicheng vê seus colegas em trajes que não são o uniforme da Academia e tem um lampejo particular. A percepção de que todos são absurdamente normais por trás dos uniformes prestigiados. Xiaojun não para de falar um segundo ao seu lado quase o deixando tonto. Fala sobre o seu curso de Canto, sobre sua família e outras coisas que Sicheng não consegue prestar atenção porque a divide com os pensamentos na sua cabeça, e também… o interesse em encontrar alguém que viu no primeiro dia letivo. Ele nem pensa em reclamar porque pelo menos o falatório o impede de pensar tanto no que o preocupava minutos atrás.
Quando os sapatos começam a afundar na grama alta e a mistura da música eletrônica com as conversas ecoa próxima, é que percebem terem chegado ao evento. É quase uma tradição os alunos se reunirem ali, quer para festejar ou para… outras atividades. O terreno sempre gerou boatos e lendas em torno dos motivos de estar abandonado. É visível a presença de ruínas do que foi (ou tentou ser) uma grande construção com colunas, arcos e janelas enormes de dois andares. Alguns acreditam que as ruínas teriam sido, no passado, o lar da fundadora da Academia. Já outra porção diz que aquele era para ter sido o primeiro prédio da instituição, que se destruiu parcialmente em um incêndio. Ninguém sabe ao certo e poderia muito bem ser apenas uma construção inacabada e abandonada pela prefeitura. Contudo, neste início de noite, o espaço está cheio de luzes pisca-pisca em suas vigas despontadas e nos pedaços de concreto restantes. Dispõem-se petiscos e bebidas à vontade ao longo de mesas cumpridas e um DJ toca para o grande grupo. Também é possível ver a estrutura de uma fogueira no centro, no aguardo do momento de acender. O que chama a atenção de Sicheng e Xiaojun, no entanto, é a naturalidade como os presentes se encaixam, com seus copos plásticos nas mãos cheios de um conteúdo duvidoso, tirando fotos e fazendo dancinhas, como jovens normais…
Xiaojun ri.
— Caramba, os professores também foram convidados?! — Ele se poupa da própria ingenuidade ao pensar que, de alguma forma, os mentores iriam se opor a uma festa regada a bebida gratuita. — Não querendo ser essa pessoa… mas não é meio estranho ver eles assim, sem uniforme? tipo, como assim eles não existem só na Academia?
Sicheng ergue o canto dos lábios.
— Oh, aquele cara parece muito descolado, olha — Xiaojun aponta para um rapaz de cabelos compridos que fuma um cigarro, meio à par da festa, como eles. Ele coça os olhos e em seguida pisa na bituca com a ponta do tênis de lona. Usa calças cargo largas e um suéter verde que certamente já viu dias melhores.
— Acho que já vi ele em alguma aula. — Sicheng fala em voz alta, mas é mais uma pergunta para si do que uma constatação.
— Poxa cara, eu estava quase pensando que você não falava, que susto que você me deu! — Xiaojun põe a mão no peito, dramático, ao se assustar com a voz de Sicheng, legitimamente. — Mas você ainda não me contou qual o seu curso? Você é calouro como eu também?
— É. Sim. Eu curso Dança.
A dupla vê o espaço encher à medida que a noite os abraça. Hordas de acadêmicos são cuspidos do ônibus que para perto. Xiaojun sorri e acena para quem passa ao redor deles numa falha tentativa de parecer natural.
— Cara, eu me sinto um NPC esperando alguém vir desbloquear meu diálogo… — Solta, rindo e suspirando ao mesmo tempo.
Sicheng também ri. Xiaojun é definitivamente engraçado, constata. E incrivelmente ansioso.
— Você não é como eu? Às vezes olha pra alguém e pensa “nossa, como eu queria ser amigo daquela pessoa”? tipo, aquele cara lá, que tá sentado no chão com a camisa estampada. Parece muito que ele saiu de um filme indie, uma coisa assim…
— O que você acha de beber algo? Pra dar uma animada. — Sugere Sicheng. Em outro contexto ele jamais diria algo assim. Mas nesta noite sente que está seguro, longe do que o preocupa, e o mais importante: que não precisa seguir uma cartilha… um tipo de sentimento que nunca teve antes.
— Sei não, eu sou muito alérgico… há várias coisas! Uma vez eu comi um kiwi e a minha cara ficou desse tamanho! — Xiaojun sinaliza com as mãos. — Nunca dá pra saber... eu sou meio chato, né? Não quero cortar a sua vibe, vai em frente.
— Alérgico a uma bebida?! — Sicheng repete incrédulo.
— Melhor não arriscar.
— Já volto, então. — Sicheng se afasta e caminha em direção a uma das mesas compridas com recipientes cheios de uma bebida rósea. Ele serve um pouco e pega uma garrafa de água para Xiaojun, quando seus olhos param em uma presença e ele estremece.
É automático, não tem tempo de controlar. Têm outras moças ao seu redor, mas você se destaca aos olhos dele novamente, e ele retorna ao dia da cerimônia, quando te viu no auditório. A forma como você fala sorrindo traz uma aura de leveza ao recinto sem esforço. As suas colegas são tão bonitas quanto você (ele consegue identificar a prima de Chenle Zhong entre elas), mas nenhuma delas parece brilhar como você brilha.
— Dong Sicheng! — Ele ouve a voz feminina, então, o acordando de seu devaneio. É Serena Zhong, uma moça de olhos incrivelmente felinos e a boca manchada por algo que ele não consegue identificar (vinho? batom?). — Como vai? Gostando da Academia? — Serena tem um olhar incendiante. Ela parece ler além, através de qualquer pessoa. Ele sempre achou os Zhong todos uns estranhos, apesar de simpatizar com o primo dela. Ela, especialmente, possui um ar… perigoso.
Sicheng gagueja e se faz parecer um tolo diante das moças. Diante de você. Mal consegue articular uma frase que se possa entender. Ele sai em seguida. Escapa, com a impressão de que você e todas as suas amigas vão lançar algum tipo de feitiço sobre ele caso não o faça.
— Mulheres. São. Horripilantes. — Declara ele ao alcançar a garrafa de água para Xiaojun. Dá um gole rápido na própria bebida. Não tem um gosto bom, queima garganta abaixo.
— Nem me fale. — Xiaojun concorda.
Mas Sicheng permanece com o seu olhar doce e suave por trás da cabeça dele.
notas: pra essa história minhas personagens originais femininas têm nome quando são citadas em outros contos, mas quando eu estiver escrevendo do ponto de vista delas ou do interesse romântico delas vou colocar como “você”, como se fosse a leitora, pra vocês poderem se inserir. Não sei se deu pra entender, mas espero que não fique confuso! Já vi outras autoras escrevendo assim e amei a ideia já que eu costumo dar personalidade pras minhas oc’s!
𓏳 ˚⋆˙⟡ · 𝐴𝑣𝑖𝑠𝑜𝑠: MDNI, BDSM, Fem!Dom, masturbação masculina, sex toy, abuso de poder, orgasm denial, linguagem imprópria.
𓏳 ˚⋆˙⟡ · 𝑁𝑜𝑡𝑎: Vou tentar vir trazendo algumas falecidas do spirit pra cá.
Dizer que Mingi está acabado é um eufemismo, os joelhos doem sob o peso do próprio corpo cansado em uma posição nada menos que humilhante, a pele reluzindo a camadinha brilhante de suor, a voz rouquinha alternando entre os gemidos chorosos e as súplicas por misericórdia.
— Seria bem engraçado se aquelas vadias pudessem te ver agora, tão patético. — Você cospe as palavras com rispidez.
O anel peniano segue vibrando ao redor do pau de Mingi, toda aquela pressão bem rente as bolas doloridas. A pocinha esbranquiçada e viçosa em frente a ele é uma clara evidência de quanto tempo esse tormento já está acontecendo.
— Por favor, hmm por favor, eu não... Eu não aguento mais. — Ele continua o chororô com mais gemidos.
Sentada em frente ao Mingi, você roça a pontinha do salto sobre o pau ainda intocado do mesmo, o observa espasmar, as gotinhas brancas e pegajosas transferem-se pro seu calçado. Mingi choraminga mais, simulando estocadas desajeitadas contra os movimentos superficiais do seu pé.
— Que situação deprimente a sua, hein? — Você debocha. — Na boate tava rodeado de mulheres e bebidas, e agora aqui, como um cachorrinho carente, chorando e debilitado. — Se inclina pra frente e segura o rosto de Mingi, as unhas compridas enterrando na pele enquanto o obriga a olhar nos seus olhos. — Você é tão desprezível que chega a dar pena.
Song exibe um semblante angustiado, o que só te arranca um sorrisinho divertido. Você sabe bem que tudo que Mingi faz é unicamente na tentativa de buscar sua atenção, mesmo que isso signifique se comportar como um mulherengo safado na tentativa de provocar ciúmes.
E apesar da situação ser ridícula, você não deixa de aproveitar, afinal é uma boa circunstância para lembrar a Song quem realmente tá por cima nessa.
— Por favor amor... Tira isso de mim, dói tanto! Me deixa te sentir só um pouquinho, por favor, eu nunca mais vou fazer isso de novo, juro, mas por favor...
— Nunca mais vai fazer o que? Tentar me causar ciúmes? Agir como o homem nojento que você é? Ah, querido... — Ainda inclinada em direção a Mingi, você afrouxa o aperto e acaricia brevemente uma das bochechas molhadinhas do mesmo, afastando com o polegar as gotículas que escorrem ali, observa com atenção quando ele se apoia ao seu toque. — Você nunca vai conseguir esse tipo de reação de mim. Lembra? Sou eu que tenho você na palma da minha mão, jamais o contrário.
Ah, como pode? Suas palavras severas ecoam tão docemente, brincando com a cabeça de Mingi, sendo capazes de até o arrepiar, fazendo o pau dolorido latejar sob cada palavrinha cruel dita por você. Tão perversa, malvada. porra, ele ama isso.
— Só porque hoje tô me sentindo bem humorada... — Se estica o suficiente para desligar a vibração do anel peniano e logo retira o brinquedinho, causando um alívio instantâneo em Song que suspira trêmulo. — Vou cessar seu castigo por ora e talvez permitir que você enfie esse seu pau miserável em mim, desde que não goze antes de eu deixar, entendeu?
Mingi engole em seco, acena com a cabeça positivamente, tão desesperado pra sentir o alívio de enterrar a pica em você, mesmo sabendo que só de sentir seu interior macio e molhadinho ao redor dele vai ser o suficiente pra te lotar de porra… Apesar da punição, vale a pena tirar uma casquinha.
Gostou? Dá uma forcinha aí! Uma curtida, um reblog ou um comentário são mais do que suficientes para eu saber que você se agradou com meu conteúdo :)
cara paciente
[essa história faz parte da série: svt - regime clt]
entregador-de-pizza!vernon x leitora ♡ smut [18+ menores não interajam] #avisos: sexo sem proteção, fingering & oral (f.), penetração, gozando dentro, uso de gostosa e princesa!
sentada no sofá, comenta algo bobo com jeonghan, mais uma daquelas reclamações comuns da vida adulta, trabalho, rotina, dias que parecem sempre iguais, parece que todo mundo tem uma vida completamente divertida enquanto você segue no automático. ele te escuta, mexendo no próprio celular.
“você precisa parar de seguir a vida como uma receita de bolo”
você franze o cenho. “como assim?”
ele dá de ombros, como se não fosse nada demais. “sempre pensa demais antes de fazer tudo. fica se martirizando por pouca coisa, se impedindo de viver por medo.” o corpo todo se vira para você, te encarando firme. “você devia viver mais.”
“fácil falar.” bufa. “não da para meter o louco e sair vivendo quando um aluguel consome metade do seu salário.”
ele ri baixo, como se estivesse falando de algo simples. “não tô te dizendo pra largar tudo e ir fazer mochilão, mas a gente precisa fazer umas maluquices às vezes. sabe? fazer xixi na rua, baixar o tinder e ter dates ruins, comer comida barata e duvidosa… sabe, viver.”
você não responde muito. só fica com aquilo preso em algum lugar da cabeça enquanto ele muda de assunto, como se nada tivesse acontecido.
mas agora, algumas horas depois, isso ainda não saiu da sua mente.
e sentada no sofá, a conversa com jeonghan mais cedo ainda ecoa na sua mente.
“viver mais e fazer algumas maluquices as vezes" droga, por que isso soa tão difícil?
mas isso pode ficar pra semana que vem, por agora apenas ligou na pizzaria de sempre, fazendo o pedido de sempre, e indo tomar um banho (o quente de sempre).
entre o pedido e o porteiro interfonar não levou 1h, pede tanto no estabelecimento que o motoboy provavelmente já sabe seu endereço de cor.
certo, ele definitivamente sabe, hansol inclusive pediu seu número em uma das entregas, consegue se lembrar exatamente da cena: o rapaz de mechas loiras e lateral raspada entregando o próprio celular a você, com a tela aberta para adicionar contato ao telefone.
“vai me mandar as promoções da pizzaria?” perguntou divertida.
“cê sabe bem que não”
contudo apesar de passar a ele, você acabou não respondendo tanto e ele desistiu de insistir. bem, você também segue ele no instagram (ele seguiu primeiro, obviamente!) e acompanha os storys que raramente hansol posta, às vezes reclamando da faculdade, ou uma foto qualquer da moto. não admite em voz alta, mas sempre assiste.
ding dong.
“oi, princesa.” sorri assim que te vê, a pizza na mão, o apelido saindo doce até demais e… de cabelo novo.
o cabelo completamente raspado, um clássico buzzcut que combinou infernalmente com ele.
“seu cabelo tá bacana” elogia.
“gostou?” sorri, te encarando por completo. “raspei ontem na real.”
“ficou lindo.” soltou sem pensar muito, fazendo o entregador morder o lábio inferior.
fazer maluquices as vezes.
a fala de jeonghan ronda sua cabeça.
vernon te entrega a pizza, junto com uma brotinho doce que ele diz ser “cortesia da casa pra cliente bonita”.
ele é bonito, educado, mesmo dando em cima de você sempre foi respeitoso.
fazer maluquices as vezes.
“cê não quer entrar e comer um pedaço?”
ele te encara. quase como quem questiona se escutou direito, e você refaz a pergunta, tentando não pensar muito no rumo que isso pode tomar.
a cabeça de vernon turva: a pizzaria não fechou, apesar de terem outros motoboys ele ainda precisa terminar as entregas, por outro lado, porra, você ta convidando ele pra entrar, tudo que ele sempre quis.
tudo começou há alguns meses atrás: você havia acabado de se mudar e seu vizinho de porta, numa conversa de elevador, recomendou a pizzaria que tinha ali por perto. você anotou mentalmente mas levou algumas semanas pra de fato pedir algo.
e quando pediu, foi hansol quem veio entregar.
ele começou comendo pelas beiradas, elogiando seu cabelo, sua roupa, se esgueirando e dizendo que o filme que estava passando na sua tv era maneiro, arranjava qualquer desculpa para prolongar a entrega por mais alguns segundos. até que com as suas risadinhas, começou a arriscar um pouco mais.
“cê tá cheirosa hoje, hein!” “linda pra caralho.” “se um dia tu me desse chance, princesa…”
e bem, ali estava ele, ainda te encarando. pela primeira vez em meses, hansol parecia sem resposta.
notando que você não faz nenhuma menção a ser brincadeira, adentra no seu apartamento, chutando no cantinho da porta o tênis preto, passando os olhos por todo o ambiente.
“achei que cê nunca iria me chamar.”
“eu também” assume, pegando a pizza da mão dele e colocando na mesa.
“e o que mudou?”
"você nunca desistiu."
“dizem que o cara paciente sempre ganha” ele ri, puxando uma das cadeiras enquanto te observa pegar dois pratos no armário, digita algo no celular e logo bloqueia a tela.
você não sabe, mas o que hansol digita é uma mensagem um pouco desesperada pedindo pra jihoon cobrir ele, pois não sabe se consegue retornar pro expediente, e claro, um belo ‘explico depois’ no final.
e claro, você também não sabe, porém é sempre a última cliente da rota, uma esperança silenciosa de que esse momento algum dia aconteceria.
"não ganhou nada ainda." coloca os pratos sobre a mesa.
“ainda.” responde sem desviar os olhos, um sorriso discreto aparecendo no canto da boca.
o silêncio após isso queima, não de uma forma ruim, contudo é quando você começa a perceber o cenário em que se encontra: o entregador de pizza tão casualmente na sua mesa de jantar, comendo uma fatia de queijo como se fosse algo usual.
encara hansol de novo, o cabelo raspado definitivamente não ajudando, e porra, por que ignorou as mensagens desse homem por tanto tempo?
“já teve a sensação de viver completamente no automático?” pergunta.
hansol te encara curioso, parando de mastigar devagar, tentando entender de onde veio a pergunta repentina.
“tava conversando com meu amigo hoje, ele disse que eu preciso fazer maluquices as vezes, minha vida parece completamente monótona, trabalho, estudo e parece que vivo num loop só disso.”
“entendo” ri sem humor. “minha vida é estudar o dia inteiro e depois virar a noite fazendo entrega. nem lembro a última vez que dormi oito horas seguidas.”
“é por isso que você da em cima de todas as clientes?” brinca, tentando descontrair.
“ei! só dou em cima de você.” ri.
“foi mal não responder suas mensagens, não é que eu não queira nada, eu só…” assume.
“cansada demais?” você assente. “me sinto assim quase sempre também, meus amigos falam que preciso parar de ser tão responsável e ser um pouco maluco… tipo isso aqui.”
ele te olha, deixando nítido o desejo que sente por você, não que seja necessário. é diferente, a sensação de ter um homem que, de certa forma, não deixa de ser um estranho na sua casa, mas você gosta.
“não é que não queira, é?” provoca, a risadinha de canto te fazendo sorrir também, hansol está completamente confortável, e a casa começa a ter o cheiro dele. “acho que teu amigo tem razão, parar de pensar tanto faz bem.”
a tensão parece engolir vocês dois vivos. a cadeira é lentamente arrastada pra trás e como se fosse rotina, vernon da dois tapinhas na coxa, te chamando para sentar ali.
a surpresa? você vai, sem sequer questionar, sem sequer pensar.
seu cérebro tenta gritar que isso não é o certo, que você não pode, mas quando percebe está no colo de hansol, sentindo o olhar do entregador queimar seu corpo.
“tem noção há quanto tempo quero isso? me diz o que eu posso fazer.”
você pensa, repensa, aproveitando o carinho nada casto da mão nas suas pernas, pensando qual é o seu limite. “camisinha. tudo bem me xingar, mas nada muito humilhante. um tapinha de leve ok, porém confesso que não sou acostumada com coisa bruta.”
ele escuta, atento a cada limite que você impõe, seu lado racional ainda dizendo que é maluquice dar pro entregador de pizza, mas hoje você se permite não escutar ele.
“só tem um problema princesa, eu não tenho camisinha aqui!” assume, afinal, em teoria, está em seu horário de trabalho.
“merda, eu… eu…”
não precisa finalizar a frase, ele sabe, se encontra na mesma situação, tão cansado e exausto que nem sexo é algo que você pensa. hansol apenas beija o lóbulo da sua orelha, sem se importar muito com o fato de você também não ter preservativo ali.
na real, isso até o excita um pouco mais. saber que estava quebrando a sua rotina, fazendo você dar a ele algo que é uma espécie de exceção.
“posso usar só meus dedos, relaxa.”
os lábios traçam uma linha molhada pelo seu maxilar, rastrinhos de saliva te deixando inquieta no colo do homem, que finalmente te beija, deixando claro o quanto deseja isso por semanas.
o beijo é intenso, um pouco apressado, não tem nem como não ser, semanas esperando isso fizeram vernon enlouquecer. a boca com o gostinho de açucar da coca cola que bebiam, em contraste com o azedinho do ketchup. a língua domina a sua.
suspira baixinho quando sente a mão subindo por baixo da sua blusa, os dedos ásperos e frios contra a sua pele quentinha te fazendo arrepiar. vernon começa sutil, raspando o polegar pela sua cintura, costela, de leve pelo seu peito, até chegar no biquinho.
“posso te levar pra cama?” a pergunta te estremece, assente lentamente.
ele te pega no colo, seguindo suas instruções até abrir a porta do quarto, e quando te coloca na cama, leva meio segundo pra retirar a própria camiseta. vernon não é extremamente musculoso, o corpo dele é magro, os braços e o peitoral deixando claro que ele frequenta a academia, mas também deixando claro que não é nenhum ‘gymrat’.
hansol sobe na cama, engatinhando até você, se encaixando no seu corpo, um pouco pesado, mas nada sufocante, voltando a te beijar com vontade, a usar a mão calejada para descobrir seu corpo.
sua camiseta é retirada, seus peitinhos expostos devido a falta de sutiã, se recusava a usar em casa.
“cê não tem noção de quantas vezes sai daqui com o pau duro pensando em você assim.”
beija seu pescoço, molhadinho e lento, alguns filetes de saliva ficando pelo caminho. desce devagar pelos seus ombros, a paciência dele sendo a causa da sua ruína.
até finalmente chegar no seu peito, mamando o biquinho direito, raspando o dente bem de levinho só pra te ouvir gemer, gemido que fez a piroca pulsar. merda, você parece a porra de um sonho erótico.
“h-hansol” geme.
o nome sai arrastado, manhoso, o estopim para o restinho de sanidade começar a ir pro caralho. escuta na cozinha o telefone dele tocando, provavelmente algum outro entregador da pizzaria, porém ele ignora, focado demais no corpo semi-nu abaixo dele.
ele rosna baixinho contra sua pele, a boca largando seu peito para te beijar novamente, faminto, uma urgência que nenhum dos dois conseguem mais disfarçar.
sem qualquer cerimônia, sente seu o shortinho ser puxado para baixo, levando junto a calcinha fina, você se movimenta ajudando a tirar o pedacinho de pano, e então se vê completamente nua para hansol.
os beijos voltam a descer, novamente passando pelo seu maxilar, ombros, o meio dos seus peitos, e agora sua barriga, descendo até chegar onde ambos tanto querem.
o indicador passa na sua entrada, fazendo vernon sorri quando nota o quão meladinha você está pra ele.
“porra, princesa. tá toda quentinha pra mim.”
ele desce o corpo, a cabeça tão próxima do seu buraquinho que te faz sentir a respiração dele. a pontinha da língua toca seu clítoris, te fazendo dar um gritinho manhoso que se misturou com o fim do toque estridente do celular do entregador.
apoia a mão nas suas coxas, te abrindo um pouco mais, te expondo para ele, uma lambia firme da entradinha até seu pontinho, te fazendo arquear as costas no colchão.
“gostosa do caralho!” o som da cuspida é quase que pornográfico, a saliva escorrendo pelas suas pernas, para então ele afundar o indicador em você, “olha pra mim.” pede baixinho. te encarando firme enquanto o dedo se afunda na sua xotinha.
sentindo você relaxar, ele coloca um segundo dedo, voltando com a língua no seu clitoris, dosando a força perfeita pra te deixar burrinha.
tenta se agarrar aos fios de cabelo, dando uma risadinha quando percebe que o cabelo raspado não vai te deixar fazer isso, mas porra, nem consegue reclamar, vernon está tão gostoso com o cabelinho assim.
começa a sentir um calor na barriga, o dedinho do pé entortando, até que olha para baixo e nota: vernon está batendo uma punheta enquanto te chupa.
você nem sabe como ele faz isso, mas tem dois dedos curvados dentro de você, enquanto a língua brinca no seu pontinho inchado, e a mão livre sobe e desce pelo próprio pau, sujando um pouco do seu lençol com o líquido espesso que a cabecinha solta.
foda-se a porra da rotina, foda-se a porra da regras e principalmente, foda-se a porra da camisinha, você precisa de hansol dentro de você.
antes que o orgasmo pudesse te atingir você o afasta, empurrando a cabeça do entregador com força para baixo, afastando ele de você e o fazendo tirar os dedos de dentro.
“machuquei, princesa? que foi?” o tom de voz é cuidadoso, quase que culpado.
“não,” a voz falha, seu rosto queima, “mete sem camisinha, foda-se essa merda.”
hansol, que também não transa há meses, começa a questionar a própria lucidez, confuso se ouviu corretamente, se você realmente disse o que ele acha que disse.
“repete. cê tá me mandando te comer sem camisinha?”
você assente, arranhando de leve o bíceps dele. “por favor.”
vernon rosna, puxando a calça jeans com a cueca para baixo de uma só vez, ele não questiona de novo, apenas engatinha novamente pela cama, afasta suas pernas e, com as mãos trêmulas, encaixa o pau babão na sua entrada melada.
a buceta molhada faz a piroca deslizar pra dentro com facilidade, sugando todo o comprimento do entregador, hansol choraminga, o corpo espamando enquanto sua xoxota engole ele.
“puta que pariu, vou gozar rapidinho.”
“dentro.” é a única coisa que você geme.
a ordem destrói qualquer resquício de sanidade dos dois, “gostosa!” ele choraminga, os dedos afundando contra a carne do seu quadril.
ele não consegue mais ir devagar, nem ao menos você quer isso, uma das mãos firmes largam seu quadril para fazer círculos no seu clítoris, te fazendo choramingar, tentar fechar as pernas, e hansol não para.
as estocadas são brutas, fazendo o barulho das peles se chocando ecoarem pelo quarto. sua mente fica vazia, pensando somente no caralho grosso te enchendo, raspando a pontinha no seu útero, latejando forte dentro de você.
“delícia. linda. porra, gostosa.”
suas pernas tremem, e o orgasmo te atinge em cheio, fazendo você ver estrelas, tombando a cabeça pra trás num grito com o nome dele.
hansol não para, buscando o próprio ápice, o corpo tremendo em puro tesão, sem qualquer ritmo definido, apenas delirando.
numa última estocada, ele pressiona firme seu quadril, te enchendo até o talo, e sentindo a piroca disparando jatos de porra dentro da buceta quente. o líquido espesso te preenchendo, enquanto ele segue dentro de você, tentando se acalmar.
o quarto só não fica um silêncio total por conta das respirações pesadas de ambos, os peitorais subindo e descendo tentando recuperar a decência.
o rosto de vernon enterra no seu pescoço, o cabelo raspado fazendo uma cosquinha na sua bochecha, a mão deixando um carinho agora suave nos seus quadris.
aos poucos o pau vai amolecendo dentro de você, e quando se retira, o esperma vaza sujando suas coxas e o lençol. a bucetinha ficando vazia, e agora um pouquinho dolorida pelas últimas estocadas.
ele rola para o lado, deitando de costas e te puxando pra ele, te fazendo se aninhar no peitoral magro. selinhos são depositados no seu rosto, enquanto hansol deixa carinhos pelo seu braço.
carinho esse que desce até o meio das suas pernas, tocando gentil a entradinha sensível.
“acho que teu amigo tem razão… fazer maluquices as vezes faz bem.” ele ri.
Volta spirit voltaaa 😭💔 eu juro nunca mais te chamar de lixo, fedorento, feio, projeto de chernobyl, bomba atômica e cuscuz paulista de novo 💔 eu tenho dependência emocional aaaaa